Bom dia, jornalista Carlos Santos.
Notadamente, à noite de ontem, 31/07, foi dramática para os moradores do conjunto Walfredo Gurgel (Mossoró) e adjacências, pois dois crimes ocorreram: o homicídio de um rapaz (estudante Williano Galdino Soares, de 27) que residia próximo à Escola Estadual Aída Ramalho, por volta das 18:30 e tomei conhecimento de que mais tarde, aproximadamente às 20:30 um assalto, onde tomaram uma motocicleta de um rapaz que chegava a sua casa, no bairro Dom Jaime Câmara, próximo à Secretaria de Serviços Públicos.
Gostaria que você nos ajudasse, clamando às autoridades públicas, por meio deste veículo de comunicação, que reforcem o patrulhamento naquela área do grande Alto de São Manoel.
Ficamos amedrontados, em pânico, ao presenciarmos o avanço da criminalidade e da violência!! De fato, nossas famílias estão vulneráveis a ação desses marginais!
Queremos a polícia mais presente nos bairros, ao menos para intimidá-los!!
Kalina Machado.
Nota do Blog – Apelo feito, Kalina. Na verdade, o clamor salta de todos os lados.
O Estado não tem homens suficientes para o trabalho de prevenção e repressão à violência, falta polícia técnica, perícia, veículos etc.
O trabalho que é feito exige um esforço sobre-humano de policiais e seus comandantes.
A sociedade precisa colaborar tomando suas próprias providências preventivas, denunciando (anonimamente) criminosos etc.
Mas é claro que tudo está muito difícil.























Carlos
Em cima de seu comentário.
Sábado passado, por volta das 17,10h, aqui na minha rua – Des. Silvino Bezerra ( rua do Motel Ellos). Uma moto foi tomada de assalto. Chamamos a polícia, que quase não veio. Como tenho câmara de segurança, chamei os policiais para verem o assalto. Três pessoas numa carroça e um de bicicleta. O policial olhou a gravação e disse: Tá dificil indentificar. Retruquei – A polícia tem como aproximar e melhorar a visibilidade. A gravação está à disposição da mesma por 17 dias.
Ele agradeceu e foi embora.
Fizemos a nossa parte.
É a seguanda moto em 20 dias tomada de assalto na mesma rua e pelas mesmas pessoas. A primeira gravação já venceu.
Como você diz. TÁ DIFÍCIL.
Carlos,
Janduís, encravado no médio oeste potiguar está passando por essa crise. O correio local foi assaltado em um período de dez meses quatros vezes e o último aconteceu terça feira (31/07), sem que o policiamento local esbanjar-se qualquer reação. Motivo: A única viatura está em manutenção. Todos estão perguntando: por que o governo do estado não coloca imediatamente outro veiculo para tentar manter a ordem naquele município? Desmando ou incompetência?
Caro Carlos;
Pegando carona no justo clamor da Kalina, sem querer ser pessimista, me aventuro a dizer o seguinte: Todo mundo tem seu meio de vida e, o de assaltante, é assaltar. Faz isso, não tenho dúvidas porque é mais fácil ganhar dinheiro assaltando do que trabalhando, então, se se pôe em onibus botões ocultos para dificultar a vida dos assaltantes, tudo bem e até acredito que funcione, mas o assaltante que encontrar a dificuldade em assaltar um ônibus, vai procurar outro tipo de cliente e assaltará de outro modo em algum outro lugar. No caso de Kalina, se se reforçar a estrutura policial no grande Alto São Manuel, com certeza em algum outro lugar alguém pagará o pato. Digo isso apenas para que os responsáveis pela segurança dos cidadãos do nosso estado considerem esta variavel nos seus futuros planejamentos. Resumindo, assaltante vive de assaltar e se houver dificuldade em algum canto, com certeza, o crime somente mudará de endereço e oportunidade.
Nilson
A culpa é do pressidio Federal, quem falou isso foi a governadora Rosalba.Quando os Rosados falam alguma coisa em Mossoró passa a ser lei.
Prezado Carlos Santos
Depois do que aconteceu com o meu filho – por está na hora errada, com as pessoas erradas e fazendo coisa errada, foi executado pela polícia, ele foi assassinado pela polícia quando participava de um assalto – muitos pais se aproximaram de nós para falar de suas angústias, tristezas, vergonhas, relatarem casos de envolvimento de seus filhos com drogas, uns como usuários, outros como usuários e servindo ao tráfico, outros endivididados com o tráfico,na marginalidade. Alguns desses pais desesperados e sem saber o que fazer, uns relataram que só se aproximaram da gente para falar sobre a sua situação devido o que aconteceu conosco e a forma com q temos enfrentado essa tragédia. Um desses pais, disse-nos q tinha vergonha de falar sobre o q estava acontcendo. Não é fácil, sei, mas não têm de ter vergonhar de falar sobre essas coisas. Nossos amigos, familiares sabiam o que vinha acontecendo, sem eles a coisas ficariam mais difícil, desesperadora. Precisamos buscar ajuda. Só, somos incapazes de enfrentar essa grave mazela que afeta as nossas famílias e que nenhuma família está imune. Da favela aos condomínios de luxo, passando pelos que moram no asfalto. O meu filho não foi o primeiro a entrar para esse mundo, quem não sabe de outras hitórias de jovens, inclusive em situação social muito mais confortável do que a nossa? felizmente seus pais tiveram mais sorte do que nós, seus filhos tiverem tempo de refazerem suas vidas. Outro me contara da situação passada com o seu filho, idêntica a do meu filho, hoje, o seu filho, depois de pagar pelo que fez é um empreendedor. No domingo último do acontecido, antes de sair para Natal – onde faço uma pós graduação – dirige-me ao quarto do meu filho beijei-o e disse-lhe, conforme já combinado com ele que o estaria esperando na quinta feira, em Natal. Ele iria morar e retornar seus estudos em Natal, morando comigo, voltou a dizer que iria. Infelizmente ele não teve tempo de cumprir o prometido. Penso que os
os pais que sempre se preocuparam em dar o melhor para seus filhos, nas melhores ou mesmo em situação de dificuldades, não têm por que sentir vergonha de um ato errado – por pior que seja – praticado por seus filhos, temos que lutar com tudo que tiver ao nosso alcance, buscar ajuda junto a família e aos amigos, não podemos nunca desistir deles, temos que continuar insistindo que o caminho do bem é o unico. Sempre digo para meus filhos: os seus melhores amigos sempre serão seus pais, vcs podem terem amizades com um branco, um negro, um pobre, um rico, um feio, um bonito, um gordo, um magro, um religioso, um ateu, só não quero que façam ou andem com pessoas envolvidas com coisas erradas. Um nos ouviu, o outro não. nunca orientei,nem acobertei nada de errado. Eu e minha esposa,vez por outra, perguntamo-nos: o que passa na cabeça desses jovens? Eu pergunto aos meus amigos comentaristas – todos meus estimados conhecidos – O que passa na cabeça desses jovens? Por que todos são tão jovens? O que levam a fazer essa opção? estão sós? se sim, a situação é muito mais grave. Se não, Por que os que estão por trás estimulando-os, ameaçando-os, não são identificados ou executados como a maioria tem sido? Senhores, sabemos que – por exemplo – na saúde os estudos indicam que a maioria dos problemas da saúde se resolvem na atenção básica, os nossos políticos fazem ouvidos de mercador e continuam prometendo hospitais e mais hospitais. Mas, sabemos porque eles se comportm assim: ficam mais fácil de trocar um voto por um atendimento. Se investissem na atenção básica reduziriam a dependência dos hospitais, assim a maioria deles não sobreviveria, na política. E a Segurança? Os estudos indicam um quadro por demais preocupante: a nossa população está envelhecendo, se fosse somente pela melhoria das condições de vida – que vem ocorrendo, ótimo – mas, pasmem, as mortes no trânsito e os homicídios de jovens está contribuindo, comprometendo, inclusive o futuro mercado de trabalho.É isso mesmo. A saída é continuarmos a canalizar a nossa revoltar apaludindo, regozijeando quando a “nossa brava polícia” executa ou mata “em legítima defesa” esses “monstros”, “perigosos bandidos”, “assaltantes”? Não tem outro caminho? Tem que ser assim? Vcs viram na TV, esta semana, um policial dando um tiro no pé de um desses “perigosos bandidos”, que aliás estava imobilizado. Sabe qual foi a versão para a mesma tv: que “o perigoso bandido” tentou contra a vida deles. O que quero dizer com isso, nessa história: as vezes fica difícil identificar quem é o mocinho ou o bandido, muitas das vezes eles se confundem, são a mesma pessoa. Muitas das armas encontradas nas mãos desses “monstros” são de uso privativo da polícia, como eles têm acesso? Conclusão: estamos num fogo cruzado. O que pode ser feito 1ª) ampliar as oportunidades à nossa juventude, fortalecendo e fazendo opção por políticas públicas inclusivas; 2ª) Modificar a legislação: se cometeu um erro – por menor que seja – tem que ser punido imediato. A sensação de impunidade não é um estimulo à violência? 3ª) refundar o sistema de segurança, ele foi feito nos países ricos para tirar os pobres das ruas No Brasil, quem é que vai para a cadeia? Vejamos, o “bom moço de gravata” esquece e por reiteradas vezes coloca o dinheiro público – que ele manuseia, em nome do povo que o confiou – em sua própria conta ou de um “amigo” e o usa m benefício próprio. O que acontece com esse “anjo”, a justiça manda ele devolver – o que nem sempre acontece – e o deixa livre. Será que isso não alimenta a violência? Quando um desses “perigosos bandidos” rouba, assalta, infelizmente, até mata um homem de bem, um pai de família ou mesmo coincidentemente um desses de “gravata” o que acontece? as estatísticas diz que um número expressivo desses, não têm um nova oportunidade. Esse é o nosso sistema de segurança. Não devemos perder as esperanças, temos que continuar acreditando nos homens e mulheres de bem que ainda existem nas nossas instituições. O debate é muito mais profundo, perdi um filho para um modelo fracassado de segurança. O melhor remédio para essa violência, no imediato sermos rigorosos, tem que serem punidos, dentro da lei. Aproveitem q estamos diante de uma oportunidade de escolhermos os nossos futuros representantes para o executivo e legislativo, não temos outros, são só esses cinco. Sejamos rigorosos com eles, vamos dizer o que pensamos: O município pode ajudar a melhorar esse quadro: Vamos botar essa criançada para a sala de aula, para o esporte, vamos ocupar o seu tempo o tempo todo. Um abraço aos amigos comentaristas e ao blog, desculpe-me tava precisando.