sexta-feira - 27/05/2022 - 12:00h
Saúde

Estado não renova contrato e hospital que trata Covid-19 pode fechar

O Termo de Cooperação firmado entre a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), Governo do Estado (70%) e que tem a Prefeitura Municipal de Mossoró (30%) como coparticipante, à abertura e manutenção do Hospital da Polícia Militar local, termina nesse sábado (28), amanhã. Atende a pacientes Covid-19.

Pelo menos sete pacientes estão no Hospital da Polícia Militar nesta sexta-feira (Foto: arquivo)

Pelo menos sete pacientes estão no Hospital da Polícia Militar nesta sexta-feira (Foto: arquivo)

O Hospital da PM tem nessa sexta-feira (27) sete pacientes internados. São três na UTI e quatro na enfermaria.

Sem renovação do contrato, para onde eles irão mesmo?

O impasse burocrático ou falta de manifestação de vontade pode trazer sérios problemas, já que o Governo do RN está inerte. Parece ter esquecido.

Esse contrato é da ordem de R$ 5,2 milhões, com garantia de pagamento em três parcelas. Começou a ser operacionalizado em fevereiro passado.

A Apamim disponibilizou sua equipe, além de equipar e restaurar sistemas hidráulicos, elétricos e de outra ordem, ao funcionamento pleno do serviço.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde

Comentários

  1. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Problema de fácil solução.
    Cancela Safadão e aplica o dinheiro no hospital.
    Perguntem aos mossoroenses se eles querem Safadão ou o hospital.
    E tem COVID-19 em Mossoró?
    Se tem como vão realizar uma festa com aglomeração de pessoas sem uso de máscara e com gasto de dinheiro público?
    Á VERDADE COMEÇA A APARECER.
    ////
    CADÊ O MPRN?
    CADÊ O MPF?
    CADÊ OS VEREADORES DE MOSSORÓ?

  2. Luís Felipe diz:

    Carlos, Impressionante pq na semana passada, dia 23.05, foi postado aqui, que no hospital Rafael Fernandes está ha 3 semanas sem pacientes covid. Agora não tem mais para onde ir os pacientes?

    • Carlos Santos diz:

      NOTA DO BLOG – Boa tarde. Saúde e paz.

      O registro a que você se refere é inerente à estrutura específica, do Rafael Fernandes, visitada pelo presidente do Sinmed/RN.

      Essa postagem, agora, é no tocante à outra estrutura que foi preparada e recebeu investimento específico, estando sujeito à desativação. Os demais hospitais, em especial HRF, são de retaguarda e com outras prioridades.

      Espero ter podido esclarecer.

      Abraços e bom fim de semana.

      • Luís Felipe diz:

        Entendi.. Mas manter esse investimento específico para a covid-19 perde a lógica, pois o serviço não tem mais demanda, não deveria ser destinado para outros serviços? Com intuito de garantir acessibilidade ao tratamento. Já foi citado, do HP ser exclusivamente para paciente que estejam precisando de terapia renal substitutiva e não desativação da continuidade do cuidado. Tendo em visto o interesse público..
        Pelo q vejo e amigos comentam, não temos mais demanda de COVID-19, como já foi mencionado em suas postagens anteriores, meses sem pacientes, então pq manter um hospital de tão alto custo (5,2 milhões) com poucos pacientes. Sendo q existem vagas nos hospital de “retaguarda” onde poderiam ir, já q essa era sua preocupação. A sua ideia seria renovar por mais 3 meses para atendimentos para COVID-19?
        E tem covid em Mossoro? Com tudo liberado, pessoas sem máscara, festas… Deveriam investir esse dinheiro nos hospitais..

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