quinta-feira - 01/03/2018 - 17:39h
Absurdo

Mossoró ganha medalha de ouro na modalidade ‘Salto no Lixo’

Se Mossoró participasse de uma hipotética Olimpíadas de Inverno do Semiárido, na modalidade “Salto no Lixo”, dificilmente deixaria para outro concorrente a medalha de ouro. Ela sobra.

Um bom exemplo da especialidade mossoroense está na Rua Francisco Isódio, centro da cidade, a cerca de 400 metros da sede da municipalidade, o Palácio da Resistência, no arco da Praça Bento Praxedes (Praça do Codó/Praça do Relógio).

Lixo está se avolumando no mesmo local do centro da cidade há cerca de duas semanas (Foto: cedida)

Há cerca de 15 dias que uma montanha de lixo e descarte de obra tem tomado a calçada e avançado pela pista de rolamento, dobrando a esquina da Rua Dionísio Figueira, sem que nada seja feito.

Reclamações já acionaram a prefeitura, pedindo providências. Mas nada é resolvido.

O problema nesse local específico tem-se avolumado com as chuvas, comprometendo mais ainda a circulação de passantes, veículos etc.

Em igual período o Palácio da Resistência ficou sem prefeita, em férias na Ásia.

A vice precisou dar uma esticadinha até São Paulo.

Enquanto isso, o Salto no Lixo em vários pontos de Mossoró segue como esporte mais concorrido do período.

Francamente! Tenham vergonha! Vocês não têm vergonha de todo esse descaso?

Minha Mossoró, o que estão fazendo com você?

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quinta-feira - 01/03/2018 - 16:28h
Caso perdido

Após ser extinta, Favela do Tranquilim volta a dar sinal de ‘vida’

Do Blog do Tio Colorau

Em julho de 2016, ainda na gestão do prefeito Francisco José Júnior, foi erradicada a Favela do Tranquilim, localizada nas imediações do bairro Dom Jaime Câmara.

As 410 famílias que lá residiam em condições precárias foram realocadas para o Jardim das Palmeiras, um conjunto construído com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida, no prolongamento do Alto da Pelonha.

 

Primeiros barracos e queimadas podem ser vistos da janela de condomínio que teme vizinhança (Foto: cedida)

Com a erradicação da favela, associada ao crescimento populacional do município de Mossoró, dois condomínios foram levantados na área próxima onde outrora era a favela, o Solar das Palmeiras e o Jardins do Alto.

Juntos, eles possuem 260 famílias, as quais agora estão aflitas.

Há algumas semanas começou um movimento de queimadas e construção de barracos na área onde era a favela, sugerindo que ela está se reerguendo.

Alguns moradores já entraram em contato com a prefeitura, especialmente a secretaria de Infraestrutura, mas até agora nenhuma providência foi tomada.

Fiscalização

Desde que a favela foi erradicada, fiscais rotineiramente iam ao local, justamente para evitar a reconstrução de barracos naquela área. De uns meses para cá, contudo, deixaram de ir. Cientes da falta de fiscalização, já há pessoas construindo seus casebres.

As famílias residentes nas redondezas, especialmente nos dois condomínios, clamam por uma ação dos órgãos públicos. Ninguém quer a reconstrução da favela, o que traz inúmeros problemas, especialmente falta de segurança.

Não é possível que a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) queira que sua administração seja marcada pela volta da Favela do Tranquilim, erradicada na gestão do ex-prefeito Francisco José Júnior.

Nota do Blog Carlos Santos – Testemunho há décadas esse tipo de situação. Repete-se aqui e alhures. Favela é erradicada, favela é soerguida, com a presença de inúmeras pessoas beneficiadas com casas decentes.

Poucos dias após a entregas das moradias àqueles que viviam em casebres da Tranquilim, já surgiam notícias de que alguns beneficiados estavam vendendo ilegalmente o benefício. Noticiamos em julho de 2016 (veja AQUI).

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quinta-feira - 01/03/2018 - 14:45h
Vinculação

Agripino defende recurso obrigatório para a Segurança

O presidente nacional do Democratas, senador José Agripino (RN), defendeu nesta quinta-feira (1º), a destinação compulsória de recursos para a segurança pública. Aliás, segundo o parlamentar potiguar, esse é um caminho natural.

Agripino: vinculação (Foto: cedida)

Para ele, depois que o governo federal decidiu criar o Ministério da Segurança Pública, é preciso essa providência.

“Existe recurso vinculado para a educação, para a saúde e não tem para a segurança. O primeiro passo, neste sentido, foi a criação do novo ministério. É a sinalização de que a segurança é prioridade nacional”, disse.

“A pasta existindo, o passo seguinte será a destinação compulsória de recurso para que a segurança possa se adequar e ser instrumentalizada”, frisou Agripino.

O parlamentar pelo Rio Grande do Norte elogiou a criação da nova pasta e frisou que segurança pública deve se tornar prioridade no país.

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quinta-feira - 01/03/2018 - 11:24h
IPTU

Francisco José Júnior passou “herança bendita” para Rosalba

Ex-prefeito entregou meios técnicos prontos para um aumento considerável da arrecadação municipal

Santanizado pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e seus seguidores como causador recente de todos os males à municipalidade e a Mossoró, o ex-prefeito Francisco José Júnior (PSD) merece agradecimento público dos seus detratores. Pelo menos quanto à arrecadação do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), ele deixou uma “herança bendita” à sucessora.

Francisco entregou tarefa pronta; Rosalba resolveu fazer cobrança de uma vez (Foto: arquivo)

Em 2016, último ano de seu governo, a Secretaria Municipal da Fazenda (SEFAZ) lançou cobrança relativa a 88.257 imóveis (edificações e terrenos). Mas a contratação de serviço de georreferenciamento (mapeamento aéreo) atualizou áreas de imóveis e identificou novas construções e terras, levando o cadastro em 2017 para 110.040 imóveis (entre prédios e terrenos sem edificações).

O governo Rosalba Ciarlini começou com o lançamento do IPTU 2017 em cima desse volume. Pegou todo o trabalho concluído, tendo apenas a decisão de lançar no sistema.

Entretanto um diferencial que pesou contra o contribuinte, é que o ex-prefeito planejava diluir o aumento decorrente da atualização de área nos próximos 4 anos (2017 a 2020). Rosalba promoveu verdadeiro esbulho, impondo onerosos percentuais de uma vez, que em muitos casos passaram de 600%.

Números

Em termos numéricos, o último ano de lançamento do IPTU com o ex-prefeito, em 2016, apresentou volume de R$ 20.563.376,37 (88.257 imóveis) para serem recolhidos. Mas o percentual de recebimento ficou em R$ 10.769.999,10 (52,37%).

A inadimplência bateu em R$ 9.793.377,27 (47,63%).

Foi pago o IPTU relativo a 38.881 (44,06%) imóveis. O percentual de inadimplência atingiu 49.376 (55,94%) dos imóveis registrados.

Em relação à Rosalba, como o Blog Carlos Santos postou esta manhã, com exclusividade, a inadimplência ficou em 64,65% dos imóveis, ou seja 71.495 unidades. Assim, R$ 23.753.496,05 (57,3%) deixaram de ser recebidos.

Foram arrecadados R$ 17.704.432,06 (42,7%), que correspondem a 39.094 (35,35%) imóveis. São apenas 213 imóveis a mais do que aqueles com IPTU pagos em 2016 (38.881).

Espoliação em ano de crise

A gula fiscal da administração Rosalba Ciarlini promoveu uma espoliação cruel, asfixiando o contribuinte num ano recessivo, de atrasos salariais e altos índices de desemprego.

Qualquer iniciante em Direito Tributário sabe que há um limite até onde se pode ir. A necessidade não conhece a lei. As ameaças legais de judicialização e cadastramento de devedores em SPC e Serasa não podem tudo.

Os números do IPTU 2017 da “Rosa” provam que a derrama promovida por ela tem limites. Mas é provável que prefeita não tenha noção disso, até porque não paga essa modalidade de imposto em Mossoró.

Leia tambémArrocho do IPTU de 2017 deixa 64,65% de imóveis devedores.

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quinta-feira - 01/03/2018 - 07:52h
Prefeitura Municipal de Mossoró

Arrocho do IPTU de 2017 deixa 64,65% de imóveis devedores

Dados da Secretaria Municipal da Fazenda (SEFAZ) da Prefeitura Municipal de Mossoró apontam que o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do exercício passado (2017) se manteve com alta inadimplência. Como previsto por esta página, sem nenhum exercício de adivinhação.

Rosalba: alta cobrança (Foto: Edilberto Barros)

A elevação de valores cobrados em muitos casos passou dos 600% em relação ao ano anterior (2016). O ‘pipoco’ se deu após readequação da base cadastral, feita a partir de trabalho de georreferenciamento realizado pela municipalidade, atualizando situação de milhares de imóveis (reformados, ampliados etc.).

A inadimplência atingiu 64,65% dos imóveis, ou seja 71.495. Foram lançadas cobranças para 110.040 imóveis (entre prédios e terrenos) e o pagamento realizado foi em relação a 39.094 (35,35%).

Em termos financeiros, o valor cumulativo lançado foi de R$ 41.457.928,11 (100%), com o recebimento de R$ 17.704.432,06 (42,7%).

A inadimplência fiscal somou R$ 23.753.496,05 (57,3%).

Desemprego e recessão

A gestão Rosalba Ciarlini (PP) seguiu a receita de sempre com o resultado de sempre da cultura fiscal brasileira. Acabou recebendo mais de um número menor de contribuintes, mesmo com a ameaça de negativar devedores no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Centralização de Serviços dos Bancos (SERASA), bem como de judicialização.

Os excessos foram ainda mais sentidos, num ano de profundas dificuldades na economia, com altos índices de desemprego e quadro recessivo.

O caso foi questionado por diversos contribuintes de forma judicial. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional de Mossoró, entrou na questão. Mas protocolou mandado de segurança em foro errado (Justiça Estadual), quando deveria fazê-lo no âmbito federal. Quando assim o fez, apresentou parcos argumentos e não teve provimento à sua demanda na 10ª Vara Federal (veja AQUI).

A base de cálculo para a cobrança do IPTU é o valor de venda à vista do imóvel. A alíquota incidente é de 1% pra imóvel edificado e 2% pra terreno.

Nota do Blog – O prosaico desse enredo é que a prefeita tem residência própria em outro município, a cidade-praia do Tibau. Só em meados do ano passado é que Rosalba alugou imóvel no bairro Nova Betânia (veja AQUI). O imóvel da sua família na cidade tem caracterização rural, o Sítio Cantópolis, não pagando IPTU. Paga o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR), algo quase simbólico.

* O IPTU 2018 já foi lançado. Para dúvidas e outros esclarecimentos, a Secretaria disponibiliza o e-mail plantao.fiscal@prefeiturademossoro.com.br e também os telefones (84) 3315-4906 ou (84) 988494027(WhatsApp).

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quinta-feira - 01/03/2018 - 07:18h
Sexta-feira

Diocesano festejará 117 anos com Missa em Ação de Graças

Sátiro e Lamartine: dirigentes (Foto: CDSL)

Amanhã (sexta-feira, 2), o Colégio Diocesano Santa Luzia (CDSL) de Mossoró completa 117 anos de fundação. Para comemorar a data, a direção da escola realizará Missa em Ação de Graças.

Com essa finalidade, convida a sociedade mossoroense para participar deste momento festivo. A celebração acontecerá a partir das 8h, no Ginásio Padre Sátiro Cavalcanti, o Carecão.

A cerimônia será presidida pelo diretor do Colégio Diocesano, Padre Charles Lamartine, com participação de Padre Sátiro Cavalcanti Danas. Alunos, pais e responsáveis, funcionários, autoridades, ex-alunos e amigos da escola devem participar do evento.

O CDSL foi fundado no dia 2 por Dom Adauto Aurélio de Miranda.

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quinta-feira - 01/03/2018 - 06:52h
Aeroporto de Mossoró

Empresa que viabiliza voos comerciais terá contrato encerrado

Termina neste mês o contrato de administração do aeroporto no valor de R$ 900 mil, firmado pelo Governo do RN com a empresa Consultear Consultoria e Administração Aeroportuária Eireli-ME (Contrato de Prestação de Serviços n.º 002/2017-PJ, em caráter emergencial).

Ela é responsável pela condução de trabalho para certificação do aeroporto, para viabilizar voos comerciais nesse equipamento.

O contrato foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia 4 de agosto do ano passado (veja AQUI).

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quinta-feira - 01/03/2018 - 06:34h
Terceirizada

Vigilantes demitidos esperam pagamento de débitos

O Governo do Estado há pelo menos três meses não repassa recursos contratuais à terceirizada Empresa de Serviços de Vigilância  Ltda. (EMPRESSERV), de Natal, responsável pelo serviço de vigilância do Aeroporto Dix-sept Rosado em Mossoró.

O agravante é que trabalhadores foram demitidos sem receberem seus salários e o 13º.

Eles não obtêm qualquer alento da empresa ou do Departamento de Estradas e Rodagens sobre os débitos.

Questionamento judicial deverá ser a saída.

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