sábado - 07/03/2009 - 10:16h

O silêncio da Unimed Mossoró

Depois de quase uma semana de debate neste Blog, envolvendo o suposto não-atendimento a uma criança por parte da Unimed-Mossoró, a cooperativa médica não se manifesta. Nada.

Não achou interessante sequer mostrar sua posição no caso que foi exaustivamente debatido por um médico (Paiva Lopes), a mãe da menor (Teresa Cristina de Sousa Ferreira Araújo Duarte) e dezenas de internautas.

O silêncio não inocenta. Diz tudo.

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Categoria(s): Nelson Queiroz

Comentários

  1. Teresa Cristina Sousa Ferreira Araújo Duarte diz:

    Carlos Santos, Boa Tarde.
    Ontem, 06 de março de 2009, a Unimed publicou Nota de Esclarecimento no Jornal de Fato a respeito do assunto, motivo pelo qual hoje pela manhã envie-lhe através do espaço Faça Contato do Blog, um email em resposta a cada item da mesma pedindo mais uma vez a sua colaboração em divulgar. Espero que seja a última vez que venha tratar do referido assunto, até porque pela resposta publicada entendi que não vale a pena tratar com essas pessoas, é no mínimo desgastante. O que queria já consegui, Fernanda fez o “Bendito” exame.
    Obrigada pela sua atenção.
    Teresa Cristina

  2. Dorian Filho diz:

    A UNIMED é uma vergonha, deveria dar o braço a torçer e pedi perdão a essa mãe angustiada com toda a razão pelo descaso com que sua filha foi tratada.
    Ainda aparece um médico, sem um pingo de amor ao próximo e profissionalismo e acusa essa mãe de ” fazer uma tempestade em um copo d”água”. Estou com D.Teresa, e acho que ela foi até complacente com o plano de saúde e com a resposta idiota do médico em questão
    É por esses motivos que a UNIMED é uma cooperativa em decadência, basta olhar o grande números de bons médicos se descredenciando.

  3. Ana KAtarina Gurgel diz:

    Teresa,
    Fico feliz por voce viu?!!!
    Abraços solidarios!!!
    Ana KAtarina

  4. Camila Fontes diz:

    Verdade Dorian concordo com você tanto a UNIMED faz descaso com os seus paciente com os médicos e o argumento do médico foi muito fraca mesmo citou até que; ” já que a mãe estava tão apressada pelo dito exame ela deveria ter ido a Fortaleza ou a Natal ” q lá faz…, qua médico sem coração. Dr. Paiva o Sr. acha que todos teêm a mesma condições de vocês que ganham com a cara ? o Sr. acha qaue se essa mãe tivesse condições financeira ela esteria feito esse a pelo ? paciência é bom mesmo que médicos assim pensem em mudar de ramo. D. Teresa que bom que a senhora consegui e que tudo der certo com sua filha. Carlos parabéns sou leitora assídua do seu blog e a cada dia admiro a sua coragem, inteligência e acima de tudo sua competência em mostrar que o seu blog não só serve de criticas e sim de noticias construtivas e de muita ajuda para nossos comterâneos e nossa cidade.Abraço!

  5. Dra. Vida Maria Burgos diz:

    Morei em Mossoró 6 meses, atendendo um pedido do Conselho Nacional de Medicina para analisar as condições da cidade para implantação do Curso de Medicina na UERN. Apaixonei-me desde do momento que cruzei a Avenida Presidente Dutra, mas uma coisa devo resaltar: as condições médicas não são muito inspiradoras; motivo pelo o qual, defendi com unhas e dentes a implantação do curso diante o MEC e o CNM. Não precisa ser juiz, médico, promotor, professor, ministro, jornalista, não precisa ter cargos para entender esta situação, precisa-se sim, ter coração e respeito pelo próximo. Como Neurocientista, membro do Instituto de Neurociência, o EGG era indispensável na situação que a mãe descreve a criança, que pela idade deve está em fase de mudanças biológicas. A Neuropediatra agiu corretamente, o que me admira é o médico em questão questionar a necessidade do mesmo, o senhor é mesmo neurologista? Sabe mesmo que língua estamos falando? E o que é a SR? Os quadros oscilativos que uma criança SR entrando na puberdade pode apresentar? O que me parece é que os seus 35 anos de experiência pararam no tempo. A criança não poderia JAMAIS tomar nenhum hipnótico não-benzodiazepínico, hipnótico benzodiazepínico, antidepressivos sedativos ou se quer um simples suplemento nutricional sem um EGG. Não trata-se de um paciente comum, trata-se de um paciente mais que especial, com SR, que já tomou anti convulsivo durante anos, como explicou a mãe. Outro fator importante e que na minha opinião comprova o descomprometimento do colega é não ter comparecido a execução do exame, tendo em vista que, em um paciente Rett JAMAIS o exame deveria ter sido feito por uma atendente sem especializações. O médico foi anti profissional, deveria ter acompanhado o exame. Acredito que a neuropediatra solicite a repetição do exame a mãe. Era o que eu faria.

  6. Claudia Mendonça diz:

    Leio frequentemente seu blog e tenho acompanhado nos últimos dias esse caso com a Unimed. Li tudo desde o início, tanto no blog como nos jornais. Por último vi a nota de esclarecimento da Unimed e a resposta da sra. Teresa. A Unimed fala em ética do médico e eu pergunto que ética? ética ele não teve nem profissional, pois o tempo todo contestou a solicitação do exame, sem considerar que o mesmo havia sido solicitado por um colega seu que atua na mesma área. A própria cooperativa ao sair em defesa própria e do médico apesar de dizer que confia na competência dos seus cooperados, também contesta a indicação e a urgência do exame sem nem se dar conta que o fato envolve um outro cooperado Unimed, que embora de Natal, ficou claro que atende usuários da unimed Mossoró. Não mereceria ser tratada com o mesmo respeito??? Que cara de pau essa Unimed! No meu entendimento quanto mais essa unimed e esse Dr. Paiva se pronunciam mais se enrolam. De lascar!

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