“As únicas pessoas com as quais você deveria tentar ficar quite são aquelas que o ajudaram.”
John E. Southard
Jornalismo com Opinião
“As únicas pessoas com as quais você deveria tentar ficar quite são aquelas que o ajudaram.”
John E. Southard
O deputado estadual Gustavo Carvalho (PROS) apresentou requerimento na Assembleia Legislativa solicitando ao governo do Estado, através do DER, a pavimentação asfáltica da estrada que liga o Município de Felipe Guerra a Caraúbas.
“É uma antiga reivindicação da comunidade, que vai facilitar e reduzir os custos de escoamento das suas atividades produtivas e impulsionar o desenvolvimento da região”, explica o deputado.
A pavimentação asfáltica da estrada que liga Felipe Guerra a Caraúbas, numa extensão aproximada de 29 Km, cria uma perspectiva real para impulsionar a atividade turística, além de permitir uma maior e melhor mobilidade das populações desses municípios, beneficiando a população de todo o Médio Oeste potiguar.
Com informações da Assessoria de Imprensa de Gustavo Carvalho.
Música, lazer, cultura e gastronomia vão estar presentes no próximo domingo (31) no lançamento de um novo formato para o projeto cultural Domingo Melhor, feito em parceria pela Assembleia Legislativa e o Sistema Fecomércio RN. O projeto vai levar atrações musicais, espaço gastronômico e lazer para a população a partir das 14h, ao lado da Praça André de Albuquerque.
“O projeto Domingo Melhor garante entretenimento à população de forma gratuita onde crianças e adultos poderão aproveitar o espaço de lazer durante todo o domingo. Com esse e outros projetos, como a Assembleia Cidadã e a Cultural, a casa legislativa cumpre também o seu papel social de estar sempre ao lado das pessoas”, destacou o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira.
O presidente do Sistema Fecomércio, Marcelo Queiroz, destaca o novo formato do evento. “Realizamos com muito sucesso o Domingo Melhor até há cerca de dez anos. Esta retomada, em um formato mais amplo e em um local totalmente aberto ao público é nossa maneira de voltarmos a interagir com o público natalense de forma mais direta em um evento que reúne várias vertentes nas quais atuamos com o Sistema, como lazer, gastronomia e cultura. Eu diria que é um presente que nós e a Assembleia Legislativa estamos dando à cidade”, diz Queiroz.
O Domingo Melhor vai contar com apresentações artísticas, oficinas de artesanato, praça de alimentação no estilo de comidas de rua e recreação infantil. A atração nacional fica por conta de Nando Cordel, que sobe ao palco a partir das 18h. Além de atrações que fazem parte da Assembleia Cultural, como Ivan do Monte e Fernanda Azevedo.
A TV Assembleia além de promover o evento, irá transmitir ao vivo a programação cultural e fará flash ao vivo durante todo o domingo. “A parceria com o Sistema Fecomércio viabilizou a retomada desse projeto de sucesso, para que pudéssemos trazer à cidade uma ação que une cultura e lazer”, destaca o diretor da TV, Bruno Giovanni.
Com informações da AL.
Os interrogatórios dos 11 réus da ação penal 0001904-11.2014.4.05.8400, que ficou conhecida como “Operação Assepsia, começarão amanhã, às 9h. O Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara, definirá a ordem do interrogatório.
Na manhã desta quarta-feira (dia 27 de maio) foram ouvidas duas testemunhas de defesa e outras seis foram dispensadas. Para a tarde de hoje estarão previstos dez depoimentos de testemunhas.
Nesse processo, o Ministério Público Federal denuncia um suposto esquema de corrupção que teria ocorrido na Secretaria de Saúde da Prefeitura de Natal, durante a gestão da então prefeita Micarla de Sousa.
Esta ação tem os seguintes acusados: MICARLA ARAÚJO DE SOUSA WEBER, BRUNO MACEDO DANTAS, ALEXANDRE MAGNO ALVES DE SOUZA, , THIAGO BARBOSA TRINDADE, FRANCISCO ASSIS ROCHA VIANA, CARLOS FERNANDO PIMENTEL BACELAR VIANA, THOBIAS BRUNO TAVARES, ANNIE AZEVEDO DA CUNHA LIMA, ANNA KARINA CAVALCANTE DA SILVA, MIGUEL HENRIQUE OLIVEIRA WEBER e ANTÔNIO CARLOS SOARES LUNA.
Com informações da JFRN.
A direção da Penitenciária Estadual de Alcaçuz não poderá mais receber presos, até que a lotação esteja dentro do máximo permitido. A determinação vem por meio da portaria 001/2015, assinada pelo juiz José Ricardo Arbex, que integra a comissão de magistrados.
Essa comissão foi destacada para agir em um mutirão voltado à Execução Penal, no município de Nísia Floresta, onde se localiza o presídio que continua em funcionamento, mas sob interdição parcial.
“Determinamos isso por uma questão de segurança pública, pensando na coletividade. A situação em Alcaçuz já passou do limite. É um barril de pólvora, que, se ‘explodir’, é a população que vai sentir”, justifica o juiz, que também fixou multa de mil reais por detento que seja recebido na unidade sem a autorização judicial.
MPRN
A interdição é resultado de um requerimento feito pelo Ministério Público do RN (MPRN).
“Não temos como autorizar a entrada de mais nenhum detento no local. O Judiciário não pode mais fazer o papel do executivo. O Governo deve construir penitenciárias o mais urgente possível. Para onde serão levados esses novos presos não saberemos dizer. Caberá ao Poder Executivo”, enfatiza o magistrado.
Segundo Arbex, o último relatório obtido pela comissão de juízes identificou que o presídio está com quase mil detentos, quando a lotação máxima é de 620 e, de acordo com o juiz, nesta semana, mais 30 detentos seriam levado a Alcaçuz. “Não temos como dar com exatidão a lotação atual, porque havia o recebimento de presos constantemente. Sem falar nos presos provisórios, que chegam a 20 no momento”, alerta o magistrado.
De acordo com Arbex, a meta é que esse quantitativo excedente seja reduzido por meio do mutirão de juízes que pretendem dar celeridade a processos de presos que, por exemplo, já tem direito à progressão penal. “No mais, queremos crer que o Estado fará o seu papel”, define o magistrado.
Com informações do TJRN.
Através da rede social WhatsApp, dirigindo-se diretamente ao editor desta página, a vereadora Izabel Montenegro (PMDB) afirma que não está na liderança da bancada do Governo do prefeito Francisco José Júnior (PSD). Aponta o vereador Manoel Bezerra (DEM) com esse papel.
Entretanto reitera apoio ao prefeito e ao Governo, assinalando que o momento é realmente de “ajudar.”
Afirma que chegou a ser convidada, mas não aceitou a missão.
De qualquer modo, “acho que o momento é de ajudar e não satanizar”, destaca a vereadora.
Izabel Montenegro comenta que tem dado “apoio administrativo ao prefeito, pois ele sabe que sou partidária e acompanho sempre o meu partido em seu palanque.”
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Nesses tempos que continuam bicudos para o erário do Governo do Estado do RN, bem que o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), entidade técnica ligada ao movimento sindical, poderia ser convocado para novas explicações sobre as contas públicas. Seria interessante.
Ano passado, a entidade causou polêmica e bate-boca no campo técnico com o Governo Rosalba Ciarlini, garantindo que a crise do Estado era fantasiosa. O supervisor técnico da instituição, Melquisedec Moreira, mostrou números e afirmou que eles desmentiam a versão de “desequilíbrio fiscal” que o Governo apresentava.
O mesmo desabafou a coordenadora do Sindicato dos Servidores da Saúde, Rosália Fernandes, garantindo que havia dinheiro em caixa. “Não há motivo para que o Governo trate o funcionalismo público de uma forma tão ruim”, acrescentou ela.
Como de lá para cá pouca coisa mudou, vale apena lembrar trecho de uma reportagem d´O Jornal de Hoje, do dia 18 de novembro de 2014, que trata do assunto:
Segundo o supervisor técnico do Dieese, Melquisedec Moreira, o objetivo do estudo foi realizar um panorama das contas públicas e orçamentárias e fazer um comparativo entre os anos da gestão do Partido dos Democratas (Dem) no Rio Grande do Norte. E que, por exemplo, em 2013, a receita corrente do Estado foi de mais de R$ 9,9 bilhões e que, retirando todos as deduções e repasses mensais e ainda o pagamento da folha de pessoal, o saldo foi de pouco mais de R$ 631 milhões na conta estadual, o que desmente a versão de “desequilíbrio fiscal” apontado pela administração como o causador da crise que o RN vem enfrentando em áreas essenciais, como Saúde, Educação e Segurança Pública.
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“Esse estudo é importante porque mostra que não há desequilíbrio financeiro como a atual governadora sustenta, para explicar o motivo da crise que estamos vivenciando no Rio Grande do Norte. Vimos que as receitas estão crescendo dentro da normalidade, que os gastos com pessoal se mantiveram na média de 48,87% dentro da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e que há dinheiro em caixa. Ou seja, não há motivo para que o governo trate o funcionalismo público de uma forma tão ruim, com o pagamentos em atraso desde o primeiro semestre deste ano”, desabafou a coordenadora do Sindsaúde, Rosália Fernandes.
Sussurra-se. Ninguém exprime opiniões delicadas em público nem se atreve a desabafar em entrevistas.
Mas é fato.
A bancada do prefeito Francisco José Júnior (PSD) na Câmara Municipal de Mossoro está seriamente preocupada com os rumos do Governo.
Seu desgaste pode ser sentido aqui e ali. Em todos os quadrantes sociais, que se diga.
Quem duvidar dessa observação, é só andar, puxar alguma prosa com circunstantes, transeuntes, interlocutores diversos.
Fechado, centralizador, autossuficiente, o Governo patinha em seus próprios erros, mesmo que continue vendo espectros de oposição como culpada de tudo.
– Está difícil defender o prefeito, mesmo tendo muita coisa positiva – diz um vereador que conta com a confiança do Blog, para não ter sua identidade revelada.
Ser líder da bancada, então.
O líder Soldado Jadson (SDD) afastou-se para uma licença que visa formação profissional na Policia Civil.
Passou a peteca para Izabel Montenegro (PMDB), que já foi feroz adversária do governante.
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Presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), constatou que “a Casa não quer mudar nada”.
Isso digo há anos.
Se mudar mesmo, a maioria não volta.
Posição política compreensível, pois quem mudaria algo para colocar em risco sua sobrevivência política?
Seguimos na mesma, mesmos vícios.
Pobre Brasil.
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O presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN), Francisco José Júnior (PSD), foi empossado na tarde desta terça-feira, 26, como 4º vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM). A solenidade de posse da nova diretoria para triênio 2015-2018 aconteceu durante a programação da XVIII Marcha em Defesa dos Municípios, em Brasília.
“A luta em defesa Rio Grande do Norte está sendo reforçada. O Estado ganha agora uma dimensão a nível nacional. Estamos somando forças, fortalecendo os municípios, contribuindo também com o desenvolvimento do país. Muito me honra mais esse desafio, que assumo com responsabilidade e entusiasmo.”, afirmou Francisco José Júnior.
A nova diretoria, que tem como presidente reeleito Paulo Ziulkoski, foi eleita no dia 30 de março deste ano e assume já com inúmeros desafios, com a defesa do novo pacto federativo e a implantação da Rede Municipalista.
“Temos pela frente um grande desafio, que é manter o trabalho de luta que foi realizado nos últimos anos. Os Municípios estão acima de qualquer um de nós, é preciso utilizar essa força nesse momento de dificuldades”, reforçou Marcelo Beltrão, 2º secretário da CNM.
Com informações da Femurn.
A Câmara decidiu nesta terça-feira (26), ao votar a proposta de reforma política, manter o atual sistema eleitoral para escolha de deputados federais, deputados estaduais e vereadores. A manutenção do sistema proporcional de lista aberta se deu com a rejeição de todas as propostas de modificação do modelo votadas no plenário, entre as quais o chamado “distritão”, que era a principal bandeira do PMDB.

Eduardo Cunha sofreu derrotas, apesar de manobra em favor do "distritão" (Foto; O Estado de São Paulo)
Pelo sistema atual, mantido pelos deputados, é possível votar tanto no candidato quanto na legenda. Os votos nos candidatos e na legenda são somados e computados como votos para a coligação.
A Justiça então calcula o quociente eleitoral, que é a divisão do número de votos válidos (sem brancos e nulos) pelo número de cadeiras em disputa.
Quociente eleitoral
O número de votos de uma coligação divido pelo quociente eleitoral determina quantos parlamentares ela poderá eleger. Se uma coligação conquista, por exemo, três vagas, são eleitos seus três candidatos mais bem votados.
Com isso, pode ocorrer de um candidato com uma quantidade expressiva de votos ajudar a eleger candidatos de sua coligação que tenha tido menos votos que concorrentes de outras coligações.
O PMDB, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o vice-presidente da República, Michel Temer, trabalhavam pela aprovação do “distritão”, modelo pelo qual os deputados e vereadores seriam escolhidos em eleição majoritária. Seriam eleitos, assim, os candidatos mais votados em cada estado ou município, sem levar em conta os votos para o partido ou a coligação.
Já o PT fechou questão contra a proposta, o que, pelo regimento interno da sigla, significava que os parlamentares que descumprissem a orientação de votar contra o “distritão” poderiam ser punidos internamente ou até ser expulsos do partido. Apesar dos esforços do PMDB pelo “distritão”, o PT acabou vencendo a disputa e a proposta de alteração no sistema eleitoral foi derrubada.
Não ao distritão
Foram registrados 267 votos contra a emenda que instituía o “distritão”, 210 contra e cinco abstenções. Para aprovar a modificação seriam necessários 307 votos favoráveis, já que se trata de uma proposta de emenda à Constituição. Após o anúncio do resultado, alguns parlamentares gritaram: “Não, não, não, não ao distritão”.
Após a derrubada da proposta de “distritão”, o plenário começou a analisar uma emenda de autoria do PDT que estabelecia o chamado “distritão misto”, em que metade dos candidatos seriam escolhidos por eleição majoritária e a outra metade conforme o quociente eleitoral e a posição na lista estabelecida pelos partidos. No entanto, ao perceber que a proposta seria derrotada em plenário, o líder do partido, André Figueiredo (CE), decidiu retirar a emenda.Com isso, Cunha anunciou a manutenção do atual sistema proporcional de lista aberta.
A derrubada do “distritão” foi interpretada por parlamentares como uma “derrota” de Cunha, já que o presidente da Câmara trabalhou pessoalmente pela aprovação do texto. Para o deputado Índio da Costa (PSD-RJ), vários dos votos contrários ao modelo defendido pelo peemedebista foram uma a resposta à decisão de Cunha de levar a reforma política diretamente ao plenário.
Com essa posição, a comissão da reforma política criada pela Câmara especialmente para elaborar uma proposta sobre o tema encerrou os trabalhos sem votar o relatório do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI).
Adesão
“Pelo menos uns 30 deputados atuantes que integravam a comissão e que seriam favoráveis ao distritão devem ter votado contra pela decisão de levar o projeto ao plenário”, avaliou Índio da Costa. O presidente da Câmara argumentou que a decisão de votar a reforma política em plenário contou com a adesão da maioria dos líderes. No entanto, o PT, pequenos partidos e Marcelo Castro criticaram o cancelamento da comissão mista.
Ao discursar contra o projeto, antes do término da votação, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) chegou a citar argumento usado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), presidente nacional do PSDB, para reforçar a posição do PT.
O partido da presidente Dilma Rousseff e parte dos parlamentares da principal legenda de oposição se uniram na votação pela derrubada do sistema defendido pelos peemedebistas. “Esse sistema acaba com o sistema político. Apenas o Afeganistão e mais outros dois ou três países de pequena importância o adotam. Não por acaso o senador Aécio disse agora que o distritão é o caminho mais rápido para o retrocesso”, afirmou o petista.
Defensor do distritão, o vice-líder do PMDB Danilo Forte (PMDB-CE) argumentou que o modelo valoriza o voto do eleitor. Para dar um novo conceito, para que a população possa se sentir membro participante da reforma política, pelo princípio do voto, seu valor, não temos alternativa senão o distritão. O poder emana do povo e em seu nome será exercido”, discursou.
Em dissonância com a maioria da bancada do PMDB, o deputado Marcelo Castro, que era o relator do projeto de reforma política na comissão especial, divulgou nota com duras críticas ao “distritão”.
“As campanhas ficarão mais caras (com necessidade de mais votos para se eleger), haverá maior influência do poder econômico, haverá uma hiperpersonalização da política, haverá fragmentação partidária ainda maior, a governabilidade será ainda mais difícil (serão 513 entes autônomos sem darem satisfação aos seus partidos) e irá dificultar fortemente a representação de minorias”, afirmou.ou cadastrado.
Saiba mais detalhes AQUI.
Veja também AQUI decisão sobre financiamento de campanha.
“Aprenda a ouvir. A oportunidade pode estar batendo bem baixinho à sua porta.”
Frank Tyger
EIT concluiu, no último final de semana, a terra armada do serviço de recuperação do viaduto 2 do Complexo Viário da Abolição, em Mossoró.
Ao todo são cinco. Três liberados e dois interditados.
As próximas etapas serão a terraplanagem e aplicação do asfalto para posterior liberação do viaduto.
A assessoria da empresa não informou quando estará realmente concluído esse viaduto que apresentou graves problemas.
Também não tem previsão para término da obra como um todo.
Arrasta-se há quase seis anos.
P.S – Assessoria de Imprensa da empresa enviou e-mail, posteriormente, assinalando que em 45 dias o viaduto em questão estará liberado para tráfego normal.
Servidores municipais de Mossoró vão mesmo à greve. Decisão tomada em assembleia geral hoje no VillaOeste.
Começará segunda-feira (1°).
Servidor do Município, Raimundo Notato Sobrinho, o “Cinquentinha”, tem um depoimento sobre essa situação:
– Assembleia foi um fracasso para os anseios dos servidores da Saúde. A greve como foi colocada sem propostas claras e objetivas para os servidores não tem muita sustentação.
E continua: “Foi uma “vitoria de Gilberto, Marleide e Elite”.
E arremata: ” Se for um fracasso não me surpreenderei. Vou acompanhar e torcer por melhores resultados dos que já anunciados. Ou seja, nada. Enfrentar uma greve para obter o pior salário da atual gestão.”
Uma Reforma Política com Eduardo Cunha e Renan Calheiros comandando Congresso, de vez nos tornaremos reféns dessa malta.
Marchamos para o pior dos mundos partidários.
Pobre Brasil!
Está tudo errado? Não, não está tudo errado na administração do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD). Há muito a ser mostrado. Muito mesmo.
Mas boa parte do que pode estar ou parecer certo, não ganha a projeção devida. Termina se sobressaindo o errado, o caricato, com uso de uma surrada estratégia (copiada da era Fafá Rosado) de bancar com dinheiro do erário um noticiário de aluguel que não informa.

Prefeito aposta numa arriscada estratégia de confronto e é obrigado a recuos caricatos (Foto: Gildo Bento)
Prioridade é deformar fatos e reputações alheias.
As principais missões dessa força-tarefa de “comunicação” é delinquir contra supostos opositores do governo em vez de divulgar os acertos da gestão. Enfim, um marketing de guerrilha.
No episódio do entrevero com camelôs (veja AQUI), temos uma prova patente de que a coisa certa foi feita por um caminho errado. Ao final, se existe um perdedor em termos de capital de imagem e político, é o próprio prefeito. Se um dia inaugurar excelente ambiente para eles, mesmo assim não terá os louros do feito.
É a derrota da força ostensiva e desproporcional e a orfandade do bom senso.
Ego e problema
Nem uma nota oficial divulgada pelo prefeito – ao final da noite passada -, puxando para si o mérito de dar outro prazo de 60 dias para remanejamento dos camelôs, pode ser levada a sério. Procurou passar à opinião pública que a decisão do juiz Pedro Cordeiro Júnior, de ontem (AQUI), teria sido de uma luta sua e do presidente da Câmara Municipal, Jório Nogueira (PSD).
Trata-se de outro ato burlesco de uma história que poderia ter enredo diferente e realmente a seu favor. Colocou fogo no circo e depois apareceu com o extintor de incêndio, sem explicar a origem do sinistro.
Francisco José Júnior, o “Silveira”, teve nas mãos durante vários meses o dom de resolver o impasse com apoio da população, das entidades do empresariado do comércio, de todos os vereadores e da grande maioria dos camelôs. Terminou pegando o atalho da intimidação e demonstração de força cesarista. Inflou o ego e o problema.
À semana passada, sua mídia informou que Polícia Federal, Polícia Militar, Polícia Civil e Guarda Civil iriam varrer os camelôs das ruas na segunda-feira (25). Como carta-de-seguro, passou a propagar que existiam sinais de confronto e que esses seriam insuflados por opositores. Colocou-o como vítima, como sempre.
O DESENROLAR dos acontecimentos mostrou resistência pacífica dos camelôs, comportamento equilibrado da força policial e solidariedade da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e Sindicato do Comércio Varejista (SINDIVAREJO) a esses comerciantes informais. O fogo foi soprado na direção contrária.
Chamado a intervir, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acabou na alça de mira dos jagunços financiados pelo poder público, com uso de suas armas mais comuns: a leviandade, a distorção deliberada dos fatos e a infâmia servil.
O propósito é o de sempre: desconstruir para justificar o soldo.
Na imprensa patrocinada pelo poder, as manchetes e textos afirmavam que a OAB ajudava a oposição a “descumprir decisão judicial”. Ninguém da OAB era ouvido sobre os termos de seu papel proeminente.
Quando os vereadores Tomaz Neto (PDT) e Genivan Vale (PROS) pediram à semana passada a interveniência dessa instituição de respeitabilidade nacional, os rumos do caso mudaram. Os camelôs passaram a ter um anteparo institucional de peso e visibilidade sob outro ângulo, perante a opinião pública.
No dia de ontem, pronunciamentos públicos de Sindivarejo e CDL encouraçaram de vez os camelôs. O Ministério Público que já tinha lavado as mãos para o episódio, até se recusando a receber representantes da categoria, descobriu que a Justiça tinha visto a situação com mais parcimônia e humanisamo. A questão não chegara ao ponto final.
Estava em jogo o Princípio da Dignidade Humana. Como judicante saído de extração humilde, Pedro Cordeiro Júnior atentou para o detalhe de que amontoar dezenas e dezenas de pais de família numa travessa escaldante, sob condições humilhantes, era muito pior do que mantê-las comprometendo o ir e vir em calçadas.
Como definiu o filósofo alemão Immanuel Kant, “as pessoas devem ser tratadas como um fim em si mesmas, e não como um meio”. Como gente, não como coisa.
Claro que isso não é compreendido pela “imprensa marronzista”, diria o célebre personagem Odorico Paraguaçu, da telenovela “O bem-amado”, do consagrado (e já falecido) Dias Gomes. Seus princípios são outros.
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O relatório da vistoria técnica realizada ontem (25) pelo Serviço Técnico de Engenharia do Corpo de Bombeiros (CB/RN) nos locais onde serão instalados os vendedores ambulantes de Mossoró apresentou uma série de irregularidades que comprometem a segurança dos trabalhadores e também dos transeuntes que trafegarem nas suas imediações.
A vistoria foi realizada a pedido da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Mossoró, que está acompanhando o caso e irá cobrar providências para que as medidas sugeridas pelo CB/RN sejam adotadas.
O relatório assinado pelo soldado Jorge Luiz de Souza aponta uma série de problemas, como a necessidade da realização de um Projeto Contra Incêndio e Pânico, a falta do Atestado de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), inexistência de extintores de incêndio e de sinalização de emergência. Na análise do Serviço Técnico de Engenharia, a área é considera como “carga de incêndio média”, em virtude dos produtos que serão comercializados, como eletrônicos, roupas, brinquedos, muitas com uso de gás de cozinha (GLP), que aumenta a preocupação com a segurança.
Exigências
Em virtude do uso do gás de cozinha, o Corpo de Bombeiros recomenda ainda que os estabelecimentos que utilizem o referido produto devem respeitar uma distância mínima, entre um e outro. Além disto, o documento aponta ainda a necessidade de atenção às normas técnicas acerca do dimensionamento de saídas de emergência e das rotas de fuga, além da falta de instalações elétricas. A grande quantidade de irregularidades constatadas pelo Serviço Técnico de Engenharia aumentou ainda mais a preocupação da OAB com a segurança dos estabelecimentos.
A vistoria técnica realizada na manhã de ontem pelo Corpo de Bombeiros foi acompanhada pelos advogados Aldo Fernandes, Diego Tobias e Canindé Maia, presidentes da OAB/Mossoró, da Comissão de Direitos Humanos e da Comissão de Sociedades de Advogados, respectivamente.
“Tivemos acesso ao documento que confirma a falta de segurança dos locais destinados aos comerciantes. A OAB irá oficiar no processo, pedindo que todas as exigências legais sejam atendidas”, enfatiza Aldo, que ainda aguarda o resultado de outros órgãos provocados pela Ordem.
Com informações da OAB de Mossoró.
Nota do Blog – A vistoria no chamado “Beco do Itaú” constatou o óbvio. A acomodação de cerca de 80 barracos em espaço diminuto, sem mínimo de ventilação e outras carências, é um risco para camelôs, transeuntes, compradores e lojistas que ficam na área.
À céu aberto, parece o “Microondas do prefeito”.
Cruel, muito cruel!
No episódio da mobilização de camelôs no centro de Mossoró, nessa segunda-feira (25), um personagem passou praticamente despercebido. A imprensa que cobriu o episódio parece que só o viu no formalismo de entrevistas burocráticas.
Ele até poderia ser protagonista, por ter a “força”.
Contudo preferiu exercitá-la por outra via: o diálogo.
O major Humberto Pimenta, comandante do Segundo Batalhão de Polícia Militar (2ºBPM), terminou o expediente esticado de ontem com um tipo de reconhecimento que raramente se tem em sua árdua missão como escudo da sociedade. Ao final do dia, em que atuou na infantaria dos acontecimentos, podia descansar em paz.
Por volta de 19h30, dezenas de camelôs o assediaram à rua Coronel Gurgel, coração comercial de Mossoró. Todos o agradeciam pelo postura equilibrada e pacifista em meio a acontecimentos tão tensos.
Foi fundamental no controle dos ânimos e na atuação vigilante e responsável de sua tropa. Inabalável na tarefa de conter excessos sem excessos.
Selfies, abraços efusivos e apertos de mão desses pequenos comerciantes informais quase o sufocam, logo que abriu a porta de uma viatura da Polícia Militar. Desceu para falar com os vereadores Tomaz Neto (PDT) e Genivan Vale (PROS), quando os ambulantes o “sitiaram”.
Mesmo com o tratamento de estrela, Pimenta parecia impassivo. Nem um leve sorriso se extraiu do seu semblante, fechado, mas não indócil.
Algumas horas antes, com farda que só o distinguia dos subordinados pelas “tiras” do oficialato, ele agiu com autoridade e não com arroubo de chefia. Foi decisivo em meio ao ambiente conflagrado.
Abraçou um exaltado manifestante que parecia irado e, sem alardes, sussurrou ao seu ouvido, como se falasse a um amigo de infância:
– Tenha calma, homem. Eu estou com vocês!
Major Pimenta tem 43 anos. Nasceu em Caicó. Tem passagens por várias cidades até assumir o atual posto em Mossoró. Está na Polícia Militar do Rio Grande do Norte desde 1991.
Os servidores do Município de Mossoró marcham para uma greve. As negociações salariais não avançaram em reunião ontem entre o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (SINDISERPUM) e representantes da Prefeitura.
O prefeito Francisco José Júnior (PSD) não participou.
A municipalidade oferece 4,2% de reajuste divididos em duas vezes.
O Sindicato tinha apresentado pleito de 13%.
A data-bate é este mês: maio.
Em assembleia às 9h de hoje, no Hotel VillaOeste, a paralisação tende a ser decidida, incluindo pessoal da Saúde.
Pelo que se discute internamente na entidade, a greve deverá começar na próxima segunda-feira (1º de junho).
O Governo do Estado reuniu-se nesta segunda-feira, 25, com representantes do Sindicato dos Servidores da Saúde do Rio Grande do Norte (Sindsaúde/RN), oportunidade que foi apresentada a pauta de reivindicações da categoria com 16 itens. Após avaliação do governo, nova reunião deverá acontecer no dia 3 de junho, no Gabinete Civil.
Na lista apresentada pelo sindicato, constavam reivindicações como: reunificação das tabelas salariais; implementação de uma tabela de qualificações; extensão da gratificação geográfica e unificação dos salários por tempo de serviço, entre outros itens.
O Secretário da Administração e dos Recursos Humanos do RN, Gustavo Nogueira, explicou a difícil situação financeira que o Estado enfrenta e os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mas comprometeu-se em analisar as reivindicações da categoria.
Estiveram presentes na reunião, a Secretária-Chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha, o Secretário Estadual de Saúde, Ricardo Lagreca, o Secretário da Administração e dos Recursos Humanos, Gustavo Nogueira e o Consultor Geral do Estado, Eduardo Nobre.
Com informações do Governo do Estado.
“Ninguém é derrotado, a menos que comece a culpar os outros.”
John Wooden
Após a retirada dos ambulantes das calçadas do Centro de Mossoró, a Secretaria de Serviços Urbanos deu início à lavagem dos espaços desocupados. A limpeza acontece na noite desta segunda-feira (25), quando o movimento nas calçadas e praças é tranquilo.
A equipe de cerca de dez homens faz a lavagem na praça da Independência, no entorno do Mercado Municipal, na calçada da rua Bezerra Mendes e também nas calçadas da rua Meira e Sá, nas imediações do Hotel Caraúbas.
De acordo com o secretário Carlos Clay, o objetivo é remover resíduos de gordura e lixos deixados pelos vendedores que trabalham nas calçadas e que não cuidam do espaço.
“A lavagem nas calçadas e praças vai acontecer durante os próximos dias, queremos recuperar e limpar os espaços que são sujos diariamente pelos vendedores que não preservam o local que usam pra trabalhar”, disse ele.
Com informações da Prefeitura de Mossoró.


