quarta-feira - 05/06/2019 - 07:10h
Queixa

Vacinação tem cobertura precária em rede pública de saúde

Prezado Carlos Santos:

Sinceramente eu espero que melhore. Mas nesses dois primeiros dias está difícil de tomar a vacina contra a gripe em Mossoró. Pelo menos nos horários que fui, à tarde, quando tive disponibilidade.

Segunda-feira (3) e terça-feira (4), eu estive em quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade com minhas duas filhas para tomarmos a vacina, conforme foi anunciada a liberação das doses para a população em geral. Em três das UBS visitadas a vacina já havia acabado: na do Santo Antônio e nas Abolições 2 e 4.

Cobertura vacinal é precária e clientela sofre para ter atendimento na rede de saúde (Foto: Marcello Benévolo)

No entanto, na unidade da Abolição 3 ainda tinha dose disponível na tarde dessa terça-feira. Mas não fomos atendidos sob a burocrática explicação de distribuição diária de 30 senhas!

Uma pena: ainda impera, pelo que posso concluir, a necessidade de se “madrugar” à porta das unidades de saúde públicas para se conseguir “a ficha do dia”.

Fico imaginando as pessoas que não dispõem de transporte particular como eu. Que não podem ficar rodando a cidade de um lado a outro em busca atendimento. É lamentável.

Para ganhar tempo, por telefone, falei com funcionários das UBS Chico Porto e do Alto de São Manoel. Tiro n’água. Por lá também não tinha mais uma dose sequer à tarde. OK.

Querem que eu vá cedo? Irei. Vou madrugar à porta de alguma UBS em busca da vacina da gripe. Afinal com a saúde não se brinca!

Abraços.

Marcello Benevolo Jornalista DRT 2455/PE.

Nota do Blog – Infelizmente, o seu relato não é algo isolado. Esse “rally” é comum. Esperamos que a municipalidade possa mudar esse quadro e consiga atender à demanda a contento, cumprindo suas promessas e discursos.

O espaço está aberto para que se pronuncie.

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terça-feira - 13/03/2012 - 22:20h
Piorando

Assalto compromete atendimento em Unidade de Saúde

Dois moradores do periférico, populoso e movimentado bairro de Quixabeirinha procuram o Blog. Buscam a intermediação desta página, para solução de um impasse em determinado equipamento público.

Segundo relatam-me, desde que uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro sofreu assalto, com o ‘rapa’ alcançando servidores e pacientes, que o atendimento decaiu de vez.

“Os profissionais estão se ausentando, temendo mais violência. Querem uma proteção de segurança”, conta um dos interlocutores.

Nota do Blog – Espero – se possível – que alguma autoridade do Município possa se pronunciar, dando um alento aos moradores.

Por outro lado, sinto-me extremamente feliz por saber que este Blog alcança as bordas da sociedade, sendo porta-voz de muitos que não costumam ter voz ou temem falar. Isso é bom demais. Topo a missão.

E agradeço o privilégio de também estar sendo lido e levado a sério em outras camadas sociais e não apenas no que costumamos tratar como “formadores de opinião”.

Bom demais.

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terça-feira - 14/06/2011 - 18:39h
Denúncia

Médicos não aparecem para trabalhar em Unidade de Saúde

Carlos Santos, bom-dia.

Mais um exemplo do caos em que se transformou a rede municipal de saúde em Mossoró: a “Unidade Básica de Saúde Bernadete Bezerra de Souza Ramos, do Liberdade II” não teve atendimento de qualquer médico nesta terça-feira, 14 de junho.

Pior: sequer a enfermeira compareceu ao trabalho neste dia.

Cartaz, à porta fechada, comunica abandono

Na UBS, apenas um cartaz feito à mão informa que não haverá (haveria/houve) distribuição de fichas  para os médicos Emiliana, Everaldo e Glicério. Além destes, a UBS também conta com o médico Leonardo.  O único com justificativa plausível para a ausência é Leonardo, cuja mãe encontra-se enferma no Rio de Janeiro. Nos outros casos, não foi informado o porquê da falta. Aliás, não atender aos pacientes é uma atitude corriqueira entre os médicos da UBS, inclusive por parte de Leonardo.

Além de a população não ter o atendimento que precisa e para o qual paga através dos impostos, percebe-se um gasto desnecessário na manutenção da UBS, já que é mantida toda uma estrutura sem que haja aproveitamento.

Além dos recursos materiais também dispêndio de recursos humanos que ficam, em sua grande maioria sem ter o que fazer já que o trabalho destes depende do que os médicos fazem (ou deveriam fazer).  Dinheiro jogado pelo ralo.

Márcio Alexandre – Jornalista e webleitor.

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