domingo - 04/04/2021 - 09:40h

Cristo ressuscitou

Por Odemirton Filho 

“Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos”! (Salmo 117). Tomb Empty With Shroud And Crucifixion At Sunrise - Resurrection Of Jesus Christ

“Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.

Essas foram as palavras ditas por Maria Madalena a alguns discípulos. Eles ainda não tinham compreendido o que diziam as escrituras:

“Derrubai esse templo, e em três dias eu o reconstruirei”.

Sim, Jesus de Nazaré ressuscitou. Cumpriu o prometido. Agora ressurgiu para nunca mais nos deixar. Ele continua vivo no coração de cada um que Nele crer.

O mundo, carente de tudo, ainda não entendeu a dimensão do seu amor. Estamos cada vez mais distantes de seus ensinamentos e, principalmente, de realizar aquilo que Ele pregou e fez.

Nesses tempos difíceis, sempre é momento de reviver, de renascer, de ressuscitar com o Cristo. Momento de repensar valores e atitudes. Momento de ser, verdadeiramente, Igreja. Não somente a Igreja que ora, mas, sobretudo, de ação.

A humanidade atravessa um momento sensível de sua história. Muitos ainda não entenderam que, doravante, a vida será outra. O novo normal, talvez, seja uma realidade. É preciso aceitar e enfrentar essa nova forma de conviver em sociedade.

Até quando viveremos com as limitações que a pandemia nos impõe? Só Deus sabe. O caminho que estamos percorrendo é doloroso. No país, mais de trezentas e vinte mil vidas foram ceifadas e pessoas padecem nos leitos dos hospitais. Muitas famílias dilaceradas. Dor e lágrimas.

Mas, por outro lado, milhões de pessoas venceram o vírus e já foram vacinadas. É motivo de regozijo e alento. Continuemos com a esperança que Cristo ressuscitado caminhará conosco, nos guiará na escuridão e nos mostrará, finalmente, a luz.

Devemos nos valer das palavras do Papa Francisco: “Cristo, minha esperança, ressuscitou! É um contágio diferente, que se transmite de coração a coração, porque todo o coração humano aguarda esta Boa Nova. É o contágio da esperança”.

Não percamos a fé. Dias melhores virão.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

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Categoria(s): Crônica
domingo - 04/04/2021 - 08:46h

O sabor colorido de Geraldo Azevedo

O cronista/meliponicultor e o artista encantado com o doce mel (Foto: arquivo do autor)

O cronista/meliponicultor e o artista encantado com o doce mel (Foto: arquivo do autor)

Por Paulo Menezes

As emoções muitas das vezes são grandes e inesquecíveis. Principalmente,  como dizia o mestre Dorian Jorge Freire, “quando  é muito maior o sentimento trágico do mundo e muito menor a resistência às emoções”.

A foto que ilustra essa crônica marca uma dessas emoções. O cantor, compositor e musicista Geraldo Azevedo em passagem por Mossoró para cumprir contrato de show artístico,  acabou nos fazendo uma visita. Esteve no Meliponário Monsenhor Huberto Bruening, instalado em nossa residência.

Esteve presente toda uma manhã em nossa companhia, numa prosa muito agradável e descontraída querendo saber detalhes  com muita curiosidade sobre o manejo da abelha jandaira.

Na oportunidade, Geraldo Azevedo falou que ao admirar aquele ambiente bucólico numa região urbana, todas aquelas colmeias dispostas sob as árvores, voltava no tempo. Relembrava passado distante e feliz vivido por ele em sua Petrolina-PE, no sítio de seus pais.

Um pouco antes da espetacular exibição musical, à noite, em seu camarim, a conversa continuou animada, ainda sobre abelhas e natureza, regada a um bom vinho. Em sua alta performance, o espetáculo ia se desenrolando com grande participação de inúmeros admiradores que superlotavam as dependências do teatro em festa. Ele nunca decepciona com sua arte.

Foi quando senti então um novo abalo emocional, no momento em que o grande astro da Música Popular Brasileira dedicou a esse meliponicultor a música “Sabor colorido”, cuja letra tem tudo a ver com árvores, abelhas, flor e mel.

Durante o show que brindou os presentes ao Teatro Municipal Dix-huit Rosado, ele fez um relato pormenorizado de sua visita à nossa casa na manhã daquele dia. Dando sequência a turnê que realizava pelo Nordeste, quando de sua apresentação no Teatro Riachuelo em Natal, prestou idêntica homenagem ao nosso nome.

Dessa visita e homenagens nasceu uma grande amizade que perdura até os dias de hoje e da qual muito nos honra.

Paulo Menezes é meliponicultor e cronista

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Categoria(s): Crônica
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
domingo - 04/04/2021 - 07:20h

Para educar uma criança é preciso toda uma aldeia (cidade educadora)

Por Zildenice Guedes

A frase que intitula o artigo e é inspiradora, é de um provérbio africano, que considera que uma criança para ser formada e educada, precisará contar com todos os espaços e tempos da aldeia. Inspirador, no mínimo. Dito isso, este artigo está baseado na Agenda 2030 (já discutida em outros momentos), especificamente no Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 1: Cidades e Comunidades Sustentáveis.Crianças Xhosa mostram o que é ubuntu - eu sou porque nós somos -Como também discutido em outros momentos aqui, discorremos sobre os impactos da pandemia da COVID-19 em todos os aspectos da sociedade contemporânea. E no que diz respeito à educação, os desafios tem se intensificado, sobretudo, para as crianças que precisam aprender e se desenvolver em um contexto social, ambiental, econômico e cultural dos quais elas não estavam prontas, assim como os adultos e adultas que as formam.

Logo, o que trago nesse artigo tem um caráter de utopia e proposição, que tem a intenção de nos dar horizontes, sobretudo, em meio a esse momento a que a humanidade tem sido arremessada. Proponho assim, pensarmos como a cidade em sua totalidade e consideravelmente pós-pandemia precisará ser um ambiente acolhedor para o processo de ensino-aprendizagem da primeira infância a qual discorro nesse artigo.

No Brasil, a Constituição Federal em seu artigo 227 estabelece que é prioridade o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, e esse direito é dever de vários setores da sociedade, da família e do Estado. E as crianças precisam de acesso a locais livres e áreas verdes para que possam além de conhecer, se sentirem parte dos seus territórios. Trata-se de valorizar o processo de ensino-aprendizagem com e na natureza.

De acordo com a Base Nacional Curricular, as crianças têm direito a seis tipos de aprendizagem e desenvolvimento: conviver, brincar, participar, explorar, expressar e conhecer-se. É pensar na importância do desenvolvimento integral do indivíduo, que precisa do entorno, da cidade inteira. E a partir do momento que a criança se sente pertencer ao ambiente, essa relação incorrerá em um sentimento de responsabilidade para com a natureza que o cerca, ele é natureza, faz parte dela.

Pensando na cidade em uma perspectiva de sustentabilidade, entendemos que as responsabilidades são compartilhadas, ou seja, gestores das cidades, profissionais da saúde, da educação, cultura e esportes, além das famílias, são muito importantes para a mudança de cenário onde crianças passam grande parte de seu tempo em espaços fechados (INSTITUTO ALANA).

Logo, entendemos que o contato que as crianças têm com a natureza é fundamental para a vida no planeta Terra. É a partir desse contato que fortalece-se o sentimento de pertencimento à casa “mãe terra”. Estar ao ar livre é fundamental para o bem estar físico, emocional e psicológico, além de promover a saúde em sua dimensão mais complexa e abrangente. Trata-se ainda de educar uma geração para o autocuidado e o cuidado com as outras formas de vida.  É pensar no universo como pano de fundo. É promover a interação das crianças com o mundo ao seu entorno, com a comunidade à  qual a escola está ligada, com o mundo vivo e dinâmico que pulsa lá fora. É formar uma geração com uma perspectiva política da sua atuação no mundo e como isso impacta o universo a qual estamos ligados e nos envolve também (TIRIBA, 2018).

Todas essas práticas estão relacionadas com o “transtorno do déficit de natureza”, um termo cunhado por Richard Lov em sua obra “A última criança na natureza”. Como explica Barros (2018), não se trata de um termo médico, mas uma forma de chamar a atenção para a ausência de convívio com a natureza que acomete hoje a maioria das crianças, fato mais intensificado ainda após a pandemia da COVID-19. Assim, trata-se de problematizar a ausência de interação ao ar livre que:

Ajuda a fomentar a criatividade, a iniciativa, a autoconfiança, a capacidade de escolha, de tomar decisões e de resolver problemas, o que por sua vez contribui para o desenvolvimento integral da criança. Isso sem falar nos benefícios mais ligados aos campos da ética e da sensibilidade, como encantamento, empatia, humildade e senso de pertencimento (BARROS, 2018, p. 9).

De acordo com a ONU, estima-se que em 2050 mais de 80% das pessoas morarão no espaço urbano. Dito isso, é urgente pensar em cidades que contem com um modo de vida e desenvolvimento pautados pela sustentabilidade ambiental, social e econômica.

Os efeitos da urbanização comumente estão mais relacionados ao distanciamento da natureza, redução de áreas naturais, bem como falta de segurança e qualidade dos espaços públicos que acabam por muitas vezes, obrigando as crianças a ficar em um espaço escolar entre muros. Segundo Barros:

Atentos a isso, um número significativo de especialistas, educadores e pais no mundo todo, assim como no Brasil, vêm se dedicando a entender o que está adoecendo e tornando as crianças nervosas, agitadas, infelizes e com dificuldades de aprendizagem e convivência na escola.Um conjunto consistente de evidências científicas, em sua maior parte geradas fora do Brasil, sugere que um dos fatores seja o distanciamento entre as crianças e a natureza. Isso porque ambientes ricos em natureza, incluindo as escolas com pátios e áreas verdes, as praças e parques e os espaços livres e abertos para o brincar, ajudam na promoção da saúde física e mental e no desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais, motoras e emocionais (BARROS, 2018, p. 10).

Dito isso, precisamos avançar na compreensão de que a educação escolar está ligada ao espaço formal e não formal de ensino, pois a criança que é aluna é também filha, irmã, vizinha, ou seja, é também uma criança cidadã. É pensar que as escolas sejam espaços de vida, biodiversidade e interação ecossistêmica.

O futuro que construímos está relacionado à nossa capacidade imaginativa, de ação e transformação da realidade. E se começarmos a imaginar cidades vivas, pulsantes e seguras em que as crianças se sintam pertencer aos seus territórios e se sintam também responsáveis por cuidar “dessa casa”? Que não seja difícil imaginarmos, nem tão pouco arregaçar as mangas e começar no agora construir uma sociedade sustentável.

Há muitas experiências boas para nos inspirarmos, e no próximo artigo eu apresentarei essas experiências de desemparedamento das crianças que tem causado efeitos muito positivos em seus processos de desenvolvimento e aprendizagem.

Referências

BARROS, M.I.A. (org.). Desemparedamento da Infância: A escola como lugar de encontro com a natureza. Rio de Janeiro, 2018.   

TIRIBA, L. Prefácio.  In: Desemparedamento da Infância: A escola como lugar de encontro com a natureza. Rio de Janeiro, 2018.  

Zildenice Guedes é doutora em Ciências Sociais e gerente executiva de Educação Ambiental na PMM

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Categoria(s): Artigo
domingo - 04/04/2021 - 05:20h

Eu adoro Mossoró

Por Marcos Ferreira

Tarde chuvosa. Deliciosamente chuvosa. Ele chegara havia pouco, o rosto simpático e sempre bem barbeado por trás da máscara cirúrgica de três camadas, o pequeno borrifador de álcool-70 numa das mãos. Orçando pelos cinquenta anos de idade, contraiu o famigerado vírus há cerca de três meses, contudo não experimentou nenhum desconforto, totalmente assintomático.

Cumpriu quarentena e desde então segue respeitando os protocolos de segurança. É dos raros intelectuais desta paróquia de homens de letras que não riscaram este meu endereço periférico dos seus mapas afetivos. Isto muito antes da pandemia, devo ressaltar. Entre um assunto e outro, lógico, enveredamos pelo habitual e inesgotável universo da literatura.coracao_partido

— Aconselho que não escreva sobre Mossoró. Não falo assim por se tratar de um assunto menor ou desinteressante. Não é isso. A questão é que você, pelo que já demonstrou, tem a indelicada mania de falar mal da sua própria terra — alertou-me o amigo quando lhe participei a informação de que intenciono produzir um livro de crônicas acerca desta província: o País de Mossoró.

— Seriam apenas amenidades — argumentei.

— Até imagino — devolveu incrédulo.

Paulo Sabóia, eis o nome do referido amigo e leitor, está correto. Dou a mão à palmatória e admito que houve ocasiões em que desferi uma porção de conceitos pouco elogiosos contra esta cidade e seus habitantes. Nada à toa, nenhuma vírgula injusta ou imerecida, eu asseguro, meus caros conterrâneos. Talvez tenha me excedido apenas na posologia do remedinho amargo então ministrado.

— Mossoró é o que é. Ame-a ou deixe-a.

— Nem uma coisa nem outra — rebati.

Ao contrário de mim, Paulo Sabóia não é mossoroense nato, mas adotivo, oriundo da Paraíba. Além de bom sujeito, é jornalista, poeta e agitador cultural. Missão muito árdua esta última num caixa-pregos como este. Há uns quinze dias, com o peito cheio de gratidão, aventurou-se no verso rimado e metrificado e publicou um cordel, uma ode romântica e acidentada em honra a esta urbe que ambiciona tornar-se “capital brasileira da cultura”. Sim.

O Executivo almeja esse título por patrocinar toda sorte de furdunços enganosamente juninos na Estação Sem Artes Elizeu Ventania e exibições pirotécnicas e dispendiosas, também no mês de junho, no patamar da igreja de São Vicente, por ocasião do fanfarronesco espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”. Exceto isto, infelizmente, nada mais de arte ou cultura.

Existe em Mossoró a tacanha mentalidade de que não há outro tipo de arte ou cultura fora da temática do cangaceirismo e da nossa rica tradição no gênero literário do cordel. Para os nossos gestores, não possuímos vida inteligente além desse microcosmo popularesco. Ignoram olimpicamente o fato de que temos outras expressões de arte escrita, como as modalidades do conto, do romance e da crônica.

Nesta última categoria, a propósito, ficamos desfalcados com o passamento do mestre Dorian Jorge Freire (1934-2005), estilista de alto coturno. Mas ainda contamos, para não incorrer no erro de citar fulano e esquecer cicrano, com a valiosa pena de outro formidável cronista: José Nicodemos, que escreve heroica e diariamente no Jornal de Fato páginas da melhor qualidade no tocante ao âmbito da crônica literária.

Em face dessa velha e revelha miopia administrativa, portanto, o Palácio da Resistência não destina um centavo sequer para o fomento e engrandecimento das letras locais, atendo-se apenas à manutenção do infalível casalzinho cangaço e pirotecnia. E, quando o faz, é por meio de bagatelas, nonadas, coisa do tipo troféus, medalhas ou pedaços de cartolina com a pífia distinção de honra ao mérito. Isto me recorda um pensamento do executivo Jack Welch, ex-presidente da General Eletric, morto no ano passado: “Você não pode premiar as pessoas apenas com troféus. É necessário recompensá-las na alma e na carteira”. Concordo plenamente.

Prefeituras dos mais diversos recantos do Brasil, várias destas com receitas inferiores à de Mossoró, como as de Piracicaba (SP), Campos dos Goytacazes (RJ) e Santa Maria (RS) sustentam há décadas, ano pós ano, chova ou faça sol, concursos literários de alcance nacional a partir dos seus projetos de lei. Aqui, infelizmente, não temos nada disso. Muito menos, por exemplo, um “Prêmios Literários Dorian Jorge Freire” bancado por nosso Executivo e efetuado pela Secretaria Municipal de Cultura, atingindo assim as modalidades do romance, do conto, da poesia e da crônica. Isto, obviamente, com a oferta de valores monetários ao primeiro, segundo e terceiro colocados.

Reafirmo que tal deficiência não é de hoje, mas de sempre.

— Fale da pandemia — propôs Sabóia. — Até agora, diferentemente de todo mundo, você não emitiu um pio sequer no tocante a esta calamidade planetária. O ano de 2020 foi um suplício para todos nós e este 2021 vem se revelando ainda pior. Ontem, conforme a imprensa divulgou, quase atingimos a medonha marca dos cinco mil mortos no curtíssimo espaço de vinte e quatro horas.

— Há tanta gente opinando o tempo todo sobre isso. Eu seria apenas uma gotícula nesse incalculável oceano de lágrimas, um risco n’água. Portanto, poeta, me sinto impotente perante esse estado de coisas.

Após estalar a língua reprovando o meu argumento, coisa que ele chamou de atitude omissa, Paulo coçou o seu queixou de tubarão-martelo, consertou os óculos na venta achatada e agarrou a garrafa do café fresquinho que eu fizera e colocara no centro da mesa logo que ele chegou. Serviu-se de outra dose da preciosa rubiácea, lambeu os beiços e acrescentou com ar solene e profético:

— A história lhe cobrará por isso.

— Que se dane a história, amigo.

Agora foi minha vez de servir-me de uma segunda xícara do café. Paulo Sabóia indagara sobre o gênero do livro que planejo escrever e, repito, falei que seria um livrinho de crônicas do nosso cotidiano, posto que já tenho inéditos um volume de contos, dois romances e um quarto livro de poemas.

— É claro que boa parte dessas crônicas você tem publicada por aí, talvez até fora de Mossoró — destacou Paulo. — Acho que vale a pena realizar um pente-fino no computador e nos periódicos junto aos quais colaborou, e pinçar aqueles textos que julgue mais interessantes do ponto de vista literário para compor o seu projeto. Além de outras páginas que produza daqui por diante.

— Pois bem. Minha parca produção nesse gênero teve poucos destinos. Encontra-se, sobretudo, no caderno de cultura do jornal O Mossoroense e na Revista Papangu. Outra pequena fração tornei pública no blogue do Carlos Santos. Isto é, não transpôs os nossos limites geográficos. Não que eu saiba.

— Sei que essa coleta resultará em boa coisa — afiançou Paulo Sabóia degustando a rubiácea. Em seguida consultou o relógio e fez um comentário irrelevante sobre a chuva fraquinha e regular que se precipitava há um bom tempo. No minuto seguinte, sem que eu identificasse a chamada, o celular tocou e ele pôs-se de pé sem, devido à pandemia, estirar-me a mão para um aperto:

— Eu preciso ir. Tenho um compromisso.

— Tudo bem, amigo. Obrigado pela visita.

— Não se esqueça; pega leve com sua terra.

— Não se preocupe. Eu adoro Mossoró.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Crônica
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sábado - 03/04/2021 - 23:56h

Pensando bem…

“Os bens do conhecimento não podem ser herdados pela ignorância.”

Carlos Bernardo Gonzalez Pecotche

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sábado - 03/04/2021 - 23:28h
Em Fortaleza

O último dos grandes coronéis morre com Covid-19

Adauto Bezerra em fotos de 2015 (Ethi Arcanjo) e de 1977 (Arquivo) marcou ciclo de poder dos "coronéis" cearenses no regime militar

Adauto Bezerra em fotos de 2015 (Ethi Arcanjo) e de 1977 (Arquivo) marcou ciclo de poder dos “coronéis” cearenses no regime militar

O Povo

O ex-governador (eleição indireta) do estado do Ceará, Adauto Bezerra, morreu vítima da Covid-19 na madrugada deste sábado, 3 de abril. Aos 94 anos, ele foi internado há cerca de 10 dias no Hospital Monte Klinikum com o diagnóstico de pneumonia.

Governador do estado entre 1975 e 1978, o empresário e ex-parlamentar teve carreira no Legislativo e Executivo, chegando a integrar a tríade dos coronéis-governadores, com Virgílio Távora e César Cals, no regime militar.

Em 1986, com o apoio de Távora e Cals, tentou voltar ao governo estadual pela via direta, mas acabou derrotado pelo empresário Tasso Jereissati.

Veja reportagem especial clicando AQUI.

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Categoria(s): Política
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 03/04/2021 - 19:06h
Imunização

Reitora, alunos e professores da Uern integram o ‘Mossoró Vacina’

Reitora atuou efetivamente vacinando idosos e contou com equipe de alunos e professores (Foto: Agecom/Uern)

Reitora atuou efetivamente vacinando idosos e contou com equipe de alunos e professores (Foto: Agecom/Uern)

A reitora em exercício da Universidade do Estado do RN (UERN), professora Fátima Raquel, esteve na linha de frente da vacinação contra a Covid-19, neste sábado (3). Amanhã (domingo, 4), novamente, juntamente com estudantes e professores dos cursos de Enfermagem e Medicina da instituição, que atuam como voluntários nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Orgulho

Enfermeira, a reitora coordenou a equipe de estudantes de enfermagem responsável pela vacinação na UBS Dr. José Fernandes de Melo, na Lagoa do Mato.

“Como profissional de saúde e como representante da Uern, é motivo de orgulho e satisfação poder contribuir com a sociedade neste momento decisivo. Muito bom olhar no olho das pessoas, orientar, passar confiança, e fazer parte de um momento tão especial como é o da vacinação contra a Covid-19.

O prefeito Allysson Bezerra (Solidariedade) acompanhou o trabalho das equipes e destacou a importância de parcerias como a mantida com a Uern, para o avanço da imunização no município, em programação denominada de “Mossoró Vacina” (veja AQUI).

Com informações da Agecom/Uern.

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Categoria(s): Administração Pública / Gerais / Saúde
sábado - 03/04/2021 - 18:40h
Caicó

Deputado discute no Seridó implantação de Centro Industrial

Shirley, Toinho, João Maia e Dr. Tadeu (Foto: divulgação)

Shirley, Toinho, João Maia e Dr. Tadeu (Foto: divulgação)

O deputado federal João Maia (PL) teve reunião nesse sábado (30 em Caicó, para tratar de um tema recorrente em seu mandato nos últimos meses: a construção do Centro Industrial, Comercial e de Serviços do Seridó.

Ele esteve com o prefeito Dr. Tadeu (PSDB) e o vice-prefeito Toinho Santiago (PL) para discutir a implementação desse equipamento. João Maia estava acompanhado da prefeita de Messias Targino e sua mulher, Sirley Targino (PL).

Durante a reunião, o deputado entrou em contato por telefone com o presidente da Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN), Roberto Linhares, e agendou para próxima semana uma reunião em Natal.

Infraestrutura

João Maia também falou com o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), Zeca Melo, que garantiu que em 60 dias será entregue o projeto executivo. Está sendo elaborado em parceria com a Prefeitura de Caicó.

“Tivemos uma reunião muito produtiva. Ficou acertado que na próxima semana vamos tratar sobre as questões de infraestrutura básica com a Caern e Cosern, como esgotamento sanitário, abastecimento de água e energia. Também recebemos do Sebrae, através de Zeca Melo, a boa notícia da entrega do projeto executivo, que está sendo finalizado”, disse João Maia.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sábado - 03/04/2021 - 18:02h
Virtual

Fest Bossa & Jazz Mossoró vai acontecer nos dias 24 e 25 desse mês

Todos estão convidados para um programa mais que especial nos próximos dias 24 e 25 de abril! O Fest Bossa & Jazz – Home Sessions – Mossoró está com uma programação imperdível e o sábado e o domingo prometem garantir boa música das 19h às 22h.Jass Festival - Mossoró, Abril de 2021

Haverá transmissão pelo YouTube/TCM e do próprio Fest Bossa & Jazz, além do TCM HD (para assinantes), diretamente do Garbos Hotel de Mossoró.

Em virtude da pandemia, ficou inviável a Juçara Figueiredo Produções realizar o festival presencial em Mossoró, como planejado para o ano passado. Mas, através de edital da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte, será possível uma edição, não somente realizada e transmitida diretamente da 2ª maior cidade do Estado mas, principalmente, apresentando um “lineup” exclusivamente de artistas/músicos da cidade e contando com toda infraestrutura técnica de profissionais e empresas locais.

Artistas

Na programação, nomes como: Monxoró Brass Band; Gabriela Mendes & Banda; As Liras; Jean Lone & The Bluesthunders; Dayanne Nunes & Banda; Brazuka Jazz. Todos terão seus convidados e nas próximas semanas serão anunciados.

O Festival será realizado pela Juçara Figueiredo Produções com recursos da Lei Aldir Blanc Rio Grande do Norte, Fundação José Augusto, Governo do Estado do Rio Grande do Norte, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo e Governo Federal. Agora será a vez de Mossoró.

Informações no site www.festbossajazz.com.br |

Siga mídias digitais: @festbossajazz e Facebook.com/festbossaejazz

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Categoria(s): Cultura
sábado - 03/04/2021 - 17:26h
Jornal do Commercio

Mais um impresso que muda de corpo e sai da matéria

Jornal-do-ComercioO Jornal do Commercio de Recife concluiu seu ciclo de vida como impresso essa semana (31), a dias de fazer 101 anos de existência, o que ocorreria ontem (sexta-feira, 3).

Mais um que muda de corpo, sai da matéria, para viver apenas no mundo on-line, onde já está desde 2011.

Recentemente, o tradicional Diário do Nordeste, de Fortaleza, também deixou de circular de forma impressa. Sua última edição foi dia 28 de fevereiro. Mantém-se na plataforma virtual.

Segundo informações oficiais do Instituto de Verificador de Comunicação (IVC), três gigantes de repercussão nacional estão arquejando: O Estado de São Paulo, 80 mil exemplares/dia; O Globo, 78 mil; Folha de São Paulo, 65 mil.

Os dados são de dezembro de 2020.

Impresso é escola-mater do jornalismo e tem duelado com o encantamento e facilidades do admirável mundo novo da Internet.

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Categoria(s): Comunicação
  • San Valle Rodape GIF
sábado - 03/04/2021 - 16:36h
A voz

Brasil perde Agnaldo Timóteo para a Covid-19

Cauby tinha origem mineira e Ângela Maria abriu caminho para sua carreira musical (Foto: Sesc Piracicaba/SP)

Cauby tinha origem mineira e Ângela Maria abriu caminho para sua carreira musical (Foto: Sesc Piracicaba/SP)

Do G1

O cantor Agnaldo Timóteo, uma das vozes mais conhecidas da música romântica brasileira, morreu de Covid, após 21 dias de internação, neste sábado (3) no Rio. Ele tinha 84 anos.

O cantor iniciou a carreira na década de 1960 e se consolidou com canções românticas. Na política, teve mandatos como deputado federal e vereador em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo, na Zona Oeste do Rio. Médicos acreditam que o artista de 84 anos contraiu o coronavírus no intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina.

Trajetória

Agnaldo Timóteo Pereira, mais conhecido como Agnaldo Timóteo, nasceu em Caratinga, no interior de Minas Gerais, em 16 de outubro de 1936.

Apaixonado por música desde cedo, se apresentava em circos itinerantes que chegavam à cidade.

Timóteo passou a cantar em programas de calouro em rádios de Caratinga, Governador Valadares e Belo Horizonte. Ele conciliava as apresentações com o trabalho de torneiro mecânico. Em Minas, interpretava canções de Cauby Peixoto e ficou conhecido como “Cauby mineiro”.

Saiba mais detalhes AQUI.

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Categoria(s): Cultura / Gerais
sábado - 03/04/2021 - 08:04h
Mossoró

Vacinação nesses sábado e domingo acontece das 8 às 16 horas

Vacinação de 64 e 63 anos contra Covid-19 em Mossoró, dias 3 e 4 de abril de 2021Mossoró recebeu nova remessa com 13.400 doses de vacina contra Covid-19 nessa sexta-feira (2). Com essa nova remessa, a municipalidade operacionaliza vacinação em dez Unidades Básicas de Saúde (UBS’s).

Estarão abertas neste sábado (3) e domingo (4) para vacinação que segue disciplina etária e de prioridades do Plano Nacional de Imunização.

Hoje, começa a vacinação dos idosos de 64 anos.

No domingo, a partir de 63 anos, que devem procurar as unidades de saúde, das 8h às 16h, para se vacinar contra a Covid-19.

UBS’s para vacinação neste fim de semana:

– UBS Vereador Durval Costa (Conjunto Walfredo Gurgel)
– UBS Francisco Pereira de Azevedo (Liberdade 1)
– UBS Dr. Agnaldo Pereira (Conjunto Vingt Rosado)
– UBS Raimundo Renê Dantas (Boa Vista)
– Centro Clínico Evangélico Edgard Burlamaqui (Centro)
– UBS Dr. Joaquim Saldanha (Estrada da Raiz)
– UBS Dr. Cid Salem Duarte (Abolição 4)
– UBS Dr. José Fernandes de Melo (Lagoa do Mato)
– UBS Enfermeira Conchita da Escóssia Ciarlini (Abolição 2)
– UBS Dr. Sueldo Câmara – Aeroporto 2 (Quixabeirinha).

Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
  • Art&C - PMM - Abril de 2026
sexta-feira - 02/04/2021 - 23:59h

Pensando bem…

“Tome cuidado apenas consigo mesmo; nossos piores inimigos estão dentro de nós.”

Charles Spurgeo

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Categoria(s): Pensando bem...
sexta-feira - 02/04/2021 - 20:24h
Brasil

Falsa enfermeira, falsa vacina e ‘moral ilibada’ num enredo hilariante

Sonhar-Com-Injeção-e-Agulha“O Brasil não é para principiantes”.

A frase de Tom Jobim segue firme como uma verdade absoluta nesse pindorama.

Falsa enfermeira aplicando falsa vacina em empresários de ‘moral ilibada’, em MG, é a mistura do sórdido com o ridículo, resultando em algo hilariante.

Leia mais detalhes sobre esse caso clicando AQUI.

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Só Pra Contrariar
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 02/04/2021 - 19:48h
Pressões

Decisão sobre medidas restritivas tem o ‘dom’ de não agradar

Fátima: decisões complexas (Foto: Fabiano Trindade)

Fátima: decisões complexas (Foto: Fabiano Trindade)

Pela vontade da governadora Fátima Bezerra (PT) e se ela fosse seguir as recomendações do Comitê Científico que estuda a propagação do coronavírus, no RN, não seria tecnicamente agora o momento para afrouxar medidas de restrições sociais e produtivas.

A flexibilização que ela adota (veja AQUI), é reflexo de uma pressão asfixiante, de todos os lados.

Mesmo afrouxando, a governante não deixou praticamente ninguém feliz.

Todos queriam mais, muito mais.

E os favoráveis às decisões limitadoras também não gostaram, claro. Desejavam mais arrocho.

Em poucos dias teremos nova onda de insatisfeitos, todos se queixando do governo e esquecendo da própria cauda. É sempre mais fácil e cômodo culpar o governo.

Os problemas não terminam por aqui. Para ninguém.

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sexta-feira - 02/04/2021 - 19:02h
Aniversário

Os 58 anos da Rádio Rural de Mossoró

58 anos da Rádio Rural de Mossoró - 2 de Abril de 2021A Rádio Rural de Mossoró chega aos 58 anos nesse dia 2 de abril, Sexta-feira Santa.

Uma história marcada por sua inauguração em 2 de abril de 1963, com a presença do então presidente João Goulart.

Parabéns, Rádio Rural!

Parabéns por seu foco em comunicação social e por não abdicar do seu papel evangelizador.

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sexta-feira - 02/04/2021 - 18:26h
Autismo

Quando nos conscientizamos, as peças se encaixam

2 de Abril - Dia Mundial da Conscientização do Autismo - psicóloga Raquel FelipeOrganização das Nações Unidas~(ONU), no fim de 2007, definiu todo 2 de abril como sendo o Dia Mundial de Conscientização do Autismo (no original em inglês: World Autism Awareness Day).

Nessa data em todo o mundo, é feito um trabalho para inofrmar e esclarecer a sociedade sobre o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

autismo — nome técnico oficial: Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) — é uma condição de saúde caracterizada por déficit em duas importantes áreas do desenvolvimento: comunicação social e comportamento. Não há só um tipo de autismo, mas muitos subtipos, que se manifestam de uma maneira única em cada pessoa.

Tão abrangente que se usa o termo “espectro”, pelos vários níveis de comprometimento — há desde pessoas com outras doenças e condições associadas (comorbidades), como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, com vida comum, algumas nem sabem que são autistas, pois jamais tiveram diagnóstico.

Conheça mais sobre o assunto lendo o artigo “O que é autismo?”, da Revista Autismo.

*Utilizamos como ilustração nessa postagem, material de divulgação da psicóloga clínica mossoroense Raquel Felipe.

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Categoria(s): Gerais / Saúde
sexta-feira - 02/04/2021 - 17:30h
Mossoró Vacina

Prefeitura aplicará doses sábado e domingo

Prefeito Allyson Bezerra anuncia vacinação para idosos de 64 e 63 anos em 10 UBS no fim de semana 3 e 4 de Abril de 2021Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI e Youtube AQUI.

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sexta-feira - 02/04/2021 - 08:30h
Em Natal

Ex-vereador Renato Dantas morre com Covid-19

Por Laurita Arruda (Território Livre)

Renato tinha 61 anos Fotoweb)

Renato tinha 61 anos Fotoweb)

Faleceu na manhã desta sexta-feira (5h40) , 02, o ex-vereador Renato Tirso Dantas, 61 anos, vítima das complicações da Covid-19. Estava hospitalizado na Policlínica.

Ele foi diagnosticado da doença em 09 de março, teve complicações incluindo parada cardíaca quando o estado de saúde  se agravou.

Renato foi vereador por várias legislaturas, chegando a ser presidente da Câmara Municipal de Natal.

Atualmente, escrevia o “Blog do Primo” e apresentava programa de rádio. Atuou nos bastidores de várias campanhas eleitorais do Rio Grande do Norte.

Ele deixa a mulher Daiane e três filhos Beatriz, Cecília e Gabriel Costa Lima Dantas, de 18 anos.

Nota do Blog – Última vez que o vi e conversamos no ar e, bastidores, ocorreu na campanha eleitoral do ano passado, no estúdio da FM 96 do Natal.

Há poucas semanas, uma amiga agendou nos encontrarmos para jogarmos conversa fora. Não deu tempo.

Uma pena. Descanse em paz!

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Categoria(s): Política / Saúde
quinta-feira - 01/04/2021 - 23:58h

Pensando bem…

“Quando a caridade é muito discutida, o socorro chega tarde.”

Chico Xavier

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quinta-feira - 01/04/2021 - 23:34h
Sem controle

Brasil passa a ter média de 3 mil óbitos/dia por Covid-19

G1

O Brasil registrou 3.673 mortes por Covid nas últimas 24 horas, totalizando nesta quinta-feira (1º) 325.559 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias ficou acima da marca de 3 mil pela primeira vez e chegou a 3.119. É o pior número no índice pelo 7º dia consecutivo.

Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +43%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h desta quinta.

O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Dezesseis estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortesES, MG, RJ, SP, DF, GO, MS, MT, AP, RO, TO, AL, CE, MA, PB, PE e PI.

O consórcio também levantou que oito estados tiveram seu pior dia da pandemia até aqui, colocando como parâmetro a evolução da média móvel de mortes de cada um deles: DF, ES, MT, MG, RJ, RS, SP e TO.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Categoria(s): Saúde
quinta-feira - 01/04/2021 - 19:44h
À luta!

RN recebe 149.050 doses de vacinas para combate à Covid-19

São 12.250 da AstraZeneca e 136.800 da CoronaVac que chegaram ao RN hoje (Foto: Raiane Miranda)

São 12.250 da AstraZeneca e 136.800 da CoronaVac que chegaram ao RN hoje (Foto: Raiane Miranda)

Mais vacinas!

O lote de vacinas prometido para chegar ao Rio Grande do Norte desembarcou ao fim da tarde dessa quinta-feira (1º). É a 11ª remessa enviada pelo Governo Federal, em combate à Covid-19.

O anúncio foi feito pela governadora Fátima Bezerra (PT) em redes sociais suas.

São 149.050 vacinas que serão direcionadas para a 2ª dose dos idosos de 75 a 70 anos e para a 1ª dose daqueles entre 69 e 65 anos, bem como para iniciar a vacinação dos profissionais da segurança e forças armadas.

São 12.250 da AstraZeneca e 136.800 da CoronaVac.

Vamos à luta, vamos vencer essa guerra.

Amém!

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