Seria apenas patético, mas é trágico mesmo o papel de ventríloquo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM). Confesso meu pesar.
A cada dia acompanho relatos sobre seu comportamento secundário, num governo que deveria comandar.
Duas servidoras de carreira me relatam enredos deprimentes. Em ambos os casos, a prefeita prometeu que lhes atenderia em pleitos que corrigiriam mal-entendidos na remuneração.
Porém Fátima não conseguiu fazer com que seus secretários cumprissem suas “ordens”. A administração só ouve a voz do seu irmão, o agitador cultural Gustavo Rosado.
Os demais auxiliares, à exceção do lugar-tenente Chico Carlos (Cidadania), são apenas penduricalhos. Cumprem ordens do mano e prefeito de fato. Gustavo oscila entre a perseguição psicopata e à abundância de privilégios cavilosos.
Nas escassas vezes em que sai para uma exposição pública, Fátima é blindada para continuar sem ouvir as queixas da sociedade. Não é por acaso que anda empanturrada de ansiolíticos. É refém de suas próprias limitações, mas a maior vítima é Mossoró.
Aconselhei às servidoras de carreira que procurem auxílio de advogados para o pleito administrativo. Do ponto de vista político, as encaminhei à senadora Rosalba Ciarlini (DEM), que recomendou a ambas o voto – de novo – em Fátima.
Sentem-se enganadas.

























