Do The News para o BCS
Integrantes do Judiciário e Legislativo começaram a desenhar uma saída negociada para um tema que tem gerado debate em Brasília: os chamados “penduricalhos”, que elevam salários do funcionalismo acima do teto constitucional (R$ 46 mil).
Em reunião com a presença do presidente do STF, Edson Fachin, dos presidentes da Câmara e do Senado, além de ministros como Flávio Dino, Moraes e Gilmar Mendes, ficou acertada a construção de uma “regra de transição”.
Esse nome bonito nada mais é do que a ideia de dar um prazo — estimado entre 120 e 180 dias — antes de aplicar integralmente as restrições aos supersalários.
A tentativa de acordo ocorre em um momento estratégico.
O plenário do STF deve julgar a decisão de Dino que suspendeu benefícios capazes de ultrapassar o teto.
Ao mesmo tempo, o Congresso sofre pressão para aprovar uma lei nacional que regulamente essas verbas indenizatórias.
A relevância: Além do desentendimento entre os Poderes, tem muito dinheiro envolvido. Em 2024, os estados gastaram R$ 92 bilhões com o sistema de Justiça, incluindo Tribunais, Ministérios Públicos e Defensorias. Desse total, 67% foram destinados à folha de pagamento.
Leia também: Justiça do RN consome quase 10% do orçamento do Estado
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Tudo e TODOS são farinha podre do mesmo saco. Vale aquela musica do aaudoso Bezerra da Silva : ” SE GRITAR PEGA LADRÃO/ NÃO FICA UM MEU IRMÃO !.
eu li agora há pouco que um desembargador do RN ganhou de salário nesses dias um valor de aproximadamente 350 mil reais, isso é justo? isso é justiça? O teto né 46 mil reais? e por que este cidadão recebeu isso tudo? e olhe que ajustiça só trabalha de terça a quinta feira, cada dia em um expediente corrido. Enquanto o trabalhador brasileiro ganha 01 salario de 1.621 reais, vejam só em que país vivemos, um trabalhador com pouco mais de 1600 reais no bolso compra o que? Todo mundo não tem as necessidades básicas para serem sanadas? (as necessidades de um desembargador são as mesmas de um operário braçal, ambos necessitam de alimentação, remédios, vestuários, calçados, lazer e etc.) como pode uma discrepância dessa? Que justiça mais injusta desse Brasil.