
Antenor Roberto (vice-governador eleito em 2018, com rosto encoberto), Fátima e Ezequiel em 2019, posse dos governantes para primeiro mandato da petista (Foto: arquivo)
A guinada à direita do deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) – veja AQUI, o coloca em posição diametralmente oposta à governadora Fátima Bezerra (PT). A aliança entre ambos vem (vinha) desde o segundo turno das eleições de 2028. Não existe rompimento, mas escolha que a própria campanha eleitoral simplificará.
E não foi por falta de diálogo e muita negociação, que o deputado-presidente da Assembleia Legislativa do RN (ALRN) se movimentou noutra direção. Tentar, Fátima tentou. Mas não conseguiu mantê-lo próximo. Ezequiel é de Álvaro Dias (PL), pré-candidato bolsonarista ao governo.
Houve inclusive um momento das tratativas, que foi oferecido a Ezequiel Ferreira um partido para chamar de seu – o PSB, um deles – e reforço de pelo menos dois deputados estaduais à sua nominata. Eram pretensões do parlamentar, que Fátima Bezerra topou. Porém, nada foi fechado.
Pesou na escolha de Ezequiel Ferreira, a disponibilidade do senador Styvenson Valentim (PSDB) em garantir que ele continuasse no comando partidário, principalmente após o desastre da quase filiação do deputado ao Republicanos. O partido rodou, rodou e terminou nas mãos do pré-candidato ao governo Alyyson Bezerra (UB) – veja AQUI e AQUI, deixando Ezequiel Ferreira embaraçado. O PSDB virou uma solução salomônica, seguindo nas mãos do deputado.
Sem esse peso-pesado da política potiguar, a governadora contabiliza mais problemas para inflar eleitoralmente seus pré-candidatos majoritários – Cadu Xavier (PT) ao governo e vereadora Samanda Alves (PT) ao Senado.
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