quarta-feira - 19/02/2014 - 09:24h
Governo Rosalba

Um fim melancólico coberto por vaias

Por Túlio Lemos (O Jornal de Hoje)

Vaias

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) continua em seu mundo cor de rosa, desconhecendo a realidade que desaprova sua gestão. Em um vídeo fantasioso onde usurpa obras do Governo Federal e uma leitura de mensagem distante do quadro real, Rosalba fugiu a pompa da revista às tropas, entrou pelos fundos da Assembleia e foi ‘aparteada’ por vaias e gritos pedindo sua saída. Melancólico fim.

Participação

O desgaste da governadora Rosalba Ciarlini não consegue quebrar a concha a que se submeteu, juntamente com alguns aliados bajuladores, que desprezam o sentimento popular de repulsa a uma gestão inoperante. Mesmo assim, a Rosa admite que vai participar da eleição. Resta saber em que palanque, pois seu próprio partido a rejeita; imagine as demais legendas.

 

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 13/12/2013 - 23:41h
Em Mossoró...

Nem Santa Luzia salva Rosalba de sonora vaia

Nem rogando por Santa Luzia, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) escapou de outro constrangimento em sua terra natal.

No encerramento da programação da padroeira mossoroense, à noite de hoje, Rosalba foi vaiada sonoramente.

Discursando no adro da Catedral de Santa Luzia, ela percebeu como anda sua avaliação em Mossoró.

O episódio teve dimensão maior, devido transmissão ao vivo por duas emissoras de TV. A imagem foi constrangedora.

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quinta-feira - 03/10/2013 - 10:53h
Com Lula, Kubitschek ou Rosalba...

A vaia, o aplauso e o grande incêndio

Vaia é uma manifestação legítima. É o “aplauso” dos insatisfeitos.

Kubitschek: a vaia emudecida

Inaceitável é a agressão.

Espontânea ou não, a vaia é legítima. Faz parte.

O maior ícone da vida pública nacional nas últimas décadas, Lula, teve um Maracanã o vaiando em coro. Getúlio Vargas ouviu vaias. Normal.

Rosalba colhe o que tem plantado. Não está acostumada, sente mais.

Como prefeita, nunca enfrentou greve, não teve oposição ou crise alguma. Voou sempre em céu de brigadeiro.

Na gestão estadual, é diferente. Atores e situações são diferentes.

Infelizmente, ela não se preparou para essa relação e convivência diferentes.

O que a governadora encarou ontem em Ceará-mirim, era previsível. Tem convivido com isso até em sua terra, Mossoró.

Em qualquer parte do RN onde bota os pés, tem sido assim.

A vaia é a antítese da claque (com seus aplausos remunerados).

Mesmo assim, tem muitas semelhanças com ela, a claque.

Pode ser espontânea e fabricada ou misto de ambas.

Não deve ser ignorada, que se diga.

Juscelino Kubitschek, certa vez, coberto por vaias em um evento, revidou de modo genial:

– “Feliz do país que pode vaiar seu presidente”.

Emudeceu os manifestantes. Arrancou alguns aplausos, em seguida.

Existe um ditado entre bombeiros, que precisa ser adaptado à política também:

– “Nenhum incêndio começa grande”.

Há tempos que Rosalba arde.

Da mesma forma que a governadora não deve se iludir com suas claques, não pode se enganar com as vaias.

A primeira costuma ser falsa. A segunda, pode ser. As duas sempre dizem alguma coisa.

Nada é por acaso. Vale perceber que tudo faz sentido. É uma relação de causa e efeito.

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quarta-feira - 02/10/2013 - 21:52h
Constrangimwnto

Rosalba sofre intensas vaias ao lado de Dilma

Tribuna do Norte On Line e O Globo On Line

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) discursou durante cerimônia em Ceará-Mirim, onde ocorre hoje a inauguração de unidades do IFRN em Canguaretama, São Paulo do Potengi e na própria Ceará-Mirim. Porém, durante as palavras da governadora, na tarde desta quarta-feira (2), as vaias foram intensas.

Rosalba recebeu socorro, em vão, de Dilma (Nominuto.com)

Ao chegar à sede do IFRN em Ceará-Mirim, Rosalba optou por subir acompanhando a presidente Dilma Rousseff ao palco montado para a cerimônia. Enquanto houve aplausos à presidente, Rosalba recebeu algumas vaias, ainda que discretas. Contudo, no momento do discurso, os presentes não pouparam a democrata.

Desde o momento em que foi anunciada até as primeiras palavras, Rosalba Ciarlini foi vaiada por boa parte dos presentes. Apesar do clima, a governadora manteve o discurso que, em vários momentos, não pôde ser ouvido pelas pessoas que acompanham a inauguração.

A imprensa nacional repercutiu o incidente. Até pela TV foi possível se observar coberturas, que não tinham como esconder a sonoridade das vaias e do “fora, Rosalba”!

Veja que postou o O Globo On Line:

“Já em Ceará-Mirim, durante a cerimônia de formatura, Dilma não conseguiu disfarçar o constrangimento causado pelas seguidas vaias à governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que foi obrigada a interromper o seu discurso por cinco vezes. A presidente tentou amenizar a situação, destacando que o país é tolerante, democrático e afirmando que todos têm o direito de discordar:

– É importante que respeitemos as pessoas. A gente pode discordar delas, mas deve deixar que digam o que pensam. Vamos respeitar a governadora – pediu a presidente.

Porém, só a menção ao nome da governadora provocou nova reação do público, que não economizou nas vaias.

Dilma, então, voltou a se pronunciar:

“Cidadania é respeito – afirmou, sendo aplaudida.

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quarta-feira - 10/07/2013 - 16:10h
Na pressão

Dilma anuncia R$ 3 bi para municípios, mas é vaiada

DO Portal G1

A presidente Dilma Rousseff prometeu nesta quarta-feira (10) transferir R$ 3 bilhões aos municípios brasileiros par custeio de saúde e educação. Ela discursou durante 16ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que levou a Brasília mais de 4 mil prefeitos. Ao final do discurso, Dilma foi vaiada.

A verba deverá servir para pagar médicos e professores e demais custos de custeio na área da saúde e educação. Os municípios receberão em duas parcelas, uma em agosto e outra em abril de 2014, de acordo com a presidente.

“Sabemos que saúde e educação é investimento, mas é custeio. Por isso o governo federal vai transferir 3 bilhões de reais como ajuda financeira aos municípios. Esse 3 bilhões nós esperamos ajudar os prefeitos e prefeitas a prestar serviços de melhor qualidade, a melhorar seu custeio”, disse.

Vaias

A presidente terminou o discurso sob vaias dos prefeitos que assistiam ao discurso. Ela falava que, na gestão pública, “não há milagre”, quando as vaias começaram e diversas pessoas da plateia gritavam “FPM” – o Fundo de Participação dos Municípios.

“Vocês sabem que não tem milagre. Quem falar que tem milagre na gestão pública sabe que não é verdade. Precisamos fazer um esforço muito grande para atender aquilo que é emergencial e olhar como nós resolvemos a questão do financiamento da saúde e educação”, disse a presidente encerrando seu discurso.

Os prefeitos pediam uma posição da presidente sobre o reajuste de 2,5% do FPM, reivindicado pela CNM, mas ela não falou sobre o assunto e provocou as vaias.

Veja matéria na íntegra AQUI.

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sexta-feira - 25/05/2012 - 17:00h
Confronto

Rosalba é vaiada e reage cortando pagamento de grevista

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) volta a ser vaiada em Pau dos Ferros. É a terceira vez em quase um ano e meio de governo. Ela dirige solenidade agora à tarde no município, sede da Câmara Municipal, com presença de diversos prefeitos da região, vereadores, auxiliares, deputados e lideranças políticas.

Manifestantes ligados à Universidade do Estado do RN (UERN), que está em greve desde o último dia 3 (pela segunda vez em sua gestão), apupam a governante.

Rosalba: aplauso x vaias (Assessoria de Imprensa)

– Rosalba abre fala se referindo a um pequeno grupo de grevistas da Uern – comunica sua Assessoria de Imprensa, via Twitter, em tempo real. “Democracia se faz com responsabilidade e ordem”, proclama a governadora, sob aplauso de sua claque e vaias da mobilização uerniana.

No mesmo pronunciamento, a governante dá o troco aos grevistas: Anuncia “a suspensao do pagamento dos que não estão trabalhando.”

Rosalba desembarcou em Pau dos Ferros para autorizar obras da Adutora do Alto Oeste que vai beneficiar 200 mil pessoas. O serviço foi contratado ainda na era Wilma de Faria (PSB)-Iberê Ferreira (PSB) e paralisado por ordem da própria governadora Rosalba há cerca de um ano e meio.

A justificativa para que o empreendimento de altíssima importância ficasse tanto tempo imóvel, conforme divulga o próprio governo, foi uma dívida de R$ 8,8 milhões da gestão passada com a construtura responsável.

Só para refrescar a memória: o orçamento do Estado em 2011  era de quase R$ 10 bilhões de reais. Em todos os meses houve arrecadação recorde.

Bom citar o exemplo da crise no abastecimento, citando o município de Luís Gomes, que está há mais de 200 dias sem abastecimento de água potável.

* A governadora esteve antes desembarcando em Mossoró, indo até o município de Baraúna.

Prestigiou inauguração da fábrica de cimento Mizu do grupo Votorantim, empreendimento iniciado na gestão Wilma de Faria (PSB) e do prefeito Aldivon Nascimento (PR), através do Proadi (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Industrial) do Estado.

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  • Repet
segunda-feira - 05/09/2011 - 12:10h
Em Doutor Severiano

Acaso poupa Carlos Augusto de ouvir vaias à Rosalba

O marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), não ouviu a vaia que ela sofreu na Finecap (feira cultural), em Pau dos Ferros, à noite de domingo (4).

Foi poupado pelo acaso.

Ele preferiu ficar na companhia do prefeito Francisco Néri (DEM), em Doutor Severiano, após inauguração da sede da prefeitura do município, no início da noite. Rosalba prestigiou o acontecimento, mas logo viajou até Pau dos Ferros na companhia de assessores.

O embaraço da governadora foi diante de uma multidão estimada em mais de 30 mil pessoas, na Praça de Eventos (veja postagem mais abaixo).

Carlos Augusto permaneceu por longas horas em Doutor Severiano, na companhia do secretário estadual da Articulação com os Municípios, Esdras Alves.

O anfitrião Francisco Néri, ainda aglutinou em torno do convidado ilustre um rol de políticos locais e da região, como o prefeito de São Miguel, Galeno Torquato (PSB), ex-prefeito de Marcelino Vieira, Iramar de Oliveira (PR); além do prefeito de Encanto, Alberone Néri (DEM).

Convidado por Iramar de Oliveira, Carlos Augusto dormiu em fazenda desse ex-prefeito – localizada no município de Encanto.

 

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segunda-feira - 05/09/2011 - 10:44h
Em Pau dos Ferros

Rosalba experimenta vaia de uma multidão

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) passou por outro constrangimento público. Mais um, o que tem se transformado em rotina, em seus pouco mais de 8 meses de gestão.

Ela estava em Pau dos Ferros nesse domingo (4). Prestigiava a cantora sensação do momento no país, Paula Fernandes, quando foi vaiada com eco grandiloquente.

A Praça de Eventos reunia uma multidão para o encerramento da Finecap, feira cultural da região.

O prefeito Leonardo Rêgo (DEM) – seu correligionário – chegou a falar.

Havia expectativa de que ela se pronunciasse. As vaias lhe recomendaram o silêncio.

Nota do Blog – Com a regularidade que tem sido vaiada ou obrigada a fugir de eventos públicos, temendo represálias, passa da hora da governadora e seu “staff” refletirem sobre os rumos da gestão estadual.

E por favor, não me venham com afirmações lugares-comuns, atribuindo incidentes à suposta “oposição” ou negando o fato público e notório.

Chega de mentiras deslavadas.

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quarta-feira - 17/08/2011 - 08:21h
Política e história

A inspiração de Mário Covas para a “Rosa” acuada

Governadora sente dissabor da vaia e não consegue conviver com situação extremada até em Mossoró

“Sou, por formação e por índole, um homem que fundamentalmente crê. Desejo morrer réu do crime da boa-fé, antes que portador do pecado da desconfiança.” (Mário Covas).

Covas (óculos), com Ulisses Guimarães, na Câmara Federal

Em diversas ocasiões, este ano, em pleno exercício do seu governo à frente do Estado, a ex-prefeita mossoroense (três vezes) Rosalba Ciarlini (DEM) sentiu-se acuada e mudou agenda em Mossoró. O Medo, o temor de hostilidades, a fez recuar.

A situação é inusitada para Rosalba. Acostumada ao aplauso natural ou a saudação laboratorial das claques, agora conhece o outro lado da manifestação popular, orquestrada ou não. Mas como o incenso, também legítima.

A vaia é tão democrática quanto o aplauso. Diz-se que é o aplauso dos descontentes.

Ela alcançou em sua terra natal consideráveis índices de aprovação administrativa e, em duas eleições mais recentes, ao Senado (2006) e ao  Governo do Estado (2010), obteve votações consagradoras no município.  A “Rosa”, epíteto político que seu marketing adesivou no inconsciente popular, está com dificuldade de administrar essa nova realidade.

Esse momento da governadora nos remete a 1º de junho de 2000. A cidade é São Paulo (SP). Governador do Estado, Mário Covas (PSDB) enfrenta incendiária greve dos professores e por volta de 15h50 minutos resolve entrar pela porta da frente no prédio-sede da Secretaria Estadual da Educação.

– Ninguém vai impedir o governador de entrar em uma secretaria de Estado pela porta da frente – avisou através de sua assessoria.

Tensões

Covas, pela ousadia, considerada provocativa por setores mais exaltados da mobilização, acabou duramente atacado pelos grevistas. Registra-se que chegou a ponto de sofrer sopapos físicos e ser alvo de objetos como latas de refrigerante,  paus e até pedras.  Causaram-lhe escoriações na testa e pequeno corte nos lábios. Mas sobreviveu.

As greves ocorridas e ainda resistentes em confronto com o atual governo no Rio Grande do Norte, nem de longe se assemelham a essa atmosfera paulista, há mais de 11 anos. Em escassos  momentos ocorreram tensões mais extremadas, como no caso da paralisação da Polícia Civil.

Em relação ao professorado da Universidade do Estado do RN (UERN), último foco de greves no serviço público estadual, neste 2011, tem ocorrido programações políticas que cumprem as exigências da civilidade. Uma exceção, sem dúvidas, foi a ocupação do Teatro Municipal Dix-huit Rosado, há poucas semanas, durante evento do jornal Correio da Tarde, em que a governadora foi homenageada (mas faltou). Arroubo evitável.

Louvação, de campanha, ganha outro formato

Rosalba teve que encarar manifestantes, em março, quando visitava o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). Foi vaiada durante o “Chuva de Bala no país de Mossoró”. Evitou ainda comparecer a abertura da Feira do Bode, mas nem assim seus representantes deixaram de ser vaiados. O mesmo ocorreu na 7a Feira do Livro.

A governadora precisa mudar de comportamento. Esgueirando-se, demonstra fraqueza. Favor não confundir com fragilidade.

E em relação à Rosalba, não deve faltar o respeito à mulher, mãe, esposa e à autoridade legalmente constituída, legitimamente entronizada no cargo. Qualquer excesso coletivo ou individual descaracteriza a seriedade da mobilização funcional, via sindicatos.

A covardia não inspira respeito. Nem admiração.

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quarta-feira - 10/08/2011 - 12:29h
Tá ruim... pode piorar!

Rosalba vive inferno astral em sua própria casa

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) vive realmente um período de inferno astral, em se tratando de política.

Em sua terra-natal, berço de vitoriosa trajetória eleitoral, não tem conseguido ir e vir. Transitar com olhar imponente.

Ontem, mais um caso típico de mal-estar em Mossoró.

Rosalba não apareceu na abertura da 7ª Feira do Livro, na Estação das Artes Elizeu Ventania.

Tinha motivo de sobra.

Grevistas da Universidade do Estado do RN (UERN) estiveram no local, com manifestação explícita de reprovação à política salarial e educacional do seu governo.

P.S – Antes, a governadora já tivera manifestação quando esteve no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), durante evento de aniversário desse equipamento.

Também evitou evento de aniversário do jornal Correio da Tarde, quando grevistas da Uern fizeram manifestação dentro e fora do Teatro Dix-huit Rosado.

Durante o “Mossoró Cidade Junina”, ela foi vaiada, por demorar a aparecer à abertura da peça teatral, ao ar livre, “Chuva de bala no país de Mossoró”.

Em pousos e decolagens de aeronaves do governo, que a trazem, ela tem evitado divulgar horários.

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terça-feira - 19/07/2011 - 11:15h
Sucessão em Natal

A voz das ruas indica porta da sáida à Micarla

Por onde passa, a prefeita natalense Micarla de Sousa (PV) tem ouvido o mesmo “recital”. É um coro só: vaias.

Do Estádio Machadão à gravação de grupo gospel, passando por desfile de Carnaval, não importa.

A reação popular é a mesma: vaias.

E não adianta ficar identificando culpados, transferindo culpas etc.

É a voz do povo. A voz das ruas.

Indicativo que a sociedade dá, lhe mostrando a porta da rua.

É pouco provável que Micarla tente a reeleição.

Se teimar, é possível que passe por um estrondoso vexame.

Qualquer dúvida, é só consultar as seguidas pesquisas que são feitas.

Seu desempenho é sempre sofrível, alta rejeição política e administrativa.

Mas ainda temos alguns meses pela frente, até sua decisão. Tempo para se investir pesadamente em propaganda institucional e buscar uma reviravolta.

Marketing não pode tudo. A propósito, pode muito pouco diante de certas situações.

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