Como foi assinalado na postagem abaixo, há um vácuo de liderança interna. Decisões são tomadas sem a menor consulta e nao existe maior envolvimento com o governo e a própria postulação da prefeita.
Três secretários afastaram-se para cuidar da campanha de Fafá há poucas semanas. A oportunidade, para quem entende de polÃtica e sabe da necessidade de "juntar" forças, seria de prestigiar as bases. Fizeram exatamente o contrário.
Os substitutos são todos nomes fora de qualquer indicação partidária. O critério de escolha foi o da preferência pessoal do agitador cultural Gustavo Rosado (DEM), irmão da prefeita e que se licenciou da chefia de Gabinete.
Antes, no inÃcio do ano, três cargos passaram a ser acumulados, sem chance de nomeação de alguém do PMDB, PPS, PTB etc. Nenhum partido da base na Câmara de Vereadores teve espaço para apontar sequer um gerente.
Acreditar, como a prefeita tem discursado, que na próxima administração "todos serão valorizados e reconhecidos" é apostar na existência de Papai Noel e outras lendas.
Na cartilha ortodoxa dos descendentes do empresário Dix-neuf Rosado, um homem de bem, só tem uma regra: "Venha a nós."























Acho interessante que todos falam, reclamam mas na hora do arrocho vão bem bonitinhos. Se é pra fazer esse papel ridÃculo é melhor ficarem calados e obedecerem ao agitador.
Eu acho é pouco. Prá esses aliados meia tigela, o que sobra é nada.