quarta-feira - 05/05/2021 - 05:00h
Dificuldades

Cantor, à espera de cateterismo, volta a enfrentar Covid-19

Santiago: Covid-19 em vez de cateterismo Foto: arquivo)

Santiago: Covid-19 em vez de cateterismo (Foto: arquivo)

Recebo informações de que o cantor mossoroense Vicente Santiago foi reinfectado pelo coronavírus. Está novamente com a Covid-19. Quem nos passa a informação é o cantor e radialista Horlando Perez.

O cantor estava à espera de uma vaga no Hospital Wilson Rosado (HWR) para fazer cateterismo, desde que teve um princípio de infarto no último dia 23 de abril – veja AQUI. Portanto, há 12 dias (hoje).

Nesse ínterim, passou pela Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santo Antônio e Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) – veja AQUI.

Agora, ele está no Hospital Rafael Fernandes, em novo combate contra essa doença.

Santiago teve Covid-19 em meados do ano passado; recuperou-se, voltou à vida normal.

Agora, nova batalha pela vida.

Nota do Blog – Estamos na torcida e na fé novamente, cara. Vai dar tudo certo.

Amém!

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Categoria(s): Cultura / Saúde
quinta-feira - 30/04/2020 - 08:49h
Realismo fantástico

Mitomania, ego e ação politiqueira invadem luta anticovid-19

Em situação delicada de avanço da doença, jeito político de Rosalba prioriza propaganda enganosa

A máquina de moer reputações alheias e reproduzir inverdades da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) tem trabalhado em expediente de tempo integral nos últimos dias. Corre contra o tempo, bate de frente com os fatos e propaga o que lhe convém.

Precisa convencer a opinião pública de que ela está à frente de tudo que possa estar dando certo na luta contra a Covid-19 e imputar à “imprensa vil” (como ela já classificou a mídia que lhe contraria) e à oposição, a responsabilidade por erros.

Divulgação institucional e na imprensa constrói narrativa de protagonismo para a prefeita opaca na crise (Reprodução BCS)

Na terça-feira (28), Rosalba visitou o Hospital São Luiz, que passou a ser administrado temporariamente por Larizza Queiroz (interventora da Associação de Proteção e Apoio à Maternidade e à Infância de Mossoró-APAMIM). “Anunciou” abertura dos leitos dessa unidade hospitalar, que passa a ser Hospital de Campanha na luta contra a Covid-19.

Morte em UPA

No mesmo dia, três pessoas agonizavam na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santo Antônio, sem leito no sistema de saúde local. Uma delas, um homem de 75 anos, faleceu na manhã seguinte (quarta-feira, 29) nessa UPA – veja AQUI.

Some-se à tentativa de apropriação de comando de algo que não está sob sua gestão, o fato de que ainda não conseguiu abrir o Hospital de Campanha que prometeu, sob alçada municipal. Deveria estar pronto há quase duas semanas.

O realismo contrasta com a inverdade (Reprodução BCS)

Quando o assunto é saúde pública, a expertise de Rosalba não é recomendável. Por isso que o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para operação do Hospital de Campanha no São Luiz (veja AQUI e AQUI) foi conduzido pela Justiça Federal, a própria interventoria da Apamim e representantes dos ministérios públicos Federal, do Trabalho e Estadual, com imperiosa distância do controle municipal.

Importante ser assinalada, a contribuição da secretária municipal da Saúde, Saudade Azevedo, quebrando arestas e reduzindo hiatos entre as partes – Estado, Apamim e município.

Escândalo milionário na Saúde do RN

Rosalba como gestora no Governo do RN, por exemplo, protagonizou um dos maiores escândalos da saúde pública, com criação do Hospital da Mulher Parteira Maria Correa, em Mossoró, objeto de apuração investigativa e demanda processual (infindável, claro), apontando desvio milionário de recursos.

O sorvedouro teria sugado mais de R$ 11,827 milhões do erário estadual. Ela e mais de duas dezenas  de pessoas respondem a processo e tiveram bloqueio de bens em decisões judiciais (veja AQUI e AQUI).

Por esse antecedente, em momento algum os principais articuladores do TAC desejavam colocar em suas mãos o São Luiz para essa fase temporária e emergencial. É descabida a campanha deflagrada para projetá-la como posa, ou seja, de ‘mãe’ de algo que caminha para dar certo.

ALGUNS ANTECEDENTES

Está viva na memória de muita gente e outros seletivamente esquecem, episódios como retomada dos voos comerciais no Aeroporto de Mossoró (Veja: Rosalba reforça propaganda enganosa sobre voos da Azul) e ‘os mais de 500 empregos’ prometidos na indústria Porcellanati (Veja: Rosalba volta a assumir ‘obra’ que não existe nem lhe cabe).

Em ano eleitoral, como 2018, a promessa de 500 empregos ludibriou milhares de pessoas (Foto: PMM)

Egolatria, mitomania e foco politiqueiro formam caudaloso conjunto de motivações para mais essa tentativa de protagonismo da prefeita. O lamentável é que, mais uma vez, ocorra em meio à apreensão e necessidade de milhares de pessoas.

Meia-boca e negligência

A prefeitura é parceira da iniciativa, sobretudo porque tem os meios para repasse de recursos que administra do Sistema Único de Saúde (SUS), que fluem da União. Peca e muito no que lhe compete diretamente, pois aposta em vasta transferência de socorro federal e em medidas meia-boca, enquanto a Covid-19 avança.

É dever do Município – por ter saúde plena, cuidar da porta de entrada nas obrigações sanitárias. Ao governo estadual, obrigação de investimento na alta complexidade. Os dois são negligentes em seus papeis.

Mas no caso da municipalidade, ocorre esse fenômeno de ter uma prefeita que insiste em ser o que não é se desviar do que é-lhe imposto legalmente.

Leia também: Cacoete de mitomania marca Rosalba à porta de eleição.

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Categoria(s): Política / Saúde
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sexta-feira - 21/02/2020 - 07:14h
Mossoró real

Falta o básico à saúde pública

Fitas medem descaso com saúde (Foto ilustrativa)

Do Blog Tio Colorau

Na última quarta-feira (19), um paciente de diabetes teve uma crise e precisou ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

Nesses casos, o primeiro a se fazer é medir a glicemia do paciente, mas o procedimento não foi feito, pois faltava fitas na ambulância.

Ao chegar à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Santo Antonio, pensando que enfim teria a glicemia verificada, o paciente foi informado que eles também não tinham as fitas.

A solução foi o paciente providenciá-las, do próprio bolso.

Fitas para medir glicemia são o básico do básico.

Esse fato mostra o estado precário em que se encontra a saúde no município.

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Categoria(s): Política
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