domingo - 13/09/2026 - 12:30h

Um velho ou um novo código

Por Marcelo Alves

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com recursos de IA para o BCS

A história conta que o rei Hamurábi (1810-1750 a.C.) subiu ao trono do Império Babilônico, sucedendo ao pai, em 1792 a.C. Era um período de relativa paz, no qual Hamurábi pôde dedicar-se ao desenvolvimento interno do seu reino. Já as décadas de 1760 e 1750 a.C. foram marcadas por sucessivas e vitoriosas guerras com os povos vizinhos, o que fez da Babilônia, no período de Hamurábi (cujo reinado vai até 1750 a.C., ano de sua morte), indiscutivelmente, senhora de quase toda a Mesopotâmia.

Mas, certamente, o principal legado desse grande rei para as civilizações futuras reside no “código de leis” que ele promulgou para a Babilônia durante o seu reinado, por volta de 1772 a.C., e que leva o seu nome: o “Código de Hamurábi”.

Para quem não sabe, esse velhíssimo código chegou até nós em um belo monólito de pedra de diorito, achado por uma expedição francesa que, na virada dos anos 1901-1902, realizava escavações na Acrópole da cidade de Susa, no atual Irã. Essa “pedra”, mais que preciosa, encontra-se hoje no museu do Louvre, à disposição de especialistas e curiosos de ocasião.

Composto no alfabeto cuneiforme e na língua acadiana, o Código de Hamurábi contém 282 disposições (ou 281, se considerarmos que a cláusula 13, por superstição, foi omitida), organizadas, segundo informa Michael H. Roffer em “The Law Book: from Hammurabi to the International Criminal Court, 250 Milestones in the History of Law” (Sterling Publishing Co., 2015), por temática: processo, propriedade, direito de família, danos pessoais, forças armadas e por aí vai.

Com suas gravíssimas punições retributivas – a exemplo da “lex talionis” do “olho por olho, dente por dente” –, mas que podiam variar a depender do status social do ofensor e da vítima, muitas das disposições do Código de Hamurábi certamente nos parecerão hoje fora de propósito. Isso é vero.

Todavia, nestes tempos tão conturbados no direito brasileiro, a história do velho Código de Hamurábi nos dá uma lição valiosíssima: a afirmação escrita e pública, exposta nos templos do reino, de um conjunto de normas, uma rule of law (mesmo que rudimentar), para regular o direito e a vida dos cidadãos.

Como lembra José Roberto de Castro Neves, quando trata do Código de Hamurábi no seu “O espelho infiel: uma história humana da arte e do direito” (Nova Fronteira, 2020): “Do ponto de vista da evolução social, observa-se um grande salto com a promulgação de leis escritas. No Egito, cabia ao faraó dizer quem tinha razão diante de determinada disputa, o que ele fazia livremente, sem prestar contas a ninguém. Com as leis escritas e previamente conhecidas, a situação se altera e iniciam-se, ainda que muito timidamente, as mais básicas garantias individuais. De alguma forma, mesmo que incipiente, limitava-se a vontade dos soberanos”.

Dizem que o nosso Supremo Tribunal Federal, nestes tempos tão conturbados, está para editar um novo código, desta vez o de ética, para resolver os BOs dos seus magistrados/ministros. Mas será que isso é mesmo necessário? Não seriam já as nossas velhas leis/códigos suficientes para evitar essa bagunça toda? Respondo afirmativamente à segunda indagação. E nem falo de ir tão longe ao tempo e às disposições do Código de Hamurábi (um “olho por olho, dente por dente” entre os envolvidos). Refiro-me simplesmente a cumprir o que está na nossa (nem tão carcomida) Constituição, que é tanto bem escrita quanto pública.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República, doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL e membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

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Categoria(s): Crônica
domingo - 13/09/2026 - 10:42h

Coisas da infância

Por Odemirton Filho

Arte ilustrativa exclusiva com efeitos de IA para o BCS

Arte ilustrativa exclusiva com efeitos de IA para o BCS

Fizesse chuva, fizesse sol, eu gostava de ir à casa de minha avó, na rua 06 de janeiro. Quase toda tarde ia com minha mãe e minhas irmãs. Quando descia do carro, corria pra rua vizinha, onde jogaria bola com os meus primos; as ruas naquela época ainda eram de areia.

Entrava pela noite jogando bola. Ao terminar, tomava sopa de feijão na casa de minha tia, picava pão francês e colocava no prato e, às vezes, ovos pra dar “sustância”. Quando estava enjoado da sopa, comia arroz de leite com carne assada lá em vovó.

Eram tardes/noites maravilhosas, com uma ruma de primos. Alguns mais velhos, outros, da minha idade ou mais jovens. Cada um com suas manias e apelidos. Eram o “Magrela”, “o Jarrão”, o “Mentirinha”, o “Saraça”.

Não conto as vezes que vi meu avô Vivaldo Dantas de Farias sentado na cadeira de balanço, lendo um livro, assistindo ao noticiário da televisão ou conversando sobre política. A Belina azul estacionada na garagem. Minha avó ficava pela cozinha, dando ordens ou na beira do fogão finalizando a “janta”; vez ou outra dava “carão” nos tios e primos mais danados.

Recordo vagamente da fábrica de redes da qual eles eram donos. Dos meus avôs por parte de pai, não lembro, eles morreram quando eu ainda era bem pequeno.

Depois voltávamos pra casa, na rua Tiradentes. Então, eu ia brincar com os meninos da rua Francisco Ramalho, jogar mais bola ou conversar “miolo de pote” no pé da calçada. Outras vezes, íamos andar de bicicleta no patamar da Igreja de São Vicente.

Quando ficava um pouco mais tarde, ficava assistindo a novelas ou algum programa humorístico dos anos oitenta. Na infância, é claro, havia os sonhos, os medos, as alegrias e tristezas. Lembro de muitos pedaços da minha infância; alguns foram doces como doce de leite.

Na verdade, “são sempre enormes as coisas da infância, as maiores que teremos na vida, eu penso. As mais inesquecíveis. Talvez, as mais sentidas como verdadeiras. Passamos o resto do tempo atrás dessa sensação”. (fragmento do livro, Véspera, da escritora Carla Madeira).

Odemirton Filho é oficial de justiça

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 13/09/2026 - 09:36h

Do homem

Por Honório de Medeiros

Arte produzida por  Emrah Avci

Arte produzida por Emrah Avci

Assim é a rede social: uma praça virtual semelhante às das cidades do interior, onde a vida de cada um e de todos é passada a limpo todos os dias.

Continuo crendo que o homem não mudou nada com o passar dos anos, desde a era da caça e coleta..

Antes, andávamos a pé ou em cima de animais, hoje viajamos de avião; antes, comunicavamo-nos aos grunhidos, hoje via internet; o homem, entretanto, continua o mesmo, talvez muito pior: está mais fragmentado, mais cheio de ódio, rancor e ressentimento.

Não sua, destila fel.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura de Natal e do Estado do RN

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Categoria(s): Crônica
domingo - 13/09/2026 - 08:40h
História

Veja as eleições ao Senado em 136 anos e todos os nomes do RN

No caminho até aqui, foram sete Constituições, diversas regras eleitorais e formas de composição

Por Guilherme Oliveira, da Agência Senado, especial para o BCS

Mobilização à frente do Congresso, durante o Colégio Eleitoral que elegeu Tancredo Neves para a Presidência da República, pondo fim ao período militar (Foto: Célio Azevedo/Senado/Arquivo BCS)

Mobilização à frente do Congresso, durante o Colégio Eleitoral que elegeu Tancredo Neves para a Presidência da República, pondo fim ao período militar (Foto: Célio Azevedo/Senado/Arquivo BCS)

Em 1890, o Brasil republicano realizou sua primeira eleição para o Senado. Não há números oficiais do eleitorado brasileiro naquele ano. Sabe-se, porém, que no início da República os votantes representavam cerca de 2% da população, que era de pouco mais de 14 milhões. Com base nesses dados, estima-se que cerca de 300 mil brasileiros tenham participado da escolha dos primeiros 63 senadores.

Hoje, 136 anos e 36 eleições depois, o eleitorado é de 158,7 milhões, o país tem 27 unidades da Federação representadas e o Senado tem 81 membros. No caminho até aqui, foram sete Constituições, diversas regras eleitorais e formas de composição, diferentes arranjos políticos e transformações sociais.

Neste levantamento inédito, a Agência Senado reúne as informações sobre todas as eleições para a Casa na história da República. Criado em 1932, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) unifica as informações sobre as eleições ordinárias desde 1945. As eleições anteriores a essa data e as eleições suplementares estão documentadas de forma esparsa, mas as informações podem ser encontradas em documentos disponíveis nas Bibliotecas do Senado e da Câmara dos Deputados e nos tribunais regionais eleitorais (TREs).

Neste LINK AQUI, clique para saber quais foram os senadores eleitos e demais candidatos do Rio Grande do Norte, por ano eleitoral. Período vem desde a Primeira República.

Senadores do RN na Primeira República (Reprodução do BCS)

Senadores do RN na Primeira República (Reprodução do BCS)

Primeira República

As primeiras eleições para o Senado da República ocorreram em 15 de setembro de 1890, pouco menos de um ano depois da proclamação. Os então 20 estados do Brasil e o Distrito Federal (que correspondia à cidade do Rio de Janeiro, capital do país), elegeram, cada um, três senadores para compor a Assembleia Constituinte que inaugurou o novo regime. A Assembleia foi instalada em novembro e, em fevereiro, promulgou a primeira Constituição republicana.

Uma das principais mudanças foi a forma de representação. No Senado do Império, o número de senadores de cada província estava relacionado à sua representação na Câmara dos Deputados. Com a transformação do país em uma federação, o Senado passou a assegurar representação igual para os estados. Cada um tinha direito a três senadores, independentemente de sua população. A Câmara dos Deputados, por sua vez, manteve a representação proporcional à população.

Palácio Conde dos Arcos, sede do Senado durante o período Imperial e as primeiras décadas da República (Foto: Memória Viva/Tadeu Sposito/Senado)

Palácio Conde dos Arcos, sede do Senado durante o período Imperial e as primeiras décadas da República (Foto: Memória Viva/Tadeu Sposito/Senado)

A Constituição também acabou com a vitaliciedade do cargo de senador, que vigorava durante o Império, e estabeleceu mandato de nove anos. A primeira composição foi uma exceção: em cada estado, o senador constituinte menos votado teve mandato de três anos, o segundo mais votado, de seis, e o mais votado, de nove anos.

A distribuição dos mandatos em períodos diferentes permitiu a renovação alternada das cadeiras. A partir de então, a cada três anos, uma das três cadeiras de cada estado seria renovada. Os mandatos começaram a contar em 1891.

No Senado da Primeira República não havia suplentes de senador. Em caso de renúncia ou morte, uma nova eleição era realizada para escolher o substituto, que cumpriria o restante do mandato original.

Constituição de 1934 e Estado Novo

A Revolução de 1930 interrompeu as atividades do Congresso Nacional e pôs fim aos mandatos dos parlamentares em exercício. O Senado foi recomposto em 1935, depois da promulgação de uma nova Constituição. Desta vez, os senadores não integraram a Assembleia Nacional Constituinte e foram escolhidos depois da conclusão dos trabalhos constituintes.

Os senadores foram escolhidos por meio de eleições indiretas nas assembleias estaduais e na Câmara Municipal do Distrito Federal. O número de senadores e a duração dos mandatos também mudaram: passaram a ser dois representantes por estado, com mandato de oito anos.

Rebeldes gaúchos da Revolução de 1930 à frente do Palácio Monroe, sede do Senado na época. Fechado por Vargas, o Parlamento só retomou atividades em 1935 (Foto: Instituto Moreira Salles)

Rebeldes gaúchos da Revolução de 1930 à frente do Palácio Monroe, sede do Senado na época. Fechado por Vargas, o Parlamento só retomou atividades em 1935 (Foto: Instituto Moreira Salles)

As eleições ocorreram nos primeiros meses de 1935, sem uma data unificada. Os novos senadores tomaram posse à medida que eram escolhidos. Na primeira composição, o candidato menos votado em cada estado recebeu mandato de quatro anos, enquanto o outro senador ficou com mandato de oito anos, mantendo a renovação alternada das cadeiras.

A nova configuração, porém, teve vida curta. Em 1937, o golpe do Estado Novo fechou as portas do Congresso e encerrou todos os mandatos novamente. A Constituição de 1937, que vigorou durante todo o período ditatorial seguinte, aboliu o Poder Legislativo.

Fim do Estado Novo e redemocratização 

O Estado Novo chegou ao fim em 1945, com a deposição do presidente Getúlio Vargas pelos militares e a convocação de eleições. Em dezembro daquele ano, cada estado escolheu dois senadores para a Assembleia Nacional Constituinte. Uma peculiaridade da eleição era que um mesmo candidato podia concorrer a mais de um cargo e em mais de um estado. Vargas, por exemplo, foi eleito deputado federal em sete estados e senador em dois: Rio Grande do Sul e São Paulo. Ele escolheu assumir o mandato de senador pelo Rio Grande do Sul.

Em setembro de 1946, foi promulgada uma nova Constituição. A Carta restabeleceu a composição de três senadores por estado, manteve a duração dos mandatos em oito anos e introduziu, pela primeira vez, a figura dos suplentes de senador. Em janeiro de 1947, foram realizadas novas eleições para o Senado. A votação serviu para escolher o terceiro senador de cada estado e os suplentes dos senadores que já haviam sido eleitos.

Os senadores que participaram da Assembleia Constituinte tiveram mandato assegurado até 1955. Já os eleitos em 1947 tiveram mandato de quatro anos, de modo a restabelecer a renovação alternada das cadeiras. Em 1950, novas eleições renovaram as cadeiras com mandato mais curto. Em 1954, foram renovadas as demais cadeiras, completando o ciclo de alternância que passou a orientar as eleições para o Senado.

Reprodução do BCS

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Ditadura militar

O regime instaurado pelo golpe militar de 1964 manteve inicialmente o Congresso Nacional em funcionamento, mas alterou de forma significativa as regras eleitorais. Após a reforma partidária que estabeleceu o bipartidarismo, com a Arena, de apoio ao governo, e o MDB, de oposição, a ditadura criou a sublegenda. Com ela, um partido poderia lançar mais de um candidato nas eleições majoritárias para senador e prefeito. A soma dos votos dos candidatos determinava o partido vencedor, e a cadeira ficava com o candidato mais votado da legenda vencedora. Assim, o candidato mais votado individualmente poderia não ser eleito.

A ditadura também criou, para a eleição de 1978, a regra dos senadores “biônicos”. A norma determinava que, nos anos em que fossem renovadas duas cadeiras do Senado por estado, apenas uma delas estaria aberta à eleição direta. A outra seria preenchida por eleições indiretas nas assembleias estaduais, nas quais o governo tinha maioria em quase todos os estados.

Outras mudanças foram a instituição do segundo suplente, a partir de 1978, e a adoção do voto vinculado, em 1982. Pela regra, o eleitor deveria escolher candidatos do mesmo partido para todos os cargos em disputa; caso contrário, a cédula seria anulada.

Na ditadura militar surgiu o bipartidarismo e o senador biônico (Foto: Arquivo Público do DF)

Na ditadura militar surgiram o bipartidarismo, sublegenda, voto vinculado, segundo suplente e o senador biônico para que tudo parecesse democrático (Foto: Arquivo Público do DF)

Nova República

O processo de abertura política eliminou gradativamente os mecanismos eleitorais criados durante a ditadura. Uma emenda constitucional aprovada em 1985 restabeleceu a eleição direta para todas as cadeiras do Senado e extinguiu os senadores “biônicos”. No mesmo ano, o voto vinculado foi descartado, e, em 1986, a sublegenda foi extinta.

As demais regras para a eleição do Senado foram mantidas: três senadores por unidade federativa, mandatos de oito anos e renovação alternada de um terço e dois terços das cadeiras.

Eleições suplementares

Eleições suplementares são pleitos extraordinários, realizados fora do calendário das eleições regulares para preencher vagas abertas durante o mandato. Na Primeira República, os pleitos suplementares eram frequentes porque os senadores não tinham suplentes. Em caso de vacância, uma nova eleição era realizada para escolher o substituto. Além disso, os senadores precisavam renunciar ao mandato para assumir outros cargos, como o de ministro.

As mudanças eram tão frequentes que houve casos de senadores que, depois de deixar a cadeira, foram novamente eleitos para ocupá-la. Isso aconteceu 13 vezes durante a Primeira República:

Reprodução do BCS

Reprodução do BCS

A Constituição de 1946 também previa eleições suplementares. Como a partir daquele período já havia suplentes de senador, os pleitos suplementares se tornaram menos frequentes. Quando necessário, os estados adotaram três procedimentos diferentes:

aguardar a eleição regular seguinte e incluir uma vaga suplementar na disputa;

aguardar a eleição regular seguinte e realizar duas eleições separadas: uma para preencher as vagas previstas e outra para preencher a vaga suplementar;

realizar uma eleição fora do calendário regular, exclusivamente para preencher a vaga.

A instituição do segundo suplente tornou os pleitos suplementares ainda menos frequentes. Na Nova República, as eleições suplementares deixaram de ser realizadas, e as vagas passaram a ser preenchidas por decisão da Justiça Eleitoral. Quando uma cadeira ficava vaga, outro candidato da mesma disputa assumia o mandato, conforme a ordem estabelecida pela legislação eleitoral. Em 2015, uma mudança na legislação voltou a permitir a realização de eleições suplementares para o Senado.

Reprodução do BCS

Reprodução do BCS

Criação e extinção de estados

Ao longo dos anos, as eleições para o Senado também passaram por mudanças decorrentes da criação e, em um único caso, da extinção de estados. As alterações ocorreram entre a ditadura militar e os primeiros anos da Nova República.

1966: Acre — Transformado de território em estado, passou a ter uma bancada própria, com três senadores eleitos.

1975: Guanabara — Incorporada ao estado do Rio de Janeiro, deixou de ter uma bancada própria. Os senadores com mandato em vigor passaram a integrar a bancada do Rio de Janeiro, que ficou temporariamente com mais de três senadores. Os mandatos originados na Guanabara não foram renovados, até que a bancada do Rio de Janeiro voltasse a ter três senadores, em 1983.

1978: Mato Grosso do Sul — Criado a partir do desmembramento de Mato Grosso, passou a ter uma bancada com dois senadores eleitos e um senador transferido da bancada de Mato Grosso. A vaga aberta em Mato Grosso foi preenchida por eleição suplementar.

1982: Rondônia — Transformado de território em estado, passou a ter uma bancada própria, com três senadores eleitos.

1986: Distrito Federal — Passou a ter bancada própria, com três senadores eleitos.

1988: Tocantins — Criado a partir do desmembramento de Goiás, passou a ter uma bancada própria, com três senadores eleitos.

1990: Amapá e Roraima — Transformados de territórios em estados, passaram a ter bancadas próprias, com três senadores eleitos em cada unidade.

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  • Art&C - PMM - Festa da Liberdade - Setembro de 2026
domingo - 13/09/2026 - 07:30h

Página de gratidão

Por Marcos Ferreira

"Setup" (configuração) do ambiente de trabalho do autor, em sua casa, a partir de foto sua, repaginada com recursos exclusivos de IA para o BCS

“Setup” (configuração) do ambiente de trabalho do autor, em sua casa, em foto sua – repaginada com recursos exclusivos de IA para o BCS

Posso até parecer vaidoso, senão impróprio, entretanto me arrisco ao tornar público o meu sentimento de gratidão sempre que me vejo agraciado por quem quer que seja. Sinto assim que apenas o reconhecimento cara a cara ainda não é o bastante para externar o meu regozijo. Pois bem. Às vezes fico com aquela ideia de que a escrita é um bom caminho para ampliar um agradecimento, bendizer aquele ou aquela pessoa que nos honra com um determinado mimo, gesto ou testemunho. É isto o que hoje anseio realizar no decorrer destas linhas passionais quanto gratas. Porque fico com a desconfiança de que não basta simplesmente dizer muito obrigado a quem nos dedica apreço, a quem nos trata com deferência.

Havia um bom tempo que meu velhobook me pedia para ser substituído, ir para o vestiário e gozar de um merecido e definitivo descanso. Ele chegou ao limite, atingiu a maioridade com longos dezoito anos de bons serviços prestados. Segundo Marcos Rebouças, técnico de informática que cuidou da manutenção dele até anteontem, o computador da HP, de configuração modesta, deu o que tinha que dar. Quem sabe daqui a mais uns dezoito anos seja a vez deste escriba se aposentar também, pendurar as chuteiras.

Agora, enfim, a substituição é praticável, exequível. Isto tão somente porque (permitam-me a indiscrição) acabo de receber de presente um outro aparelho novinho em folha. Foi o que aconteceu: ganhei um computador. Tal oferta partiu do meu inoxidável xará Marcos Araújo, professor, advogado e cronista deste BCS — Blog Carlos Santos. Carlos, a propósito, foi quem relatou ao meu benfeitor as condições precárias em que vinha se arrastando o meu antigo laptop. Digo antigo porque já escrevo esta página no aparelho substituto. Trata-se, com toda a consideração e respeito ao velhobook, de uma máquina das mais avançadas; coisa de primeira qualidade. Entusiasmo à parte, dá gosto a gente escrever em um equipamento desse nível. É um Samsung que decerto vai durar outro bom número de anos.

Fico aqui a pensar, entretanto, na quantidade de escritos que produzi digitando no longevo HP que utilizei até bem pouco. Todas as crônicas que engendrei ao longo de aproximadamente cinco anos para o BCS, por exemplo, foram tamboriladas no aparelho anterior. O que facilmente pode resultar em três livros do gênero. Nele, além das crônicas e duas compilações de poemas, eu trouxe a lume três romances, uma seleta de contos e outros textos avulsos. Todos esses trabalhos, por uma razão ou por outra, continuam inéditos.

Enquanto nenhum desses títulos vai para a gráfica, aqui e acolá pego determinada obra e fico realizando diversas releituras e retoques no texto. Escrever, de acordo com Fernando Sabino, é cortar. Por sua vez, na qualidade de mestre, Luis Fernando Verissimo diz o seguinte: “Escreve bem quem reescreve bem.” Então, tudo o quanto produzo é relido e reescrito incansavelmente.

Escrever literatura de boa qualidade não é moleza. Existem vários depoimentos interessante acerca da arte da escrita assinados por escritores de alto coturno. Para exibir aqui outra frase memorável, transcrevo mais esta citação: “O escritor é um homem que mais do que qualquer outro tem dificuldade para escrever.” Esta pérola é um aforismo do alemão Thomas Mann.

Admito que estou sendo um tanto quanto cansativo; além de prolixo. Entrei em um oito e está complicador sair dele. Decerto porque isso (o referido presente) talvez devesse ser do conhecimento apenas meu e dos amigos Marcos Araújo e Carlos Santos. Agora é tarde. Aqui faço publicidade da bonomia e filantropia do meu xará Marcos Araújo. Mais uma vez, então, muito obrigado.

Marcos Ferreira é escritor

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Categoria(s): Crônica
domingo - 13/09/2026 - 06:22h

Bichos de sete cabeças

Por Bruno Ernesto

Gatos da Rua Chile em Natal, em 10 de novembro de 2025 (Foto: Bruno Ernesto)

Gatos da Rua Chile em Natal, em 10 de novembro de 2025 (Foto: Bruno Ernesto)

Que os gatos são místicos, os egípcios já sabiam disso há mais de cinco mil anos. E se você reparar bem, talvez o segredo deles seja levar uma vida sem muitos protocolos.

Essa aura, e o estilo de vida deles, bem que poderiam ter sido aplicadas indistintamente aos humanos. Talvez nos poupasse de muita coisa a longo da vida. Do dia já seria excelente, convenhamos.

A outra fama de que eles são boçais e que desprezam as pessoas, é muito injusta. Quer dizer: nem tanto. Às vezes é bom nos comportarmos como os gatos e, em certas situações, não seria má ideia ver, fingir que não é com você e ignorar solenemente. É plenamente compreensível.

Quem convive com gato, sabe que nada fica no mesmo lugar se ele achar interessante derrubar, e nem um estofado se livrará das suas unhas se ele achar que ali é um bom lugar para relaxar.

Todavia, se ele quiser passar despercebido, ele singrará por entre plantas, copos, garrafas, livros, móveis e cristais e você jamais saberá que ele esteve ali.

Na hipnagogia, enquanto você tenta dormir às dezesseis horas do domingo, após ler três ou quatro folhas de um livro que você teima em não terminar, talvez ele mie escandalosamente ao pé da porta até você levantar e ir lá abri-la para, depois, solenemente, ele desistir de sair e, ao invés, caminhar vagarosamente para a cozinha, para ali cochilar numa cadeira; não sem antes lhe encarar de soslaio e bocejar, como quem diz:

 – Apague a luz e saia daqui.

– De meia em meia hora venha me ver.

– Talvez me esconda e você pensará que fugi. Ficarei lhe observando lá de cima do armário enquanto você corre pela casa e me procura por todos os cantos. Menos neste.

– Talvez eu mude de ideia, se não cochilar.

Quem é meticuloso demais, irredutível demais, insistente demais, certo de tudo demais, compreensível demais, clemente demais, sorridente demais, triste demais, aberto demais, fechado demais e tudo demasiadamente demais – até mais que o próprio pleonasmo -, precisa de um gato para se aprumar.

Não faça um bicho de sete cabeças por tudo, pois a vida requer outro ritmo e nada há de errado em mudar de ideia sem dar explicação.

Bruno Ernesto é advogado, professor e escritor

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sábado - 12/09/2026 - 23:40h

Pensando bem…

“O destino decide quem vamos encontrar na vida, atitudes decidem quem fica.”

Karen Gibbs

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sábado - 12/09/2026 - 20:30h
Comunicação, voto e lei

Influenciadores participam de campanha, mas existem limites

Influenciadores não podem ser usados para impulsionar conteúdo político-eleitoral (Foto: Adobe Stock)

Influenciadores não podem ser usados para impulsionar conteúdo político-eleitoral (Foto: Adobe Stock)

No Brasil, existem mais de 10 milhões de influenciadores com, pelo menos, mil seguidores na plataforma Instagram, resultado que coloca o país na segunda posição do ranking global, atrás apenas dos Estados Unidos. São os dados de um levantamento feito pela Nielsen, empresa que analisa o comportamento dos consumidores em mais de 100 países.

Com tanta gente produzindo conteúdo e falando para diferentes públicos, os influenciadores também ganham espaço no período eleitoral. A capacidade de influenciar escolhas de consumo pode se estender a outros assuntos do cotidiano, incluindo o debate político. Nas redes, esses criadores podem falar sobre propostas, candidatos, eleições e cidadania para milhares ou até milhões de pessoas.

Embora a televisão e o rádio ainda tenham forte presença nas eleições brasileiras, especialmente por meio do horário eleitoral gratuito, as redes sociais vêm ganhando espaço como fontes de informação e debate público.

O estudo Digital News Report 2026, publicado pelo Instituto Reuters em parceria com a Universidade de Oxford, mostra que 53% dos brasileiros já utilizam as redes sociais e plataformas de vídeo para acessar notícias semanalmente. O relatório também aponta que 33% recebem conteúdos de criadores ou influenciadores que se concentram principalmente em notícias.

O que dizem as regras do TSE para 2026?

O consultor legislativo Rodrigo Marengo explica que a Resolução 23.755, de 2026 atualizou as regras para as Eleições 2026. Ele destaca que o texto não usa a palavra “influenciador”, mas estabelece que é lícita a veiculação de propaganda eleitoral em canais e perfis de pessoas naturais (art. 28, § 6º-A).

— As regras vigentes permitem que os influenciadores participem ativamente da propaganda eleitoral, desde que de forma totalmente gratuita e sem a realização de impulsionamento de conteúdo — afirma o consultor.

Isso significa que candidatos, partidos e federações partidárias não podem contratar, premiar ou oferecer qualquer benefício para que influenciadores publiquem propaganda eleitoral, mesmo de forma indireta.

O consultor destaca ainda que os influenciadores podem exercer a sua liberdade de expressão como qualquer eleitor.

— O influenciador pode manifestar seu pensamento livremente, desde que: 1 — não se valha do anonimato; 2 — não ofenda a honra ou a imagem de candidatos e partidos; 3 — não promova a incitação de atos ilícitos; e 4 — não divulgue fatos sabidamente inverídicos ou gravemente descontextualizados, como as fake news — afirma.

No ambiente digital, a distinção entre manifestação espontânea, publicidade e propaganda eleitoral se torna um dos principais desafios para quem consome o conteúdo. A professora Issaaf Karhawi acredita que os influenciadores digitais podem desempenhar um papel relevante na aproximação dos eleitores com o processo eleitoral, desde que atuem com transparência e responsabilidade.

— Um problema na comunicação dos influenciadores é perceber a distinção entre o que é pessoal e o que é comercial — explicou.

Como denunciar irregularidades?

Abusos cometidos por influenciadores digitais durante as eleições, como propaganda eleitoral paga ou publicações irregulares nas redes sociais, podem ser denunciados pelo aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Sempre que possível, guarde o link da publicação, faça capturas de tela e registre a data, o horário e o perfil responsável. Esses dados ajudam a Justiça Eleitoral a analisar a denúncia.

Veja aqui como usar o aplicativo Pardal.

Fonte: Agência Senado

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sábado - 12/09/2026 - 19:52h
Política de submundo

Caixa-preta do Master abre as portas de promiscuidade bilionária

Edson Fachin abriu a caixa preta e de lá tem saído puteiro e relações promíscuas de membros do próprio STF (Foto: Antônio Augusto/STF)

Edson Fachin abriu a caixa preta e de lá tem saído puteiro e relações promíscuas de membros do próprio STF (Foto: Antônio Augusto/STF)

Num ano de eleições gerais ou quase gerais, no Brasil, é o Judiciário e a corrupção que parece escorrer para seu interior e do seu interior, o principal tema em discussão no país. Mas, nem assim, deixa de pesar e pode influir nos rumos das eleições 2026.

O Judiciário está movimentado. Na quinta-feira (10), à noite, o presidente do Supremo Tribunal (STF) pediu a quebra de sigilo dos documentos do caso Master que não fossem atrapalhar investigações em andamento. A justificativa para a liberação foi a votação da Corte, que acontecerá na próxima terça-feira (15), para decidir se Moraes deverá ser investigado.

Cá para nós e o povo da rua: não deverá ser investigado. Nem precisa ser investigado. O STF é de longe o poder menos confiável da República aos olhos da sociedade. Todos vão ficar onde estão, mesmo que desmoralizados. Moraes e outros togados têm participação especial nessa desmoralização, que se diga. Leia também: Treze ex-ministros do STF pedem imediata apuração de escândalos

O ministro André Mendonça aceitou o pedido e entendeu que deveria liberar apenas documentos relacionados ao caso de Moraes. Nessa primeira leva de documentos, houve a divulgação de suspeitas e acontecimentos que chamaram a atenção. Entre eles:

Cifras milionárias

A PF suspeita que o ministro Dias Toffoli seria proprietário ou beneficiário final do fundo de investimento Arleen, que recebeu R$ 35 milhões de Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Balada secreta tem potiguar como “organizador”

Em 2023, Vorcaro organizou uma festa de Halloween com 20 homens e 120 mulheres. As conversas mostram a participação de Fábio Faria na montagem da lista de convidados e registram referências a políticos e integrantes do Judiciário. Em uma das mensagens, Vorcaro deixa claro que quer “só menina nova”.

Depois dessas quebras, a PGR criticou a liberação parcial e pediu a divulgação total. Edson Fachin aceitou o pedido da Procuradoria e deu 24h para André Mendonça liberar todos os documentos. Depois que Fachin estipulou o prazo, o ministro Mendonça acabou liberando mais alguns casos…

Tem PP, tem PL, tem PT

Nessa segunda leva, entre os documentos divulgados, estão casos de grande repercussão — mas já conhecidos. Entre eles está o inquérito sobre Flávio Bolsonaro relacionado ao filme “Dark Horse” e as investigações envolvendo a relação do Banco Master com o senador Ciro Nogueira (PP), o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o senador Jaques Wagner (PT).

Pelo visto, ainda tem muita água para rolar debaixo desse ponte banco. A nova divulgação de documentos e o julgamento no STF sobre a relação de Vorcaro com Moraes têm potencial para influenciar o resultado das eleições.

Vamos aguardar…

Leia também: Corte Suprema – Em algum lugar do mundo

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sábado - 12/09/2026 - 18:28h
Greve

Correios param; governo quer tirar plano de saúde de servidores

Prejuízos são bilionários e funcionários podem perder benefícios (Foto: (Imagem: Fotoarena | Reprodução)

Prejuízos são bilionários e funcionários podem perder benefícios (Foto: Fotoarena | Reprodução)

The News para o BCS

Trabalhadores dos Correios entraram em greve por tempo indeterminado em todo o país. A medida foi tomada depois de sucessivas rodadas de negociação sem sucesso com o Tribunal Superior do Trabalho.

Meus pedidos vão atrasar? Talvez. Em meio à greve, os Correios adotaram medidas, como o remanejamento de equipes, para manter os serviços e reduzir possíveis impactos.

Um dos principais impasses da paralisação envolve o plano de saúde dos funcionários. A diretoria propõe estudar um novo modelo e retirar a garantia de que os Correios continuarão como mantenedores do benefício. A mudança poderia gerar uma economia de R$ 700 milhões por ano a partir de 2027.

A medida faz parte de um plano de reestruturação dos Correios, criado em meio às dificuldades enfrentadas pela companhia. Esse programa prevê corte de gastos, fechamento de agências e captação de recursos.

Neste ano, a organização lançou um novo programa de demissão voluntária para reduzir gastos.

A empresa já realizou um empréstimo de R$ 12 bilhões no ano passado e deve receber mais R$ 7 bilhões ainda neste mês.

📉 No pano de fundo, o correio anda entregando prejuízo. No ano passado, a empresa encerrou com um prejuízo de RS$ 8,5 bilhões — o quarto resultado anual negativo consecutivo.

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  • San Valle Rodape GIF
sábado - 12/09/2026 - 17:00h
Pai

Uma vida inteira numa declaração de amor

Uma gravação despretensiosa dentro do carro terminou em um momento inesquecível para Rogério Antunes, de Cascavel, no Paraná.

Enquanto Noah tentava explicar algo, o pai começou a filmar sem imaginar que ouviria uma declaração tão emocionante.

Ao perceber que o filho falava sobre ele e dizia que Rogério era a sua vida, o pai não conseguiu conter as lágrimas.

Com o coração cheio de amor, Rogério respondeu que Noah também era a vida dele. A cena espontânea mostra como poucas palavras, quando ditas com sinceridade por uma criança, podem tocar profundamente o coração de um pai e se transformar em uma lembrança para sempre.

🎥 Reprodução: @aqueleantunes |@dommedia.br

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sábado - 12/09/2026 - 16:22h
Eleições 2026

Acompanhe a agenda dos candidatos ao Governo do RN – 28

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Veja abaixo, em ordem alfabética, a relação nominal dos concorrentes ao Governo do Estado do RN e endereço de cada um. Clique e acompanhe agenda do seu interesse.

Eles exploram seus espaços virtuais próprios à divulgação de agendas, propostas, comícios, carreatas, além de não faltar postagens com conteúdos focados em adversários:

Allyson Bezerra (UB) – AQUI

Álvaro Bezerra (PL) – AQUI

Arinalva do MBL (UP) – AQUI

Cadu Xavier (PT) – AQUI

Carlos Jararaca (DC) – AQUI

Dário Barbosa (PSTU) – AQUI

Henrique Lyra (PCO) – AQUI

Karlo Rodrigo (Agir) – AQUI

Robério Paulino (Psol) – AQUI

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  • Art&C - PMM - Festa da Liberdade - Setembro de 2026
sábado - 12/09/2026 - 14:52h
Imprevisto

Deputado sofre fratura em acidente e suspende agenda

Deputado emitiu comunicado oficial

Deputado emitiu comunicado oficial

O deputado estadual candidato à reeleição, Gustavo Carvalho (PL), sofreu fratura num acidente em plena campanha.

Ocorreu à noite dessa sexta-feira (11), em Coronel Ezequiel.

O veículo aberto em que ele estava precisou dar freada brusca, o que acabou o levando a um trauma ósseo. Teve fratura em uma das vértebras.

Recomendação é repouso. Pelo menos por 72 horas, inicialmente.

NOTA DO BCS – Saúde, Gustavo.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 11/09/2026 - 23:32h

Pensando bem…

“Não basta que todos sejam iguais perante a lei. É preciso que a lei seja igual perante todos.”

Salvador Allende

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 11/09/2026 - 23:02h
Urgente!

Vamos dar uma força

Reprodução de apelo público postado em redes sociais

Reprodução de apelo público postado em redes sociais

Maria de Lourdes Holanda Ramos precisa com urgência de doação de sangue.

Qualquer tipo de sangue pode ser doado.

Doação pode ser feita no Hemocentro Mossoró, rua Projetada, S/N, bairro Aeroporto.

Atendimento acontece nesse sábado (12) entre 7 e 17 horas.

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sexta-feira - 11/09/2026 - 22:22h
Apoio

“É Álvaro para mudar o que está aí”, defende Flávio Bolsonaro

Candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) defende em vídeo postado nesta sexta-feira (11), o nome de Álvaro Dias (PL), ao governo estadual.

“É Álvaro para mudar o que está aí”, garante.

É a primeira aparição do candidato na campanha estadual, em apoio a Álvaro Dias.

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  • Art&C - PMM - Festa da Liberdade - Setembro de 2026
sexta-feira - 11/09/2026 - 17:30h
Pesquisa Agora RN/Exatus

Lula impõe 24,5 pontos percentuais de dianteira sobre Flávio no estado

Candidato bolsonarista também aparece com maior rejeição entre os concorrentes à Presidência
Lula, no RN, tem tem problemas com Flávio e Cury segue distante também (Fotos: Divulgação/Reprodução)

Lula, no RN, tem tem problemas com Flávio e Cury segue distante também (Fotos: Divulgação/Reprodução)

Do Agora RN

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à Presidência da República, lidera o cenário estimulado no Rio Grande do Norte com 54,1% das intenções de voto. Os números são da nova rodada da pesquisa Exatus, contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada pelos jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

Flávio Bolsonaro, candidato do PL, aparece na segunda posição, com 28,6%. A distância entre Lula e o senador é de 25,5 pontos percentuais. O escritor Augusto Cury, candidato do Avante, ocupa o terceiro lugar, com 7,5%.

Ronaldo Caiado, do PSD, registra 1,2%, enquanto Renan Santos, do Missão, aparece com 1%. Romeu Zema, do Novo, tem 0,2%. Edmilson Costa, do PCB, e Samara Martins, da UP, registram 0,1% cada. Pablo Marçal, do PRTB, Clariana Barão, do DC, Hertz Dias, do PSTU, Rui Costa Pimenta, do PCO, e Veterinário Wilson Grassi, do Democrata, não pontuaram no cenário estimulado.

Entre os entrevistados, 2,6% declararam que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 4,5% não souberam ou não responderam.

Rejeição

A pesquisa também mediu a rejeição dos candidatos à Presidência. Flávio Bolsonaro apresenta o maior índice, com 44,03%, enquanto Lula registra 31,35%. Augusto Cury tem 0,86%; Renan Santos, 0,79%; Ronaldo Caiado, 0,27%; Pablo Marçal, 0,21%; Samara, 0,12%; Hertz Dias, 0,10%; Zema, 0,08%; Edmilson Costa, 0,03%; e Clariana Barão, 0,02%.

No quadro de rejeição, 14,77% disseram não rejeitar nenhum dos nomes, 4,81% afirmaram rejeitar todos e 2,55% não souberam responder.

A Exatus entrevistou 1.500 eleitores em todas as regiões do Rio Grande do Norte entre 7 e 9 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Os registros da pesquisa são RN-07539/2026 e BR-01764/2026.

Dados técnicos

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada pelos jornais Agora RN e O Correio de Hoje. Foram entrevistados 1.500 eleitores em todas as regiões do estado entre 7 e 9 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são RN-07539/2026 e BR-01764/2026.

Leia tambémAllyson abre 19,70 pontos sobre Álvaro; Cadu cola no 2º colocado

Leia tambémCadu lidera rejeição com 21,56%; Álvaro tem 16,71% e Allyson, 5,67%

Leia tambémStyvenson obtém 41,27%; Zenaide 15,53% e Samanda 9,57%

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sexta-feira - 11/09/2026 - 16:42h
Pesquisa Agora RN/Exatus

Styvenson obtém 41,27%; Zenaide 15,53% e Samanda 9,57%

Stuvenson tem liderança folgada; Zenaide é segunda colocada, mas sob pressão (Fotos: Divulgação oficial/Reprodução)

Stuvenson tem liderança folgada; Zenaide é segunda colocada, mas sob pressão (Fotos: Divulgação oficial/Reprodução)

Do Agora RN

Styvenson Valentim, candidato à reeleição ao Senado pelo Podemos do RN, lidera o cenário estimulado de primeiro voto com 41,27% das intenções, segundo a nova pesquisa Exatus. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN e divulgado pelos jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

A candidata do PSD, Zenaide Maia, ocupa a segunda posição, com 15,53%. Samanda de Lula, do PT, aparece em terceiro lugar e alcança 9,57%. A distância entre Styvenson e Zenaide, considerando exclusivamente o primeiro voto, é de 25,74 pontos percentuais.

Rafael Motta, candidato do PDT, registra 5,72%, enquanto Coronel Hélio, do PL, aparece com 2,95%. Tércio Tinôco, do União Brasil, tem 0,77%; Sandro Pimentel, do PSOL, 0,47%; Rosália Fernandes, do PSTU, 0,30%; Gari Wendell Batista, do Agir, 0,28%; Sonia Godeiro, do PSOL, 0,18%; e Professor Guilherme, da UP, 0,16%. Clóvis Costa do Coletivo Nós, do Agir, Linhares Jiboia, do DC, e Luciana Mandu, do PSTU, não pontuaram nesse quadro.

Os eleitores que não souberam ou não responderam representam 15,20% da amostra. Outros 7,59% disseram que não escolheriam nenhum candidato ou votariam em branco ou nulo.

Em 2026, cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes ao Senado. Por isso, a pesquisa mede separadamente a primeira e a segunda escolhas, além de apresentar a soma das duas indicações.

Segundo Voto

Zenaide Maia, candidata do PSD ao Senado, lidera numericamente o cenário estimulado de segundo voto no Rio Grande do Norte. A senadora registra 12,21% das intenções, segundo a nova rodada da pesquisa Exatus.

Coronel Hélio, candidato do PL, aparece na segunda posição, com 10,51%. Rafael Motta, do PDT, vem logo depois, com 9,57%. As diferenças entre os três primeiros são inferiores à margem de erro do levantamento, o que recomenda cautela na interpretação das posições.

Styvenson Valentim, do Podemos, registra 5,88% no segundo voto, enquanto Samanda de Lula, do PT, alcança 5,39%. Tércio Tinôco, do União Brasil, tem 1,63%; Sandro Pimentel, do PSOL, 0,42%; Clóvis Costa do Coletivo Nós, do Agir, 0,27%; Professor Guilherme, da UP, e Luciana Mandu, do PSTU, 0,24% cada; Gari Wendell Batista, do Agir, 0,15%; Rosália Fernandes, do PSTU, 0,07%; e Sonia Godeiro, do PSOL, 0,05%. Linhares Jiboia, do DC, não pontuou no levantamento.

O cenário de segundo voto apresenta nível elevado de indefinição. Ao todo, 35,02% dos entrevistados ainda não sabem quem escolher como segunda opção para o Senado. Outros 18,34% disseram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados ou optariam por voto branco ou nulo.

Soma dos votos

A soma das duas opções de voto para o Senado coloca Styvenson Valentim, do Podemos, na primeira posição, com 47,15% das indicações dos eleitores do Rio Grande do Norte.

Zenaide Maia, do PSD, aparece em segundo lugar na soma, com 27,74%. Rafael Motta, do PDT, ocupa a terceira posição, com 15,29%, seguido de perto por Samanda de Lula, do PT, que totaliza 14,96%. Coronel Hélio, do PL, alcança 13,46%.

Na sequência aparecem Tércio Tinôco, do União Brasil, com 2,40%; Sandro Pimentel, do PSOL, com 0,89%; Gari Wendell Batista, do Agir, com 0,43%; Professor Guilherme, da UP, com 0,40%; Rosália Fernandes, do PSTU, com 0,37%; Clóvis Costa do Coletivo Nós, do Agir, com 0,27%; Luciana Mandu, do PSTU, com 0,24%; e Sonia Godeiro, do PSOL, com 0,23%. Linhares Jiboia, do DC, não pontuou no levantamento.

A soma resulta da adição dos percentuais obtidos por cada candidato como primeira e segunda opções. Como o eleitor tem direito a dois votos para o Senado, os percentuais desse quadro não estão limitados a 100%.

Somadas as duas escolhas, as respostas “não sabe” ou “não respondeu” correspondem a 50,22%. As indicações de nenhum candidato, voto branco ou nulo totalizam 25,93%.

Rejeição

Samanda de Lula, candidata do PT ao Senado pelo Rio Grande do Norte, apresenta o maior índice de rejeição entre os nomes testados pela pesquisa Exatus. Segundo o levantamento, 8,30% dos eleitores afirmaram que não votariam na petista.

Styvenson Valentim, candidato do Podemos, aparece em seguida, com rejeição de 7,35%. Zenaide Maia, candidata do PSD, registra 2,94%. A diferença entre Samanda e Styvenson é de 0,95 ponto percentual, portanto inferior à margem de erro da pesquisa.

Rafael Motta, do PDT, tem rejeição de 2,82%, enquanto Coronel Hélio, do PL, registra 2,25%. Na sequência aparecem Clóvis Costa do Coletivo Nós, do Agir, com 1,15%; Luciana Mandu, do PSTU, com 0,95%; Rosália Fernandes, do PSTU, com 0,84%; Sandro Pimentel, do PSOL, com 0,82%; e Gari Wendell Batista, do Agir, com 0,81%.

Tércio Tinôco, do União Brasil, registra 0,69%; Linhares Jiboia, do DC, 0,54%; Sonia Godeiro, do PSOL, 0,37%; e Professor Guilherme, da UP, 0,26%.

A maior parcela dos entrevistados, equivalente a 40,95%, declarou não rejeitar nenhum dos candidatos apresentados. Outros 20,78% responderam que rejeitam todos os nomes, enquanto 8,18% não souberam ou não responderam.

Dados técnicos

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada pelos jornais Agora RN e O Correio de Hoje. Foram entrevistados 1.500 eleitores em todas as regiões do estado entre 7 e 9 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são RN-07539/2026 e BR-01764/2026.

Leia tambémAllyson abre 19,70 pontos sobre Álvaro; Cadu cola no 2º colocado

Leia tambémCadu lidera rejeição com 21,56%; Álvaro tem 16,71% e Allyson, 5,67%

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  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
sexta-feira - 11/09/2026 - 15:50h
Pesquisa Agora RN/Exatus

Cadu lidera rejeição com 21,56%; Álvaro tem 16,71% e Allyson 5,67%

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Do Agora RN

Cadu de Lula, candidato do PT ao Governo do Rio Grande do Norte, apresenta o maior índice de rejeição entre os nomes testados pela pesquisa Exatus, a serviço do Grupo Agora RN, que edita os jornais Agora RN e O Correio de Hoje, em Natal. De acordo com o levantamento, 21,56% dos entrevistados disseram que jamais votariam no petista.

O candidato do PL, Álvaro Dias, aparece em seguida, com rejeição de 16,71%. Allyson Bezerra, candidato do União Brasil e líder do cenário estimulado de intenção de voto, registra 5,67%.

Entre os demais concorrentes, Rodrigo de Bolsonaro, do Agir, tem rejeição de 1,93%; Carlos Jararaca, do DC, 1,14%; Arinalda do MLB, da UP, 0,87%; e Professor Robério Paulino, do PSOL, 0,63%. Dário Barbosa, do PSTU, e Henrique Lyra, do PCO, aparecem com 0,43% cada.

O maior grupo é formado pelos eleitores que não rejeitam nenhum dos candidatos apresentados, parcela que corresponde a 29,17% dos entrevistados. Outros 5,53% afirmaram rejeitar todos os nomes, enquanto 15,92% não expressaram opinião ou não responderam.

Dados técnicos

A pesquisa foi contratada pelo Grupo Agora RN e divulgada pelos jornais Agora RN e O Correio de Hoje. Foram entrevistados 1.500 eleitores em todas as regiões do estado entre 7 e 9 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são RN-07539/2026 e BR-01764/2026.

Leia tambémAllyson abre 19,70 pontos sobre Álvaro; Cadu cola no 2º colocado

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sexta-feira - 11/09/2026 - 15:00h
Pesquisa Agora RN/Exatus

Allyson abre 19,70 pontos sobre Álvaro; Cadu cola no 2º colocado

O candidato do União Brasil lidera a disputa estadual no RN com 41,90% das intenções de voto
Alllyson, Álvaro e Cadu são os principais concorrentes ao governo (Fotos: Divulgação oficial/Reprodução)

Alllyson, Álvaro e Cadu são os principais concorrentes ao governo (Fotos: Divulgação oficial/Reprodução)

Do Agora RN

O candidato do União Brasil ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, lidera a disputa estadual com 41,90% das intenções de voto, segundo a nova rodada da pesquisa Exatus. O levantamento foi contratado pelo Grupo Agora RN e divulgado pelos jornais Agora RN e O Correio de Hoje.

Na segunda posição aparece o candidato do PL, Álvaro Dias, com 22,20%. Cadu de Lula, candidato do PT, registra 17,59% e ocupa o terceiro lugar. A distância entre Allyson e Álvaro é de 19,70 pontos percentuais. Entre Álvaro e Cadu, a diferença é de 4,61 pontos.

Os demais candidatos aparecem com percentuais inferiores a 2%. Rodrigo de Bolsonaro, do Agir, tem 1,12%; Professor Robério Paulino, do PSOL, registra 0,43%; Henrique Lyra, do PCO, soma 0,07%; e Dário Barbosa, do PSTU, aparece com 0,02%. Arinalda do MLB, da UP, e Carlos Jararaca, do DC, não pontuaram no levantamento.

Entre os entrevistados, 6,29% disseram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados. Outros 10,38% não souberam ou preferiram não responder. Os números correspondem ao cenário estimulado, no qual os pesquisadores apresentam aos eleitores a relação dos candidatos.

Dados técnicos

A pesquisa Exatus ouviu 1.500 eleitores de todas as regiões do Rio Grande do Norte entre os dias 7 e 9 de setembro de 2026. A margem de erro é de 2,53 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RN-07539/2026 e BR-01764/2026.

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sexta-feira - 11/09/2026 - 14:22h

Acompanhe a agenda dos candidatos ao Governo do RN – 27

Arte ilustrativa

Arte ilustrativa

Veja abaixo, em ordem alfabética, a relação nominal dos concorrentes ao Governo do Estado do RN e endereço de cada um. Clique e acompanhe agenda do seu interesse.

Eles exploram seus espaços virtuais próprios à divulgação de agendas, propostas, comícios, carreatas, além de não faltar postagens com conteúdos focados em adversários:

Allyson Bezerra (UB) – AQUI

Álvaro Bezerra (PL) – AQUI

Arinalva do MBL (UP) – AQUI

Cadu Xavier (PT) – AQUI

Carlos Jararaca (DC) – AQUI

Dário Barbosa (PSTU) – AQUI

Henrique Lyra (PCO) – AQUI

Karlo Rodrigo (Agir) – AQUI

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quinta-feira - 10/09/2026 - 23:58h

Pensando bem…

“Contra o pessimismo da razão, o otimismo da prática.”

Antônio Gramsci
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