quarta-feira - 01/07/2009 - 11:12h

Álvaro Dias conhecerá método de alfabetização cubano

O deputado Álvaro Dias (PDT) vai aproveitar o recesso da Assembléia Legislativa a partir desta quarta (1) e visitará o Estado do Piauí. Atende a convite do governador Wellington Dias (PT).

Ele conhecerá um projeto educacional de alfabetização, que o aluno aprende a ler, escrever e interpretar um texto em apenas uma semana. 

O projeto é baseado no método Yo si puedo, que significa “Sim, eu posso”. Foi elaborado por educadores cubanos do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho em meados de 1959.

Primeiramente foi levado a termo por Fidel Castro em Cuba e através dele teria existido a erradicação do analfabetismo existente no país. A Venezuela através do seu presidente Hugo Chaves e a Bolívia através de Evo Morales, já implementaram esse método educacional.

* Com informação da Assessoria e Comunicação do deputado.

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Comentários

  1. Francisco Rodrigues da Costa diz:

    Antes tarde do que nunca. 50 anos de atraso. Mesmo sendo véspera de eleições vale a pena tentar. Avante Álvaro, Afinal o jovem parlamentar desperta a tempo. Parabéns.

  2. ze roberto diz:

    Um plano de ensino deste,seria da maior importancia,não só para o RN,mas sim para o país todo,é disso que precisamos;aqui tão pertinho,né?Ah! se o imperador quisesse,hein? Não,talvez eu esteja sonhando.

  3. Maíra diz:

    Sou educadora, trabalho em uma conceituada instituição de ensino e sinto-me a vontade para fazer o seguinte comentário:

    O Brasil não precisa de modelos educacionais para erradicar o analfabetismo nem para elevar a qualidade de ensino. O sistema tem feito assim desde o império e, pra que?

    Transplantamos o modelo europeu e norte americano de forma “distorcida” ou seja, não o aplicamos com os mesmos recursos humanos e materiais como os países desenvolvidos. Não funciona. Enquanto não houver prioridade para o ensino tudo é inutil! Enquanto professora for “tia” e não houver investimento na qualificação dos profissionais da educação, é inútil. Melhorar salário, por sí só, não qualifica o professor.

    O modelo de Cuba? Pra que? Não precisamos de formação “aligeirada”, esta só serve pra analfabeto assinar o nome e virar gado de curral eleitoral de políticos safados. Continua alienado!

    QUALIDADE, é o que precisamos!

    Vamos resgatar a história, vasculhar iniciativas bem sucedidas que foram abafadas pela ditadura que não queria a formação de cidadãos criticos e reflexivos com capacidade de entenderem a sociedade e a política e assim continua em pleno sec. XXI….

    Esquecemos, todos, que o programa “De pé no chão também se aprende a ler e escrever” marcou a história da educação no Brasil e mais especificamente, no nosso RN. Não é atual? já era? Desafio a quem ousa dizer que faz ou fez melhor…

    TEMOS IDENTIDADE! (pelo menos, deveríamos ter)
    Paulo Freire, apesar de sua identidade ideológica com Fidel, estremece no túmulo…

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