Como não sou adepto da "teoria da conspiração" nem adoto a "síndrome do retrovisor" para justificar meus erros e fracassos, sigo em frente.
Essas duas estratégias são comuns às pessoas que não admitem as próprias falhas, temem um mergulho no seu "eu" e adoram transferir culpas.
Toda ação corresponde a uma reação. Parado estamos de algum modo agindo. Portanto, fomentamos algum tipo de efeito.
Na política e na vida pessoal é assim.
Eu sou o resultado do que faço, mas também do que espero acontecer. Sou a soma dos meus medos e coragem. Ação, reação; avanço, omissão.
Um bom começo para alterar a história é admitir: "Só sei que nada sei". Socratiano.
Para ser feliz ou infeliz, basta muito pouco. Aqui no sertão se diz que é coisa assim de uma "peinha de nada".

























