Foi no mínimo deselegante, a postura do bancário aposentado José Hélio de Araújo, titular da Secretaria da Fazenda da Prefeitura de Mossoró, na passagem de comando da pasta.
Sumiu. Não o cientificou de nada para entrega do cargo que é comissionado e “de confiança”.
Preferiu não receber o substituto, bacharel em direito e auditor fiscal de carreira da própria Fazenda, Jerônimo Rosado de Sousa.
Hélio era remanescente da equipe da prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM). Chegou ao posto sem uma indicação político-partidária, mas técnica.
Foi nomeado a partir de indicação de Wagner Azevedo, bancário do Banco do Brasil, marido de Cláudia Regina.
Quanto a Jerônimo, sua ascensão também se deve ao mesmo critério, adotado pelo prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD).
Priorizou valorização de servidor de carreira, ouvindo antes pessoas da própria área, para chegar a seu nome.
Ontem mesmo, entidades regionais e nacionais que congregam auditores fiscais emitiram nota parabenizando a opção.
No âmbito do Governo do Estado, há alguns governos que servidores de carreira do Fisco são escolhidos para pasta da Tributação.
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