Do Canal Meio para o BCS
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se consolidou como o principal antagonistado presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais de outubro, mostra a segunda pesquisa Meio/Ideia (íntegra), divulgada nesta madrugada. Na sondagem espontânea, Flávio saltou de 6,6% em janeiro para 16,3%, enquanto o presidente passou de 32% para 33%, dentro da margem de erro de 2,5 pontos percentuais.
Em todas as simulações estimuladas de primeiro turno, Lula lidera seguido por um nome ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro — Flávio, candidato oficial da família; a ex-primeira-dama Michelle ou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que já declarou não estar na disputa. Entre os pré-candidatos do PSD — Eduardo Leite (RS), Ratinho Júnior (PR) e Ronaldo Caiado (GO) — Ratinho tem o melhor desempenho: 8,8% das intenções de votos no cenário com Lula (39,5%) e Flávio (32,0%).
Já nas simulações de segundo turno, Lula lidera em todos os cenários, mas aparece em empate técnico com Tarcísio (44,7% a 42,2%), Flávio (45,8% a 41,1%) e Michelle (45,0% a 40,7%). Todos os demais candidatos ficam abaixo de 40%. Entre os entrevistados, 62,0% afirmaram já ter o voto definido, enquanto 38,0% disseram que ainda podem mudar.
O presidente e o senador também lideram na rejeição: 44% não votariam em Lula de forma alguma, contra 34% que rejeitam Flávio. A polarização do eleitorado se reflete na percepção se o presidente merece ou não um quarto mandato: 51% acham que não, enquanto 47% avaliam que sim.
O número segue em linha com a aprovação da atuação do petista na presidência, com 51,4% reprovando e 46,6% aprovando. Na avaliação do governo em geral, 44,7% veem como ruim ou péssimo, 34,1% consideram ótimo ou bom, 19% acham regular e 2,2% não souberam opinar. (Meio)
Confira a evolução na avaliação do governo Lula no agregador Compara Pesquisas, mais uma parceria entre o Meio e o Instituto Ideia.
“A eleição de 2026 já tem dois problemas definidos antes mesmo de ter candidatos: a oposição ainda não tem projeto, e o governo já tem fragilidades claras em segurança pública e ainda patina na economia”, explicam em artigo exclusivoMauricio Moura e Cila Schulman, respectivamente fundador e CEO do Instituto Ideia. (Meio)
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