Areia Branca vive um clima de comoção devido o assassinato frio do taxista Francisco das Chagas da Silva (Chaguinha da Praça), ocorrido na terça-feira (2). Ele foi vítima, segundo as primeiras apurações da polícia, de um crime de latrocínio.
Ontem, cerca de 30 taxistas que fazem a linha entre Areia Branca e Mossoró interditaram a BR-110, no trevo de acesso à cidade de Serra do Mel, onde Chaguinha foi morto. Os taxistas impediram o tráfego usando barricadas com pneus e atearam fogo. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para conter os ânimos e desobstruir a pista de rolamento.
O crime contra Chaguinha não é um fato isolado.
A violência é crescente e se pulveriza da cidade às comunidades praianas/rurais que formam o município. O cenário vai do tráfico de drogas a furtos e roubos, além de assassinatos.
O município com mais de 25 mil habitantes só dispõe de 3 policiais por dia para garantir a segurança da população na zona urbana e rural. O quadro é muito grave, elevando a revolta contra o sistema público de segurança.
A vítima desse novo assassinato estava em um Gol branco, placas MZC 2445, quando foi assaltado por dois homens.
Levaram seu veículo e o deixaram na pista, com perfuração à bala.
Ele teria reagido ao assalto.
























Prezados Carlos Santos,
Crimes dessa natureza devem ser combatidos com sanção penal, com a mão forte do Poder Judiciário.
Para tanto, se faz indispensável uma Polícia Civil com condições de investigar, o que infelizmente não ocorre a contento no interior do RN.
Para que um juiz possa condenar criminalmente um acusado, antes de mais nada, é indispensável a existência de prova. Prova que é produzida lá no começo, durante o inquérito policial.
No RN, faltam delegados, faltam agentes, faltam instrumentos de trabalho. Há cidades do interior cujo papel de Delegado de Polícia é exercido por um Policial Militar. É mole!? Com todo respeito à PM, mas essa nobre instituição não foi preparada para investigar crimes. Seu papel é meramente ostensivo!
Com certeza esse não é o jeito certo de fazer segurança pública.
Veja só o tratamento dado à segurança pública: a despeito da escassez de delegados e agentes no interior, a Governadora se limita a nomeá-los caso haja uma morte ou aposentadoria. Isso é um absurdo!
Com todo o respeito, mas chamar isso de investimento em segurança é fazer propaganda enganosa para a população.
Enquanto isso, a Polícia Civil é ausente no interior e a criminalidade aumenta consideravelmente, porquanto todos sabem que o alimento do crime é – sem dúvida – a impunidade.
Infelizmente, a gestão da governadora Rosalba vem dando demonstrações evidentes de que caminha para se transformar no pior governo da história do RN. O RN, hoje, é “pensado e decidido” por uma única pessoa que, diga-se de passagem, não tem qualificação nenhuma para gerir um Estado com os graves problemas como o nosso. E isto não é possível em pleno século XXI. O lençol é muito curto e, se não for usado adequadamente deixará de, pelo menos, amenizar o “frio” de uma parte da sociedade. Pelo que vemos, o “lençol” está sendo juntado num “canto da cama” e, sem dúvida alguma, o RN findará por fenecer ao relento. Neste governo, não se faz planejamento a médio e longo prazos. Não se prioriza a aplicação dos recursos financeiros para as atividades essenciais do Estado. Ou seja, o governo não “pensa” e, assim, não faz. Venho dizendo: Caminhamos para os caos…
GOSTARIA MUITO QUE DONA ROSALBA CIARLINE CONVOCASSE EQUIPES COMPETENTE PRA INVESTIGAR ESSE CRIME DA MESMA MANEIRA QUE INVESTIGOU O SEQUESTRO DO FILHO DE UM GRANDE IMPRESARIO AQUI DE MOSSORO.