segunda-feira - 06/04/2026 - 18:24h
Casa da Esperança

Pessoas em situação de rua terão apoio de quatro freiras

Irmã Rafaela, Madre Isis, Irmã Rosineide e Irmã Isabelly: trabalho social (Foto: divulgação)

Irmã Rafaela, Madre Isis, Irmã Rosineide e Irmã Isabelly: trabalho social (Foto: divulgação)

A Paróquia de Santa Luzia, em Mossoró, recebeu quatro freiras que chegam à cidade com uma missão especial: dedicar-se ao cuidado e à assistência de pessoas em situação de rua. A iniciativa faz parte do projeto da Casa da Esperança, espaço que está em fase final de preparação e deve ser inaugurado ainda neste ano.

A apresentação das religiosas à comunidade católica mossoroense acontecerá na próxima quarta-feira (8), às 17h30, durante uma celebração de acolhida na Catedral de Santa Luzia.

As irmãs chegam de João Pessoa (PB), fruto de um entendimento entre a Diocese de Mossoró e o Instituto religioso das Irmãs Diocesanas, fortalecendo a missão da Igreja de estar próxima dos mais vulneráveis e de contribuir com atividades pastorais e de evangelização da Paróquia de Santa Luzia.

Irmã Rafaela, Madre Isis, Irmã Rosineide e Irmã Isabelly pertencem à Congregação das Irmãs Diocesanas do Divino Coração. Elas estarão à frente da Casa da Esperança, que será instalada no bairro Alto do Louvor, em Mossoró, e terá como missão acolher e assistir pessoas em situação de rua, oferecendo cuidado, presença e dignidade a quem mais precisa.

“O objetivo da Casa da Esperança é ser um lugar onde as pessoas em situação de rua possam ser acolhidas para uma convivência humanizadora, ter refeições, tomar banho, lavar suas roupas e receber assistência social, espiritual, médica, psicológica e jurídica no intuito de resgatar sua dignidade e ter condições dignas de vida e de cidadania”, explicou o pároco da Catedral, padre Antoniel Alves da Silva, vigário-geral da Diocese.

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segunda-feira - 06/04/2026 - 17:48h
Fenômeno

Serra do Lima e o seu véu

Imagem da Serra do Lima, em Patu, encoberta por um véu de nuvens, nesse domingo (05).

Segundo nos informam, seria uma nuvem rolo (roll cloud).

Encontro de massas de ar com temperaturas diferentes:

Avanço de uma frente fria ou rajada de tempestade;

Ondulações no ar (como “ondas invisíveis” na atmosfera).

O vento empurra o ar quente para cima e o frio por baixo, criando esse formato tubular.

🎥 @vemviver.rn

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segunda-feira - 06/04/2026 - 17:20h
Avante

Palestrante/escritor Augusto Cury é pré-candidato a presidente do Brasil

Cury formou-se como médico pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Foto: Divulgação)

Cury formou-se como médico pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Foto: Divulgação)

O Avante anunciou neste domingo (5) a pré-candidatura do escritor, médico e palestrante Augusto Cury à Presidência da República nas eleições de outubro.

Segundo o partido, a candidatura buscará fortalecer o “equilíbrio emocional, a educação e a gestão humanizada no Brasil”.

“Meu objetivo é contribuir para a construção do Brasil dos nossos sonhos. Não amo o poder, não preciso do poder e não busco o poder pelo poder. Não se trata de um projeto pessoal, mas de uma jornada”, afirmou Cury.

Augusto Cury se junta a Ronaldo Caiado (PSD), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (Democracia Cristã) como pré-candidatos.

Perfil

O pré-candidato nasceu em Colina (SP) em 1958. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto e concluiu seu doutorado internacional em Psicologia Multifocal pela Florida Christian University em 2013, informa seu site.

Cury dedicou-se à pesquisa sobre as dinâmicas da emoção durante sua carreira. É pós-graduado na PUC de São Paulo e professor de pós-graduação e conferencista em congressos nacionais e internacionais.

Foi considerado o autor mais lido da última década no Brasil, pela revista “IstoÉ” e pelo jornal “Folha de S. Paulo”.

Com informações do G1, UOL e outras fontes.

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segunda-feira - 06/04/2026 - 17:00h
Telemedicina

Um homem fatura, sozinho, US$ 1,8 bilhão com Inteligência Artificial

Matthew Gallagher criou a Medvi, e tem apenas o irmão como auxiliar (Foto: Mirror Review)

Matthew Gallagher criou a Medvi, e tem apenas o irmão como auxiliar (Foto: Mirror Review)

The News para o BCS

Em 2024, Sam Altman, CEO da OpenAI, disse que a inteligência artificial permitiria a criação de empresas solo avaliada em US$ 1 bilhão. Bom, parece que ele tinha razão…

Com apenas US$ 20 mil, dois meses de trabalho e ferramentas de inteligência artificial, um americano de 41 anos chamado Matthew Gallagher criou a Medvi, plataforma de telemedicina focada em tratamentos para perda de peso com medicamentos GLP-1.

Até aqui, parece mais uma startup qualquer. Mas um detalhe muda tudo.

A empresa deve fechar 2026 com US$ 1,8 bilhão em vendas operando com apenas duas pessoas: ele e seu irmão. Hoje, ela tem mais de 500 mil clientes… e crescendo.

Como isso é possível?

De sua casa, ele coordena sistemas que escrevem o próprio software, geram campanhas de marketing em tempo real e atendem milhares de pacientes simultaneamente.

Enquanto empresas tradicionais do setor de saúde precisam de +2 mil funcionários para girar números similares, Gallagher delegou toda a estrutura operacional para um ecossistema de AI.

O resultado aparece direto no lucro: A startup opera com margem líquida de 16,2%, quase o triplo de concorrentes de capital aberto, como a Hims & Hers, que giram perto de 5,5%.

Mais do que um caso isolado, a Medvi aponta para uma mudança maior. A pergunta agora pode deixar de ser “quantas pessoas você precisa para crescer?” para “quanto do seu negócio pode ser automatizado?”.

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segunda-feira - 06/04/2026 - 16:22h
Brasília

Mesmo antes das eleições, direita amplia conquista de cadeiras

Parlamentares pressentem que próxima legislatura ficará mais à direita (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

Parlamentares pressentem que próxima legislatura ficará mais à direita (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)

A conclusão da janela partidária — período em que parlamentares podem trocar de partido sem perder o mandato — na última sexta-feira redesenhou as forças políticas no Congresso.

Com mais de 120 trocas (cerca de 25% do total de deputados), o movimento consolidou o avanço da direita:

PL: 20 adesões e 7 saídas (+13), deixando o partido da família Bolsonaro, com a maior bancada da Casa, com 100 deputados (quase 1/5 de toda a Câmara)

Podemos: duas saídas e 13 adesões (+9)

Por que isso importa: Porque, no Congresso, tamanho é poder. Bancadas maiores significam mais verba, mais tempo de TV, mais influência nas comissões — e maior capacidade de reeleger seus próprios nomes.

O fortalecimento do campo conservador aparenta refletir a competitividade de Flávio Bolsonaro, atualmente em empate técnico com o presidente Lula nas pesquisas para a presidência.

Do outro lado, o Centrão até segurou as pontas… mas com sinais de desgaste.

União Brasil: 28 saídas e 21 adesões (-7)

PSD: 13 saídas e 9 adesões (-4)

MDB: 13 saídas e 7 adesões (-6)

No fim, o movimento vai além de ideologia. É cálculo eleitoral puro: deputados migram para onde enxergam mais chance de vitória. Ao que parece, os parlamentares estão enxergando um Congresso mais inclinado à direita nas próximas eleições.

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segunda-feira - 06/04/2026 - 15:50h
Sedraf

Cláudia Suassuna assume a Secretaria de Agricultura Familiar do RN

Fátima escolheu Cláudia Medeiros Suassuna (Foto: Lucas Tanaka)

Fátima escolheu Cláudia Medeiros Suassuna (Foto: Lucas Tanaka)

A governadora Fátima Bezerra publicou a nomeação da nova titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e da Agricultura Familiar (SEDRAF/RN), Cláudia Suassuna, na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) da última quarta-feira (2).

O ato de nomeação é um marco para a agricultura familiar potiguar, uma vez que empossa a primeira mulher na liderança da pasta, que foi criada em 2019.De acordo com a governadora, a escolha de Cláudia se deu por questões técnicas e de merecimento.

“Recebo Cláudia Suassuna com muita confiança e alegria para essa nova missão. Sua trajetória técnica, seu compromisso com a agricultura familiar e sua experiência dentro da própria Sedraf credenciam sua escolha por mérito e competência. Tenho certeza de que ela dará continuidade ao excelente trabalho realizado, agora também fazendo história como a primeira mulher a assumir essa secretaria tão estratégica para o desenvolvimento social e econômico do nosso estado”, ressaltou a governadora Fátima Bezerra.

Perfil

A nova secretária faz parte do time da Sedraf/RN desde 2021, quando assumiu como chefe de gabinete, e sempre desempenhou um papel fundamental na organização e manutenção das atividades da pasta, e atuando diretamente ao lado do agora ex-secretário Alexandre Lima – que se descompatibilizou do cargo para concorrer nas eleições de 2026.

Cláudia Medeiros Suassuna é natural de Umarizal/RN, mas vive na capital potiguar desde 1997. Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido no Rio Grande do Norte (Ufersa) (1996) e mestrado em Extensão Rural pela Universidade Federal de Viçosa/MG (UFV) (2004).

Nota do BCS – Bom lembrar que a ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSB) foi titular da Secretaria Estadual da Agricultura, da Pecuária e da Pesca (SAPE), entre os anos de 2007 e 2008, na gestão da ex-governadora Wilma de Faria.

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segunda-feira - 06/04/2026 - 15:22h
Deputado estadual

Apesar de turbulência, MDB fecha nominata com 25 nomes a estadual

Walter enfrentou sérias turbulências em conflito com governismo (Foto: MDB do RN)

Walter enfrentou sérias turbulências em conflito com governismo (Foto: MDB do RN)

Mesmo diante de um cenário de forte pressão política, o MDB do Rio Grande do Norte conseguiu montar uma das nominatas mais competitivas para a disputa por vagas na Assembleia Legislativa em 2026. Sob a liderança do presidente estadual do partido, Walter Alves, a sigla demonstrou força, articulação e capacidade de reação em momento de muita turbulência.

Nos bastidores, a avaliação é de que Walter resistiu a um intenso movimento político governista articulado que buscava dificultar a formação da chapa emedebista. Ainda assim, o resultado surpreendeu.

Encabeçada por Walter Alves, a lista reúne 25 nomes com forte presença política em diversas regiões do estado. Entre os destaques estão Ivan Júnior (ex-prefeito de Assú), Josivan Bibiano (ex-prefeito de Serra do Mel), Antônio Jácome (ex-deputado), Einsten Barbosa (ex-prefeito de Macau), Clovis Junior (vereador mais votado de São Gonçalo do Amarante em 2024), professor Emerson Melo, Luís Carlos e Carlos Santos (ex-vereadores de Natal), Ângela Paiva (liderança política de Rio do Fogo) e Hordelin Silva (vice-prefeito de João Câmara).

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segunda-feira - 06/04/2026 - 14:48h
RN

Janela partidária modifica Assembleia e PSDB de Ezequiel atrofia

Partido de Ezequiel ficou apenas com três deputados (Foto: ALRN)

Partido de Ezequiel ficou apenas com três deputados (Foto: ALRN)

Do Blog Saulo Vale

Com o fim da janela partidária — período em que deputados podem trocar de partido sem risco de perder o mandato —, o tabuleiro político da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte foi redesenhado.

O troca-troca de legendas provocou um novo equilíbrio de forças e expôs, sobretudo, o enfraquecimento do PSDB, partido comandado pelo presidente da Casa, Ezequiel Ferreira.

Entre os que saíram fortalecidos está a federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB), que ampliou sua bancada de cinco para oito deputados estaduais, tornando-se uma das maiores forças do Legislativo potiguar.

O Partido Liberal (PL) também avançou. Com a chegada de novos parlamentares, a legenda passou a contar com oito deputados estaduais, igualando-se em tamanho à federação de esquerda.

A federação União Progressista (União Brasil e Progressistas) ficou com quatro deputados.

Já o MDB passou a contar com apenas um representante na Casa: Hermano Morais. Ele deixou o PV para se filiar ao MDB, partido pelo qual deverá disputar a vaga de vice-governador na chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil). Desde o início, a estratégia da legenda foi montar uma nominata sem deputados estaduais.

No saldo político da janela partidária, o maior revés ficou com o PSDB. A legenda presidida por Ezequiel Ferreira encolheu e ficou com apenas três deputados estaduais — cenário bem diferente de 2022, quando o partido conseguiu eleger quase metade da Assembleia Legislativa.

Veja como ficou a nova composição:

Federação Brasil da Esperança (PT/PV/PCdoB)

  • Francisco do PT
  • Isolda Dantas
  • Divaneide Basílio
  • Eudiane Macedo
  • Ivanilson Oliveira
  • Ubaldo Fernandes
  • Vivaldo Costa
  • Dr. Bernardo

PL

  • Coronel Azevedo
  • Terezinha Maia
  • Gustavo Carvalho
  • José Dias
  • Dr. Kerginaldo
  • Tomba Farias
  • Adjuto Dias
  • Luiz Eduardo

PSDB

  • Ezequiel Ferreira
  • Cristiane Dantas
  • Taveira Júnior

Federação União Progressista (União Brasil/Progressistas)

  • Kleber Rodrigues
  • Galeno Torquato
  • Nelter Queiroz
  • Neilton Diógenes

MDB

  • Hermano Morais

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segunda-feira - 06/04/2026 - 03:22h
MCJ 2026

Prefeitura inicia cadastro de comerciantes para o Cidade Junina

Inscrições deverão ocorrer até quarta-feira (Foto: PMM)

Inscrições deverão ocorrer até quarta-feira (Foto: PMM)

A Prefeitura de Mossoró inicia nesta segunda-feira (6) o cadastro de comerciantes interessados em vender no Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2026.

O cadastro começa pelos interessados em vender no “Pingo da Mei Dia” e “Boca da Noite”, polos que marcam a abertura e o encerramento do MCJ. As inscrições seguem até a quarta-feira (8).

Os comerciantes poderão realizar a inscrição de forma on-line, através do formulário eletrônico: CLIQUE AQUI

A Prefeitura informa que o local de cadastro presencial mudou. Agora, o cadastro acontecerá no Auditório da Estação das Artes Eliseu Ventania, das 8h às 12h e das 14h às 17h.

Mais uma vez, a Prefeitura de Mossoró garantirá a isenção de taxas para pequenos comerciantes, como ambulantes que vendem batata frita, churros e refrigerantes, e que utilizam espaço de até 3,99 m².

Ainda neste mês, a Prefeitura de Mossoró realizará o processo de cadastro dos comerciantes interessados em atuar nos demais polos do Mossoró Cidade Junina 2026.

Confira o cronograma 

 Pingo da Mei Dia

➡️Cadastro: 06, 07 e 08 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 13 de abril

➡️Credenciamento: 16 e 17 de abril

 Boca da Noite

➡️Cadastramento: 06, 07 e 08 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 13 de abril

➡️Credenciamento: 16 e 17 de abril de 2026

✅ Estação das Artes

➡️Cadastramento: 22 e 23 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 04 de maio

➡️Credenciamento: 05, 06 e 07 de maio de 2026

✅ Cidadela

➡️Cadastramento: 24 e 27 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 04 de maio

➡️Credenciamento: 05, 06 e 07 de maio

✅ Polo Poeta Antônio Francisco

➡️Cadastramento: 24 e 27 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 04 de maio

➡️Credenciamento: 05, 06 e 07 de maio

✅ Arraiá do Povo Poeta Zé Lima

➡️Cadastramento: 24 e 27 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 04 de maio

➡️Credenciamento: 05, 06 e 07 de maio

✅ Arena Deodete Dias

➡️Cadastramento: 24 e 27 de abril

➡️Divulgação dos habilitados: até 04 de maio

➡️Credenciamento: 05, 06 e 07 de maio

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domingo - 05/04/2026 - 23:38h

Pensando bem…

“Os homens podem falar
Mas os anjos podem voar
Quem é de verdade
Sabe quem é de mentira…”

Chorão (“Pontes indestrutíveis”)

 

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domingo - 05/04/2026 - 16:31h
Inverno 2026

Caldeirões do rio Umari lá do alto

Vista do Rio Umari, que corta o município de Lucrécia, no trecho denominado de os Caldeirões, na comunidade de Tanquinhos/ Várzea Grande – um dos mais belos e importantes pontos turísticos da nossa cidade.

De cima, a paisagem ganha ainda mais encanto, revelando toda a grandiosidade e beleza da nossa natureza. É ou não é de se apaixonar?

🎥 enio391 / @lucreciarn

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domingo - 05/04/2026 - 12:48h

literalmente gótico

Por Marcelo Alves

Da página terror under the bed

Da página Terror: under the bed

“O Castelo de Otranto” (“The Castle of Otranto”), de 1764, é convencionalmente considerado como o título fundador da denominada ficção gótica. O seu autor é Horace Walpole (1717-1797), escritor, político e aristocrata inglês, filho de Robert Walpole (1676-1745), 1º Conde de Oxford, considerado, também convencionalmente, como o primeiro Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha. Curiosa família de “primeiros”.

É certo que “O Castelo de Otranto” possui as características que costumam ser apontadas como marcantes no gênero (literário) gótico. Segundo consta da minha edição do dito cujo (Oxford World’s Classics, Oxford University Press, 2008): “Primeiramente publicado pseudonimamente em 1764, The Castle of Otranto alegava ser uma tradução de uma estória italiana do tempo das cruzadas. Nele, Wolpole buscou, como ele declarou no prefácio da segunda edição, ‘misturar dois tipos de romance: o antigo e o moderno’.

Ele nos dá uma série de catástrofes, intervenções sobrenaturais, revelações de identidades e intrigas excitantes. Repleto de invenção, entretenimento, terror e sofrimento, o romance foi um imediato sucesso e tornou-se o favorito do próprio autor entre os seus numerosos trabalhos. Seu amigo, o poeta Thomas Gray, escreveu que ele e sua família, tendo lido Otranto, restaram doravante com medo, todas as noites, de ir para a cama”.

Hoje difícil de se ler, “O Castelo de Otranto” ganhou status de cult, sendo objeto de referências em outras paragens, como no caso do mui querido “O nome da rosa” (“Il nome della rosa”, 1980), de Umberto Eco (1932-2016), um romance que, embora perpassando outros gêneros da ficção (romance histórico, medieval, policial, sobre livros e por aí vai), é uma obra marcadamente “gótica”: a personagem Adelmo de Otranto, o primeiro frade morto na trama de Eco, é uma referência ao livro seminal de Walpole. E é fato: inseminado por “O Castelo de Otranto”, o romance gótico, com sua “sedutora mistura de bizarro e macabro”, com seus “castelos, caixões e claustrofobia”, com seus “segredos e vinganças”, ganhou o mundo, sendo adorado por muitíssimos leitores. Eu adoro! Registro.

Surfando na onda, dia desses até dei de cara com um artigo/lista da BBC Culture, intitulado “The eight best gothic books of all time”, por Freya Berry, que achei deveras interessante. E antes que vocês me indaguem o porquê desse número de “oito” melhores (confesso que achei bizarro), da lista vou destacar dois títulos: “Frankenstein” (1818), de Mary Shelley (1797-1851) e “A Sombra do Vento” (“La sombra del viento”, 2001), do espanhol Carlos Ruiz Zafón (1964-2020).

“Frankenstein” é provavelmente o clássico dos clássicos dos livros góticos. Nele, Victor Frankenstein cria um ser vivo em seu laboratório. Mas as coisas não saem como ele imaginava. E ele tem de lidar com as consequências. “Frankenstein” é tido também como pioneiro na ficção científica. Mas ele é muito mais do que isso. É sobretudo uma profunda discussão filosófica sobre ambição, criatividade, ciência, educação, paternidade, natureza, humanidade, vida e morte.

Já acerca de “A Sombra do Vento”, repito um trecho do artigo da BBC Culture: “Stephen King [e aqui temos um craque do jogo] disse sobre esta obra espanhola que, ‘se você pensou que o verdadeiro romance gótico morreu com o século 19, ela vai mudar sua opinião’. O best-seller mundial de Zafón de 2001 é de fato quase matematicamente gótico – segredos, castelos, belezas etéreas, bibliotecas perdidas e amor proibido – embora isso ainda não faça justiça a esta fantasia encantadora. Se você quer uma obra-prima na criação de uma atmosfera sombria, leia este livro, de preferência à luz de velas enquanto a noite tudo domina”. No mais, “A Sombra do Vento”, com o seu “Cemitério dos Livros Esquecidos”, é marcadamente um romance sobre livros. E isso é mais que uma maravilha!

De minha parte, acho difícil qualquer romance superar “O Nome da Rosa”, que é também uma estória sobre livros e o poder infinito, muitas vezes macabro, das palavras. O livro de Eco é ainda o meu romance preferido, o número 1 mesmo. Mas vou em busca da “Sombra do Vento”, cair para dentro dele, enterrar-me ali, no seu “Cemitério dos Livros Esquecidos”, já nos próximos dias. Quem sabe algo de ainda mais bizarro e maravilhoso não me acontece?

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República e doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

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domingo - 05/04/2026 - 10:44h

“Demian”, de Hermann Hesse

Por Honório de Medeiros

Hesse, uma leitura que parece imperecível (Foto: Swissinfo.ch/Reprodução do BCS)

Hesse, uma leitura que parece imperecível (Foto: Swissinfo.ch/Reprodução do BCS)

A Luz e as Trevas, o Bem e o Mal

“O caminho que sobe e o que desce é o mesmo” (Heráclito de Éfeso, dito “O Obscuro”).

“- Mas terá que aceitar isso – retrucou Woland, e o sorriso irônico entortou sua boca. – Você mal apareceu no telhado e já disse bobagens, e vou dizer onde elas residem: na sua entonação. Você pronunciou suas palavras de tal maneira como se não reconhecesse as sombras, e muito menos a maldade. Não seria muito trabalho de sua parte pensar na seguinte questão: o que faria a sua bondade se não existisse a maldade, como seria a terra se dela sumissem as sombras?” (Mikhail Bulgákov, O Mestre e Margarida).[1]

Quem, nos anos 70, gostava de ler, possivelmente teve entre as mãos algum livro de Herman Hesse.

Talvez Sidarta, no qual ele romanceou a vida de Gautama Buda, ou mesmo O Jogo das Contas de Vidro e O Lobo da Estepe, os mais cultuados; quem sabe Demian; Gertrud; Pequenas Histórias; Narciso e Goldmund, para mencionar os mais conhecidos.

É possível que Demian seja considerado um livro menor, assim como Gertrud, sua continuação.[2] Na verdade, a crítica teceu e tece loas à O Jogo das Contas de Vidro e, em menor escala, a O Lobo da Estepe, muito embora o mais famoso seja Sidarta.

Em Demian, Hesse nos apresenta a um enigmático adolescente e sua mãe, mulher bela e misteriosa iniciada em uma seita religiosa, o Cainismo, que fascinam Sinclair, colega dele de escola e relator da história.

O Cainismo foi uma seita gnóstica cristã do século II, considerada herética pela Igreja Católica, que venerava Caim como filho de um espírito superior ao que teria engendrado seu irmão Abel.

Quando essa questão aparece na convivência entre Demian e Sinclair, aquele aponta, como ponto-de-partida para a iniciação do amigo na doutrina, o conhecimento da vida de uma relação de personagens significativos, embora condenados pela história oficial, começando por Eva, depois Caim, irmão de Abel, cujo nome batiza a seita, bem como Judas Iscariotes, dentre outros.

Sabe-se que o Cainismo foi resgatado no século XIX da total obscuridade por Lord Byron, o cultuado e maldito poeta romântico inglês, e hoje é possível que somente exista em obras emboloradas de historiadores praticamente desconhecidos, a grande maioria ocupando estantes empoeiradas no “Cemitério dos Livros Esquecidos” que fica em Barcelona, do qual nos deu a conhecer Carlos Ruiz Zafón, em famosa tetralogia.

Voltando a Demian, a pergunta que ele faz a Sinclair no processo de sua iniciação nos segredos da seita, durante o transcorrer da trama, é se haveria Adão sem Eva; Abel sem Caim; Jesus, sem Judas, e assim por diante. Evidentemente, a verdadeira pergunta, implícita e fundamental, é se haveria a Luz, sem as Trevas.

Não é ousadia supor que o Cainismo seja descendente do Zoroastrismo ou Mazdeísmo, a religião dominante no Império Persa por volta do século VI a.C. até a invasão e dominação, no reinado de Dario III, por Alexandre “O Grande”, rei macedônio.

O zoroastrismo professava uma interpretação dualista do mundo, entendendo-o como governado pelas forças antagônicas do Bem e do Mal. Existiria um deus supremo, criador de dois outros seres poderosos que seriam extensões de sua própria natureza: Ormuzd (ou Ahura-Mazda, ou ainda Oromasdes, segundo os gregos), a fonte de todo o Bem, e Ariman (Arimanes), a fonte de todo o Mal, depois que se rebelou contra seu criador.

Os conflitos entre o Bem e o Mal seriam constantes até o momento em que os adeptos de Ormuzd venceriam, condenando Ariman e os que o seguiam às trevas eternas.

Tampouco é ousadia acreditar que o Maniqueísmo seria parte dessa linhagem herética e gnóstica originada na Pérsia. Muito tempo depois renascida no Império Romano (sécs. III d.C. e IV d.C.), sua doutrina, plena de um dualismo religioso sincretista, consistia em afirmar, também, a existência de um conflito cósmico entre o reino da luz (o Bem) e o das sombras (o Mal), assim como em localizar a matéria e a carne na escuridão.

Do Maniqueísmo foi seguidor, por um bom tempo, ninguém mais, ninguém menos, que Santo Agostinho de Hipona, Doutor da Igreja, talvez o mais importante pensador católico, autor da “magnum opus” De civitate Dei (A Cidade de Deus), por quem Santa Mônica, sua mãe, tanto rezou para o converter.

Avançando no tempo, mas ainda na mesma linhagem, essa mesma percepção gnóstica, dualística, da realidade, constituiria o cerne da doutrina do Catarismo, professado pelos Perfeitos, os quais a Inquisição, no Século XIII, varreu da face da França, naquela que seria a Primeira Cruzada da Igreja Católica, liderada por São Luis, o nono Rei da França.

Questões como essa suscitaram debates ardentes durante os famosos e esotéricos anos 60 e 70, quando se questionava o modelo de vida que o capitalismo impunha ao mundo. Havia, então, um inebriante fascínio pelo Oriente misterioso dos zoroastristas, cainitas, maniqueístas, iogues, faquires, dervixes, sadhus, budistas, taoístas e seu estilo de vida, enquanto contraponto à hegemonia da sociedade de consumo e do marxismo ocidental.

Não por outra razão ainda hoje encontramos, em alguns nichos pulverizados que a internet tende a ressaltar, uma preocupação esotérica com a vida que parece muito distante do feijão-com-arroz cotidiano ao qual estamos acostumados.

Existem também espaços diminutos, embora alvoroçados, no campo das ideias, resultantes de raízes solidamente firmadas nessa tradição oriental, que se voltam para a tentativa de explicar os fenômenos da antimatéria, física quântica, teoria do caos, em uma perspectiva mais aberta, resvalando para a metafísica, menos atenta ao rigor metodológico ortodoxo próprio da ciência.

Que o diga Fritjof Capra, famoso físico teórico autor de O Tao da Física e O Ponto de Mutação.

Por fim, quanto a Herman Hesse, é possível entender que em Demian e Gertrud, ele tratou obliquamente, ao utilizar o Cainismo como pano de fundo da trama cujo epicentro é a relação entre Demian, Sinclair e Gertrud, da origem e essência do Bem e do Mal.

Mais: ao fazê-lo, trouxe para a claridade, ou pelo menos tentou, a misteriosa seita que seus personagens professavam e, para quem optou por se aprofundar na questão, os mistérios do Zoroastrismo, Maniqueísmo e Catarismo.

Todas essas seitas conectadas pela crença na Realidade enquanto emanação de uma divindade única e suprema, e constituída pela existência concomitante e antagônicas do Bem e do Mal (a Luz e as Trevas), formando a unidade definitiva e primordial de todas as coisas.

[1] BULGÁKOV, Mikhail. O Mestre e Margarida. Rio de Janeiro: Alfaguara. 2003.

[2] HESSE, Hermann. Demian. Rio de Janeiro: Record. 2015.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura de Natal e do Governo do RN

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domingo - 05/04/2026 - 09:54h
Disputa presidencial

PT discute plano B e admite nos bastidores substituição de Lula

Camilo Santana e Fernando Haddad são pensados, dizem colunista e cientista político da Veja
"Camilo é uma liderança importante que precisa ser utilizada em nível nacional", disse Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

“Camilo é uma liderança importante que precisa ser utilizada em nível nacional”, disse Lula (Foto: Ricardo Stuckert)

O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas e o aumento da rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriram, nos bastidores do PT e do Palácio do Planalto, uma discussão sensível: a possibilidade de o petista não disputar a próxima eleição presidencial.

No programa Ponto de Vista, em plataforma on-line da revista Veja, o colunista Robson Bonin e o cientista político Marco Antonio Teixeira analisaram o cenário e apontaram que a sucessão no campo governista já está em curso — ainda que de forma não oficial.

Segundo Bonin, a hipótese de substituição do presidente não é mais tratada como improvável dentro do governo. O avanço da rejeição e o risco eleitoral têm alimentado essa discussão.

“Há muita gente que acredita dentro do PT que ele deveria se preocupar com o fato de poder terminar a biografia perdendo para o filho do Bolsonaro”, afirmou.

A avaliação interna, segundo ele, é de Lula pode até vencer, mas já enfrenta desgaste suficiente para colocar sua candidatura sob questionamento estratégico.

Quem são os nomes testados para a sucessão?

O nome de Camilo Santana surge como uma aposta para o futuro do partido, com apoio dentro do governo. Bonin afirma que ele foi testado em pesquisas e é visto como um quadro com potencial de crescimento.

Ao mesmo tempo, Fernando Haddad aparece como alternativa mais imediata. Para Teixeira, o ex-ministro reúne condições mais concretas para uma eventual substituição no curto prazo.

“Haddad já tem praticamente a mesma intenção de voto que o Lula, com algo em torno de 10% a menos de rejeição”, disse.

Por que Haddad ainda enfrenta resistência no PT?

Apesar de ser um nome competitivo, Haddad não

é unanimidade dentro do partido. Bonin aponta que há desconfiança sobre seu perfil político e sua disposição para a disputa.

Segundo ele, setores da legenda consideram que o partido precisa de um candidato mais combativo, disposto a enfrentar a campanha com maior intensidade.

O PT consegue se renovar?

Para Teixeira, o debate expõe uma dificuldade estrutural do partido: a renovação de lideranças. O cientista político afirma que o PT ainda depende fortemente de figuras consolidadas.

“Há uma incapacidade do PT de se renovar, de produzir lideranças novas”, disse.

Nesse contexto, Camilo é visto como um projeto de médio prazo, enquanto Haddad surge como solução mais imediata – caso Lula recue.

O avanço de Flávio é mérito próprio?

Na avaliação de Teixeira, o crescimento do senador está menos ligado a qualidades individuais e mais à rejeição ao governo.

“Esse crescimento do Flávio é muito mais uma negação ao Lula e ao PT do que méritos do próprio Flávio”, afirmou.

O fenômeno reforça o caráter polarizado da disputa, em que o voto tende a ser orientado pela rejeição ao adversário.

Ainda há espaço para uma terceira via?

Os analistas são céticos quanto à viabilidade de uma alternativa fora da polarização. Para Teixeira, o cenário aponta para uma disputa direta entre lulismo e bolsonarismo.

“Dificilmente teremos um processo propositivo”, assinalou.

A tendência, segundo ele, é de uma eleição marcada por confronto direto entre os dois campos, com pouco espaço para candidaturas intermediárias.

Nota do BCS – Sinceramente, não acredito na materialização dessa hipótese. Porém, é nítido o desconforto presidencial com o atual estágio da pré-campanha. Quarta-feira (01), em entrevista a uma televisão do Ceará, ele disparou sobre o ex-ministro da Educação e senador cearense: “Camilo é uma liderança importante que precisa ser utilizada em nível nacional.”

Veja íntegra e vídeo AQUI.

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Categoria(s): Política
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domingo - 05/04/2026 - 09:20h

Reler

Por Bruno Ernesto

Foto de autoria de Bruno Ernesto, 2023

Foto de autoria de Bruno Ernesto, 2023

Assim como texto algum pede para ser lido, nenhum escritor escreve esperando que alguém leia.

É mais ou menos como a vida.

Ler requer iniciativa, vontade, interesse, curiosidade e tempo.

O tempo pode ser chuvoso, de férias, sobrando, faltando, rápido, lento, fase ou apenas uma oportunidade.

Quantas oportunidades o tempo requer, nos tira, mas também nos dá?

Quando passa, passa. Claro! Mas, como você tem passado, afinal?

Há páginas que precisam ser lidas e relidas em diferentes fases, como a vida.

Este talvez seja o segredo da boa leitura.

Ariano Suassuna tinha razão: quem gosta de ler não morre só.

Bruno Ernesto é escritor, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mossoró – IHGM e curador do portal cultural marsertão.com @ihgmossoro @marsertaoblog

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domingo - 05/04/2026 - 08:10h

O amor é o bem maior

Por Odemirton Filho

Arte ilustrativa em estilo renascentista com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Arte ilustrativa em estilo renascentista com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Na bela música lindamente cantada por padre Zezinho, um dos versos diz que “o amor é o bem maior, difícil de encontrar”. No mesmo sentido, são as palavras em 1 Coríntios, 13:13: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.”

No mundo contemporâneo, ou melhor, desde sempre, o homem não procura vivenciar esse amor que traz paz para a alma e dá bons frutos. O homem, na sua ganância insaciável, vive a promover guerras por todos os cantos. Hoje mesmo, mundo afora, guerras matam milhares de pessoas; crianças padecem, choram, ficam órfãos.

Dizia-se, na época da pandemia do coronavírus, que a humanidade sairia melhor daqueles dias de isolamento social; que entenderia o real significado do amor, da empatia, do bem conviver em sociedade. O tempo, infelizmente, mostrou-nos a dura realidade da insensatez, da ausência de humanidade que continua a permear as relações entre os homens.

As dificuldades do cotidiano, a dura batalha para enfrentar a vida, fazem-nos seres humanos individualistas. É cada um por si. Nem precisamos ir longe. O Brasil, tomado de assalto por interesses de grupos privilegiados, há tempos atravessa uma crise econômica e social sem fim. Já estou careca de ouvir o mesmo lenga-lenga das promessas vazias.

Hodiernamente, com o advento das redes sociais, vivemos em mundos díspares. De um lado, o mundo real, não palatável. Doutro, o mundo virtual, no qual se posta uma vida que nem sempre está em sintonia com a verdade. Ademais, a internet se tornou uma terra sem leis, sem respeito, sem pudor. Agride-se o outro pelo simples prazer de agredir.

Por isso, em mensagem para a Quaresma deste ano, o Papa Leão XIV afirmou: “comecemos por desarmar a linguagem, renunciando às palavras mordazes, ao juízo temerário, ao falar mal de quem está ausente e não se pode defender, às calúnias”.

É claro que não é fácil amar pessoas que nos fizeram algum mal; seria romantizar a dura e crua realidade da convivência humana, buscando um mundo utópico. No entanto, façamos a nossa parte. Tentemos cultivar o amor em nossos corações, pois o amor é o bem maior.

Assim, neste Domingo da Ressurreição do Cristo Jesus, base da fé, que possamos decantar e, sobretudo, inspirar-nos com a bela música entoada pelo padre Zezinho:

Foi esse amor que fez a sepultura abrir; e o meu Salvador em glória ressurgir; o amor é inspiração, na vida uma canção, o amor”.

Odemirton Filho é colaborador do Blog Carlos Santos

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Categoria(s): Crônica
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domingo - 05/04/2026 - 06:22h

Homenagem ou “desomenagem”? Sobre nomes e memória…

Por Marcos Araújo

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Dois episódios foram notícias nesta semana no Rio Grande do Norte, envolvendo simultaneamente memória, homenagem e desonra.

A primeira notícia veio de Natal: o Ministério Público Federal entrou com uma ação civil pública contra o município para garantir a alteração do nome de bens e logradouros públicos que fazem apologia ao golpe militar de 1964 ou a agentes da ditadura que durou até 1985.

A segunda veio de Pau dos Ferros: a prefeitura lançou uma votação popular pela internet para escolher o nome de seu novo centro administrativo, com três candidatos disputando entre si, entre eles, o eterno Padre Sátiro Cavalcanti Dantas.

Tomadas separadamente, cada uma dessas iniciativas encontrou defensores convictos. Juntas, elas nos convidam a refletir sobre algo que vai além dos campos políticos e eleitorais: o que significa, afinal, honrar alguém? O que é verdadeiramente uma homenagem? Como se constrói a memória de um povo?

Quanto à causa do MPF, entendo que ela é legítima em sua essência. Há uma diferença moral substantiva entre preservar a memória histórica de um período — por mais sombrio que seja — e erigir homenagens permanentes a quem praticou ou chancelou a tortura de cidadãos. Uma rua chamada “31 de Março” não é um arquivo; é uma celebração. Uma praça com o nome de um general que assinou atos institucionais não registra a história — ela a glorifica.

Contudo, há um risco nos excessos da pureza retrospectiva. O filósofo espanhol Jorge Santayana advertia que “quem não consegue lembrar o passado está condenado a repeti-lo”. A questão não é apagar nomes das pedras, mas educar as consciências sobre o que aqueles nomes representaram. A solução mais honesta não seria simplesmente trocar uma placa pela outra, como se a história fosse um placar em que apenas um lado pode vencer — e sim acrescentar ao espaço público a narrativa crítica que falta, com memoriais, marcações explicativas, e a educação que nenhuma liminar judicial substitui.

Aqui a advertência de Milan Kundera, em O Livro do Riso e do Esquecimento, permanece perturbadoramente atual: “O primeiro passo para liquidar um povo é apagar a sua memória. Destruir os seus livros, a sua cultura, a sua história.” O romancista tcheco falava dos totalitarismos que pretendiam reescrever o passado — e o aviso serve, com igual força, para todos os lados do espectro político. Apagar nomes sem explicá-los pode ser, paradoxalmente, a vitória definitiva do esquecimento sobre a memória.

Hannah Arendt, em A Condição Humana, observou que a pluralidade — a convivência dos diferentes — é a condição fundamental da vida política. Uma democracia que seleciona quais fragmentos do passado merecem existir no espaço público corre o risco de repetir, com sinal trocado, o mesmo gesto autoritário que pretende condenar: o de decidir, de cima para baixo, o que o povo deve ou não deve lembrar.

A segunda história é mais delicada e, a quem conheceu Padre Sátiro Cavalcanti Dantas de perto, absolutamente desconcertante.

Padre Sátiro foi um daqueles homens raros que fazem a história sem nunca querer protagonizá-la. Ativamente responsável pela mudança social e educacional do Estado, viveu na discrição, e fez do silêncio uma forma de eloquência mais poderosa do que muitos discursos. Era daqueles sobre quem se deveriam nomear os melhores e maiores prédios públicos, sem alardes, exatamente porque jamais pediria isso — e porque, se soubesse, rogaria que não se fizesse.

É precisamente por isso que submetê-lo a uma disputa eleitoral pela internet — com campanha, votos e mobilização de eleitores de outros municípios — é uma forma involuntária, mas real, de desonrá-lo. Não por má-fé dos incentivadores, certamente. Mas porque o gesto desconhece profundamente quem foi o homenageado.

As aclamações populares são, por natureza, voláteis. A santidade autêntica — e a grandeza humana genuína — não se submete ao humor da praça. Colocar Padre Sátiro numa urna virtual, em competição com outros candidatos, é transformar em espetáculo aquilo que ele construiu como doação silenciosa. É reduzir a um like o que foi uma vida inteira de presença. A nomeação deveria ser direta, sem entremeios popularescos.

Há ainda o problema prático da legitimidade do processo. Uma votação aberta, sem fronteiras municipais, em que qualquer pessoa de qualquer canto do estado — ou do país — pode interferir na decisão sobre o patrimônio simbólico de uma cidade, não é democracia: é uma pesquisa de popularidade disfarçada de civismo. Tocqueville, ao analisar os riscos da democracia moderna, alertava para aquilo que chamou de “tirania da maioria” — a possibilidade de que o número sufoque o direito, a experiência e a memória compartilhada de uma comunidade específica.

Já que estamos na semana santa, lembro o episódio do lava-pés, aquele momento que Jesus se ajoelha diante de seus discípulos e realiza o serviço mais baixo que existia naquele tempo (lavar os pés de alguém). Pedro protesta: “Nunca me lavarás os pés.” E Jesus responde com uma frase que deveria ser tatuada na consciência de quem pensa em honrarias públicas: “Se não te lavar, não terás parte comigo.”

Padre Sátiro lavou muitos pés em vida — metafórica e talvez literalmente. Não queria louros. Nem admitiria se submeter a disputa. Certa feita, os dois lados políticos tradicionalmente adversários quiseram aclamá-lo prefeito de Mossoró, no que foi por ele devidamente recusado. Não merece ter seu nome colocado em disputa…

O que as duas histórias têm em comum?

Homenagens verdadeiras não se fazem por decreto judicial nem por votação popular. Fazem-se pelo testemunho vivo. Médici não merece nome de rua. Padre Sátiro não carece de escolha por votação. O primeiro não tem mérito histórico. O segundo, possui mérito demais para estar se submetendo a uma disputa risível. A consciência de se nomear um espaço público é assumir uma responsabilidade narrativa perante as gerações futuras.

Um povo que decide mal quem merece ser lembrado não comete apenas uma injustiça com o passado — ensina uma mentira ao futuro sobre quem ele mesmo quer ser.

Marcos Araújo é professor e advogado

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domingo - 05/04/2026 - 03:00h

Demônios da Guerra

Por Marcos Ferreira

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Estamos (ao menos por enquanto) no bem-bom. Nenhum sinal de guerra à vista. Dormimos e acordamos sem a ameaça constante de mísseis, de bombas desabando sobre nossos telhados ou cabeças. O Brasil, apesar dos pesares, continua sendo uma nação pacífica aos olhos do planeta. E graças a Deus! Pois aqui não dispomos de aparato bélico para suportar vinte e quatro horas de arranca-rabos com nenhuma superpotência armamentista.

Estamos a anos-luz do poderio de um vespeiro como Rússia, Estados Unidos ou Israel. Nesse aspecto, exceto por alguns arroubos armamentistas, nossa pátria de chuteiras continua manquitolando com um apetrecho pífio ante os marimbondos de fogo que guerrilham em alguns territórios do mundo.

Considero imoral um elemento como Vladimir Putin pedir um cessar-fogo na contenda entre Estados Unidos, Irã e Israel, enquanto ele mesmo sustenta há quatro anos um massacre covarde sobre a Ucrânia. Eu sei, já toquei nesse assunto dia desses, no entanto a mídia da Terra inteira não fala em outra coisa e aí a gente acaba se repetindo na hora de cumprir a missão de dar cabo de uma crônica. As contendas estão em diversas regiões. Basta pegarmos o celular ou ligar a tevê que o sangue por pouco não espirra contra nossos rostos. Isso tudo é tão deplorável, tão abjeto.

Ora! Vejam só! Estados Unidos, ave de rapina do globo, usam como pretexto para massacrar, atacar o Irã a história de que este estaria produzindo armas atômicas, enriquecendo urânio para a fabricação de armamento nuclear. É a velha história de que macaco não olha para o próprio rabo. E se estiver fazendo isso?! Onde está o crime, já que os xerifes internacionais já fizeram? É público e notório que os Estados Unidos, seguidos por Rússia, China, França, Reino Unido, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte são os Estados que mais possuem essa espécie de armaria. Por que, então, a imperiosa América, que se queixa de ser o berço da liberdade, não direciona a sua máquina mortífera contra uma Rússia ou qualquer um desses atores? De jeito algum. Pois temem, sabem que Moscou não leva desaforos para casa. Além de medo, a terra do Tio Sam não se mete a besta, não ousa exibir suas garras perante uma China.

O que os norte-americanos gostam e sempre fizeram foi chutar cachorro morto, atacar nações inferiores do ponto de vista militar. Lembram do que fizeram (em agosto de 1945) com o Japão, especificamente Hiroshima e Nagasaki? Causaram a morte imediata de quase duzentas mil pessoas, em sua maioria civis, idosos, mulheres e crianças, gente que não tinha nada a ver com o peixe.

O cheiro de pólvora e sangue parece ter impregnado minha cabeça e meu coração. Sinto-me indignado com o que está acontecendo, porém minha indignação não adianta de nada. Os demônios da guerra seguirão massacrando inocentes, impondo a sua política de carnificina. Que tempos primitivos vivemos!

Marcos Ferreira é escritor

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sábado - 04/04/2026 - 23:16h

Pensando bem…

“Grandes pensamentos falam apenas com as mais contemplativas mentes, mas grandes ações falam com toda a humanidade”

Emily P Bissell

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sábado - 04/04/2026 - 17:20h
Chapa majoritária

No PDT e chance de ser um nome ao Senado, Rafael Motta abraça o PT

Ontem no Seridó e quinta-feira em Natal com Cadu e Samanda, além de dirigentes do PDT, Rafael filiou-se (Fotomontagem do BCS)

Ontem no Seridó e quinta-feira em Natal, com Cadu e Samanda, além de dirigentes do PDT, Rafael retomou marcha política (Fotomontagem do BCS)

Filiado ao PDT na quinta-feira (02), o ex-deputado federal Rafael Motta já se inseriu em programação política do pré-candidato a governador Cadu Xavier (PT).

Nessa sexta-feira (03), posou ao lado dele e da pré-candidata ao Senado Samanda Alves (PT), mossoroense que é vereadora em Natal. O trio esteve em Carnaúba dos Dantas no Seridó, onde evento religioso e social da Paixão de Cristo atraiu multidão.

O segundo nome ao Senado do governismo será o próprio Rafael Motta?

É possível, mas nada está oficialmente confirmado. O assunto ganha corpo num tom de “é provável.”

Lá em 2022…

Em 2022, com forte possibilidade de reeleição à Câmara dos Deputados, Motta resolveu ser candidato ao Senado em faixa própria. O governismo investiu no ex-prefeito Carlos Eduardo (PDT à época), o descartando.

Rafael Motta acabou dando ajuda considerável ao ex-ministro Rogério Marinho (PL), contendor comum, que foi eleito com o racha dos votos no campo político do centro-esquerda.

Rogério Marinho empalmou 708.351 votos, ou 41,85% dos votos válidos, superando Carlos Eduardo, com 565.235 votos (33,40%), e Rafael Motta (PSB), com 385.275 votos (22,76%).

Em 2023…

Já em 2023, sem mandato, Rafael Motta virou titular da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de Natal em novembro de 2023, governo Álvaro Dias (Republicanos, hoje no PL). Durou pouco. Em março de 2024 pinotou fora com planos de ser candidato a prefeito.

E em 2024…

Em 2024, com planos de ser candidato a prefeito de Natal pelo PSB, Motta viu-se obrigado a saltar para o Avanteo. O PT local usou sua força com comando nacional do PSB, para que ele não obtivesse legenda à empreitada.

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sábado - 04/04/2026 - 16:40h
Política

Filiação de Bibi Costa ao PL causa insatisfação no prefeito caicoense

Bibi Costa, irmão de Vivaldo, não deve ter apoio de Dr. Tadeu (Fotomontagem do Blog do Marcos Dantas)

Bibi Costa, irmão de Vivaldo, não deve ter apoio de Dr. Tadeu (Fotomontagem do Blog do Marcos Dantas)

A filiação do ex-prefeito caicoense Bibi Costa ao Partido Liberal (veja AQUI), neste sábado (04), não soou bem aos ouvidos do prefeito de Caicó, Dr. Judas Tadeu dos Santos (“Dr. Tadeu”, do PSDB). Em entrevista ao jornalista Marcos Dantas, ele deixou claro que seu apoio o ex-prefeito não terá. Bibi Costa é irmão do deputado estadual Vivaldo Costa (PV), líder político de Dr. Tadeu.

“Bibi virou bacurau. Eu sou da bandeira do ‘Papa’ (apelido de Vivaldo Costa). Não tenho como estar num processo desse”, afirmou, sinalizando o distanciamento político.

Dr. Tadeu também citou episódios recentes para justificar sua posição, incluindo o voto do deputado Adjuto Dias, filho de Álvaro Dias (PL), contrário à possibilidade de Vivaldo Costa assumir uma vaga na Assembleia Legislativa, em substituição a George Soares (que foi escolhido pelo voto para o Tribunal de Contas do Estado do RN-TCE).

Ainda segundo o prefeito, o retorno de Bibi ao cenário político reforça divergências antigas. “Bibi se afastou da política e agora comprova posições que já eram percebidas, como ter votado em Sandra Kelly (adversária de Tadeu, apoiada à prefeitura em 2024 por Álvaro Dias). Nunca me quis na prefeitura. Lamento que ele se alie a quem não quis ajudar Vivaldo na volta à Assembleia”, declarou.

Em conversa com o mesmo Marcos Dantas, Bibi Costa minimizou as críticas do prefeito – que chegou a cogitar se candidatar a deputado estadual, mas recuou. Para o ex-prefeito, a prioridade é defender os interesses do Seridó e Caicó. O fato de nunca ter sido aliado de Álvaro Dias, pré-candidato a governador e originário do município, não é relevante. Conflitos políticos ficam no passado.

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Categoria(s): Política
sábado - 04/04/2026 - 15:20h
Agora vai!

Álvaro Dias finalmente se filia ao Partido Liberal

Coronel Hélio, Álvaro Dias, Rogério Marinho e Joanna Guerra: PL (Foto: reprodução)

Coronel Hélio, Álvaro Dias, Rogério Marinho e Joanna Guerra: PL (Foto: reprodução)

Agora vai. Está valendo. O pré-candidato ao Governo do Estado, Álvaro Dias, assinou ficha de filiação ao Partido Liberal (PL) neste sábado (04). Foi saudado pelo presidente da legenda no RN, senador Rogério Marinho, na sede regional em Natal.

Principal nome do grupo político para a disputa, substituindo o próprio Marinho, que não conseguiu viabilizar postulação ao governo, Álvaro Dias chega ao PL após ter presidido o Republicanos no estado.

Ele iria se filiar dia 21 passado, em evento ocorrido no Boulevard Hall, em Parnamirim. Porém, com bastidores efervescentes, que o levaram a perder o Republicanos para o adversário Allyson Bezerra (UB), adiou ingresso no PL.

Mas hoje, ao lado dele, também chegou a vice-prefeita natalense Joana Guerra, que antes presidia o Republicanos em Natal.

Além de Álvaro Dias e Joana Guerra, também assinaram ficha de filiação ao PL o vereador de Mossoró, Cabo Deyvison (ex-MDB) e o ex-prefeito de Caicó, Bibi Costa.

Depois das filiações, os novos filiados participaram de reunião estratégica na sede do partido, com o senador Rogério Marinho. Também esteve presente o pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, além de outras lideranças políticas do partido.

Veja vídeo AQUI.

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