A secretária manifesta convicção de que Wilma em seu palanque (veja em matérias mais abaixo) será decisiva. Ao mesmo tempo, ela vê no gesto um adesivo de confiança em seu trabalho.
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Jornalismo com Opinião
A secretária manifesta convicção de que Wilma em seu palanque (veja em matérias mais abaixo) será decisiva. Ao mesmo tempo, ela vê no gesto um adesivo de confiança em seu trabalho.
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Nem vou-me deter à âncora, deputada federal Manuela D’Ávila, gaúcha que é um colírio.
O partido vendeu bem seu "peixe."
A personagem "Branca", interpretada pela atriz Suzana Vieira, foi afastada de um cargo executivo por uso abusivo do cartão corporativo. Na novela da Globo é assim.
Mas tem gente com peninha de Branca. Já já volta com cartão e tudo para o final feliz.
Na vida real, "de vera", não é bem assim. A ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro, que arrepiou com o nosso cartão, teve que pedir o "boné" rapidinho. Será que é porque dona Matilde é afrodescendente?
Sostô! Nãm!
Na avaliação de Capistrano, a reedição da campanha de 2004, com os mesmos nomes da família Rosado se confrontando, é uma armação conhecida e desenhada há algum tempo. "Toda Mossoró sabe que a candidatura de Larissa Rosado (PSB) foi decidida na viagem no final de 2008 à Suíça, dos casais/primos Carlos Augusto Rosado (DEM)-Rosalba Ciarlini (DEM)/Laire-deputada federal Sandra Rosado (PSB)".
É sua reação imediata ao anúncio hoje (veja matéria mais abaixo), do apoio da governadora Wilma de Faria (PSB) à Larissa.
"Respeitamos a posição da governadora. Já era conhecida. A deputada Larissa Rosado é do partido dela," diz ele em contato com este Blog.
"O PCdoB tem um pré-candidato já colocado junto aos partidos de oposição. O PCdoB continuará na busca da união da verdadeira oposição aos que comandam, hoje, o Palácio da Resistência", anuncia
Ele acrescenta: "Buscaremos o apoio do PT e do PR. Entendemos que essa é uma eleição municipal, os problemas e o contexto de cada município é quem definem as alianças. Um exemplo é Natal".
Mesmo fazendo parte da base aliada da governadora, o PCdoB tem bússola própria na sucessão mossoroense, assinala o ex-vice-prefeito. "Não iremos participar de um jogo com cartas marcadas. Espero que o PT, partido de tradição de luta, de resistência às oligarquias, não se dobre a imposições sem sentido que desejam fazer".
Talvez temendo pressões e artifícios de asfixia à pré-candidatura, Capistrano brada: "Eu não aceitarei imposição nenhuma. Vamos à luta!"
Gabriela Mistral, poetisa
– A dobradinha entre a governadora Wilma de Faria (PSB) e a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), em Caraúbas, é um ensaio para 2010?
Olha, necessariamente não é esse o significado. Trata-se de outra "joint-venture" política, ou seja, acordo de ocasião, sem qualquer base ideológico-partidária. Em 2010 elas poderão estar no mesmo palanque. Depende da aspiração de cada uma àquele momento. Simples.
Estão em jogo tão-somente os interesses privados de ambas. Nada mais. Nenhum apreço, mesmo que superficial, por programas partidários ou aspirações populares.
A senadora, falando com este Blog, justificou que apoiaria quem a apoiou em 2006 ao Senado. Do ponto de vista das relações interpessoais, perfeito. Será grata. Em se tratando de princípios partidários, não existe o mesmo significado.
Muito mais coerente o retorno à época da República Velha (1889-1930). Nesse período, houve garantia, constitucional, à "candidatura avulsa". O indivíduo podia ser candidato a cargo eletivo sem uma legenda. Era ele e pronto.
O que testemunhamos é de embrulhar o estômago: os próprios dirigentes partidários fazem o troca-troca paroquial de apoios, um toma-lá-dá-cá, por cima de alianças nacionais ou estaduais.
Na prática, a candidatura avulsa existe de fato. Falta ser legalizada.
Pura balela.
O jornalista tem feito uma cobertura superior, atenta, de enorme valor social. Ele reporta e contribui diretamente – com seu trabalho, no atendimento às vítimas das chuvas.
O enfoque é especialmente quanto às regiões Central e Vale do Açu. Nessa última, o cenário é aterrador em Açu, Guamaré e Ipanguaçu.
No Oeste, o cenário é também preocupante, em diversos municípios como Apodi e Pau dos Ferros.
Atualização às 12h40 – Leia também Toni Silva (AQUI), Evânio Araújo (AQUI), Marcos Dantas (AQUI) e Samuel Júnior (AQUI).
As duas frases que se interligam foram pronunciadas agora há pouco pela governadora Wilma de Faria (PSB), por telefone. Ela falou em entrevista a Rádio Difusora de Mossoró, às 12h55 de hoje.
A governadora anunciou oficialmente a opção pessoal e que seu partido, o PSB, deverá formalizar em convenção municipal – provavelmente em junho.
– Ela tem sido boa secretária e boa deputada estadual – justificou a governadora, lembrando a condição de titular da pasta da Agricultura do estado e deputada estadual licenciada, que Larissa detém.
Reiterando seu estilo retórico, Wilma avisou que terá uma participação efetiva na campanha municipal, quando seu grupo enfrentará a prefeita Fafá Rosado (DEM), grupo liderado pelo ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM) e sua mulher, senadora Rosalba Ciarlini (DEM). "Estamos dispostos a entrar nessa luta sem medo", disse.
Wilma esclareceu que a escolha de Larissa Rosado, filha da deputada federal Sandra Rosado (PSB) e do ex-deputado federal Laíre Rosado (PSB), deriva de muita conversa interna. "Reuni-me com todos os líderes do nosso partido", sintetizou.
Ratificou sua opção, adiante, para não deixar dúvidas. "Essa é nossa decisão em relação à política de Mossoró".
A postulação de Larissa não será uma aposta meramente partidária. Pelo o que a governadora narrou na entrevista, um elenco de outros partidos endossará o projeto, podendo existir até a surpresa de chegada de siglas ligadas ao esquema adversário.
O papel de costura política, para formar uma coalizão oposicionista, teria sido desencadeado por Larissa. "A própria deputada tem feito isso pessoalmente, com inteligência", afirmou.
PR, PMN e PTB podem se afinar com Larissa e o PSB. Há canal aberto com PT e PCdoB e outras agremiações, garantiu a governadora.
* No curso do dia vou postar material analisando o cenário político, a partir do acontecimento registrado nesta postagem. Aguarde aí.
São pesquisas que o mostram em baixa, é cerco do Ministério Público em investigações à sua passagem pela Câmara de Natal e sinais de frieza da sua madrinha, governadora Wilma de Faria (PSB). Um cabedal de problemas.
Política é realmente uma atividade dinâmica e exige pés no chão.
Recordo um episódio narrado por interlocutores de Areia Branca, envolvendo o deputado e correligionários naquela cidade. Reproduzo-o.
Candidato à Câmara Federal em 2006, ele teria transbordado confiança e certezas, num bate-papo informal:
– Vou ser eleito deputado com facilidade e em seguida prefeito do Natal, para Márcia Maia (PSB) – filha de Wilma e deputada estadual – entrar em minha vaga em Brasília.
Será que tudo foi combinado com o povo?
Ela fez o relato agora há pouco à Rádio RPC.
Segundo Fátima, algumas famílias foram retiradas de casas e casebres, sobretudo em setores ribeirinhos do rio Mossoró. Outras resistem, assumindo os riscos.
Os bairros Alto da Conceição, Pereiros, Paredões e Barrocas são os de situação mais delicada. Em outras áreas mais distantes do leito do rio, também existem problemas. "Mas não há motivo para pânico ou decretação de estado de calamidade pública", disse.
Mossoró choveu cerca de 380 milímetros nos três primeiros meses do ano. A média anual fica em torno 650 milímetros.
O número da Defesa Civil é este: (84) – 3315-5000.
Segundo pesquisa qualitativa recente, ela só responderia por 5% em termos de confiança na indicação de voto, contra 45% de Rosalba Ciarlini (DEM). Distância avassaladora.
O que isso significa?
Fafá, mesmo com caneta à mão e receita-mês superior a R$ 25 milhões, não se firmou como agente político confiável.
Rosalba segue como maior eleitora do município.
Dois episódios revelam que a tentação do nepotismo sempre permeia o poder. Eles talvez ajudem a indicar o caminho à escolha do vice, na chapa da prefeita Fafá.
Episódio Um: Em 1988, passada a primeira eleição da pediatra Rosalba Ciarlini (DEM) à Prefeitura de Mossoró, Carlos cuidou diretamente de montar a equipe de governo. Ladeado pela mulher, no gabinete de trabalho do jornalista e diretor da Gazeta do Oeste, Canindé Queiroz, um dos principais articuladores da campanha vitoriosa, Carlos foi repreendido.
– O que é isso, Carlos? Nem o nome do irmão da prefeita está aqui – resmungou Canindé, em seu amplo gabinete da antiga indústria têxtil Fitema.
O nome esperado por Canindé, mas eliminado na formação da equipe, era o do engenheiro Pedro Ciarlini Neto. Com o olhar de concordância, mas silente, de Rosalba, Carlos e o jornalista começaram a dialogar sobre o porquê do veto.
O então deputado estadual não achava conveniente lotear o poder público com parentes. Canindé venceu o duelo, considerando necessária a presença de Pedro Ciarlini numa pasta estratégica, pela experiência e grau de confiança.
Carlos cedeu, para alívio e sorriso de contentamento da própria Rosalba. Pedro transformou-se num operoso secretário de Urbanismo e Obras.
IRMÃ
Episódio Dois: Em outro momento, em 1998, Carlos – afastado da amizade e relação de trabalho com Canindé Queiroz, encontrou outra recalcitrância à sua vontade. A própria Rosalba, prefeita pela segunda vez, fincou pé. Cobrou que sua irmã, Ruth, fosse lançada à Assembléia Legislativa.
– Por que, Mãinha? – indagou em cobrança o próprio Carlos Augusto, usando o tratamento carinhoso que conserva, em relação à Rosalba. A resposta dela foi esclarecedora: "Porque é minha irmã!"
A princípio, Carlos tinha pensado em nomes como o vereador Chico Borges (DEM) e o economista Elviro Rebouças (DEM), amigos de longas datas, para à postulação. Ambos declinaram do assédio-convite.
Sobrou para Ruth, pela pressão da prefeita e recusa das outras opções. Um pouco antes, Rosalba já tinha vencido a vontade de Carlos, puxando a própria Ruth para sua administração, a segunda à frente da Prefeitura de Mossoró.
A contragosto do marido, "eminência corada" do governo e do grupo, ela assinou portaria nomeando a irmã em 1997, como a primeira presidente da Fundação de Geração de Emprego e Renda (FUNGER) do município.
Depois de ser assaltado num metrô em Nova Iorque, voltou ao país. A escolha é duvidosa, mas está feita. Logo Brasília, Arnon?
Particularmente, acho que estaria mais seguro no Morro do Borel do que no Distrito Federal.
A ação foi impetrada pelos vereadores Adelino Dantas Neto (PMDB), Adonias Francisco de Melo (PP), João de Freitas Costa Neto (PMDB), José Bonifácio de Medeiros (PP) e Sanimarcos Firmino da Silva (PMDB).
Saiba mais AQUI.
A iniciativa é coordenada pelo cardiologista Fernando Albuerne, devendo ser desenvolvida no Auditório da Faculdade de Medicina sempre a partir das 19h.
As inscrições serão feitas no Recursos Humanos do HRTM em horário comercial, a partir da segunda (7).
Seria interessante que após o recuo das águas, aplacado o chororô, a gente abrisse esse debate. Não entendo por que decretar estado de calamidade pública. Os prefeitos esquecem a gastança fácil que promoveram. Agora querem socorro a custo zero.
Milhões são enterrados na festança carnavalesca, iludindo a patuléia tola e fazendo a alegria de uma minoria. A regra do "pão e circo", mais do que milenar, continua valendo em pleno século XXI.
Há mais de 2 mil anos, na Pérsia, o poderoso Ciro aprisionou o inimigo Creso, rei da Lídia. Para conter a revolta de uma multidão na capital desse reino, Sardes, ele agiu de forma rápida e incisitva.
Ciro determinou abertura e acesso gratuito a bordéis, tabernas (bares), áreas para jogos e festas. Foi o suficiente para terminar a rebelião da massa. Deixaram em segundo plano a soltura e volta de Creso ao reino.
É da natureza humana a ilusão com festim.
Está confirmada para o sábado (5), às 22h, na Etnia Bar e Danceteria em Mossoró, a II Balada Pop Anos 80. Entre as atrações, a Banda H do meu amigo Herbert Mota, o Alámo Káryo que não vejo há anos e Tony Nascimento (MR-8). Sucesso, não tenho dúvidas.
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) fará entrega da comenda "Medalha do Mérito Governador Dinarte Mariz" na sexta (4) , às 10h, em sua sede. Ex-deputado federal João Faustino; conselheiro do Tribunal de Contas do RS, Victor Faccioni; diretor-geral do Senado, Agaciel Maia; arcebismo emérito do Natal, Heitor de Araújo Sales; ex-deputado federal José Bezerra Marinho; reitor da UFRN, José Ivonildo do Rego; juiz Múcio Nobre e o empresário Pedro Alcântara Rego Lima são os agraciados.
A notícia é passada pela jornalista Maiara Felipe (AQUI).
Deve ser um espetáculo belíssimo.
Amigos apodienses, me aguardem.
Físico de canário-belga, calção de surfista, manto sagrado do Fluminense e muita galinha com farofa são o complemento.
Sem maiores alardes, a professora Niná Rebouças (DEM), ex-gerente-executiva da Educação do município, entra na disputa. "Está à disposição", como protocolarmente se diz quando na prática alguém se movimenta à ocupação de espaço. Apresenta-se como pré-candidata a vereador, mas…
Até o momento, a atual prefeita vice-prefeita Cláudia Regina (DEM) é nome descartado. O fato de poder se credenciar a prefeito em 2012, sendo vice outra vez, assusta os líderes – que a querem apenas como apêndice do sistema.
A preferência da cúpula do rosalbismo é pela ex-deputada estadual Ruth Ciarlini (DEM), irmã da senadora Rosalba Ciarlini (DEM).
Mesmo com uma madrinha tão forte e de relação consaguìnea, Ruth é uma espécie de vice "14 Bis", mais pesada do que o ar. Não decola nas pesquisas. Nas sondagens, as perguntas qualitativas apontam claramente a rejeição.
O Palácio da Resistência, leia-se a "família Fafá", execra Ruth. Preferia o engenheiro Marcelo Rosado (PR), secretário estadual do Desenvolvimento. Entretanto, o veto a ele é do ex-deputado estadual Carlos Augusto (DEM).
Diante do impasse, o teatro de guerra está efervescente. Mesmo assim, Ruth é favorita ao lugar, pelo critério da irmandade e força de imposição.
Eu retornava do Ceará, quando esbarrei no prefeito e vice-versa.
Transpira convicção de que será reeleito, mas admitiu que procurar costurar aliança com o ex-prefeito Sidrônio Freire (PMDB). "Ele poderia indicar o vice", sugeriu.
Diniz está prefeito desde o início do outro do ano passado, com a cassação do titular Nilo Nolasco (DEM).
União – Forças ocultas começam a se movimentar em Brasília, na CPI das ONG´s e outras frentes, tentando esfriar pressão contra a deputada federal Sandra Rosado (PSB). Mesmo sendo adversários, o interesse é que o rosadismo continue vivo. Ou seja, para manter o faz-de-conta político local.
Excluída – A gerente-executiva da Saúde, professora Dorinha Burlamaqui, está claramente isolada em seu posto. Tem sofrido desgaste e suportado apenas o ônus do cargo, centralizado no Gabinete e Secretaria da Cidadania, respectivamente por Gustavo Rosado e Francisco Carlos.
Espera – o prefeito de Baraúna, empresário Aldivon Nascimento (PR), resolveu deixar nas mãos do PMDB local a indicação do seu vice. O partido tem conversado sobre a questão e pode tomar uma posição interna até maio. Decidirá se vai formar coligação ou não com o PR de Aldivon e quem seria o vice.
Passei parte do dia de ontem fazendo algo que detesto, por pura necessidade: dirigindo carro. Pior: em estradas enlameadas, sob chuva intermitente e por vários quilômetros.
Retornei só ao final da noite. Liberei dezenas de comentários, outros tive que vetar em face do uso de palavras grosseiras e chulas atacando o negociante Fábio Chaves.
Agora, retorno ao trabalho neste espaço. Antes, agradecer a alguns mecenas pela doação generosa de adoráveis mimos ao jornalista-blogueiro.
Advogado e ex-secretário de Recursos Humanos do Estado Honório de Medeiros premia-me com "Churchill". Biografia espetacular do líder britânico Winston Churchill, assinada por Lord Roy Jenkins.
Também obrigado à vice-prefeita de Mossoró, Cláudia Regina (DEM). Envia-me o ótimo "A estratégia do oceano azul", de W. Chan Kim e Renée Mauborgne. Todo empresário ou mesmo quem se propõe a empreender em carreira pessoal, precisa mergulhar nesse livro.
Reverencio o advogado mossoroense André Luiz Oliveira por me umectar com a prosa leve e lírica do mestre Darcy Ribeiro, em "Confissões." Darcy é um do meus ídolos de carne e osso, hoje uma lembrança enriquecedora.
Bem, daqui a pouco volto.
Inté.


