Nos últimos dias, setores da imprensa da capital têm espalhado que o vice-governador Walter Alves (MDB) estaria decidido a não tomar posse na governança, no início de abril do próximo ano, em substituição à governadora Fátima Bezerra (PT), pré-candidata ao Senado.
É verdade, mas não se trata de algo irreversível.
A questão é delicadíssima e guarda dois pontos muito delicados: a governabilidade e o futuro de “Waltinho” e seu grupo.
Pegar o Estado com o legado deixado por Fátima Bezerra é ouro de tolo, nas atuais circunstâncias e naquilo que é-lhe reservado para pouco mais de oito meses de administração.
O Estado é um trem desgovernado no aspecto fiscal e esse sinistro explodirá em suas mãos.
Outro aspecto, derivado do primeiro, é que o seu grupo praticamente fenecerá com o fim do mandato-tampão de governador, caso resolva assumir o cargo. Fim da linha.
Isso tudo está sendo pensado e pesado.
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