terça-feira - 23/01/2024 - 15:52h
TCE/RJ

Conselheiro teria sido mandante da morte de Marielle Franco

O Estado de Minas, The Intercept e Metrópole

Brazão e Franco: delação explosiva no RJ (Fotomontagem Web)

Brazão e Franco: delação explosiva no RJ (Fotomontagem Web)

O ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de matar a ex-vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, delatou à Polícia Federal (PF) Domingos Brazão, atualmente conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE/RJ), como um dos mandantes do assassinato da política. A informação foi revelada ao Intercept Brasil por fontes ligadas à investigação.

Marielle e Anderson foram assassinados a tiros em uma emboscada, no Rio de Janeiro, em março de 2018. O advogado de Domingos Brazão, Márcio Palma, foi procurado pela reportagem, mas afirmou que não ficou sabendo da delação. Ele também afirmou que tudo que sabe sobre o caso é pelo que acompanha pela imprensa, pois pediu acesso aos autos e foi negado, sob a justificativa de que Brazão não era investigado. Em entrevistas passadas, Brazão sempre negou qualquer participação no crime.

O The Intercept Brasil aponta a suposta motivação para o crime: “A principal hipótese para que Domingos Brazão ordenasse o atentado contra Marielle é vingança contra Marcelo Freixo, ex-deputado estadual pelo PSol, hoje no PT, e atual presidente da Embratur”.

Domingos Brazão foi citado, em 2008, no relatório final da CPI das Milícias, presidida por Freixo, como um dos políticos liberados para fazer campanha em Rio das Pedras-RJ.

“Não mandei matar Marielle”, garante, em entrevista ao Metrópoles, o acusado. Veja vídeo abaixo: 

Perfil

Domingos Inácio Brazão, 58, é um empresário do ramo dos postos de gasolina e político brasileiro. Filiado ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), foi deputado estadual no Rio de Janeiro e atualmente é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 12/03/2019 - 21:50h
Caso Marielle

Polícia localiza 117 fuzis; possível assassino é envolvido

Polícia concluiu a contagem das armas encontradas atribuídas a Ronnie Lessa no Méier (Foto: Divulgação)

Do G1

A Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil do Rio de Janeiro encontrou 117 fuzis incompletos, do tipo M-16, na casa de um amigo do policial militar Ronnie Lessa no Méier, na Zona Norte do Rio.

De acordo com investigações da DH e Ministério Público, Lessa foi responsável por atirar na vereadora Marielle Franco e no motorista Anderson Gomes no dia 14 de março de 2018.

As armas, todas novas, estavam desmontadas em caixas em um guarda-roupas – só faltavam os canos.

Prisões

Policiais da Divisão de Homicídios da Polícia Civil e promotores do Ministério Público do Rio de Janeiro prenderam, por volta das 4h30 desta terça-feira (12), o policial militar reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos.

A força-tarefa que levou à Operação Lume diz que eles participaram dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Os crimes completam um ano nesta quinta-feira (14).

Leia também: MP não descarta crime encomendado sobre Marielle;

Leia também: As evidências para prisão de dois suspeitos pela morte de Marielle e motorista.

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Categoria(s): Política / Segurança Pública/Polícia
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