quarta-feira - 03/12/2025 - 16:30h
ALRN

Comissão de Saúde quer apurar desvio de remédios no Estado

Deputada Cristiane Dantas preside a Comissão de Saúde (Foto: João Gilberto)

Deputada Cristiane Dantas preside a Comissão de Saúde (Foto: João Gilberto)

A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do RN acompanha com preocupação a Operação GH-404, que investiga o desvio do remédio “somatropina” na rede pública estadual (veja AQUI).

Em Nota, essa Comissão afirma que “as falhas de controle identificadas na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT) e o impacto sobre pacientes que dependem do medicamento exigem respostas rápidas e transparentes.”

Abaixo, veja o restante da posição oficial desse colegiado técnico da Assembleia Legislativa do RN:

Nesse sentido, requisitamos informações oficiais à Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN) e ouviremos os gestores responsáveis, além de propor medidas para fortalecer a rastreabilidade e o controle de medicamentos de alto custo.

A Comissão reafirma seu compromisso com a defesa do interesse público, o respeito ao usuário do SUS e a transparência na gestão de políticas de saúde, reforçando que acompanhará todas as etapas da investigação e atuará para que situações como esta não se repitam no âmbito da rede assistencial do Estado.

Deputada Cristiane Dantas
Presidente da Comissão de Saúde – ALRN

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Categoria(s): Política / Saúde
quarta-feira - 03/12/2025 - 09:46h
Operação GH-404

Polícia combate desvio de remédios; servidores do Estado são afastados

PCRN começou ação logo cedo nesta quarta-feira (Foto: PCRN/Divulgação)

PCRN começou ação logo cedo nesta quarta-feira (Foto: PCRN/Divulgação)

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) deflagrou, nas primeiras horas desta quarta-feira (03), a “Operação GH-404”, destinada a desarticular um esquema criminoso voltado ao desvio de somatropina, hormônio de uso restrito e controlado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), distribuído na rede pública de saúde do Estado.

As investigações, conduzidas pelo Departamento de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DECCOR/LD), tiveram início após comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN), que identificou divergências no controle de estoque e dispensações indevidas não reconhecidas pelos responsáveis legais dos pacientes.

Durante o cumprimento das medidas cautelares, autorizadas pela Justiça, foram apreendidos documentos, computadores, celulares e extratos bancários. A decisão judicial também determinou o afastamento cautelar de servidores públicos lotados na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), para garantir a continuidade das apurações.

A ação contou com o apoio institucional da Sesap/RN e da Unicat, além do suporte operacional da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), da PCRN.

A somatropina, hormônio de crescimento humano sintético (GH), tem uso restrito a indicações clínicas específicas, sendo proibida sua utilização para fins estéticos, de rejuvenescimento ou aumento de massa muscular.

O nome “GH-404” faz referência ao hormônio de crescimento humano (Growth Hormone – GH) e ao código “404”, expressão associada ao erro “não encontrado”, simbolizando as falhas de rastreabilidade e inconsistências identificadas no controle do medicamento.

O outro lado

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN se pronunciou, em nota, sobre a operação, e disse que isso é fruto de uma comunicação realizada pelas próprias instituições às autoridades policiais. Veja abaixo:

As gestões da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) esclarecem que a operação realizada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (3) é fruto de uma comunicação realizada pelas próprias instituições às autoridades policiais, com o objetivo de investigar suspeitas encontradas a partir de apurações internas.

A gestão coopera com toda a apuração e cumprimento das medidas judiciais de busca e apreensão e afastamento dos servidores investigados, tendo que suspender os atendimentos à população durante o período da manhã em virtude da operação policial, com a perspectiva de retorno do expediente à tarde.

Sesap e Unicat reforçam o compromisso em zelar pelos recursos públicos e pela saúde da população potiguar, sem compactuar com desvios de qualquer finalidade por parte de qualquer servidor.

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quarta-feira - 15/10/2025 - 13:32h
Visita técnica

Acadêmicos de Medicina da Uern conhecem realidade da saúde pública

Estudantes e docente conheceram estrutura e papel técnico do órgão estadual (Foto: 2ª Ursap)

Estudantes e docente conheceram estrutura e papel técnico do órgão estadual (Foto: 2ª Ursap)

Acadêmicos do segundo período do curso de Medicina da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) realizaram, na manhã de quarta-feira (15), uma visita técnica à II Unidade Regional de Saúde Pública (II URSAP), em Mossoró.

A atividade, realizada das 9h às 11h, teve como objetivo aproximar os estudantes dos diferentes níveis de atenção à saúde, proporcionando uma compreensão prática sobre o funcionamento dos serviços públicos. A visita integra as ações da disciplina Saúde Coletiva e Vivência na Comunidade II.

O grupo foi recepcionado pela coordenadora do Núcleo Técnico da II Ursap, enfermeira Ana Clara de Souza Rêgo; pela referência da Vigilância Epidemiológica, Lucélia Pansard; e pela presidente do Comitê Regional de Prevenção à Mortalidade Materna, Infantil e Fetal, enfermeira Vilcelânia Alves. As profissionais apresentaram as atribuições e o funcionamento dos diversos setores da instituição.

Durante a programação, os estudantes conheceram a estrutura administrativa e os programas desenvolvidos pela unidade, como o Programa de Controle das Arboviroses, Saúde da Mulher, Saúde do Homem, Saúde do Idoso, Saúde Mental e Saúde Prisional, Programa Saúde na Escola (PSE) e Programas de Controle da Hanseníase e Tuberculose, entre outros.

Também foram abordadas as ações da Vigilância Sanitária e Epidemiológica, o Núcleo de Saúde do Trabalhador, o Núcleo de Zoonoses, o Programa Regional de Imunizações e o papel da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), responsável pela assistência farmacêutica estadual.

A professora Ellany Gurgel Cosme do Nascimento acompanhou os estudantes durante a atividade. Titular da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg), Ellany é doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do RN (UFRN) e docente adjunta do curso de Medicina da Uern.

A II Ursap é um dos seis centros regionais da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), atuando como unidade estratégica da gestão estadual. Com sede em Mossoró, o órgão abrange 14 municípios da 2ª Região de Saúde e, em Assú, coordena mais 12 municípios da 8ª Região.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
terça-feira - 26/08/2025 - 14:48h
Urgência

MP quer audiência para tratar falta de remédios e insumos em hospitais

Estado do RN é penúltimo colocado do país em recursos para Saúde e último na região Nordeste
Posição do MPRN é por identificar quadro de colapso na saúde, com investimentos baixos e falta de credibilidade para compras (Foto ilustrativa)

Posição do MPRN é por identificar quadro de colapso na saúde, com investimentos baixos e falta de credibilidade para compras (Foto ilustrativa)

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 47ª Promotoria de Justiça de Natal, protocolou na data de hoje uma manifestação na Justiça requerendo a designação de audiência judicial urgente com o Estado do RN. A medida busca, através do Poder Judiciário, soluções imediatas e urgentes para mitigar a crise de desabastecimento de insumos e medicamentos na rede de hospitais mantida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP).

A Promotoria de Saúde registrou em sua manifestação que o Estado do RN, de acordo com os dados de maio de 2025 do Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) do Ministério da Saúde, atualmente ocupa a penúltima colocação no ranking nacional de gastos próprios com saúde e a última colocação, considerando-se apenas o ranking dos Estados que integram a região Nordeste.

Na petição judicial, o MPRN detalha o cenário de desabastecimento em diversas unidades hospitalares de saúde, como o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG), o Hospital Maria Alice Fernandes (HIMAF), o Hospital Dr. José Pedro Bezerra (HJPB/Hospital Santa Catarina), o Hospital Giselda Trigueiro, o Hospital Geral Dr. João Machado e o Hemonorte. Em alguns casos, a crise de abastecimento tem impactado não apenas as rotinas assistenciais dos pacientes, como também tem atingido e piorado os índices de infecção hospitalar.

Faltam luvas, álcool, lençóis, remédios…

No Walfredo Gurgel, por exemplo, denúncias de agosto de 2025 apontam a falta de itens como luvas, álcool, lençóis e medicamentos, levando familiares a terem que adquirir esses materiais. No Hospital Santa Catarina, em janeiro de 2025, o índice de falta de estoque chegou a 41,33%, já tendo sido neste mesmo processo requerido bloqueio de verbas públicas em defesa de um melhor abastecimento para o hospital José Pedro Bezerra, o segundo maior da rede SESAP e essencial para a população residente na Zona Norte de Natal.

A situação no Hospital Geral Dr. João Machado, conforme relatório de agosto de 2025, levou a Comissão de Controle de Infecção Hospitalar a recomendar o bloqueio de leitos em caso de falta de condições mínimas de segurança.

A manifestação faz parte de processo judicial que tramita na 5ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal para assegurar o fornecimento contínuo e regular de medicamentos, insumos e material médico-hospitalar para os hospitais estaduais da rede assistencial Sesap. Para a audiência, o MPRN pede a intimação dos secretários de Estado da Saúde Pública e da Fazenda, o diretor da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), e os diretores dos principais hospitais e do Hemonorte, unidade também atingida com o desabastecimento.

Falta de credibilidade para compras

No requerimento protocolado foi reforçado pelo Parquet que os motivos para o desabastecimento estão relacionados como a existência de dívidas de anos anteriores e a falta de credibilidade financeira junto a fornecedores da Sesap, além de excessiva burocracia nos processos de compras.

A manifestação apresenta dados da análise orçamentária do ano de 2025 da Sesap, que indicam uma redução significativa nos gastos com saúde no Estado no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período no ano de 2024. Foi feito um comparativo entre os orçamentos de 2024 e 2025 e constatou-se um decréscimo de 67,90% nas despesas liquidadas e de 68,14% nas despesas pagas em comparação com o primeiro semestre de 2024.

Segundo o Ministério Público, a queda expressiva de recursos financeiros é causada em razão da Secretaria de Fazenda contingenciar recursos do Tesouro Estadual para o Fundo Estadual de Saúde, o que resultou em um déficit de recursos acumulado de mais de R$ 141 milhões entre janeiro e até maio de 2025, considerando os valores efetivamente repassados pela SEFAZ e o montante que deveria ser repassado de acordo com o previsto na LOA Saúde para o ano de 2025.

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sábado - 03/08/2024 - 11:16h
Unicat

Estado tem contas bloqueadas para fornecer remédios

Situação será revertida, promete a Sesap (Foto: Magnus Nascimento)

Milhares de usuários estão sem remédios em todo o RN (Foto: Magnus Nascimento/Arquivo)

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve decisão judicial determinando o bloqueio de R$ 4.712.932,64 das contas públicas do Governo do Estado.

Segundo o MPRN, a quantia será suficiente para a compra dos os medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), após o descumprimento um acordo judicial anterior pelo Estado.

Na decisão, a Justiça considerou que o Estado além de não ter efetuado as aquisições necessárias para abastecer a Unicat, não justificou a impossibilidade de cumprir a obrigação imposta.

Assim, não restou outra alternativa a não ser o bloqueio para estancar o prejuízo que o descumprimento à ordem judicial vem causando aos mais de 30.000 usuários, que dependem do programa de medicamentos especiais, cuja distribuição é responsabilidade da Unicat.

Segundo a decisão, o valor do bloqueio foi calculado nos termos das pesquisas mercadológicas anexadas aos autos.

Com informações do MPRN.

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terça-feira - 30/04/2024 - 12:48h
Deputado afirma

“Fornecedores não querem participar das licitações do Estado”

Galeno diz que problemas são contínuos (Foto: João Gilberto)

Galeno diz que problemas são contínuos (Foto: João Gilberto)

Presidente da Comissão de Saúde na Assembleia Legislativa, o deputado Galeno Torquato (PSDB) repercutiu nesta terça-feira (30), em sessão plenária na Casa, a recente visita do colegiado ao Hospital Walfredo Gurgel, em Natal. O parlamentar lamentou os problemas enfrentados pela unidade e responsabilizou a administração estadual pela falta de medicamentos e insumos no hospital.

“Constatamos os velhos problemas: macas nos corredores, falta de insumos e falta de medicamentos. A direção da unidade alega que a situação se dá em razão de atrasos nas licitações por questão processual, mas sabemos que a verdade é que os processos não estão tramitando pois os fornecedores não querem mais participar das licitações junto à Secretaria Estadual de Saúde pela falta de pagamentos”, apontou Galeno Torquato.

De acordo com ele, a situação se repete também na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), “onde dos mais de 120 tipos de medicamentos a serem fornecidos, praticamente 50% não chegam aos seus usuários e a desculpa do Governo do Estado é a mesma: o trâmite nas licitações”, disse o deputado.

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quinta-feira - 25/04/2024 - 14:24h
Governo Estadual

A cada 10 remédios, 4 faltam na saúde do RN

Situação será revertida, promete a Sesap (Foto: Magnus Nascimento)

Situação será revertida, promete a Sesap (Foto: Magnus Nascimento)

Do Tribuna do Norte

A cada dez medicamentos, quatro estão indisponíveis na rede pública de saúde do Rio Grande do Norte. Um levantamento da Tribuna do Norte mostra que o Estado registra uma taxa média de 40,4% de desabastecimento na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), na capital, e nas unidades descentralizadas (CEAFs), localizadas no bairro Alecrim, também em Natal, e nos Municípios de Mossoró e Caicó.

Na sede da Unicat, faltam 74 dos 199 medicamentos fornecidos à população, ou seja, 37,1% de escassez. Todos os dados são da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e retratam o cenário desta quarta-feira (24).

Embora a situação seja crítica na capital, é no interior que o quadro se agrava. Em Caicó, na região Seridó, o número de remédios indisponíveis supera a quantidade dos medicamentos em estoque – o desabastecimento chega a 54,5%.

Em Mossoró, o índice é de 44,3% e na unidade do Alecrim alcança 25,7%.

A Sesap informou que trabalha para ampliar a oferta ao longo das próximas semanas. Há ainda unidades nas cidades de Assú, Currais Novos, Pau dos Ferros e Santa Cruz, mas não há dados sobre distribuição nas localidades.

Faltam medicamentos para tratar hipertensão, diabetes, lúpus, psoríase, asma, entre outros. Ao todo, cerca de 40 mil pessoas têm cadastro ativo no Estado.

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quarta-feira - 14/02/2024 - 22:24h
Dengue

Governo distribuirá primeiro lote de vacinas nessa quinta-feira

Primeiro lote tem público específico para atendimento (Foto: Reprodução do Google)

Primeiro lote tem público específico para atendimento (Foto: Reprodução do Google)

O governo do Estado do Rio Grande do Norte distribuirá nesta quinta-feira (15), às 8h, na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), 29.800 doses da vacina contra a dengue. Os imunizantes seguirão para dezenove municípios estudados como prioritários, incluindo Natal, Parnamirim, Extremoz, Macaíba, Mossoró e São Gonçalo do Amarante, entre outros.

Estarão presentes para entrevistas a secretária de Saúde do Estado Lyane Ramalho e a coordenadora de Vigilância Epidemiológica Diana Rêgo.

O lote inicial de vacinas, com 712 mil doses foram enviados para os estados  DF, GO, BA, AC, PB, MS, AM, SP e MA  incluindo o RN.

O Rio Grande do Norte, seguindo a nota técnica do Ministério da Saúde, iniciará a imunização pelas crianças de 10 a 11 anos e irá avançar a faixa etária progressivamente, assim que novos lotes forem entregues pelo laboratório fabricante.

O público-alvo da vacinação, o grupo de 10 a 14 anos, foi acordado entre os conselhos representantes dos secretários de saúde estaduais e municipais, seguindo a recomendação da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da Organização Mundial de Saúde (OMS).

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segunda-feira - 18/04/2022 - 20:20h
Lá e cá

Governo Fátima também comprou comprimidos de Viagra

Objetivo é tratamento à hipertensão pulmonar, diz Sesap, para cumprir decisão judicial

Da 98 FM (Natal)

O governo do Rio Grande do Norte também comprou comprimidos de Viagra em 2021, assim como as Forças Armadas. O medicamento, a depender da dose, é indicado para tratamento de impotência sexual (disfunção erétil) ou doenças como hipertensão arterial pulmonar.

Gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) adquiriu quase 1 mil comprimidos de Sildenafila (Fotomontagem 98 FM)

Gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) adquiriu quase 1 mil comprimidos de Sildenafila (Fotomontagem 98 FM)

Apuração exclusiva do PORTAL DA 98 FM descobriu que a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) adquiriu pelo menos 900 comprimidos do medicamento no ano passado, em meio à crise de saúde provocada pela pandemia de Covid-19. A Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP) admitiu a compra, mas disse que foi para atender determinação judicial.

“A Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESAP) esclarece que a compra de 900 comprimidos de Sildenafila 20mg em 2021, segundo consta no Portal da Transparência, se dá com objetivo de tratamento médico de hipertensão pulmonar, como aponta a dosagem contida nos comprimidos, e ocorreu por força de medida judicial, requisitada por um paciente devido a demora de fornecimento do medicamento por parte do Ministério da Saúde”, diz a nota.

Mais duas cotações

A compra foi efetuada em junho do ano passado junto à empresa Uni Hospitalar Ltda. A nota fiscal do produto foi lançada no dia 17 daquele mês. O governo comprou 10 caixas de Sildenafila 20 mg, princípio ativo do Viagra, por R$ 8.681,71. Cada caixa vem com 90 comprimidos.

No total, foram 900 comprimidos do remédio. Cada comprimido saiu por R$ 9,64. O lote foi entregue à Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT).

Além da compra efetuada, a reportagem identificou também que foram homologadas pelo menos duas cotações para a aquisição futura de até 340 mil comprimidos. As duas atas de registro de preços foram publicadas em 2019 e 2020 no Diário Oficial e preveem a aquisição dos produtos.

Veja matéria completa clicando AQUI.

Nota do  Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O Exército do Brasil garantiu a compra de uma carrada de comprimidos de Viagra (35.320) – veja AQUI – e pelo menos 60 próteses penianas (veja AQUI) para botar as pirrolas verde-oliva em pé. A polêmica ouriçou a oposição e opinião pública.

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quarta-feira - 11/08/2021 - 21:24h
Covid-19

CPI ouve nomes da Saúde do RN e pedirá quebra de sigilo bancário

Em reunião realizada na tarde desta quarta-feira (11), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do RN, que investiga contratos firmados pelo Governo do Estado para aquisição de Equipamentos de Proteção Individuais(EPIs), contra a Covid-19, ouviu os dois primeiros convocados.

Ao final da reunião, o presidente da Comissão, deputado Kelps Lima (SDD), anunciou a solicitação de quebra de sigilo bancário da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP), a ser encaminhado ao Banco Central, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal (CEF).

“Vamos continuar ouvindo as pessoas e analisando os documentos que estão chegando. A quebra de sigilo bancário da Secretaria foi aprovada aqui e vamos apurar”, destacou Kelps.

A assistente técnica da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP), Vanessa Dantas Martins, foi sabatinada hoje (Foto: Eduardo Maia)

A assistente técnica da Sesap/RN, Vanessa Dantas Martins, foi sabatinada hoje pela CPI (Foto: Eduardo Maia)

A Comissão interrogou a assistente técnica da Sesap/RN – Vanessa Dantas Martins, além do diretor geral da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), Rolfo Cavalcante de Medeiros, que participaram do processo de aquisição dos equipamentos.

Salvando vidas

Com 11 anos de trabalho na Saúde estadual, Vanessa disse que jamais tinha passado por uma situação como essa que necessitou de muita urgência porque não havia equipamentos no mercado e eles tinham que ser comprados com urgência, para abastecer os hospitais e as unidades de Saúde.

“Sempre trabalhei pensando em salvar vidas. Precisávamos proteger os servidores que estavam na linha de frente para salvarem outras pessoas. Tive que agilizar os processos com base na pesquisa mercadológica. Trabalhei de domingo a domingo. Se não fosse a compra dos equipamentos teria morrido mais gente no Rio Grande do Norte”, disse Vanessa quando questionada sobre o processo de aquisição.

Ela disse ainda que mais de 40 empresas receberam o e-mail do processo para o fornecimento dos equipamentos, mas apenas cinco responderam, inclusive a Leão Serviços e Comércio Varejista e que a dispensa de licitação foi de acordo com a Lei.

Houve questionamento quando Vanessa informou que trabalhava na dispensa de licitação e que não sabia se esse setor já existia em outras administrações, o que foi questionado por alguns membros da CPI.

Urgência

Ralfo Cavalcante quando foi abordado pelos deputados confirmou que havia urgência na aquisição de toucas, luvas e sapatilhas para o trabalho de combate à Pandemia.

“Nós não tínhamos em estoque. A Unicat deflagrou o processo com base nas necessidades de todas as unidades da Secretaria de Saúde, 20 hospitais e quatro unidades básicas de referência. O processo tomou por base essas demandas” explicou Ralfo.

Logo após os depoimentos, o deputado Francisco do PT, relator da CPI disse que os contratos foram feitos por extrema necessidade para adquirir esses EPIs. “Não houve sobrepreço, não houve dolo e não podemos fazer juízo de valor em apenas um dia de depoimentos. Não podemos fazer prejulgamentos”.

Também participaram da reunião os deputados Getúlio Rêgo (DEM), Gustavo Carvalho (PSDB), George Soares (PL) e Tomba Farias (PSDB).

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  • Repet
quinta-feira - 29/04/2021 - 14:22h
Ganância e morte

Remédio de “kit intubação” chega a aumentar 3000% fechando UTI’s

Hospitais convivem com escassez e aumento desproporcional de custo na luta contra Covid-19

No dia 19 de março de 2021, o Governo Federal requereu a produção nacional dos medicamentos que compõem o kit de intubação. Em função dessa medida, esses medicamentos sumiram das distribuidoras, deixando os hospitais privados e filantrópicos com enormes dificuldades para reabastecimento.

Com o decreto, o Governo Federal recebe os produtos dos fabricantes, envia para os estados e os estados aos hospitais públicos, privados e filantrópicos. O que parecia caminhar para pleno andamento, sem maiores sobressaltos, se transforma dia após dia num calvário (com muitas mortes).

Um exemplo: o Propofol (indicado para indução e manutenção de anestesia geral e outros procedimentos), que era comprado no início do ano por R$ 4,00, agora custa entre R$ 90 e R$ 120,00. Uma elevação de 3 mil por cento. Porém, cada dia está mais difícil encontrar esse e outros insumos básicos à UTI Covid-19.

Em muitos casos, familiares e amigos de pacientes internados estão se mobilizando à aquisição, fazendo cotas, e até mesmo “vaquinhas” em sites nas redes sociais.

O custo mensal apenas com este sedativo, num cálculo rápido, saltou de R$ 48 mil para R$ 1.2 milhão, no Hospital São Luiz em Mossoró, que é hospital de campanha desde o início da pandemia, ano passado.

Saúde busca uma luz à superação de mais essa diiculdade, mistura de desorganização, falta de planejamento e ganância (Foto: cedida)

Saúde busca uma luz à superação de mais essa dificuldade feita de desorganização e ganância (Foto: cedida)

No dia 23 de abril, com insumos hospitalares em veloz consumo em todo o país, houve envio de parte de um carregamento (comprado na China e doados ao Governo Federal pela Petrobras, Vale do Rio do Doce e outros grupos) ao RN. A providência adotada pelo Governo Federal ajudou, mas não estancou essa crise.

Sábado (24) passado, a Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT) em Natal destinou 750 ampolas de Propofol para o Hospital São Luiz, que é Hospital de Campanha desde o ano passado, em Mossoró, na luta contra a pandemia da Covid-19. Numa média, o São Luiz precisa de 12 mil ampolas a cada 30 dias, para atender 50 pacientes de UTI.

As ampolas acabaram nessa terça-feira (27), ao meio-dia.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) tratou de mandar mais 600 ampolas do sedativo Propofol, que acabaram no início da manhã desta quarta-feira (28).

Preços sem controle

Como não existe uma ampla rede de abastecimento para compra e não há quem controle os preços de quem possa estar estocando os remédios, o São Luiz e qualquer hospital privado ou filantrópico, estão de mãos atadas. Dezenas, centenas e milhares de pessoas estão sob ameaça desse vírus e de um misto de desorganização, falta de planejamento e usura.

Um velho aforismo diz que em toda e qualquer crise, existem os que choram e os que vendem lenços. A indústria farmacêutica vende os “lenços” e não para de acumular ganho estratosférico.

Sob a administração da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), mantenedora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), o Hospital São Luiz está sendo obrigado a bloquear leitos de UTI Covid-19. Noticiamos ontem e hoje (veja AQUI e AQUI).

Por enquanto, já são 17 leitos a menos para acomodar pacientes no limite entre a vida e a morte. Outros tendem a ser bloqueados.

A administração da Apamim (sob intervenção federal desde 2014) e do São Luiz pediu com urgência à bancada federal do RN, que um rol de medicamentos seja entregue à Sesap para entrega aos hospitais do RN. Também houve solicitação à mesma bancada federal do RN, para que o Governo Federal encaminhe socorro financeiro às Santas Casas, como aconteceu no início da pandemia.

Medicamentos

Último pedido feito para atender às necessidades urgentes da Apamim, que administra o São Luiz e o HMAC:

1- Propofol 10mg/ml fa 20ml : 8000 fa
2- Cetamina 50mg/ml fa 10ml: 400 fa
3- Fentanila 50mcg/ml amp 10ml: 9.000amp
4- Fentanila 50mcg/ml amp 2ml: 300 amp
5- Midazolan 5mg/ml amp 10ml : 8.000 amp
6- Midazolan 5mg/ml amp 3ml: 500 amp
7- Morfina 10mg/ml amp 1ml: 900 amp
8- Suxametonio 100mg fa: 300
9- Rocuronio 10mg/ml: 1000
10- Cisatracurio 5mg/ml: 800
11- Adrenalina amp: 600
12- Atropina: amp
13- Dobutamina 250mg/20ml amp: 500
14- Noradrenalina amp: 4000

Ontem, a governadora Fátima Bezerra (PT) conversou com o pessoal técnico do Ministério da Saúde e pediu urgência no envio destes kits de intubação.

No dia passado, a interventora da Apamim e do São Luiz, bioquímica Larizza Queiroz, reuniu-se com o Ministério Público do RN (MPRN), Prefeitura de Mossoró e Governo do Estado. Mostrou tecnicamente que o custo de manutenção do Hospital São Luiz, assim como qualquer outro hospital, aumentou tanto, que é preciso fazer uma readequação nos valores liberados pelo Governo Federal, Governo do Estado e Prefeitura para que fiquem funcionando.

O Hospital de Campanha São Luiz nasceu de articulação da própria Larizza, com o juiz federal da 8ª Vara, sediada em Mossoró, Orlan Donato Rocha, no início da pandemia em 2020.

Graças a esse trabalho que município e governo estadual assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para manutenção do São Luiz.

Os leitos são contratados por meio de pactuação entre Governo do Estado (70%) e Prefeitura de Mossoró (30%).

Saiba mais

Leia tambémFalta de “kit intubação” pode gerar clima de terror em hospital;

Leia tambémMunicípios vivem risco de falta de oxigênio e “kit intubação”;

Leia tambémQuase mil municípios temem ficar sem “kit intubação”.

A juiz deverá se reunir com MPRN, Prefeitura de Mossoró, Governo do Estado, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF/RN) para tratar de medidas para o enfrentamento do problema.

Com preços de remédios praticados em níveis fora de controle, o São Luiz e o HMAC, que estão sob mesmo comando, procuram alternativas à aquisição e com preços menos escorchantes. O mesmo acontece em tantos outros hospitais privados e filantrópicos.

A corrida pela vida enfrenta um vírus até aqui incontrolável e um mal de sempre e sem cura: a ganância humana.

Hospital de campanha vive período de tensão com gravidade da falta de medicamentos (Foto: arquivo)

Hospital de campanha vive período de tensão com gravidade da falta de medicamentos (Foto: arquivo)

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Categoria(s): Política / Saúde
quarta-feira - 28/04/2021 - 11:08h
Hospital São Luiz

Sem kit intubação e insumos, hospital desativa 15 leitos UTI

São Luiz tem responsabilidade por insumos, diz TAC, mas busca socorro (Foto: reprodução)

São Luiz tem responsabilidade por insumos, diz TAC, mas busca socorro (Foto: reprodução)

Do Diário Político e Blog Saulo Vale

Dos 50 leitos de UTI Covid-19 do Hospital São Luiz em Mossoró, 11 estão bloqueados sem a possibilidade de receber pacientes por causa da falta de ‘kit intubação’ e outros 4 por falta de insumos. Os bloqueios começaram nessa terça-feira, 27/04.

As informações constam no sistema RegulaRN/Lais UFRN. Os leitos são contratados por meio de pactuação entre Governo do Estado (70%) e Prefeitura de Mossoró (30%).

Em contato com o Blog Saulo Vale, a diretora do Hospital São Luiz, Larizza Queiroz, informou que tem entrado em contato com os entes (Prefeitura, Governo do RN e Ministério da Saúde, para resolução do problema. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) se manifestou em nota sobre esse problema:

A Sesap esclarece que responsabilidade de abastecimento de insumos e medicação é do Hospital São Luíz, de acordo com a pactuação para o funcionamento dos leitos de UTI Covid-19,  através de Termo de Ajustamento de Conduta. Os leitos do hospital que estão bloqueados, se dão  por falta de kit de intubação, insumos que estão em escassez a nível nacional.

A Sesap informa ainda que, através da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), vem auxiliando hospital São Luís com envio de anestésicos. Porém, a situação atual dos estoques da Sesap, voltados para a rede estadual, encontra-se no limite.

Parte dos medicamentos está em processo de reposição, alguns com empenho já emitido e outros em finalização de aquisição.

A Sesap mantém-se vigilante na busca por garantir a disponibilidade de insumos para manutenção  da rede hospitalar. Destacamos ainda que apesar da requisição ter sido feita pelo Ministério de Saúde aos produtores e fornecedores, o Rio Grande do Norte não vem recebendo esse suporte com regularidade,  e não existe cronograma para o fornecimento por parte do governo federal.

Nota do Blog Carlos Santos – Já postamos matérias sobre o assunto e antecipamos que esse colapso iria ocorrer (Falta de “kit intubação” pode gerar clima de terror em hospital).

Tendência é que se agrave, como acontece no país, inclusive em hospitais privados. Veja o que mais matérrias em que reportamos esse quadro:

Leia também: Municípios vivem risco de falta de oxigênio e “kit intubação”;

Leia também: Quase mil municípios temem ficar sem “kit intubação”;

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Categoria(s): Saúde
  • Repet
sexta-feira - 23/04/2021 - 19:22h
Covid-19

Novo lote de vacinas chega ao RN; distribuição começa pela manhã

Avião desembarcou em São Gonçalo (Reprodução BCS)

Avião desembarcou em São Gonçalo (Reprodução BCS)

O novo lote de vacinas contra a Covid-19 – destinadas pelo Ministério da Saúde ao RN – chegou no início da tarde dessa sexta-feira (23), ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves em São Gonçalo do Amarante.

São 51.400 doses, das quais 10.400 CoronaVac (7.195 unidades para a 2ª dose de idosos 69-65 anos, 2.076 para 2ª dose das forças de segurança e 28 1ª doses) e 41 mil AstraZeneca (1ª dose de idosos 64-60 anos).

As doses passam por conferência e armazenamento na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT) em Natal.

Deverão começar a ser distribuídas a partir das 07h desse sábado (24).

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
terça-feira - 16/07/2019 - 22:48h
Alto Custo

Estado deve manter fornecimento de medicamentos

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve decisão judicial obrigando o Estado  a cumprir sentença anterior que determinava o fornecimento gratuito e ininterrupto de todos os medicamentos excepcionais, de alto custo, aos usuários cadastrados no Programa de Assistência Farmacêutica Excepcional do Estado.

Os usuários devem estar constantes na lista da Secretaria de Estado da Saúde Pública/ Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Sesap/Unicat) para combater as doenças previstas nos Protocolos Clínicos do Ministério da Saúde.

Na decisão, o juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública da comarca de Natal fixou o prazo de 15 dias para que o secretário de Estado da Saúde comprove o cumprimento da sentença.
Confira a listagem dos medicamentos que estão em falta abaixo, de acordo com inspeção ministerial na Unicat ocorrida no dia 11/06/2019 e que devem ser providenciados pela SESAP/UNICAT:

Grupo 1A

Cinacalcete 30mg
Defasirox 250 e 500mg
Entecavir 0,5mg
Imunoglobulina Humana 5g
Infliximabe 100mg pó
Paricalcitol 5mcg/ml
Sidenafila 20mg

Ziprasidona 80mg

Grupo 1B

Acitretina 10mg e 25mg
Amantadina 100mg
Ciproterona 50mg
Desferroxamina 500mg
Hidróxico férrico 20mg/ml
Lanreotida 90mg e 120mg
Pancreatina 10.000Ul r 25.000Ul
Penicilamina 250mg
Risperidona 1mg e 2mg

Somatropina 4Ul e 12Ul

Grupo 2

Calcitonina 200mg
Codeína 30mg
Fenofibrato 200mg
Gabapentina 300mg e 400mg
Hidroxicloroquina 400mg
Isotretinoína 400mg
Lamotrigina 100mg
Mesalazina 800mg
Morfina 30mg
Piridostigmina 60mg
Pku 1,2 e 3
Risedronato sódico 35 mg
Topiramato 25, 50 e 10 mg
Vigabatrina 500mg 

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Categoria(s): Administração Pública / Justiça/Direito/Ministério Público / Saúde
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quarta-feira - 20/03/2019 - 10:24h
Tratamentos comprometidos

Falta de remédios leva MP a pressionar municipalidade

Regularizar o abastecimento de três medicamentos utilizados no tratamento da hipertensão pulmonar de pacientes da cidade de Assu e região, no prazo de 30 dias. Esse é o objetivo da recomendação expedida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por meio da 3ª Promotoria de Justiça de Assu.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (20).

O inquérito civil instaurado pelo MPRN constatou a falta dos medicamentos Ambrisentana, Bosentana e Citrato de Sildenafila na Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), em Assu. Eles estão incluídos na Relação Nacional de Medicamentos (RENAME), aprovada por uma portaria do Ministério da Saúde.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Segurança Pública/Polícia
sexta-feira - 29/05/2015 - 22:45h
Mossoró

Governo informa reabastecimento de farmácia do HRTM

O segundo maior hospital estadual do Rio Grande do Norte, o Tarcísio Maia, em Mossoró, teve seu estoque de medicamentos e demais insumos regularizados nas últimas semanas. Na farmácia central, e na farmácia satélite, do Pronto-Socorro Vingt Rosado Neto, são encontradas caixas de gazes, soro, ataduras, luvas, fios cirúrgicos, medicamentos e demais itens de uso diário.

O abastecimento vem sendo feito pela Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que envia medicamentos, insumos e soluções de uso hospitalar, adquiridos através de processo licitatório emergencial, com os fornecedores fazendo a entrega regular.

De acordo com o diretor-geral do Hospital Regional Tarcísio Maia, Jarbas Miguel Fernandes Mariano, “o estoque está muito bom, ainda não chegando a 100%, mas deixa a equipe do hospital tranquila, pois quando falta um determinado tipo de medicamento, seja antibiótico ou não, tem outro do mesmo nível para substituir, o que não atrapalha o tratamento do paciente que está recebendo os cuidados médicos no hospital. Como estamos recebendo regularmente nossos pedidos, através da Unicat, em breve estaremos com todos os itens em nossas farmácias”, concluiu Jarbas Mariano.

O Hospital Regional Tarcísio Maia completou 29 anos em maio, sendo o mais importante hospital de traumas do interior do estado, recebendo, diariamente, em torno de 150 pacientes de Mossoró, e de mais de 70 municípios de diversas regiões do RN e estados vizinhos, como o Ceará e a Paraíba.

Conta com equipe de especialistas 24 horas e os serviços de tomografia, endoscopia, ultrassonografia, raios-x, laboratório de análises clínicas, Unidade de Terapia Intensiva, entre outros.

Com informações da Secretaria Estadual de Saúde Pública (SESAP).

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
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