Vendo o ministro e deputado federal licenciado Fábio Faria (PSD) e o ex-deputado federal e também ministro Rogério Marinho (sem partido) se saracoteando de olho no Senado, não percebo até aqui nenhuma razão para que qualquer um deles se empolgue.
Basta olhar a votação de cada um à Câmara Federal em 2018, para percebermos a escalada magistral que eles têm pela frente.
O primeiro, acabou retornando à Câmara dos Deputados numa reeleição sacrificante, como o menos votado entre os oito vitoriosos. Foram 70.350 votos. Em 2014, ele tinha somado 166.427. Uma queda de 96.077 votos.
E Rogério Marinho, nem isso. Ficou na segunda suplência com 59.961 votos.
Ah, claro que cabe aquele velho clichê: “Cada eleição é uma eleição”. Com certeza continua valendo essa máxima.
Contudo, uma pergunta: candidatos à Câmara Federal, hoje, teriam uma vitória fácil com o adesivo do bolsonarismo?
Muito provável que não.
Um ou outro pode ser candidato à única vaga ao Senado que estará em disputa, dependendo da conjuntura da época.
Ou nenhum.
Precisam arranjar pelo menos quem tope ser candidato ao Governo do Estado, com o mínimo de viabilidade eleitoral. Até o momento, ninguém botou o cocuruto fora como hipotético governadorável.
Não está fácil para ninguém e, para os dois, da mesma forma.
Bem, mas as eleições serão apenas no próximo ano.
Tem tempo demais para acontecer alguma reviravolta ou coisa nenhuma.
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