Nem visto nem lembrado
É fácil identificar que o maior duelo polÃtico deste ano em Mossoró, é mesmo para a Câmara de Vereadores. O "funil" para 13 vagas produz um vale-tudo.
A disputa começou bem antes da largada oficial da campanha, no dia 6 passado. Quem acertou na escolha do partido e na coligação proporcional, leva uma vantagem sobre os demais. São filigranas importantes.
Favoritismo também para a grande maioria dos atuais vereadores. Possuem estrutura e conhecem o "caminho das pedras." Estão desgastados, é certo, mas apostam no alheamento da massa à obtenção de nova vitória eleitoral.
Treze assentos na câmara a tornam elitista e sem representatividade social. PouquÃssimos entre os eleitos chegarão lá sem considerável força econômica.
O dinheiro não tem o peso da compra pura e simplesmente. A "mufunfa" precisa ser entendida e administrada sob outra ótica. Sem o mÃnimo de recurso financeiro, o concorrente não consegue se movimentar, ganhar visibilidade e se tornar palatável ao gosto do eleitor. Não é visto nem lembrado.
A mÃdia também não elege ninguém. Pode até produzir efeito contrário. Uma notinha no Blog do Carlos Santos, notÃcias plantadas na coluna do jornal "xis" ou insistentes aparições na TV não asseguram eleição a ninguém. O excesso tende a representar efeito corrosivo na votação final do candidato.
Em 2004, por exemplo, nomes como Gilvanda Peixoto (DEM), Arlene Souza (DEM), Sargento Osnildo (PSL) e AluÃzio Feitosa (PDT) passaram episodicamente pela cobertura "generosa" da mÃdia. Assim mesmo foram eleitos. Normalmente vende-se gato por lebre no meio.
Se determinados colunistas tivessem a força que dizem possuir, na hora de negociar sub-repticiamente elogios a terceiros, eles é que seriam candidatos. Há 20 anos a comunicação social de Mossoró não elege alguém diretamente, sobretudo do rádio, celeiro de gente boa de urna.























Concordo com você Carlos no quesito: não basta ter dinheiro tem que saber usar. Alguns candidatos vão ter uma bela decepção. Não contam mais com a estrutura do Palácio para reelege-los. A prioridade é a reeleição da atual ocupante do citado imóvel. Você veja pelo desprestÃgio dos atuais edÃs. Nem para uma pequena substituição temporária de secretários eles consultados. hahahahahahahahahahahahaha