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quarta-feira - 31/08/2011 - 16:55h
Greve na Uern

Justiça quer ouvir Aduern e governo antes de decisão

O Tribunal de Justiça do RN (TJRN), através do desembargador Saraiva Sobrinho, decidiu, convocar as partes no conflito que leva a Universidade do Estado do RN (UERN) a uma paralisação que passa dos 90 dias.

A Associação dos Docentes (ADUERN) e Estado serão ouvidos em suas respectivas justificativas, antes que haja qualquer pronunciamento oficial da Justiça ao pedido do governo, à decretação da ilegalidade da greve.

“Sem dúvidas, o TJRN, soberanamente, deu mais uma oportunidade ao diálogo. A Aduern, com certeza demonstrará quem de fato procurou ao longo da greve colocar empecilho às negociações. A Nota de Esclarecimento divulgada recentemente pela Aduern já mostrara o caminho das pedras e quem se revelara o déspota desse processo, inclusive surpreendendo-nos.”, comenta Neto Vale, integrante do comando de greve.

–  Esperamos resolver o impasse o mais rápido possível. A Aduern continuará apostando numa saída dialogada para a greve – finaliza.

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Categoria(s): Administração Pública / Educação / Justiça/Direito/Ministério Público

Comentários

  1. Zenilma Oliveira diz:

    Aplausos para a justiça. Sem dúvida investi no diálogo será sempre de bom tom. Pena que não usou dessa mesma postura com os professores da educação básica por ocasião da greve. Mas a vida é um eterno aprendizado.

  2. Josué Moreira diz:

    PArabéns pela iniciativa do desembargador Saraiva Sobrinho, o diálogo democrático sempre será o melhor caminho para o esclarecimento da verdade e a solução do problema.

  3. raimundo diz:

    QUANDO UM ALUNO DE UMA UNIVERSIDADE DIZ NOIS SEMOS, IMAGINA QUE GOVERNO UM POVO DESSE VAI TER! EXATAMENTE O QUE MERECEM E O QUE ELES QUEREM.ESTADO ATRASADO DE MENTALIDADE TRIBAL.

  4. FRANCISCO SILVEIRA diz:

    GOSTARIA DE SABER NOTICIAS SOBRE A GREVE NA UFERSA .

  5. João Garcia diz:

    Será como sempre, os professores querem salários de Ministro do Supremo, 4 meses de férias por ano e carga horária de 2 horas/dia. Sim, limusine para ir buscar para o trabalho e deixar de volta em casa. Porém se no início do ano que vem as limusines não forem todas trocadas, será greve de novo.
    ô povinho difícil de ser atendido. Nunca estão satisfeitos. E os alunos, top, top, top ……

  6. Zenilma Oliveira diz:

    Professores não querem salários de ministros de supremo, professores querem sálarios justos pra viverem com dignidade. Professores não querem 4 meses de férias e carga de 2horas dias/dia, professores querem qualidade de vida e melhores condições de trabalho. Professores não querem limusines para levá-los ao seu local de trabalho, professores querem o direito de ter o seu próprio transporte para se deslocarem ao seu local de trabalho e para atender as suas necessidades básicas como qualquer outro cidadão. Os professores querem direito a saúde, segurança, transporte, lazer, salários dignos, melhores condições de trabalho, valorização profissional, respeito e dignidade como qualquer outra categoria de trabalhador nesse país , e como qualquer outro cidadão, repito. Fazer greve para reivindicar todas essas questões é um direito constitucional e para quem não sabe exercício da cidadania. Há algum pecado nisso? Vamos deixar de tanta hipocrisia. Educação é uma responsabilidade social. Porque a sociedade também não cobra das autoridades e dos poderes constituídos esses direitos? Seria interesante que o cidadão João Garcia conhecesse a verdadeira realidade da educação, da escola pública e as condições de salários e trabalho dos professores, assim também, quais são as suas reivindicações nesse sentido junto aos poderes constituídos, o SINTE-RN tem o maior prazer em informar a sociedade e em dismistificar a realidade educacionar potiguar e brasileira.

  7. FRANCISCO SILVEIRA diz:

    Gostaria de ter notícias sobre as greves na UFERSA e na UFRN, pq será q ninguém comenta sobre……..????

  8. José Ronaldo diz:

    Nossa sociedade parece caminhar para um patamar de miséria intelectual tão elevado no qual exigir direitos e garantias de dignidade no trabalho se torna motivo de chacota por parte de algumas pessoas. O que podemos esperar do futuro de uma sociedade com cidadãos que criticam professores por exigirem melhores condições de trabalho e de salário para ensinar, fazer pesquisas e estudar? Há maior estado de miséria do que se afundar cada vez mais nas trevas da ignorância?

  9. Gilmar Henrique diz:

    Quem quer “ouvir” a quem e o quê? É onda! Quer não!
    Mas gostei do tópico. É dialógico – elicita responsividade lingúistica.
    No entanto, aguardo e quero aplaudir com a Zenilma Oliveira, mas somente ao denouement porque é pra não confundir o ouvir com escutar pra dar corda aos nincompoops.

    Sou vacinado e fiquei escabreado desde a primeira tamboretada do tamborete que ajudei a virar trono de intransigências, arrogâncias e ingratidão. Foi meu primeiro voto e uma grande lição.

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