sexta-feira - 28/10/2022 - 09:00h
Nas redes

CNJ suspende perfis de magistrados envolvidos em política eleitoral

CNJ revela preocupação com manifestações de magistrados (Foto ilustrativa)

CNJ revela preocupação com manifestações de magistrados (Foto ilustrativa)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) suspendeu vários perfis em redes sociais que têm como titulares pessoas da magistratura. São juízes e até desembargadores nessa lista.

Tudo motivado por manifestações político-eleitorais, muitas exasperadas.

O agravante é o compartilhamento de notícias falsas, campanha aberta por esse ou aquele candidato e multiplicação de ataques à própria Justiça Eleitoral, como questionamento às urnas eletrônicas.

Nos grupos de WhatsApp e outros aplicativos de bate-papo existem postagens ainda mais surpreendentes. Porém, o CNJ não chegou neles. Se chega…

Pelo visto, nenhum dos judicantes chegou a ler o próprio Código de Ética da Magistratura, o elementar para nortear comportamento on-line e off-line.

Ó tempos, ó costumes!

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Categoria(s): Eleições 2022 / Justiça/Direito/Ministério Público / Política
quinta-feira - 27/05/2021 - 08:44h
Webjornalismo

O que vem por aí

teclas de máquina de escrever, máquina datilográficaAté princípio de julho ou pouco menos, estrearemos novo padrão visual e operacional de nossa página e demais plataformas (YouTube, Instagram, Facebook, Twitter, WhatsApp). Marco para assinalarmos 36 anos de profissão, de forma continuada, ininterrupta.

Começamos a trabalhar as minudências dessa nova fase rabiscando o briefing (conjunto de informações básicas à elaboração de projeto) e nos reunindo com a empresa contratada. Demos rumo, norte.

A página que está no ar sofreu diversos problemas ao longo dos últimos anos e havia séria ameaça de perdermos todo nosso banco de matérias (mais de 52 mil). É um conjunto documental único e de valor incomensurável.

Salvamos esse patrimônio em sua quase totalidade, mas ainda há muito a ser feito.

Agora, entramos em nova fase. Passamos a modernizar o layout e vamos atualizar mecanismos à visualização/acessibilidade no seu computador de mesa, smart tv, notebook e equipamentos mobile (smartphone, tablet).

Esperamos continuar essa viagem em sua companhia e colaboração. Desejamos seguir em frente tendo lado, fazendo escolhas; sendo parcial. Jornalismo com opinião: a minha, a sua, a nossa. Concordando, discordando; arengando.

Como já escrito, cá, “Enquanto der, dará!“.

Até lá!

Leia também: O doce poder de não ser influente;

Leia também: Sou parcial e não nego, além de adorar Mossoró (de graça).

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terça-feira - 31/03/2020 - 09:18h
Torcida e ação

“Flu Mossoró” participa de enfrentamento à pandemia

WhatsApp serve à divulgação (Print BCS)

Criado no dia 14 de agosto de 2014 com o intuito de falar apenas e tão somente sobre o Fluminense Futebol Clube, o grupo “Flu Mossoró” abriu uma exceção depois de tanto tempo de atividade intensa, diariamente, na Internet: prestar esclarecimentos na prevenção e combate ao coronavírus, pandemia que se alastra pelo mundo.

– O grupo nasceu para conversarmos, noticiarmos e debatermos sobre essa paixão comum. Começamos reunindo pessoas apenas de Mossoró e o WhatsApp hoje é uma grande família com pessoas também de várias partes do país – comenta Ronaldo Vale, criador do Flu Mossoró.

Preocupação

Segundo ele, o coronavírus se tornou um assunto diário e preocupação de qualquer pessoa, a qualquer hora. “A gente não poderia ficar indiferente e numa bolha”, justifica.

No grupo, Ronaldo e outros componentes divulgam agora material referente à prevenção, notícias da luta que se empreende no país e alentos à superação dessa pandemia.

Nota do Blog – Muito bacana a iniciativa desencadeada por Ronaldo. Eu faço parte do grupo. A enorme maioria não conheço e mesmo assim percebo um ambiente sempre muito interessante, fortalecendo laços, mesmo em meio a alguns arranca-rabos. Fluzão!

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quarta-feira - 21/11/2018 - 12:50h
No WhatsApp

Estelionatário usa nome de ex-candidato para pedir dinheiro

Um delinquente ainda não identificado tem usado nos últimos dias o nome do professor e ex-candidato a deputado estadual Gutemberg Dias (PCdoB) para pedir ajuda financeira.

Falsário tem aberto diálogo com amigos de Gutemberg pedindo dinheiro (Print)

Utiliza a plataforma WhatsApp e informa que precisa de R$ 3 mil emprestados para compra de “medicamento de urgência”.

Segundo Gutemberg, essa pessoa aplica o golpe através de um número telefônico que “não é meu”.

O número falso é este: (84) 9459-0197.

Gutemberg adianta que toma providências no campo policial para frear esse golpe, permitindo ainda a identificação e prisão do estelionatário.

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Categoria(s): Política / Segurança Pública/Polícia
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sexta-feira - 19/10/2018 - 22:48h
Padre Sátiro Dantas

Campanha “é uma política de muita mentira, sem conteúdo”

Em conversa agora à noitinha com padre Sátiro Cavalcanti Dantas, utilizando o WhatsApp, que se transformou em polêmico ambiente de ‘carnificina’ virtual na atual campanha, ele e eu concordamos num ponto (entre outros): a disputa eleitoral é desanimadora.

Padre Sátiro: desalento (Foto: autoria não identificada)

– É uma política de muita mentira; odiosa, sem conteúdo, com muita coisa pessoal – comentou.

“Eu tinha impressão que a comunicação (Internet) ia ajudar muito, mas seu mau uso tem prejudicado demais, com tanta mentira de um lado e de outro.

Com uma capacidade cognitiva e cultura que impressionam aos 88 anos, o ex-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), avisa-me logo uma decisão já tomada, apesar do desalento:

– Eu não sou obrigado, mas vou votar, vou votar!

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Categoria(s): Política
sábado - 09/06/2018 - 22:38h
Conextados

A falsa sensação de proximidade

É-me ilógico sair para jantar/almoçar em família, às vezes numa rara oportunidade de reunião, sem que todos dediquem a oportunidade ao diálogo, à confraternização presencial.

Os smartphones com Instagram, WhatApp e outros aplicativos, criaram uma falsa sensação de proximidade familiar.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog
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quinta-feira - 28/12/2017 - 08:56h
Home office

Trabalho e medo entre os sobreviventes do RN

No mínimo, 90% do meu trabalho consigo realizar com uso da Internet (se funcionar).

Nesse ambiente, email, redes sociais (como o WhatsApp) e outras ferramentas fazem parte da teia necessária para prestar meus serviços à coletividade e a eventuais assessorados.

É um home office (escritório em casa) quase todo cibernético, em que disponho de um PC (Computador de mesa), um Notebook, um iPad, um Smartphone, uma Smart TV, um celular “lanterninha” etc.

O “resto”, é acordar cedo e dormir tarde – com disposição física, neurônios e bagagem de mais de 32 anos nessa jornada jornalística, com consciência de que preciso aprender mais.

Enfim, é assim que sobrevivo, tenho trabalhado.

Nos últimos dias, estou ainda mais homiziado em casa.

Medo de ir e vir, quando necessário sair, viajar, circular nas cidades (Natal, Mossoró e outras mais longínquas).

Nem no pior dos meus pesadelos cheguei a pensar em viver essa atmosfera. Até mesmo quando disparo nesta página: “Vai piorar”. E vai mesmo.

Não é por acaso que há muitos meses saúdo os internautas em meus endereços, no Facebook e Instagram, da mesma forma: “Bom dia. Saúde e paz, sobreviventes do RN”.

Premonitório, apesar de muitos considerarem alarmista. Ou consideravam.

Vai piorar.

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Categoria(s): Comunicação / Comunicado do Blog / Segurança Pública/Polícia
domingo - 01/10/2017 - 08:42h

O tempo passou e me formei em solidão

Por José Antônio Oliveira de Resende

Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho, porque a família toda iria visitar algum conhecido.

Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita.

Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!

A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro… casa singela e acolhedora.

A nossa também era assim.Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.

Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite… tudo sobre a mesa.Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.

Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança… Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam…. era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade…

Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida.

Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa… A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos… até que sumissem no horizonte da noite.

O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, internet, e-mail, Whatsapp … Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:– Vamos marcar uma saída!… – ninguém quer entrar mais.

Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.Casas trancadas.. Pra que abrir?

O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos do leite…

Que saudade do compadre e da comadre!…

José Antônio Oliveira de Resende é professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei (MG)

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 12/02/2017 - 08:33h

Memória e esquecimento – a luta

Por Marcos Pinto

A retentiva do tempo me induz e conduz   para uma antológica reflexão do parente e amigo   e consagrado escritor potiguar Manoel Onofre Júnior, que consiste na incisiva e   peremptória afirmativa de que   “a vida é uma grande reflexão   sobre essa luta entre o tempo e a memória.  A memória tentando recuperar o tempo e o tempo apagando coisas”.

Diante toda essa atual violência predominante, há como que uma compulsão em fugir para o passados em desabalada carreira.   É nesse instigante pretérito de natureza íntima que encontro refúgio para a gula da alma em transes   transcendentais. Não tenho   dúvidas de que é no meridiano das minudências espirituais   onde todas as verdades se   insultam e se insinuam.

É também, aí, onde adentra o desiderato do poeta   notívago, recomendando de forma sôfrega   e ansiosa, que é   chegado o momento de escondermos os estilingues   e virarmos   beija-flores, sem deixarmos lacunas para inoportunas e indesejáveis e repulsantes pilantragens.

Nessa azáfama toda, há necessidade   premente   de definição das minudências, após tanto tempo distante do ego, alertando para o considerável desafio do vácuo das realizações. Os bastidores do espírito entram em transe   desgastante.

Vivemos a modernidade sob a predominância pungente   de comportamentos erráticos em sincronia com uma insana desconexão com a verdade –  o que é um perigo à harmonia com as coisas da alma.   Somos, hoje, mais zumbis que gente.   Somos uma legião de fantasmas mais assustados que assustadores.

Há mais de 80 anos o grande poeta e escritor potiguar Eloy de Souza, irmão da poetisa Alta de Souza, afirmou que “pior do que caminhar   40 anos no deserto é chegar à terra da promissão e sentir saudades do   deserto”.

É exatamente nos segmentos sociais mais humildes, onde a pobreza franciscana faz   morada, que nos deparamos com a incontestável   certeza de que um dos únicos bens que a miséria   não extingue é a solidariedade.   E não me venham os materialistas dialéticos dizerem que isso é um   diapasão   sentimental por demais    piegas.

Nada mais enleante do que o conhecimento das histórias daqueles que, sob o signo da humildade material galgam os mais elevados patamares da pirâmide social. Vemos nos olhos desses heróis anônimos o desfilar de   palavras que denotam que os mesmos    conhecem o gosto da glória sob a batuta e a   ingente sinfonia do sacrifício.

Foi inserido nesse contexto de verdades e magníficas e emblemáticas realizações pessoais, que o famoso poeta pernambucano Antônio Marinho cunhou uma definidora frase, observando que “a morte é devoradora e a todos nós amedronta.  A vida é quem bate o prego e a morte é   quem vira a   ponta”.

Compunge-nos a certeza de que todos mecanismos e dispositivos de relacionamentos sociais como Facebook, WhatsApp, Instagram   e   outros congêneres tem sopitado os nobres sentimentos da alma.

Cada um na sua e ninguém na de ninguém.  A doentia e insana diferença chega ao cúmulo de nos levar   a presenciar cenas deprimentes de pessoas sucumbindo à fome, morrendo à míngua, sem que   ninguém estique a mão para dar um pão para saciá-los.  É quando o coração se torna um túmulo sem epitáfio, escondendo um morto anônimo e possibilidades   fraternais   enterradas.

Que   me denominem de piegas de marca maior, mas só gosto de   falar de coisas que “só batem nos que conjugam a metáfora do peso dos anos”.

Tento esquecer a certeza de que a atual vida pública nacional é uma mistura de hipocrisia, conchavos e acobertamentos estratégicos   protagonizados pelos que compõem  o Congresso nacional, sob o olhar cúmplice da Suprema Corte Federal.  Pior ainda é essa gestão federal que nos governa e asfixia   com medidas penalizantes aos direitos sociais conquistados nos últimos 13 anos.

Quando a solidão se me faz companheira   irredutível, sou cobrado por amigos que reclamam minha prolongada ausência dos eventos sociais. Nesse momento me socorro e me valho da lição de vida esposada na frase do saudoso e memorável amigo historiador Raimundo Nonato da Silva, que sentencia:

“É   preciso ter acompanhado a trajetória do tempo para compreender as distâncias –  geográfica e social –  que separam os grupos e isolam as pessoas em certas latitudes da   vida”.

Inté!

Marcos Pinto é advogado e escritor

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Categoria(s): Crônica
sábado - 24/12/2016 - 19:22h
Natal

My Way (Meu jeito)

Meu Zap-zap (WhatsApp) está soterrado por mensagens natalinas.

Muita gente que sei quem é, outras tantas com as quais tenho escasso contato e, entre elas, alguns amigos.

Respondo todas; não envio nenhuma.

Obrigado, mesmo assim.

Aceito-os dessa forma.

Respeitem-me do meu jeito.

Sou o que sou.

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Categoria(s): Crônica
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quarta-feira - 30/11/2016 - 14:38h
TJRN

Justiça começa a fazer intimação com uso do WhatsApp

Do Blog do Tio Colorau

A edição de terça-feira (29/11) do Diário da Justiça Eletrônico trouxe a Portaria Conjunta n.º 19/2016, que permite a intimação das partes via aplicativo WhatsApp, no âmbito dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte.

A adesão ao procedimento de intimação via WhatsApp é opcional. A parte terá que informar este desejo. Em caso afirmativo, assinará um termo dizendo que concorda em receber as intimações via aplicativo e que deixará a opção de confirmação de leitura (duas listas azuis) ativa.

Na ocasião será informado do número do WhatsApp da secretaria judiciária, o qual será usado para as intimações.

Considerará realizada a intimação quando o aplicativo acusar o recebimento e a leitura (duas listas azuis). A parte será orientada, mesmo assim, a escrever a frase: “confirmo o recebimento”.

Solicitação

Caso não haja visualização em 48h, a intimação se dará pelos meios tradicionais.

Quanto aos advogados, eles também poderão solicitar a intimação via WhatsApp.

Inicialmente, a intimação via WhatsApp será aplicada nas comarcas de João Câmara, Caicó, Macaíba, Mossoró e Pau dos Ferros. Após seis meses, em sendo exitosa a experiência, esta será expandida para as demais comarcas do Estado.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público
terça-feira - 20/09/2016 - 00:34h
Pós-desistência

“Apoio” de Francisco é arremessado de um lado para o outro

Os primeiros desdobramentos do anúncio de renúncia de candidatura à reeleição do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, começam a ser vistos nas redes sociais. O nível, claro, começa bem baixo.

Tag de adversários de Tião partiram na frente, o associando a Francisco (Foto: WhatsApp)

A tendência é que o enfrentamento desça mais ainda aos subterrâneos.

A guerra de informação e contra-informação, joga o “apoio” de Francisco de um lado para o outro e vice-versa.

Rosalba e Francisco é outra tag que começou a ser espalhada, logo após anúncio (Foto: WhatsApp)

Na verdade, nenhum participante do embate eleitoral o quer em palanque ou pelas redondezas.

A estratégia é arremessá-lo na direção do oponente.

É isso que instantaneamente começou a se verificar no mundo virtual, numa produção que se multiplica entre militantes cibernéticos de Rosalba Ciarlini (PP) e Tião Couto (PSDB), protagonistas da corrida eleitoral – como o Blog antecipou há tempos (veja AQUI).

Tags (artes/montagens para a Internet com palavras-chave etc) estão sendo pulverizadas nas redes sociais como Facebook e WhatsApp.

Nessas montagens, cada um empurra Francisco para o colo do oponente.

Os próximos dias prometem ser tensos.

A primeira grande vítima dessa guerra deve ser a própria verdade.

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Categoria(s): Eleições 2016 / Política
  • Repet
quarta-feira - 31/08/2016 - 09:51h
Mossoró

Insulina não tem previsão de chegar, mas promessa vem antes

O drama da distribuição da insulina em Mossoró continua. Em grupos de WhatsApp (rede social na Net) em Mossoró, familiares e doentes compartilham o drama.

Em mensagem postada à noite de ontem (30 de Agosto de 2016), colhemos uma especialmente dramática.

Veja abaixo:

Boa noite!

Hoje pela manhã liguei mais uma vez para saber das insulinas, e a resposta de sempre: “Está em falta Lantus e Humalog, sem previsão de chegar.”

E por coincidência hoje mesmo ao meio-dia, ouvi o senhor prefeito na rádio falando de suas propostas, dentre elas, falou sobre a questãoo das insulinas, falou que a partir do próximo ano será mais cômodo para os usuários, pois iremos receber as insulinas em nossas próprias residências.

Isso é uma piada????

Agora que é época de campanha eleitoral está faltando para irmos pegar, imagine como será para receber em casa!!!

Nota do Blog – Conversei agora pela manhã com uma pessoa que utiliza insulina Lantus. Ela relatou que ao lado de outras amigas faz ‘vaquinha’ para comprar a insulina para doentes com situação financeira extremada em bairros da periferia, numa corrida contra a morte.

Daqui, seguem nossos apelos também para que o Governo do Estado também assuma suas responsabilidades, cumpra seu papel.

A Prefeitura deveria emitir nota pública, oficial, assinada pelo prefeito e secretária da Saúde, falando sobre o problema e cobrando o Governo do Estado para cumprir sua parte.

A conveniência politiqueira criminosa pode levar dezenas de pessoas, crianças e adultos, à morte.

Como dói ter que continuar narrando esse drama que nunca tem fim, que nunca tem solução. Enoja. Revolta.

Há anos tem sido assim… entra Governo, sai Governo.

Pobre Mossoró!

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Categoria(s): Saúde
terça-feira - 23/08/2016 - 11:54h
Faz-de-conta

“Pesquisas” para todas as vontades são espalhadas na Net

Em redes sociais na Internet, principalmente no aplicativo WhatsApp (o popular Zap-Zap, abrasileirado), segue uma guerra de informação e principalmente desinformação em relação à imberbe campanha deste ano em Mossoró.

A principal notícia é “pesquisa”. Cada um tem a sua e seus números, mas ninguém publica oficialmente, o que exigiria registro de todos os dados técnicos perante a Justiça Eleitoral.

Para pesquisa falsa, sempre afirmo: “o remédio é pesquisa verdadeira”.

Que apareça o primeiro com a verdadeira.

Até aqui, fica valendo uma verdade: cada um divulga a ‘pesquisa’ que lhe convém.

Particularmente, nenhuma merece crédito desta página.

Cuidado com a Justiça Eleitoral, gente!

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Categoria(s): Eleições 2016 / Política
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segunda-feira - 11/04/2016 - 17:35h
Hoje

Temer vaza ‘sem querer’ áudio antecipando impeachment

O vice-presidente Michel Temer afirmou em uma mensagem gravada distribuída para integrantes do PMDB que é preciso “um governo de salvação nacional”. Segundo ele, o momento exige a “pacificação” e a “reunificação” do país.

De acordo com a assessoria de imprensa da Vice-presidência o áudio é um “ensaio” de Temer para o caso de o impeachment da presidente Dilma Rousseff vir a ser aprovado na Câmara. Conforme a assessoria, a gravação da mensagem foi uma “preparação” de Temer, que acabou divulgada “sem querer” para um grupo de Whatsapp.

Principais pontos

Na gravação, Temer disse que:
– Manterá programas sociais como Bolsa Família, Pronatec e Fies
– Diz que é preciso um governo de “salvação nacional”
– Defende diálogo entre os partidos
– Afirma que a Câmara decide por “votação significativa” declarar a autorização para a instauração de processo de impeachment
– Afirma que o processo de impeachment no Senado será longo

‘Reunificação do país’

“A grande missão, a partir deste momento, é a pacificação do país, a reunificação do país, é o que eu repito, o que venho pregando, como responsável por uma parcela da vida pública nacional. Devo dizer também que isso fica para – aconteça o que acontecer no futuro – um governo de salvação nacional e união nacional”, declarou Temer.

Temer inicia a gravação afirmando que se dirige ao povo brasileiro sobre alguns temas que devem ser “enfrentados” por ele. O vice-presidente destaca que deve ter “muita cautela” porque há um mês se recolheu para não “aparentar” que estaria trabalhando para ocupar o lugar da presidente Dilma.

Ao dizer que foi procurado por “muitos que estão aflitos” com a situação do país, o peemedebista monta sua fala com base na eventual aprovação do impeachment de Dilma.

Saiba mais AQUI.

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Categoria(s): Política
terça-feira - 21/04/2015 - 22:48h
WhatsApp

Uma “Questão política”

Criado pelo jornalista Alex Medeiros à noite passada, o grupo “Questão Política”, que funciona como um fórum de debates virtual, transformou-se num instantâneo sucesso.

Por lá, no aplicativo WhatsApp, jornalistas, advogados, empresários, desportistas, políticos, médicos, servidores públicos etc. abrem o bico e discutem da política internacional à paroquial.

O tititi está só começando.

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Categoria(s): Comunicação / Política
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sábado - 24/01/2015 - 10:57h
Comportamento

A vida corre solta no mundo virtual do “WhatsApp”

As redes sociais na Web continuam efervescentes. E de lá, o mundo virtual, para o cotidiano da vida real, é um passo.

Bom exemplo é a febre dos grupos de “WhatsApp”.

Esse aplicativo usado em smartphones e que agora também pode ser instalado em computadores fixos, tem sido febre mundial com utilização de plataforma multimídia (texto, áudio, vídeo/fotos/ilustrações etc.)

Os grupos são formados conforme os interesses comuns. Funcionam como guetos de convivência virtual, que juntam pessoas dos mais variados matizes e lugares.

Podem ser compostos por familiares, companheiros de trabalho, torcedores de um clube de futebol etc.

Mas também é importante saber administrar o próprio uso dessa modalidade de rede social. O perigo, é não perceber o tempo ser consumido fora do seu foco diário de atividade profissional, familiar e até a direção de  um carro no caótico trânsito das médias e grandes cidades.

Se trabalho e lazer se confundem, certamente o que nasceu para ser útil vai se tornar um peso perigoso.

“Os Coxinhas” garantem que dividem bem essa dualidade entre compromisso e o entretenimento lúdico.

Formado por uma ‘ruma’ de amigos de Mossoró, o grupo Os Coxinhas é um caso típico de grupo no WhatsApp.

Foi criado como uma espécie de “terapia desocupacional”. O nome vem de um personagem de humor apresentado pela TV Diário de Fortaleza (CE).

No mundo online, os participantes do grupo convivem com a transferência do que são no plano real, em carne e osso. Todos são pedra e vidraça na “guerra” de gozações.

A ordem é zoar de qualquer um ou de todos os componentes da confraria cibernética.

Engenheiros, estudantes, empresários, advogados, políticos, farmacêuticos, médicos, servidores públicos e gente de outros setores profissionais e sociais mantêm o grupo em permanente atividade.

São 100 membros, limite do WhatsApp. Por lá, todos os assuntos podem entrar em pauta, com bom humor – principalmente.

O sério não é descartado, mas não chega a ser prioridade. A versão vale mais do que o fato.

Mas hoje (sábado, 24) em Tibau, eles vão sair da “clausura” em que vivem na  infinita infovia das redes sociais. Sem largarem o teclado dos smartphone, que fique bem claro.

Está confirmada a resenha “Coxa Beach” no Condomínio Alto da Praia, que começará ao meio-dia.

Por lá, a musicalidade de David Almeida, comes e bebes, além de muita zoeira.

Saiba mais sobre o WhatsApp AQUI.

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Categoria(s): Comunicação / Gerais
quinta-feira - 24/07/2014 - 23:39h
Eleições 2014

Covardia não perdoa filhos em campanha nas redes sociais

Por Bruno Barreto (O Mossoroense)

A campanha está bem tranquila nas redes sociais no Rio Grande do Norte.

Temos até mais discussões sobre a disputa presidencial.

Já nos grupos de WhatsApp a situação é diferente.

São muitos áudios com baixarias contra os ex-candidatos.

A covardia não perdoa nem os filhos.

Nota do Blog – Lamentável, Brunão.

Mas esses doentes, desprovidos de caráter, amparados na covardia, pensam que estão  protegidos pelo anonimato e acreditam que nas redes sociais podem tudo.

Aguardemos.

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Categoria(s): Política
  • Repet
quarta-feira - 09/04/2014 - 10:15h
Mossoró sem jeito...

Redes sociais voltam a ser usadas a baixarias e leviandades

Muita gente pensa que o uso de rede social privada, como o WhatsApp, à promoção de agressões e outros excessos, não é passível de punição.

Alto lá!!

Aconselho-os, com base em informações privilegiadas, à moderação.

Estamos em outra campanha, para um pleito suplementar em Mossoró, em que vícios da anterior parecem renovados. Não aprenderam ainda a lição.

Mesmo apagando os textos, montagens escatológicas etc., o sistema conserva dados. Deixa rastros à polícia, Ministério Público e Justiça.

Tive acesso a alguns registros “assinados” por pessoas que eu imaginava equilibradas, socialmente civilizadas, capazes de conviverem entre diferentes. Ledo engano. Vi também postagens de alguns reincidentes em molecagens.

Mesmo após a anulação de um pleito municipal (caso de Mossoró), cassação e afastamento de uma prefeita (Cláudia Regina-DEM) e inelegibilidade da principal adversária (Larissa Rosado-PSB), as baixarias e leviandades não param.

Torço, sinceramente, que o inferno desabe sobre quem insiste em promover ódio, rancor e outros sentimentos doentios, em nome de seus interesses.

Como eu e filhos/mãe (já falecida) fomos vítimas desse tipo de gente, sei a dimensão da covardia dessa horda.

O mal sempre volta à mão de quem o arremessa. Lei de causa e efeito.

Ah, um detalhe: quem repassa mensagens ofensivas é cúmplice, sujeito às sanções da lei e da eventual fúria de ofendidos.

Aguardem notícias.

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Categoria(s): Comunicação / Política
segunda-feira - 24/02/2014 - 11:15h
Comunicação

Aplicativo ‘WhatsApp’ terá recurso de chamada de voz

O Globo Online

BARCELONA – As dúvidas em torno do futuro do WhatsApp após a compra do aplicativo pelo Facebook começaram a ser sanadas nesta segunda-feira, quando o Jan Koum, cofundador e diretor executivo do serviço de troca de mensagens subiu no palco da Mobile World Congress, em Barcelona, e anunciou a próxima novidade: chamadas por voz.

John Koum: ampliando mercado (Agência Reuters)

Koum aproveitou a ocasião para informar que o ‘app’ conta hoje com 465 milhões de usuários, contra 450 milhões na semana passada, quando a companhia foi adquirida pelo Facebook em negociação envolvendo US$ 19 bilhões.

– Somos movidos pela missão de que as pessoas devem ser capazes de manter contato em qualquer lugar e de forma acessível. Nosso objetivo é estar em cada telefone celular do mundo – afirmou Koum.

Atualmente, o WhatsApp permite o envio de pequenas mensagens de áudio. O lançamento das chamadas por voz, prevista para o segundo trimestre do ano, coloca o aplicativo como concorrente direto do Skype, da Microsoft, e Viber, comprado recentemente pela japonesa do comércio eletrônico Rakuten.

Usuário final

A companhia também anunciou parceria com a operadora E-Plus para o lançamento de serviços com a marca WhatsApp no mercado alemão.

– Nós estamos trabalhando com operadoras em mercados estabelecidos para levar valor ao usuário final – disse Koum.

Sobre o que acontecerá com o aplicativo após a aquisição ser concretizada, Koum foi direto:

– Não há mudanças planejadas e vamos continuar a fazer o que nos propusemos, mesmo após a aquisição ser concluída – afirmou. – Ainda sem publicidade.

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Categoria(s): Comunicação
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quinta-feira - 20/02/2014 - 14:11h
Negócios e tecnologia

Fundador do ‘Whatsapp’ foi rejeitado de emprego em 2009

Do portal G1

Brian Acton, cofundador do aplicativo de mensagens WhatsApp, é a mais nova prova de que o mundo dá voltas. Em 2009, após deixar o Yahoo, Acton postou em seu perfil no Twitter que havia se candidatado a uma vaga de emprego no Facebook, mas que não foi chamado.

Na quarta-feira (19), quatro anos depois, sua empresa foi comprada pela rede social por US$ 16 bilhões.

“O Facebook me rejeitou”, disse Acton no tuíte de agosto de 2009. O WhatsApp seria fundado no mesmo ano. “Foi uma grande oportunidade de se conectar com pessoas fantásticas. Ansioso para a próxima aventura da vida”. A aquisição do WhatsApp é a maior do site de Mark Zuckerberg.

O valor de US$ 16 bilhões da transação também é o mais alto já pago por um aplicativo para smartphones desde que o Facebook comprou o Instagram em 2012. Na época, a rede social desembolsou US$ 1 bilhão.

O acordo também prevê um pagamento adicional de US$ 3 bilhões aos fundadores e funcionários do WhatsApp, que poderão comprar ações restritas do Facebook dentro de quatro anos. Além disso, o presidente-executivo e cofundador do WhatsApp, Jan Koum, tomará lugar no conselho administrativo do Facebook.

Para acalmar a legião de usuários preocupados com a aquisição, Zuckerberg tratou de dizer que não pensa em mudar a fonte de receita do app “nos próximos anos”.

Atualmente, o WhatsApp não mostra nenhum anúncio e pode ser baixado gratuitamente em todas as plataformas. No entanto, o aplicativo passa a cobrar uma assinatura anual de US$ 1 após o primeiro ano de uso.

“Baseado em nossa experiência, acreditamos que o WhatsApp irá passar a marca de 1 bilhão de usuários nos próximos três anos”, afirmou Zuckerberg durante a conferência em que comentou o negócio.

Nota do Blog – Vida, louca vida.

Se não fosse assim, não seria vida.

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Categoria(s): Comunicação / Economia
quinta-feira - 19/12/2013 - 10:41h
Ora, ora!

Patrulha pressiona comissionados à exoneração “solidária”

Pernicioso, abjeto e cretino o patrulhamento e pressão que estão exercendo sobre servidores comissionados da Prefeitura de Mossoró, remanescentes da gestão da prefeita cassada Cláudia Regina (DEM).

Vi hoje com melhor nitidez.

Os comissionados que não pediram exoneração ou foram demitidos pelo prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD), passaram a ser sitiados.

Cobra-se “solidariedade” deles aos que saíram e à própria prefeita afastada. Parece um movimento articulado, não sei se politicamente organizado.

Em redes sociais fechadas (como sistema virtual Whatsapp) ou abertas ao público (Facebook etc.), a intimidação ganha dimensão de patologia psicótica coletiva.

Esses são postos de confiança no serviço estatal, geralmente indicados por alguém que ocupa um mandato eletivo e cujos direitos são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). São funções de caráter provisório destinado às atribuições de chefia, direção ou assessoria que podem recair ou não sobre um servidor público.

Pedir exoneração deve ser uma decisão pessoal, de livre arbítrio. Outra “saída”, é a exoneração por vontade do governante de plantão.

O Blog apurou que o prefeito não está promovendo perseguições e demissões em massa, desempregando por interesse politiqueiro ou sadismo, quem fora nomeado por Cláudia Regina.

Quem estiver sendo pressionado, indevidamente, reaja com vigor e todas as forças dos seus pulmões.

Quem vai pagar suas contas? A prefeita afastada? Os que lhe pressionam com discursos moralistas?

Ora, ora!!

Se existe a certeza de que Cláudia Regina vai voltar ao governo, por que pedir demissão? Aguarde-a.

Fique por aí mesmo, trabalhe com denodo e faça por merecer a confiança do novo prefeito ou dela, em caso de retorno.

Quem pediu o “boné”, boa viagem e obrigado pelo trabalho em prol da coletividade.

Quem ficou, saiba que sua função gratificada é de confiança de quem o nomeou, mas acima de tudo é oportunidade para que possas servir à coletividade.

Ora, ora!!

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Política
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