Do Canal Meio e outras fontes para o BCS
Apesar da pressão de aliados do governo para que deixe o cargo, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), tem dito a interlocutores que só pretende deixar a função se houver um pedido direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois devem se reunir na quarta-feira, após o retorno do senador a Brasília. Nos bastidores, a expectativa é de que Lula defenda a saída de Wagner.
A permanência do senador na liderança passou a ser vista como um problema dentro do Planalto após a operação da Polícia Federal relacionada ao caso Banco Master. A avaliação é que o afastamento ajudaria a blindar o presidente e a interromper o desgaste político provocado pelo avanço das investigações. (Folha)
Mas Wagner parece disposto a brigar. A defesa do senador recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar anular a decisão que autorizou a operação de busca e apreensão realizada contra o parlamentar na semana passada, no âmbito da investigação sobre o Banco Master. Em nota, os advogados afirmam que o recurso aponta “erros graves” e negam que o líder do governo Lula no Senado tenha atuado no Congresso para beneficiar o Master. A PF sustenta que Wagner foi o principal beneficiário de vantagens econômicas concedidas por integrantes do banco. (Globo)
E a defesa pública de Wagner feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incomodou o Planalto. Alcolumbre defendeu a presunção de inocência e criticou a tendência de condenar investigados antes da conclusão das apurações. Nos bastidores, a manifestação do senador adicionou um novo componente à crise política por conta das relações já estremecidas entre o Planalto e a Presidência do Senado. (CNN Brasil)
Já o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que o pedido de investigação sobre recursos solicitados pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse seja analisado pelo ministro André Mendonça, relator das investigações do caso Banco Master no STF, e não por Alexandre de Moraes, cuja esposa tinha um contrato com o Master. Após a manifestação da PGR, Moraes encaminhou a questão ao presidente da Corte, Edson Fachin, que decidirá se o caso permanecerá com Moraes, será transferido a Mendonça ou distribuído por sorteio. (g1)
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