terça-feira - 18/06/2013 - 11:00h
Cláudia Regina e Wellington Filho

Pedido de cassação de prefeita e vice irá a julgamento

Tribunal Regional Eleitoral vai definir mandatos em julho; promotoras são autoras das denúncias

O processo em tramitação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que trata de cassação da prefeita e vice de Mossoró, Cláudia Regina (DEM) e Wellington Filho (PMDB), deverá entrar em pauta nessa corte até o dia 20 de junho. Os autos estão com o relator – juiz Verlano Medeiros.

Cláudia (centro), Rosalba e Wellington são citados em demanda (Carlos Costa)

A matéria deriva de Recurso Contra Expedição de Diploma (RCED) da democrata e do peemedebista, que o Ministério Público Eleitoral (MPE) ingressou direto no TRE, no início de janeiro deste ano.

As promotoras eleitorais Ana Ximenes e Karine Crispim assinaram a RCED.

O recurso foi mais uma estratégia adota pelo MPE na tentativa de cassação de Cláudia e Wellington. As promotoras decidiram reunir todas as ações eleitorais anteriormente protocoladas em primeira instância, num procedimento processual único – o RCED – no TRE.

Enxergaram que a morosidade seria a marca das decisões em Mossoró, nas varas eleitorais do município.

O recurso tem 48 páginas (sem contar os anexos), onde explicam e fundamenta as denúncias feitas contra a prefeita eleita de Mossoró.

Veja abaixo uma síntese das denúncias contidas no RCED:

Apoio em troca de emprego

A governadora Rosalba Ciarlini (DEM), também foi citada no processo pela nomeação de Rafaela Nogueira da Rocha para um cargo comissionado no Detran. Ela é filha do vereador Chico da Prefeitura (DEM), que estaria insatisfeito com o fato do DEM não ter o escolhido como candidato do partido a Prefeitura e sim Cláudia Regina. Ao nomear a filha dele, que tinha até mais proximidade com a candidata adversária, Larissa Rosado (PSB), Rosalba conseguiria a garantia de apoio de Chico. Segundo o MP, a nomeação não considerou qualquer aspecto técnico para o cargo, visto que ela é formada em Direito e passou a ocupar o cargo de coordenadora financeira.

Voto por cimento

O primeiro fato aventado na campanha eleitoral dos recorridos diz respeito à troca dos votos dos eleitores por sacos de cimentos. A referida captação ilícita de sufrágio foi flagrada pelo Ministério Público Eleitoral, juntamente com a Polícia Federal, após recebimento de denúncia anônima de compras de votos no estabelecimento comercial intitulado como Akanaa Construções. Segundo o ato da prisão em flagrante revelador do esquema de compra de votos em prol dos recorridos, o eleitor apresentava-se na loja na posse de um cupom e recebia um comprovante de pagamento de cimento no valor de R$ 50. A entrega do bem “cimento” era ajustada com o eleitor para acontecer somente dois dias após a votação, de maneira a construir um elo psíquico com o eleitor portador do cupom/comprovante que garantia seu voto nos candidatos recorridos.

Voto por óculos

Também após recebimento de denúncia anônima, o Ministério Público tomou conhecimento de que a Ótica Boa Vista, localizada em Mossoró, também trocava cupons por comprovantes de pagamento que garantiam o recebimento de óculos de grau pelos eleitores também dois dias após a votação, como pagamento pelo voto dado aos representados. Para comprovar a acusação, o MPE recebeu três referidos cupons-senhas, os quais serviam para serem trocados por comprovantes de pagamento que garantiam fornecimento dos óculos.

Filantropia e apostas

Durante a campanha em Mossoró, houve a declaração pública de um dos financiadores da campanha eleitoral dos recorridos, o empresário Edvaldo Fagundes, quando, em entrevista a um jornal da cidade, asseverou dois dias antes da votação que, caso Cláudia Regina fosse eleita, efetuaria a doação de valores que seriam recebidos a titulo de apostas a quatro instituições filantrópicas da cidade de Mossoró: a APAE, o abrigo Amantino Câmara, o lar da Criança Pobre e a casa dos Doentes Renais. Segundo o MP, a promessa de doação em caso de vitória dos candidatos recorridos provocou forte impacto e, embora mascarada de ato filantrópico, consistiu em acintosa ofensa à legislação eleitoral e ao direito de sufrágio.

Reuniões em pleno expediente

O MPE – através de Ana Ximenes e Karine Crispim – denunciou também a realização de uma reunião de servidores públicos municipais durante horário de expediente com o intento de organizar e adotar estratégias para a campanha eleitoral de Cláudia Regina e Wellington Filho.

Ximenes: caminho do TRE

Após denúncia ofertada em setembro, foi lavrado pelos fiscais da Justiça Eleitoral auto de constatação de reunião político-eleitoral ocorrida numa residência localizada em Nova Betânia, em Mossoró, onde se observou a presença de servidores públicos em horário regular de expediente. Como o acesso era livre a qualquer pessoa, os fiscais adentraram no imóvel com o afã de colher fotografias e realizar filmagens que permitissem comprovar o ilícito eleitoral. O chefe do gabinete da Prefeitura, Gustavo Rosado, que hoje é secretário de Cultura de Mossoró, conduzia a reunião.

Uso de servidor público

Policiais rodoviários federais, em cooperação com o MPE, abordaram dois veículos que circulavam pelo bairro Castelo Branco com servidores municipais dentro. Materiais de campanha de Cláudia Regina e formulários a serem preenchidos com o nome da pessoa e endereço. Além disso, na denúncia do MP, o secretário de Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente, Alexandre Lopes, tinha reuniões diárias, em horário de expediente, com servidores municipais para discutir a campanha eleitoral.

Helicóptero, Hilux, prestação de contas

O Ministério Público Eleitoral também constatou irregularidades a respeito da prestação de contas da campanha de Cláudia Regina. Entre elas a omissão da prefeita eleita de apresentar perante a Justiça Eleitoral a prestação de contas quanto à utilização de helicóptero durante a campanha eleitoral. Segundo o MPE, há provas também que o helicóptero era integrado com o uso de mais 20 caminhonetas Hilux, de propriedade do empresário Edvaldo Fagundes (aquele mesmo da doação em dinheiro). Segundo Ana Ximenes, vale ressaltar que “o valor de R$ 1.341.814,20 consiste em dinheiro ilicitamente utilizado na campanha eleitoral dos recorridos, e que, desse montante, cerca de pelo menos R$ 1.200.000,00 sequer foi declarado na prestação de contas apresentada”. Isso corresponde a 42,5% do valor total recebido pela chapa do DEM durante a campanha.

 

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sábado - 18/05/2013 - 11:49h
Eleições 2012-Mossoró

Guerra eleitoral expõe caixa preta da publicidade

Do Blog de Dinarte Assunção

A guerra eleitoral travada no território Jurídico pelo direito ao assento do Palácio da Resistência, ganhou um capítulo que vai fazer fervilhar o País de Mossoró.

O delicado assunto dos números da comunicação institucional foi parar na mesa do juiz eleitoral Verlano Medeiros, relator da ação que pede a cassação da prefeita Cláudia Regina (DEM).

Veja aqui a peça na íntegra

A oposição questiona conflitos entre a agenda da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) no período eleitoral de 2012 e como isso se traduziu em notícias nos veículos apontados como governistas.

Nomes aos bois

A peça de 17 páginas submetida à apreciação de Verlano cita e mostra os investimentos aplicados no Jornal de Fato, Rádio Difusora e TCM, todos acusados na peça de fazerem “pirotecnia documental para malbaralhar as provas do abuso”.

De acordo com o texto, a Rádio Difusora recebeu do Governo do Estado em 2011 R$ 7.986,80, valor que foi quadriplicado em 2012, quando R$ 26.160,80 foram transferidos do Centro Administrativo para a conta da rádio.

Da Prefeitura de Mossoró, o texto diz que em 2011, os valores alcançaram R$ 318.213,50. No primeiro semestre de 2012, os números atingiram R$ 150 mil, ao que os advogados da oposição observam: “A mesma Rádio Difusora […] deixou de apresentar nos autos os valores que recebeu no segundo semestre do ano de 2012.

Sobre a TCM, o texto aponta que os valores aplicados foram “excessivos”. Em 2011, a TV Cabo Mossoró recebeu do Governo do Estado R$ 21 mil, multiplicados ao ponto de alcançarem R$ 101.850,40 em 2012.

No tocante à Prefeitura de Mossoró, o texto assinala que a TCM recebeu no primeiro semestre de 2012 valor inferior a todo o ano de 2011, não tendo também prestado informações sobre quanto abocanhou de julho a dezembro do ano passado.

Os advogados pedem ainda no texto que o Jornal de Fato informe quanto recebeu em 2011 e 2012.

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  • Repet
sexta-feira - 15/03/2013 - 18:00h
Eleições em Mossoró

Juiz do TRE pede informações sobre supostos abusos

“Justiça dá 10 dias para Rosalba explicar o uso da máquina do Governo nas eleição”. Eis a manchete da página 5 no primeiro caderno d´O Jornal de Hoje (vespertino natalense), edição de hoje.

A manchetinha da mesma reportagem complementa: “Juiz cobra informações sobre gastos em obras e publicidade para saber se Cláudia Regina (DEM) foi mesmo favorecida”.

O Jornal de Hoje trata de despacho do juiz Verlano Medeiros, em cima de Recurso Contra Expedição de Diploma (RECED) que advogados da candidata derrotada à Prefeitura de Mossoró, deputada estadual Larissa Rosado (PSB), protocolaram no Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Verlano Medeiros cobra farta documentação (Foto Canindé Soares)

A ação tem basicamente o mesmo conteúdo de ação que corre na 33ª Zona Eleitoral em Mossoró, julgada há apenas poucos dias pelo juiz José Herval Sampaio Júnior – em que decidiu pela cassação da candidata governista Cláudia Regina e seu vice Wellington Filho (PMDB), além de lhes aplicar outras sanções.

Vale lembrar que essa sentença teve seus efeitos suspensos pelo juiz da 34ª Zona Eleitoral, Pedro Cordeiro Júnior, após apreciar embargos de declaração de advogados de Cláudia e Wellington. Cordeiro substituía Herval, que entrara em férias na 33ª Zona Eleitoral.

Ministério Público

O Ministério Público Eleitoral (MPE), não satisfeito com a decisão de Pedro, apresentou questionamento à Justiça ainda nesta semana.

O vespertino natalense informa que o juiz Verlano Medeiros, com assento no TRE, emitiu uma série de determinações para se nutrir de maiores elementos técnicos, para embasar uma decisão sobre a matéria. Ele poderá ouvir posteriormente alguns nomes citados, desde prefeita e vice-prefeito cassados a governadora.

Além do Governo do Estado, Verlano Medeiros pede informações à Prefeitura de Mossoró, à Justiça Eleitoral em primeira instância, ao Departamento de Avição Civil (DAC) e à Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO).

Nesses dois últimos, organismos federais, o magistrado objetiva identificar se há elementos para comprovar abuso no uso do avião Bandeirante E 110 P1 (prefixo PP-ERN) na campanha eleitoral.

A aeronave pousou 56 vezes no Aeroporto Dix-sept Rosado (Mossoró), somente no último mês da disputa eleitoral (Veja AQUI) – setembro de 2012. Em todo o ano anterior, 2011, o mesmo avião ‘pisou’ em solo mossoroense 98 vezes.

Imprensa

No mesmo despacho, Verlano Medeiros vai mais além. Cobra dos jornais De Fato, Correio da Tarde e Gazeta do Oeste, bem como das rádios Libertadora, RPC e Difusora, apresentação de relatórios e documentos referentes a pagamento de propaganda oficial do Estado e da Prefeitura nos exercícios de 2011 e 2012 (com respectivas notas fiscais). O mesmo é solicitado à TV Cabo Mossoró (TCM).

O RECED dos advogados de Larissa segue a mesma disposição manifestada implicitamente pelo MPE, através das promotoras Ana Ximenes e Karine Crispim. Identificando morosidade nos juízes de primeira instância para julgamento de denúncias, elas resolveram aportar diretamente no TRE, onde o rito de julgamento é mais célere.

Está com o mesmo juiz Verlano um RECED assinado pelas promotoras, em que elas elencam sete denúncias formuladas para pedido de cassação de diploma de Cláudia e Wellington, por captação ilícita de votos, uso da máquina pública e abuso do poder econômico.  Veja AQUI.

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sexta-feira - 01/03/2013 - 18:39h
Cassação

Problema de Cláudia Regina já está no TRE

Do Blog Território Livre

Existem dois recursos contra a expedição de diploma da prefeita afastada Cláudia Regina no TRE.

Na mesa de dois magistrados;  Artur Bonifácio e outro com Verlano Medeiros.

Segundo os trâmites do tribunal, o primeiro a despachar fica “prevento”, ou seja, assume o julgamento dos demais recursos de matéria semelhante.

Até hoje à tarde, a incumbência ficaria para Bonifácio, que foi o primeiro a despachar.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política
  • Repet
sábado - 23/02/2013 - 18:45h
TRE

Promotora tenta, noutra instância, cassar Cláudia Regina

D´O Jornal de Hoje

Três meses depois de eleita, dois meses após ser diplomada e um mês como prefeita de Mossoró, Cláudia Regina, do DEM, ainda está ameaçada de perder o cargo eletivo. Na próxima quarta-feira, 27, o juiz Verlano Medeiros, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN), vai reunir a gestora municipal, o vice-prefeito, Wellington Filho, do PMDB, e as testemunhas arroladas pela defesa deles para explicar as acusações de compra de votos e abuso de poder econômico e político.

Isso é consequência do recurso contra expedição de diploma (RCED) da democrata que o Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio da promotora Ana Ximenes, ingressou direto no TRE no início de janeiro. O recurso, protocolado no dia 7 do mês passado, chegou às mãos do juiz eleitoral Verlano Medeiros nesta quinta-feira, mas ainda não foi apreciado de maneira mais aprofundada pelo magistrado. “Deferi as diligências solicitadas pelo MPE, mas ainda não analisei o caso de forma mais completa”, explica ele.

Na verdade, o recurso não tem muitas novidades sobre o caso, foi mais uma estratégia diferente da inicialmente utilizada pelo MPE. Ana Ximenes, que em novembro entrou com sete representações contra Cláudia Regina, pedindo a cassação do registro de candidatura e do diploma dela e do vice, decidiu reunir todas essas ações em uma só. Um recurso de 48 páginas (sem contar os anexos), onde ela explica e fundamenta as denúncias feitas contra a prefeita eleita de Mossoró.

“O objetivo é o mesmo das representações: conseguir a cassação do diploma de Cláudia Regina. Só a estratégia foi diferente, porque o RCED, pode-se dizer, tem tramitação mais rápida. E essa tramitação ocorre já no Tribunal Regional Eleitoral”, explicou Verlano Medeiros.

Por isso, inclusive, que a defesa que a prefeita eleita apresentou para as representações na primeira instância, serão consideradas também para esse recurso do TRE. “Já recebemos essa defesa e vamos convocar na próxima quarta-feira Cláudia Regina, Wellington Filho e as testemunhas arroladas por eles para a defesa. O MP pediu diligências, mas não arrolou nenhuma testemunha”, acrescentou Verlano Medeiros.

Não era para menos. A maioria das ações foi protocolada na primeira instância ainda em novembro, contudo, até o momento, nenhuma foi julgada. No final daquele mês, inclusive, Karine Crispim, promotora de Justiça que assinou de forma conjunta as representações, afirmou que esperava que todas fossem julgadas até a diplomação que ocorreria no dia 18 de dezembro.

Nada disso. Os processos tiveram poucas novidades durante esse período e tanto Cláudia Regina, quanto Wellington Filho foram diplomados – e empossados. “Fizemos tudo que poderíamos fazer. Estamos cientes disso, mas está tudo na mesma. A gente reuniu as provas, fez as ações, mas só uma teve instrução até agora”, avaliou Karine Crispim.

Diante desse fato, Ana Ximenes ressaltou no recurso que não houve qualquer decisão anterior na primeira instância, mas os diplomas foram expedidos. “Não há qualquer decisão judicial anterior combatida pelo RCED, como ocorre com as demais peças recursais. Porém, tal ação visa reformar o ato administrativo certificatório e declaratório da última fase do processo eleitoral, que é o ato de expedição de diploma”, afirmou Ana Ximenes, na RCED protocolada no TRE no dia 7 de janeiro.

Ana Ximenes, por sinal, manteve nesse recurso as declarações fortes das representações. “Acontece que, diferentemente do que se almeja, a campanha eleitoral dos recorridos não se conduziu com o respeito devido às normas eleitorais. Tais infringências, observadas tanto uma a uma, quanto em seu conjunto, permitem inferir que o resultado das urnas restou insofismavelmente maculado pelo abuso de poder político-econômico e pelo uso da máquina pública”, avaliou a promotora de Justiça.

Ana Ximenes também afirmou ainda que “certamente, em face dos mais diversos fatos compreendidos como ilegais e imorais, não se pode afirmar que a soberania popular prevaleceu na disputa eleitoral mossoroense, posto que o voto foi, em situações várias, corrompido em benefício dos eleitos”.

Ana Ximenes colocou no recurso que houve a utilização indevida dos bens e servidores públicos municipais e estaduais como forma de privilegiar a candidata dos recorridos, visando precipuamente à manutenção de determinado grupo político na administração da cidade.

“Os motivos que foram todos unidos no processo para pedir a cassação do diploma de Cláudia Regina são os mesmos que foram utilizados na formulação de sete representações contra a prefeita eleita na primeira instância da Justiça Eleitoral, com as “provas pré-constituídas dos atos compreendidos como ilícitos, sendo todas elas anteriormente ajuizadas nas aludidas representações”, analisou.

Veja matéria completa AQUI, em que são assinalados os supostos crimes eleitorais cometidos na campanha da prefeita empossada Cláudia Regina.

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Categoria(s): Eleições 2012 / Política
sábado - 15/09/2012 - 06:41h
Em campanha

Luta pelo Quinto Constitucional e presidência da OAB

O advogado Verlano Medeiros que concorre à vaga de desembargador no Quinto Constitucional esteve em Mossoró e fez reuniões com os advogados que trabalham na campanha da deputada e candidata a prefeita Larissa Rosado (PSB) e também com os advogados que trabalham na campanha da vereadora e candidata e prefeita Cláudia Regina (DEM).

Essa é a segunda vez que Verlano esteve em Mossoró, em apenas um mês fazendo corpo-a-corpo na sua campanha de desembargador, ele saiu confiante que terá o voto dos advogados mossoroenses.

* Com informações da Assessoria de Imprensa de Verlano Medeiros.

O candidato à presidência da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio Grande do Norte, Aldo Medeiros, recebeu manifestação de apoio de um elenco de jovens advogados.

O encontro foi promovido nessa sexta-feira (14) pelos advogados Alceu Eliube e Rodrigo Menezes, em almoço com a participação de cerca de 30 jovens advogados na cafeteria “Gaia Café” em Lagoa Nova (Natal).

Em pauta, o discurso de apoio ao candidato Aldo Medeiros, que afirma estar recebendo crescente endosso de um movimento que surgiu naturalmente em defesa de sua postulação e de suas ideias.

* Com informações da Assessoria de Imprensa de Aldo Medeiros.

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