A festa de aniversário do repórter social Walterlin Lopes (gente da melhor qualidade), num buffet de Mossoró, ontem, foi um sucesso. Por vários motivos.
Um deles foi a mobilização laboratorial de incenso sobre o chefe de Gabinete da Prefeitura de Mossoró, agitador cultural Gustavo Rosado.
O oba-oba além da conta chegou a eclipsar o "dono" da festa, Walterlin.
O período também me faz lembrar personagem que permeou a política nativa nos primeiros anos da década de 90: Mário Rosado, primo de Gustavo e filho do então prefeito Dix-huit Rosado.
Passado o ciclo de poder do paizão, alguém aí lembra do Mário?
O poder é fugaz, efêmero, transitório. Lembra-me o bordão de uma propaganda de certo remédio, muito popular há alguns anos: "Só burro não toma Castaniodo."
Nezinho do Jegue (AQUI), célebre personagem do dramaturgo Dias Gomes, tinha mais consciência dessa realidade do que o dândi Gustavo.

























