sexta-feira - 03/02/2023 - 09:34h
Usibras

Maior processadora de castanha do mundo muda sem sair de Mossoró

Planta industrial da Usibras está localizada no Complexo Viário da Abolição (Foto: Web)

Planta industrial da Usibras está localizada no Complexo Viário da Abolição (Foto: Web)

Fundada em 1979, em Mossoró, a Usina Brasileira de Óleos e Castanha (USIBRAS) vai mudar de endereço sem sair de sua origem. Sua estrutura industrial migrará do Complexo Viário da Abolição (Avenida Industrial Dehuel Vieira Diniz) na BR-304, Km 37,  nº 2.580,  no conjunto Abolição II, para o Distrito Industrial.

Obras avançam no local, próximo ao Memorial Jardim das Palmeiras (cemitério privado), à saída para Fortaleza (CE) e Tibau (RN), BR-304.

Pertencente ao Grupo FAN, conglomerado com diversidade de negócios e controlado pelo empresário Francisco de Assis Neto, 77, a Usibras é parte de um complexo industrial de presença global. Tem unidades ainda em Aquiraz (CE), Dawhenya (Gana, África) e New Jersey (EUA).

Trata-se do maior processador de castanha de caju do mundo, com mercado consumidor em vários países e oferta de milhares de empregos diretos e indiretos em três continentes.

“Assis da Bomba” (alusão a posto de combustíveis) ou “Assis da Usibras”, nasceu em Portalegre no Alto Oeste do RN e ainda criança aportou em Mossoró. Para fazer história.

Leia também: Assaí vai instalar nova unidade no RN; negociação está em andamento.

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terça-feira - 31/01/2023 - 22:22h
Mossoró

Assaí vai instalar nova loja no RN; negociação está em andamento

Por Ugmar Nogueira (Blog Boca da Noite) e Canal BCS

O Assaí Atacadista vai iniciar no Rio Grande do Norte a instalação da sua quarta loja. Atualmente,  tem três lojas, sendo duas na capital e uma outra em São Gonçalo do Amarante. Pretende se instalar em Mossoró, a partir de pesquisa de mercado que levantou potencial econômico do município e região.

Assaí fez investimento bilionário em sua expansão no país (Foto: reprodução)

Assaí fez investimento bilionário em sua expansão no país (Foto: reprodução)

O Assaí Atacadista está presente em 23 estados da federação com 263 lojas em todo o Brasil. Em 2021, a rede anunciou que iria comprar 71 pontos comerciais onde era antes ocupada pelo lojas da marca Extra Híper, que atualmente pertencem ao Grupo Pão de Açúcar (GPA). Com valor de R$ 5,2 bilhões, a transação foi concluída no início do ano passado.

A marca pertence ao conglomerado francês Casino, que é proprietário do Assaí e do Grupo Pão de Açúcar, Mercado Extra e Minuto.

Em Mossoró, planos são para funcionar no Abolição II, às margens do Complexo Viário da Abolição – BR 304, endereço atual da Usina Brasileira de Óleos e Castanha (USIBRAS).

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – As duas partes, Grupo FAN – controlador da Usibras – e Assaí ainda não assinaram contrato para formalizar a ocupação do imóvel por essa rede. Segue negociação quanto ao modelo de negócio a ser firmado entre as partes.

O Fan é conduzido pelo empresário Francisco Assis Neto.

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segunda-feira - 11/10/2021 - 22:26h
Patrimônio público

Apesar de anunciar outra reabertura, Porcellanati vai perder imóvel

Prefeitura tem planos de repassar bem municipal para pelo menos duas outras indústrias

Do Blog William Robson

Quando a Porcellanati encerrou suas atividades em Mossoró em 2014, a promessa que havia era de efetivação do tal pólo cerâmico, que atrairia outras empresas-satélite e milhares de empregos. Tudo passou de um engodo. No auge de sua produção, em 2010, mantinha pouco mais de 300 empregos.

No entanto, após cessar sua produção, no ano seguinte, em 2015, a Prefeitura entrou com processo de reversão do terreno (retorno do bem ao patrimônio público), já que não havia mais serventia para a empresa.

Fábrica está parada desde 2014 e outra vez joga com a mesma estratégia de "reabertura" (Foto: arquivo)

Fábrica está parada desde 2014 e outra vez joga com a mesma estratégia de “reabertura” (Foto: arquivo)

O processo caminhou lentamente, sob o pretexto de reabertura da empresa, discurso que sempre ganhava força em anos eleitorais. A ex-prefeita Rosalba Ciarlini terminou seu mandato sem que o processo fosse concluído, que simplesmente desapareceu. Uma ação de restauração de autos foi ingressada para saber em que situação estava o pedido de reversão.

O prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), por sua vez, já avisou que vai assinar o decreto para que o terreno onde a Porcellanati foi edificada volte para o Município ainda esta semana. “Temos outros projetos e propostas para lá. O terreno passou todo este tempo parado, sem gerar empregos, nem impostos”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Franklin Filgueira.

Outra “reabertura”

A empresa já tem conhecimento da reversão do terreno, cuja cessão terá outras finalidades. Para tentar gerar maiores embaraços, a direção da Porcellanati voltou a falar em reabertura este ano. Mas, na realidade, ela mantém nove funcionários, entre vigias e equipe de manutenção. Até a principal linha de produção da empresa foi transferida de Mossoró para pagamento de dívidas.

Assim, a área de 120 mil metros quadrados da Porcellanati servirá para, inicialmente, dois novos projetos e uma triangulação que vai gerar outros na zona oeste da cidade. Segundo a Prefeitura e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, o terreno vai ampliar a capacidade de produção da Usibrás, que deixa o Abolição II. O Município fechou acordo para que a indústria de castanha possa ocupar o espaço da antiga fábrica de cerâmica para que na sua atual sede sejam levantados três empreendimentos.

A Usibrás quer dinamizar a sua produção sem demitir nenhum dos seus 250 funcionários. Por sua vez, atende a um pedido antigo dos moradores do Abolição II que se queixavam da atuação da indústria já engolida por residências em toda parte.

Usibras pode deslocar-se para imóvel da Porcellanati, gerando mais empregos (Foto: reprodução)

Usibras pode deslocar-se para imóvel da Porcellanati, gerando mais empregos (Foto: reprodução)

Assim, o terreno da Usibrás vai abrigar um grande atacarejo do grupo maranhense Mateus, que detém 29 empreendimentos do tipo, 24 supermercados, 2 hipermercados, 66 lojas de eletroeletrônicos, 16 lojas de vizinhança e 9 centros de distribuição. A marca Mateus possui as bandeiras Mix Atacarejo, Supermercado Mateus, Eletro Mateus e Camiño Supermercados e está nos Estados do Ceará, Bahia, Tocantins, Pará e Piauí. Previsão de gerar entre 200 e 250 empregos diretos.

O atacarejo vai dividir o terreno da Usibrás com uma filial da loja do grupo Carajás (Alagoas), de material de construção, podendo gerar mais 250 empregos.

A transferência da Usibrás para a área da Porcellanati não significa que a empresa irá ocupar todo o espaço. Há a proposta do grupo mossoroense Olinda para a construção de uma fábrica de premoldados, gerando mais 200 empregos. Assim, a reversão do terreno da Porcellanati vai abrir novas oportunidades, dando fim a um ciclo de inércia e manobras contraproducentes.

Dívidas e mais dívidas

“Esta alteração vai manter os empregos da Usibrás e gerar mais de 600 novos empregos”, explicou Franklin. Vale ressaltar que no lugar da Usibrás também será construído um pequeno shopping, chamado de mall, que proporcionará a abertura de cem novas vagas de trabalho.

A Porcellanati, de origem catarinense, vinha enfrentando inúmeros problemas de ordem financeira e jurídica. Suas rápidas operações na cidade e contingente de funcionários bastante inferior ao que se propagava, abriram margem para dúvidas. E sua desativação em tão pouco tempo, desvelou a farsa da “consolidação do polo cerâmico”. A Porcellanati nadava em dívidas e fechou as portas.

Segundo publicou o site Mossoró Hoje, o Plano de Recuperação Judicial da Itagres chegou a ser rejeitado na continuação da 2ª Assembleia Geral de Credores, realizada em Tubarão (SC), em 2018.  As dívidas da empresa com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), que totalizam R$ 77.636.706,35 à época, foram determinantes para a rejeição do plano. Logo, a empresa não tinha como voltar a funcionar.

No dia 28 de setembro uma audiência na Câmara Municipal discutiu a situação da empresa, que fez novas promessas. No entanto, o processo de reversão do terreno se encaminha para ser concluído esta semana, abrindo a possibilidade de novos projetos econômicos na cidade.

Nota do Blog Carlos Santos – Tenho informações de bastidores que publicarei em breve, em relação a essa corriola catarinense e parceiros potiguares (ocultos). Ouvido ao chão, como bom índio Sioux, Apache, Comanche, Cherokee, Navajo ou Cheyenne.

Sobre as marcas de atacarejos, adiantamos em primeira mão no dia 1º de setembro que tratativas estavam em andamento (veja AQUI).

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Categoria(s): Administração Pública
domingo - 19/07/2020 - 11:04h

Projeto Umari precisa de apoio para fortalecimento econômico

Por Josivan Barbosa

O Governo do RN precisa de um olhar diferenciado para apoiar o Projeto Umari.

O Projeto Umari disponibilizará água através de três eixo sendo o principal o leito do rio Umari, além de dois outros canais menores; cuja  vazão proposta é de 1,50 m³/segundo permanente de Janeiro a Junho e de 1,50 m³/segundo intermitente de julho a dezembro. A previsão é de que  a água será disponibilizada para uso múltiplo das populações beneficiadas, contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico e ambiental, o que promoverá o fortalecimento das atividades como a fruticultura irrigada, pesca e a pecuária.

O ponto forte Projeto Umari é evidenciado pela disponibilidade de água, diminuições dos custos das atividades e na eficiência dos processos produtivos, além de fortalecer a produção de alimentos, em processos produtivos diversificados, gerando trabalho, renda e emprego às famílias de trabalhadores rurais dos três Municípios.

Umari é um dos reservatórios mais importantes dos recursos hídricos do estado (Foto: Sâmya Alves)

Projeto Umari II

O projeto tem como premissa básica a proposta de integração das bacias do rios Apodi e Umari. A perenização seria feita por gravidade num trecho de cerca de 45 km do Vale do Apodi. A perenização seria formada por canais naturais, através do rio Umari e dois córregos, incrementando a  oferta hídrica a mais de 200  propriedade rurais da agricultura familiar, bem como a garantia e sustentabilidade com perenidade hídrica nos açudes do Apanha Peixe, Carrilho, Pacó e Miradouro que se localizam a meia distância dos municípios de Apodi, Caraúbas e Felipe Guerra.

Projeto Umari III

As entidades representativas da sociedade civil do Vale do Apodi já avançaram muito na articulação política desse projeto, mas ainda, não foi o suficiente para sensibilizar um parlamentar do Estado a colocar uma emenda de Bancada no Orçamento do Estado para a elaboração do projeto básico de engenharia. Sem o projeto de engenharia, não há como avançar. Portanto, esperamos que esta etapa seja objeto de preocupação por ocasião da aprovação do orçamento do Estado para 2021.

As principais entidades envolvidas no projeto são as colônias de pescadores dos três municípios, as associações de agricultores familiares e a Fundação para o Desenvolvimento do Vale do Apodi. O projeto tem recebido atenção de toda a  população do Vale do Apodi.

Frutos temperados

O gerente de fruticultura do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), engenheiro agrônomo Franco Marinho Ramos, com excelente folha de serviços prestados ao desenvolvimento da agricultura irrigada do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE, articulou e trouxe pesquisa com frutos temperados para a microrregião de Apodi através do projeto Fruticultura do qual é gestor.

Outra pesquisa que foi incrementada pelo Sebrae para diversificar a produção de frutas na microrregião foi com a cultura da uva de mesa. A consultoria para a implantação da uva na chapada de Apodi também foi através do projeto Fruticultura do Sebrae.

Iniciado com a consultoria do Dr. Django Dantas (ex-aluno da Ufersa). Atualmente há dois projetos com uva em Apodi em parceria com os produtores Marcio Valdevino e o Sr. Cesar da Germina Agrícola.

A Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) responsável direto pela pesquisa é o Centro Nacional de Pesquisa do Semiárido com sede em Petrolina, cuja proposição inicial era implantar a pesquisa em Mossoró e Apodi.

De acordo com Franco Marinho, há ainda a possibilidade de instalar o projeto também na região de Mossoró.

Em Mossoró (Ufersa) já foram produzidas sob a responsabilidade do pesquisador Vander Mendonça as mudas de pereira (cultivo da pera). Há, também, a possibilidade de instalar áreas de pesquisa com maçã, mirtilo e cacau.

O projeto em nível de Embrapa é coordenado  pelo pesquisador Paulo Roberto Coelho.

Novos caminhos à castanha

Após a ameaça de encerramento da atividade no RN da Usibras (Dunorte) e transferência das instalações para o vizinho Ceará, vem uma boa notícia para os produtores de castanha de caju da nossa região.

Produção industrial tem nova luz (Foto: arquivo)

A Greenlife adquiriu a fábrica de castanha de São Paulo do Potengi que já pertenceu à OLAM Brasil e a Iracema. A empresa fará investimentos da ordem de R$ 33 milhões, movimentando incrementando a cadeia produtiva da cajucultura do Semiárido.

A indústria, que deverá iniciar suas atividades a partir do segundo semestre, terá capacidade de processar 30 toneladas de castanha in natura por dia, totalizando mais de 17 mil toneladas por ano.

RN com nota D

A situação dos regimes de previdência dos servidores públicos de 20 governos estaduais está complicada, sendo que nove deles demonstram de forma mais clara dificuldades para honrar o pagamento de aposentadorias e pensões, por exemplo, caso não sejam implementados ajustes em seus sistemas. Isso é o que mostra o Indicador da Situação Previdenciária de Estados e municípios, divulgado pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O indicador classifica os regimes de previdência próprio com notas de “A a D”, sendo que uma nota D aponta maior possibilidade de não honrar suas despesas. Como já era de se esperar o nosso RN sem sorte ficou com a letra D.

Agricultura irrigada

Na última quinta-feira tivemos o prazer de ministrar uma palestra para os produtores de melão e melancia que trabalham com a exportação para os mercados do Mercosul, União Européia e Estados Unidos.

O conteúdo da palestra foi disponibilizado para o Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (COEX) e qualquer empresa ou grupo de empresas interessados em outra edição da palestra pode nos contactar.

O título da palestra é: Melão: Tecnologia Pós-colheita e Qualidade.

É direcionada para todos os colaboradores envolvidos na cadeia produtiva de frutos tropicais para atender os mercados externo e interno.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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sexta-feira - 19/06/2020 - 21:38h
Crise passageira

Empresa garante que não vai encerrar suas atividades

Castanha de caju é matéria-prima de indústria mossoroense que exporta produto (Foto: G1RN)

A Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM) manifestou-se sobre demissão em massa na Usina Brasileira de Óleos e Castanha (USIBRAS), que está em atividade em Mossoró desde 1979, como unidade do grupo que é o maior beneficiador de castanha de caju do mundo. A entidade responde à indagação sobre o assunto que o Blog Carlos Santos fez (veja AQUI) em postagem dia passado.

Segundo o presidente da  Acim, Vilmar Pereira, a direção da Usibras justificou que demitiu quase 100 pessoas em face do estrangulamento na cadeia comercial de exportação da empresa. Entretanto não pretende encerrar atividades em Mossoró.

A empresa tinha expectativa de receber matéria-prima da África, com previsão de chega de um navio cargueiro entre 20 de junho e 20 de julho. Estratégia era sustentar a produção regular até o início da safra no Brasil, que se inicia em outubro próximo, indo até janeiro do próximo ano.

Compradores

“Porém com o problema que estamos passando a nível mundial (COVID-19), as operações na África também estão comprometidas. Não estamos conseguindo realizar a operação de importação”, disse porta-voz da Usibras. “Nossos maiores compradores EUA e Europa ainda não voltaram à normalidade, ocasionando ruptura na cadeia comercial (queda de vendas / consumo mundial)”, acrescentou.

Em função desse cenário, a produção sofreu queda de 30% diariamente, “o que infelizmente veio ocasionar o fim de contrato de trabalho de aproximadamente 100. Entretanto deixamos claro que não existiu em nenhum momento a cogitação do encerramento das atividades”, finalizou.

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Categoria(s): Economia
quinta-feira - 18/06/2020 - 14:32h
Economia

Indústria começa demissão em massa

Demissão em massa em Mossoró.

A Usina Brasileira de Óleos e Castanha (USIBRAS), do Grupo FAN, começou demissão de dezenas de empregadas nessa quarta-feira (17).

A indústria é pioneira no RN em processamento de castanha de caju e faz parte de um complexo empresarial que fez do seu comandante-em-chefe Francisco de Assis Neto, o “Assis da Usibras”, o maior castanheiro do mundo.

A pandemia da Covid-19 é a principal responsável pela decisão, pois inibiu de foma acachapante a exportação e também teve retração no mercado interno.

A Usibras fica localizada no bairro Abolição II, à margem direita do Complexo Viário da Abolição (antiga Avenida do Contorno).

Multinacional

Originalmente fundada em 1979, a Usibras tem outra fábrica em Aquiraz na região metropolitana de Fortaleza (CE) e há mais de dez anos têm  investimentos nos Estados Unidos e África. A aquisição de castanha in natura ocorre em diversos países e não apenas no Brasil, como Benim, Costa do Marfim, Burquina Fasso e Gana (onde tem uma indústria desde 2015, com investimentos de mais de 15 milhões de dólares).

A maior parte dos seus produtos é consumido nos Estados Unidos e Europa.

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Nota do Blog – Procuramos o presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Vilmar Pereira, para se pronunciar sobre o assunto e saber posição da entidade. Ele afirmou que ainda estava “pesquisando o assunto”.

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