• Cachaça San Valle - Topo - Nilton Baresi
terça-feira - 09/04/2013 - 10:23h
Herodes em Mossoró

Dêem uma chance às nossas crianças

Mossoró tinha 6 leitos pediátricos na Clínica Uniped e o hematologista Curi de Medeiros tem mais 10 equipamentos guardados há 3 anos. Pode isso? Pode.

Dor sem dimensão; perda sem palavra no dicionário

A Uniped fechou por não ter apoio para garantir assistência à criança em Mossoró; doutor Curi não recebeu incentivo da prefeitura para instalar sua UTI Pediátrica, mesmo com crianças morrendo por falta dessa unidade especial.

São 16 leitos de UTI pediátricas que Mossoró ignora.

Crianças morrem à míngua, porque a politicalha e privilégios na saúde falam mais alto.

Trabalhar e torcer por fechamento de hospital, seja lá de quem for ou quem o comanda, é um crime de “lesa Mossoró”. Estupidez sem tamanho.

Torço que prefeita Cláudia Regina (DEM) não repita esse crime hediondo. Centenas de adultos/crianças pagaram com sequelas e vida por essa loucura.

Nem Herodes foi tão cruel com crianças da Galileia.

Precisamos banir essa postura. Isso não é política. Nossas crianças merecem viver, sim.

Temos 16 leitos de UTI pediátrica encaixotados em Mossoró há meses/anos e nenhum em funcionamento, porque politicalha não permite, não quer.

Parem para pensar, reflitam, observem que crianças perderam vida por falta de humanidade, de respeito a um bem precioso e divino. Outras estão com danos irreparáveis.

Sou pai, sei o que é ser pai.

Já testemunhei casal amigo com bebê nos braços, morto, porque a criança não teve o direito de se manter viva, por falta de um leito de UTI.

Nada repara dor dessa dimensão.

Quem perde mulher, fica viúvo; quem perde a mãe, é órfão. Quem perde filho sequer tem vocábulo dicionarizado. É um eterno morto-vivo. Um zumbi.

Apelo, como cidadão, como pai: parem de brincar com a vida de tantas pessoas, apenas por interesses mesquinhos e ganância financeira/poder.

Dêem uma chance às nossas crianças!

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Saúde

Comentários

  1. Williams Rebouças diz:

    Deus existe e essa oligarquia tupiniquim vai ser banida,nao porque eu quero ,mas é o SENHOR que quer.

  2. José Nildo diz:

    Caro, em um passado não muito remoto eram comuns pelas ruas mossoroenses funerais de criancinhas, principalmente devido à desnutrição, hoje, a história se repete com relação ao funeral e a vítima, a causa também continua a ser mesma, a incompetência dos governantes…a omissão nos serviços da pediatria!

  3. LUIZ SOARES FILHO diz:

    CARO JORNALISTA. Entre todos os assuntos tratados por esse Blog, considero que este foi um dos mais importantes, haja vista que se trata de criancinhas inocentes, e o que é mais grave, filha de pessoas humildes e carentes que não dispôe de recursos para procurar outras praças. Lembro ao titular deste Bleg que este assunto contraria um eloquente discurso da nossa Governadora, quando a mesma era Prefeita de Mossoró. Houví por diversas vezes, quando a mesma dicursava, perguntar: Vocês faz muito tempo que não assiste a enterro de criancinhas, não é verdade? Acreditamos que hoje, nem ela, nem os mossoroenses poderão mais fazerem tal afirmativa. É um absurdo que isto aconteça em nossa Cidade. Aonde está o Ministério Público da área de saúde? Os recursos não são pagos pelo SUS? Gostaria que esse Bleg continuasse a tocar neste “ninho de ratos”. Quem sabe, nõs tivessemos um esclarecimento mais convincete.

  4. Pedrinho vale diz:

    curi nao tem nada pois o principal pelo q eu entendi ele nao possui que e o espaço fisico

  5. Naerton Soares diz:

    Parabéns Carlos Santos pela sua capacidade de se INDIGNAR. Pois, lamentavelmente, os escândalos e as aberrações públicas são tantas que, mesmo sem querer, estamos perdendo essa capacidade de nos indignarmos. O que não pode acontecer de forma alguma, especialmente quando o que está em jogo são vidas, e pior de crianças que têm a vida inteira pela frente. Então Governantes sejam humanos e responsáveis e resolvam essa situação que denigre a imagem de Mossoró diariamente.

  6. Denis Cabral diz:

    Situações como essas que o nosso Estado vem passando só será dirimida, ou no minimo rara de acontecer, quando os governantes passarem a ser inquiridos e responsabilizados, nas esferas cívil e criminal.

  7. Ricardo Lopes diz:

    O ministério Público não pode intervir nesse caso de Dr. Cure ??? Não é possível que um homem que só faz o bem e que já salvou ilhares de vidas,seja descriminado porque vota na oposição !!! A treva !!!

  8. Joaquim Anselmo diz:

    Desde que a UNIPED fechou suas portas que sempre comento nesses blogs de Mossoró, sobre esse descaso absurdo, torço que a Sra Cláudia Regina, veja o que é realmente prioridade para o bem de nossa população em geral espero e vou dar mais um crédito aos nossos políticos, só não espero ser outra decepção.

  9. RAIMUNDO NONATO SOBRINHO diz:

    Lembram-se; recentemente eu dizia que candidatas de mãos suas andava acompamhada de fraudadores e corruptos, me sensuravam. Eu acrescento e criminosos. Não me arrependo.

  10. RAIMUNDO NONATO SOBRINHO diz:

    100 dias chega amanhã no trem da trânsição. E você vem de carona; acompanhe.

  11. Francy Granjeiro diz:

    A outra ex prefeita como Enfermeira que é não sabia ou fez que não soube da existência desses leitos.
    Mossoró não só tem ladroa e bandidagem, tem também muito, muito polçítico ladrao e tem também corruptos sugando lavagem de dinheiro.A mentira é uma característica marcante da ‘elite’, principalmente esses políticos do DEM, não só eu que to falando, Brasil todo sabe quais são os dois primeiros partidos corruptos do BR
    Deus, meu Deus,obrigado pela internet e,como e bom ter internet, pela possibilidade de que nós, simples cidadãos, possamos nos expressar e darmos nossa opinião e poder saber como são nossos políticos.. Ah! Deus, muito obrigado pela Democracia!
    Lei de Medios já!!

  12. Francy Granjeiro diz:

    efeagacê quebrou o BR, a governadora quebrando o RN, como fafá quebrou MOSSORÓ[os hospitais,Casa de Saúde Dix-sept Rosado e da Maternidade Almeida Castro com dificuldades,Uniped Samec São camilo Mater dey, Unicárdio,Hospital Duarte Filho e a Casa de Saúde Santa Luzia]e o Hospital Rodolfo Fernandes?????
    cláudia regina na mesma trilha.

  13. FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO diz:

    É isso mesmo meu caro Carlos Santos e a MONARQUIA ROSADUS constuma denominar MOSSORÓ, inclusive quando das publicidade pagas a peso de ouro em grandes meiode comunicação falada, televisada e escrita, que MOSSORÓ é a METRÓPOLE DO FUTURO… DURMA-SE COM UM BARULHO DESSES…!!!

    Pergunto, que futuro tem E (OU) TERIA uma cidade que se propõe a ser a metróple do futuro, se suas crianças (FUTURO DA METRÓPOLE) morrem dia-a-da dia por falta de assistência médica e hospitalar oriunda dos desgovernos, sobretudo estadual e municipal, os qauis deveriam promovela…!!!???

    OBS. PEÇO VÊNIA, PARA, NOVAMENTE TRANCREVER PRETENSO ESCRITO SOBRE O ASSUNTO EM PAUTA.
    Um baraço

    FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARAÚJO.
    OAB/RN. 7318.

    DA SAÚDE, DOS INTERESSES QUE A RODEIAM E DAS CONJECTURAS POLÍTICAS DO PAÍS DE MOSSORÓ E DO ESTADO POTIGUAR.

    Caro JORNALISTA, modéstia à parte, sobre o assunto saúde em Mossoró, cidades circunvizinhas e no estado Potiguar, lhes falo com conhecimento de causa. Mesmo por que participei na condição de atuante 1º Secretário, por cerca de 02 (DOIS)anos, da COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA OAB/SUBSECCIONAL DE MOSSORÓ/RN., da qual fui obrigado a sair, exatamente por discordar visceralmente dos métodos e do posicionamento político do modus operandi e do PRESIDENTE. Sr. HUMBERTO FERNANDES COSTA DO REGO, sendo que este, verdadeiramente junto com o seu grupo que continua a frente dos destinos da OAB, transformou a OAB/RN. SUSECCIONAL DE MOSSORÓRN, numa espécie de sucursal do poder e do mando da PREPEFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ, assim como dos interesses do governo atual do Rio Grande do Norte sob o comando de ROSALBA CIARLINE ROSADO.

    À época a COMISSÃO DE DIREITOS HUMNAOS, houve por fazer inúmeras visitas a todas as unidades HOSPITALARES DE MOSSORÓ, assim como as unidades periféricas de atendimento médico hospitalar as chamadas UP’AS. Cabe reiterar, não só fizemos as devidas visitas, mas ainda minuciosas inspeções gerando relatórios que manifestamente mostrava a realidade e desnudavam como e por que o SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE -SUS – não funciona no âmbito dos Hospitais da Cidade Mossoró e regiões circunvizinhas. Denunciamos também no bojo dos relatórios então ofertados às ditas autoridades competentes, como e por que a CASA DE SAÚDE DIX SEPT ROSADO, verdadeiramente sofria e ainda sofre perseguição política por fazer parte da outra banda dos ROSADOS a dominar o feudo politico Mossoroense. No caso a perseguição ao grupo de Sandra Rosado, se manifestava claramente através da manipulação de números e engavetamento de procedimentos que deveriam ser direcionados ao MINSISTÉRIO DA SAÚDE resultando no não repasse de verbas do SUS e tentativa de permanente asfixia ao seu pleno funcionamento por parte dos integrantes do governismo municipal.

    Caro JORNALISTA, a estrutura pública e privada de saúde, a qual deveria necessariamente responder pelo atendimento médico hospitalar junto à população de Mossoró, assim como de grande parte do médio e alto oeste potiguar, efetivamente não funciona exatamente em virtude de estar a décadas atrelada a interesses comerciais, econômicos, financeiros e políticos, os quais efetivamente não dizem respeito aos anseios e às necessidade da maioria da população de Mossoró e cidades circunvizinhas, repito e lhes falo com conhecimento de causa a atual estrutura de atendimento médico hospitalar do Brasil como um todo e em especial do ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, não apenas deixa patente exercício e “exemplos” de administração da coisa pública fundada em aspectos de nazifascistas quando da exclusão da maioria à esse atendimento, mais ainda é em sua estrutura política, comercial, financeira e patrimonial, sobretudo e tão somente UM GRANDE NEGÓCIO, do qual participam meia dúzia de MÉDICOS/POLÍTICOS E POLÍTICOS/MÉDICOS.

    Quando 1º Secretário da Comissão de Direitos Humanos, à época dedicava em media 04 (QUATRO) horas diária a sobredita comissão, sendo que quando do último relatório o qual dizia respeito de forma mais abrangente e mais aguda no tocante a assistência médico hospitalar de Mossoró e cidades adjacentes, o sobredito relatório foi primeiramente censurado pelo PRESIDENTE DA ORDEM/MOSSORÓ/RN. Sr. HUMBERTO FERNANDES COSTA DO REGO, sob a alegação de que o relatório tinha pecado pela linguagem não técnica e tinha politizado o assunto, essa no caso, à época foi a senha para que eu como elaborador do relatório, permitisse mudança no mesmo, sendo que efetivamente não só não concordei como tentei fazer chegar ao público (ATRAVÉS DOS BLOGS E OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO INTERATIVA) boa parte do que continha o relatório, sendo este definitivamente engavetado pelo PRESIDENTE HUMBERTO FERNANDES COSTA DO REGO.

    Infelizmente nada de novo no front da política/politicalha mossoroense, pois o Sr. HUMBERTO FERNADES COSTA DO REGO, não é apenas Advogado como o mesmo faz questão de sublinhar/asseverar, mais ainda é de fato o PRESIDENTE DA OAB/SUBSSECCIONAL DE MOSSORÓ/RN., e, por ter uma banca de advocacia diretamente vinculada aos interesses do governismo tanto Municipal com Estadual, de maneira nenhuma interessa ou interessava aos Sr. HUMBERTO FERNANDES e seu grupo – que ainda continua a frente dos destinos da OAB DE MOSSORÓ E DO ESTADO POTIGUAR, repito não interessa a esse grupo fazer qualquer denúncia e ou devassa que direta ou indiretamente vá de encontro aos interesses da Sr. ROSALBA CIARLINE ROSADO, MARIA DE FATIMA ROSADO, assim como a atual prefeita. Sra. CLAÚDIA REGINA, em fim do grupo dos ROSADOS e, consequentemente dos grupos políticos econômicos que mercadejam no ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA MÉDICO HOSPITALAR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE. É consabido que tanto a OAB SUBSSECCIONAL DE MOSSORÓ, assim como a OAB ESTADUAL possui mecanismos técnico/jurídicos disponíveis para agir e forçar mudança substancial no tocante a realidade de lastimável e permanente abandono quanto a assistência médico hospitalar do Estado do RIO GRANDE DO NORTE, e, não o faz meramente em face de interesses corporativos e de ordem patrimonial e política.

    Caro JORNALISTA reafirmo tudo que acabo de escrever e repetirei em qualquer repartição público e (ou) tribunal, acaso venha a se intimado, assim como reitero que fui forçado a sair da COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, exatamente por discordar desse esquema facistóide que na prática, diariamente ceifa inúmeras vidas quando da exclusão, sobretudo dos pobres a um atendimento minimamente digno no âmbito da assistência médico hospitalar disponibilizada pelo governo do estado Potiguar, sendo que até hoje por ação de alguns e (ou) omissão de muitos, até hoje ainda sou perseguido por vários membros desse grupo que continua o poder e o mando autoritário à frente dos destinos OABEANOS DE MOSSORÓ/RN. Mister ressaltar, também, da omissão por parte do MINSTÉRIO PÚBLICO DO MUNICÍPIO E DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE.

    No caso essa importante, diria indispensável instituição que possui como primordial dinâmica e função ser fiscal da Lei, peca se omite e muito peca quando da manifesta omissão em muitos e muitos casos, nos quais deveria e poderia agir, porquanto não lhes faltam condições técnico/jurídicas para atuar e obrigar, sobretudo o governo do Estado Potiguar a ter um outro tipo de comportamento à frente dos destinos da assistência médico hospitalar direcionadas, sobretudo aos excluídos e desassistidos cidadãos potiguares.

    Caro Jornalista, não poderia deixar de mencionar outro aspecto, do qual boa parte da sociedade brasileira e potiguar, muitas vezes por ignorância com relação, sobretudo aos mecanismos de poder político, econômico e corporativo se omite ou esquece-se de sua indiscutível, responsabilidade, participação e importância no que diz respeito à qualidade e disponibilidade da assistência médico hospitalar aos brasileiros.

    Falo da nossa classe médica, a qual também indubitavelmente possui grande responsabilidade e participação dieta e indireta no caótico quadro da assistência médico hospitalar em nosso país e, em especial em nosso estado. No caso em vertência, não raro os valores diretos e garantias individuais se sobrepõe de maneira draconiana sobre os direitos coletivos, mister no tocante a assistência médico hospitalar em nosso país.

    Assim me reporto, pois é o que se constata, inclusive quando da leitura de notícia através de rádios, televisões e jornais, anunciando que determinada prefeitura do interior disponibiliza oferta de salário no quantum de R$ 15.000,00 (QUINZE MIL REAIS) mais moradia, quando não de R$ 20.000,00 (VINTE MIL REAIS) e mais algumas vantagens, no intuito de que algum médico, “generoso e solidário médico” se disponha a trabalhar na sobredita cidade interiorana. Todavia no mais das vezes a cidade interiorana que não tinha assistência médico hospitalar por falta de médicos, continuará a procura-los… Isso sem falar das inúmeras cooperativas e planos de saúde organizadas e fundadas por essa mesma classe de médicos, que sucumbem e fecham, geralmente pela natureza mercantilista, pura e simplesmente adotada quando da administração dessas cooperativas e planos de saúde, que na verdade, na prática.. são de meia dúzia para meia dúzia.

    Enquanto isso, leia esta notícia…
    Brasília – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, voltou a afirmar hoje (3) que faltam médicos no país. Segundo ele, a taxa de profissionais para cada mil habitantes, no Brasil, chega a 1,8. Na Argentina, esse índice é 3,2; em Portugal, 3,9 e na Espanha, 4.
    Ontem (2), entidades médicas rebateram o argumento sustentado pelo governo de que faltam profissionais da área no país. Durante ato no Congresso Nacional, eles cobraram o que chamam de política de interiorização da saúde pública para que haja uma redistribuição dos médicos já em atuação.
    Hoje, durante audiência pública na Câmara dos Deputados, Padilha defendeu as medidas anunciadas pela pasta, em parceria com o Ministério da Educação, que incluem o estímulo à entrada, no sistema de saúde brasileiro, de médicos com formação no exterior e a abertura de vagas de cursos de medicina em locais onde há carência de profissionais.
    “Não é verdade que não faltam médicos no Brasil”, disse. “O Brasil tem uma quantidade que está aquém de outros sistemas nacionais públicos”, ressaltou o ministro.
    Segundo ele, 25,9% dos médicos que atendem à população norte-americana, por exemplo, não são formados nos Estados Unidos. Na Inglaterra, o índice chega a 37%; na Austrália, 22,8%; no Canadá, 17,9%; e no Brasil, 1,8%.
    “Querer dizer que esse debate pode significar uma queda de qualidade não é compatível ao que acontece em outros países do mundo. Se queremos oferecer saúde pública universal gratuita, temos que ampliar o patamar de médicos e aumentar vagas.”
    Padilha lembrou ainda que a expansão dos serviços de saúde brasileiros, nos últimos anos, possibilitou um mercado de contratação formal cada vez maior, mas que o número de profissionais formados não acompanhou a demanda.
    Dados da pasta indicam que, de 2003 a 2011, o país formou 93 mil médicos. No mesmo período, foram 146,8 mil admissões de primeiro emprego na medicina.
    “O Brasil tem poucos médicos e muito mal distribuídos. O Maranhão tem 0,6 médico por mil habitantes e Brasília tem 6. O número de vagas de medicina também é mal distribuído”, destacou.

    Cabe ressaltar, que parte desses médicos que recalcitrantemente repudiam qualquer oferta econômico-financeira, quando chamados a trabalhar em cidade interioranos, repise-se, esses mesmos médicos, não raro utilizaram-se de UNIVERSIDADES E FACULDADES PÚBLICAS DE MEDICINA quando de sua formação profissional, assim mesmo e mesmo assim se arvoram no direito de não colaborar de forma nenhuma com possível mudança do caótico quadro da assistência médico hospitalar em nosso país.

    O quadro acima, além de insofismável, retrata a nossa cultura de exclusão e a verdadeira impotência que nós brasileiros, como cidadão, ser politico e agente de possível social construímos a través da omissão esse verdadeiro esporte nacional, quando de fato, não nos indignamos contra esse estado de coisas, o qual coisifica os humanos brasileiros, sobretudo os excluídos a diuturnamente enfrentarem filas e mais filas quando necessitam da assistência medico hospitalar, não sabendo se dali saem ou saíram com vida, pois indiscutivelmente entraram verdadeiramente não numa fila, mas sim numa verdadeira roleta russa…

    De um fato, não tenham dúvidas, enquanto a nossa sociedade letárgica sociedade não acordar para o verdadeiro exercício da política, grupos tais e quais continuaram a exercer os podres poderes, alijando grande parte dessa mesma sociedade no tocante aos seus mais elementares direitos, inclusive NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA MÉDICO HOSPITALAR, que no caso de MOSSORÓ E DO ESTADO POTIGUAR, é de fato, verdadeiramente apenas e tão somente um grande negócio econômico, financeiro e político/patrimonial a concentrar poder e riquezas nas mãos de meia dúzia de POLÍTICOS/MÉDICOS E DE MÉDICOS/POLÍTICOS.

    UM ABRAÇO
    FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARAÚJO. OAB/RN. 7318.

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