A Câmara de Mossoró acerta em cheio ao puxar para si, o papel de núcleo de discussão sobre a qestão da violência urbana. O "Fórum Mossoró pela Paz" é uma iniciativa acertada.
Mas é preciso fazer uma depuração nas prerrogativas e prioridades desse colegiado suprapartidário e apartidário. É fundamental que não misture alhos com bugalhos e termine perdendo o foco.
Ele não tem o poder de sanear o caos da insegurança pública. Não é uma panacéia. Entretanto, também não pode ficar andando em círculos ou fazendo um "oito" em palestras, debates e leroleros.
Inaceitável, por exemplo, que se proponha a fazer um "mapa da violência" na cidade. Essa é uma tarefa restrita aos organismos de segurança de Estado, através do setor de inteligência.
Prioritário é levantar impressões, experiências e sugestões dos mais diversos segmentos da sociedade e das instituições públicas envolvidas com a questão. A partir daí o fórum terá um retrato da conjuntura.
O passo seguinte e, complementar, é oferecer caminhos. Saídas. Atenuantes.
Simplificadamente, continuo batendo na mesma tecla: a violência espraia-se por ausência da força repressora. É como o jogo de gato e rato. Onde tem gato, rato não prospera.
Mossoró tem cerca de 30 policiais militares atuando diariamente em suas ruas. São mais de 60 estradas asfaltadas e vicinais para acesso e fuga. Temos uma população flutuante da ordem de 20 mil pessoas/dia e população residente de quase 250 mil.
Com um ambiente assim, é estimulante para a bandidagem continuar ampliando seus domínios. E assim continuará.
Falta-nos, sim, poder de aglutinação e força concentrada na cobrança do que é nosso direito. Prospera muito blablablá, quase nenhuma ação.
Por aqui, a classe política prioriza o emprego e renda dos seus, em vez dos interesses públicos. Por isso que a violência e outras mazelas só fazem crescer.
É isso.
Esse assunto dá medo comentar, mas está na boca do povo, os que precisam dá segurança a população estão envolvidos até a medula. No Ab II quase todos os moradores foram assaltados na porta de casa, ou proxima dela, não tem a quem reclamar, arrumam dinheiro e pagam a policiais para rever o bem roubado. Essa constatação é antiga. Todos sabem da pratica do mão de ferro e outros que apostam na impunidade.
A camar devia ara investigar de que é o hotel que será construído ali onde foi a oeste veículos.
quanto custou o terreno.
se tem algum secretário ou gerente ou politico de mossoró que é sócio.
quanto custou o terreno.
e portuq o hotel vitoria ja foi cosntruido
o garbus ja foi cosntruido
nehum com ajuda da prefeitura.
e esse não si do papel.
dizem que é dum tal de ibis…….(quem é esse ibis???)
Carlos, concordo plenamente. É hora de ação. Chega de discursos.