segunda-feira - 22/12/2014 - 21:39h
Beto Rosado

Deputado diplomado enfrentará problemas com o MPE

Deputado federal diplomado no último dia 18, o agrônomo “Beto Rosado (PP) vai ter sérios problemas adiante.

O Ministério Público Eleitoral (MPE) está em seu encalço.

Supostos deslizes de campanha são questionados pelo MPE.

Aguarde.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 22/12/2014 - 21:14h
Avenida Rio Branco

Prefeitura assina contrato para obra de quase R$ 42 milhões

O prefeito em exercício, Luiz Carlos Martins (PT), assinou na noite desta segunda-feira (22), contrato com a Caixa Econômica Federal (CEF) no valor de R$ 41,7 milhões. Serão investidos na requalificação da Avenida Rio Branco.

A ação é referente ao Pró-Transporte do Governo Federal.  Participaram da solenidade secretários municipais, representantes da Câmara Municipal, senadora eleita Fátima Bezerra (PT) e da Caixa Econômica Federal.

Através do projeto, a Avenida ganhará duplicação desde a rotatória do conjunto Santa Delmira, até a BR-304, próximo ao contorno do bairro Bom Jesus. A Rio Branco ainda ganhará duas faixas para veículos e uma exclusiva para ônibus, além da construção de novos abrigos de passageiros e terminais de ônibus. Toda a iluminação pública e os canteiros centrais também serão revitalizados.

A obra regularizará os passeios públicos buscando inovar e melhorar o Corredor Cultural de Mossoró.

Prefeito interino (ao centro) assinou formalização de projeto para obra importante (Foto: Raul Pereira)

Para o Prefeito em exercício, Luiz Carlos, o investimento terá um grande impacto na vida dos mossoroenses que aguardam por melhorias na malha viária da cidade. “Estes recursos chegam em um momento em que a prefeitura já vinha buscando alternativas para melhorar as nossas ruas e avenidas. O executivo já vem investindo na pavimentação das ruas e contemplando com asfaltamento algumas vias importantes para a locomoção dos cidadãos e cidadãs, de modo que, agora este esforço está sendo potencializado pelo contrato que estamos assinando com a Caixa”, disse.

O Governo Federal investirá R$ 39 milhões para o desenvolvimento do projeto e o município entra com contrapartida de 2 milhões.

Com informações da PMM.

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Categoria(s): Administração Pública
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segunda-feira - 22/12/2014 - 17:18h
Por François Silvestre

Um governo de desonestos! Patifes!

Por François Silvestre (Portal Noar)

Ladrões do governo de facínoras, velhacos, adjetivos do sanitário, cadê o décimo? Patifes.

Vão continuar mentindo, enganando, desviando, delinquindo até as últimas horas do despejo.

Quando começar o novo governo será preciso dedetizar todas as dependência do esgoto a que foi transformado o palácio do governo.

Ratos e ratazanas, Fora!

Podem levar a minha parte do décimo para comprar papel higiênico suficiente para limpar suas virilhas infectadas de excrementos…

Sacripantas, pusilânimes, energúmenos.

Cadê os adjetivos?

Fora, escória!

Cadê o décimo dos servidores públicos? Velhacos, sem vergonha, Augustalba, cínicos. Sanitário de adjetivos. Qual a mentira da tarde? Desonestos. Patifes. A saudade de vocês será festa…

Em que fundos anda o dinheiro do fundo? Cadê o décimo do servidor, governo escroto?

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Categoria(s): Artigo
segunda-feira - 22/12/2014 - 17:03h
Mossoró

Fiscalização eletrônica vai começar no início de 2015

O ponto de fiscalização eletrônica instalado na Avenida Rio Branco, nas proximidades do Posto de Combustível 30 de Setembro, começará a funcionar a partir do dia 1º de janeiro. O limite de velocidade permitido será de 50 km. Mais 10 sensores foram instalados em diversos pontos da cidade e começarão a funcionar nos próximos meses.

De acordo com o secretário da Mobilidade Urbana, Charlejandro Rustayne, essa fiscalização servirá para os motoristas ficarem mais alertas no trânsito. “Nosso objetivo é tentar coibir as infrações cometidas pelos condutores”, disse. O secretário ainda alerta sobre a punição que os motoristas podem sofrer ao desobedecer à sinalização.

Velocidade máxima

Sobre o excesso de velocidade para quem exceder entre 20 e 50% da velocidade máxima permitida será grave. Acima de 50% da máxima permitida é considerada gravíssima. Estacionar sobre a faixa de pedestre durante o intervalo do semáforo é considerado infração grave com multa de R$ 85,13 e perda de quatro pontos na Carteira de Habilitação.

O avanço do sinal vermelho é considerado infração gravíssima, com pagamento de uma multa de R$ 191,54 e perda de sete pontos na CNH. Conversão direita ou esquerda não permitidas é considerada infração grave, com multa de R$ 127,69 e perda de 5 pontos na carteira. Retorno proibido é infração gravíssima com multa de R$ 191,54 e perda de 7 pontos na habilitação.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.

 

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Categoria(s): Administração Pública
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segunda-feira - 22/12/2014 - 16:46h
Plano de Cargos e Salários

Agentes penitenciários ficam sem votação de projeto

Os deputados estaduais estavam na expectativa de votar o Plano de Cargos e Salários dos agentes penitenciários, mas este não foi enviado à Casa. Houve expectativa de envio pelo Executivo, que não se confirmou.

A sessão plenária foi suspensa para que os líderes partidários decidissem sobre a dispensa de tramitação, caso o projeto chegasse a tempo.

Foi quando o líder governista, deputado Getúlio Rêgo (DEM), informou que o governo, a nove dias do término da gestão, não se sentia à vontade para encaminhar a matéria.

O presidente da ALRN, deputado Ricardo Motta (PROS), se comprometeu, em seu nome e no dos demais votados, em votar favorável a matéria, tão logo ela seja encaminhada pelo novo governo, inclusive se vier com a convocação extraordinária, que deverá ocorrer em janeiro.

Com informações da AL.

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Categoria(s): Administração Pública / Segurança Pública/Polícia
segunda-feira - 22/12/2014 - 16:34h
Para 2015

Deputados aprovam orçamento que Robinson Faria irá “tocar”

Os deputados aprovaram o Orçamento Geral do Estado (OGE) 2015 nesta segunda-feira (22). O orçamento total é de R$ 12,3 bilhões.

Foram aprovadas 330 emendas, entre individuais e coletivas. As emendas coletivas representam R$ 71.752.000,00 e as individuais R$ 43.200.000,00. A margem de remanejamento aprovada pelos deputados é de 15%.

É o orçamento que vai ser “tocado” pelo governador eleito e diplomado Robinson Faria (PSD).

Com a aprovação do orçamento, os deputados estaduais entram em recesso e já tem data para voltar a se reunir: dia 1 de janeiro, para dar posse ao novo governador, Robinson Faria. A solenidade será às 16h, no Centro de Convenções de Natal.

Relator

O relator do orçamento, deputado José Dias (PSD), disse que as emendas coletivas foram em menor número do que as do ano anterior, mas contemplaram as necessidades que foram negociadas com todos os poderes. “Não invadimos nenhuma outra dotação, só tocamos na reserva de contingência”, disse o relator.

José Dias disse que não foi possível modificar a previsão de receita, tendo em vista a perspectiva de crescimento de 3,8% da economia brasileira.

“É quase um consenso dos analistas esse índice. Esse orçamento fecha nominalmente, como uma peça de balanço, em que a receita e as despesas são iguais, mas temos absoluta confiança de que as despesas que se realizarão no ano que entra e são esperadas são bastante superiores ao orçamento previsto”, disse.

Com informações da Assessoria de Imprensa da AL.

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Categoria(s): Administração Pública
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segunda-feira - 22/12/2014 - 16:02h
Brasília

Cláudia e vice têm mais três derrotas no âmbito do TSE

A ministra Maria Thereza de Assis Moura – do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – julgou mais três processos relativos às eleições municipais de Mossoró, ano de 2012. Saíram na sexta-feira-feira (19).

Novamente, rejeitou seguimento nos três recursos, desencadeados pelos réus Cláudia Regina (DEM) e Wellington Filho (PMDB), respectivamente prefeitos casados e afastados de Mossoró em 5 de dezembro de 2013.

Os Recursos Especiais Eleitorais (RESPE´s) derivavam de Ações de Investigações Judiciais Eleitorais (AIJE´s).

As sentenças, em primeiro grau, foram emitidas pelos juízes eleitorais José Herval Sampaio Júnior (33º Zona) e Ana Clarisse Arruda (34ª Zona). Depois, reiteradas em acórdãos do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Em uma delas, há confirmação de multas para Cláudia e Wellington, além do então chefe de Gabinete Gustavo Rosado (PV).

Com essas três decisões de mérito no âmbito do TSE, Cláudia e Wellington somam seis pronunciamentos desfavoráveis no TSE.

O primeiro foi no último dia 16 (veja AQUI).

Os outros dois, na última quarta-feira (17), conforme este Blog novamente postou em primeira mão (veja AQUI).

Em síntese: vai dando a lógica, mesmo que algumas vozes tresloucadas pregassem o contrário durante longos e longos meses.

Por má-fé ou desconhecimento de causa.

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Categoria(s): Eleições 2012
segunda-feira - 22/12/2014 - 15:25h
Banho de sangue

RN contabiliza 1.715 mortes violentas neste 2014

Por Ivênio Hermes

Mais um final de semana violento vivido pelo Rio Grande do Norte, onde 14 pessoas foram assassinadas em todo o estado.

Os crimes ocorreram em Natal com 06 assassinatos, Parnamirim 02, Macaíba 01, Poço Branco 02, Carnaubais 01, Umarizal 01 e Mossoró 01.

Os homicídios foram registrados da sexta feira dia 19 para o domingo dia 21 de dezembro, por arma de fogo, arma branca e tora de pau.

Segundo os dados fornecidos pelo Conselho Estadual de direitos Humanos e Cidadania – COEDHUCI, o Rio Grande do Norte já contabiliza 1.715 mortes violentas neste ano de 2014.

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Categoria(s): Segurança Pública/Polícia
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segunda-feira - 22/12/2014 - 15:04h
Mossoró

Vereadores terão sessão extraordinária nessa quarta

O Presidente da Câmara Municipal de Mossoró, vereador Professor Francisco Carlos (PV), convocou para a próxima quarta-feira (24), às 9 horas, Sessão Extraordinária da Casa.

Haverá a votação de três projetos de iniciativa do Executivo.

Estão na pauta o Projeto de Lei nº 106/2014, que altera a Lei Complementar nº 096/2013, o Código Tributário Municipal; o Projeto de Lei nº 107/2014, que dispõe sobre o Lançado de Imposte sobre Propriedade Predial e Territorial Urbano (IPTU),  relativo ao exercício de 2015; e o Projeto de Lei nº 1.154/2014, que autoriza o Poder Executivo a promover a reversão do imóvel doado à Liga Desportiva Mossoroense (LDM) e incorporá-lo ao patrimônio municipal.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 22/12/2014 - 07:59h
Governo Robinson Faria

Coronel Araújo ganha “sobrevida” no comando da PM

Do Blog de Thaísa Galvão

Como o Blog publicou neste sábado, o comandante geral da PM, Coronel Francisco Araújo, ganha sobrevida no cargo.

Tanto o governador Robinson Faria quanto a futura secretária de Segurança, Kalina Leite, afirmaram que haveria mudança no Comando da PM.

Maasss…

Os dois acataram a sugestão de manter o cargo até abril.  Quando o atual comandante solucionará uma questão funcional. Aí a partir de abril, a PM pderá ter outro Comando.

Ou não…

Nota do Blog Carlos Santos – O nome preferido por Robinson Faria (PSD) é o do tenente-coronel Marcus Vinícius, do Bope.

O preferido sofreu embargo à ascensão na própria PM e da governadora Rosalba Ciarlini.

Mas Robinson insiste em seu nome e espera contornar os problemas até abril/maio.

 

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segunda-feira - 22/12/2014 - 07:46h
Potigás

Um nome que tem restrições

O colunista/jornalista Túlio Lemos, do vespertino O Jornal de Hoje, noticiou que o governador diplomado Robinson Faria (PSD) estaria entregando a Potigás ao empresário Beto Santos, proprietário de vários postos de gasolina. Seria ele o “homem forte” a comandar a política do setor no governo.

Um detalhe que Túlio Lemos esqueceu: a proximidade de Beto Santos com Miguel Weber e Bruno Macedo, dois dos responsáveis pelo naufrágio do governo de Micarla de Souza (sem partido), praticamente o afasta da Potigás.

Outros senões rechaçam uma eventual escolha dele para a equipe de Robinson.

Vamos aguardar, pois.

 

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 22/12/2014 - 07:12h
Avanço

Uern terá hoje ordem de serviço para campus do Apodi

A solenidade de assinatura da Ordem de Serviço para a construção do Campus da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) em Apodi foi confirmada pelo reitor Pedro Fernandes Neto. Será nesta segunda-feira (22/12), às 16h, no terreno localizado às margens da BR 405, onde a obra será construída.

Como anfitrião, o prefeito Flaviano Monteiro (PCdoB) já está providenciado a estrutura que será montada no local onde a Uern vai ser construída e fazendo o convite pessoal aos apodienses que participaram de forma direta ou indireta na luta que culminou com a autorização do Conselho Universitário da UERN (CONSUNI) para que Apodi fosse beneficiado com um campus avançado.

Presenças

Já estão confirmadas as presenças da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), do governador eleito, Robinson Faria (PSD), da senadora eleita Fátima Bezerra (PT), do deputado federal Fábio Faria (PSD), do deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), do reitor, Pedro Fernandes e comitiva de professores da instituição universitária.

A demora na confirmação da data, foi devido à dificuldade de conciliar as agendas dessas autoridades, que fizeram questão de estar presentes ao evento, especialmente o deputado Fábio Faria, autor da emenda que assegura recursos para a construção da obra e da senadora Fátima Bezerra, que conseguiu a liberação dos recursos, junto ao Ministério da Educação.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura do Apodi.

 

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domingo - 21/12/2014 - 23:54h

Pensando bem…

“Se as suas ações inspiram outros a sonharem mais, a aprenderem mais, a fazerem mais e a serem mais, você é um líder.”

John Quincy Adams

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domingo - 21/12/2014 - 07:27h

Canção de outono

Por Mario Quintana

O outono toca realejo
No pátio da minha vida.
Velha canção, sempre a mesma,
Sob a vidraça descida…

Tristeza? Encanto? Desejo?
Como é possível sabê-lo?
Um gozo incerto e dorido
De carícia a contrapelo…

Partir, ó alma, que dizes?
Colher as horas, em suma…
Mas os caminhos do Outono
Vão dar em parte nenhuma!

Mario Quintana (1906-1994) Poeta e cronista gaúcho

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domingo - 21/12/2014 - 07:04h
A política como ela é!

Prestes a não ter mandato, Henrique começa a ser descartado

Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Rei morto

A citação de Henrique Alves (PMDB-RN) na delação de Paulo Roberto Costa deu fôlego à defesa feita por parte da bancada do partido de que seja indicado um deputado com mandato para o ministério de Dilma.

Rei posto

Nesse plano, ganhou força o lobby em favor do deputado Pedro Paulo, que contemplaria tanto a bancada quanto o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, queridinho da presidente.

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Categoria(s): Política
domingo - 21/12/2014 - 06:34h

Constituinte ou “constituinte”?

Por François Silvestre

Não se reforma uma casa pintando as paredes ou substituindo o teto se o alicerce estiver comprometido. A querer salvar o imóvel, só tem uma saída. É refazer a fundação.

Ou se faz assim, ou adiam-se, ad perpetuam, os mesmos e velhos problemas. A mexer aqui, alterar ali, esconder a sujeira, fazer pose e consolidar a desordem. E nos cantos escondidos do barco “reformado” continuarão a habitar os ratos, senhores do porão, comandando o convés.

É o caso do Brasil. Uma casa que se sustenta numa fundação institucionalmente falida. Superada e esgotada na gambiarra de uma ordem constitucional completamente desadequada no tempo, espaço e realidade social.

A Constituição de 1988 é o Diploma da “boa intenção” a florir o caminho do inferno. Como diria Marx.

Porém, num aspecto é preciso fazer justiça.  O constituinte de 88, sabiamente, percebeu que o momento da feitura da Carta Magna estava comprometido com a frivolidade cívica e a ligeireza jurídica. Onde se engalfinhavam num mesmo saco todas as tendências. Tendenciosas, como é da sua natureza.

O que fez o constituinte? Previu, nos Atos das Disposições Transitórias, uma reforma geral da Constituição. Para cinco anos após a promulgação.

Chegou 1993, ano da reforma prescrita. Não se cumpriu a determinação constitucional. Omissão combinada. Governo, oposição, sociedade “civil organizada”. Todos agasalhados na latada da constituição “cidadã”.

A partir daquele ano, a ordem constitucional brasileira, nascida da Constituinte de 1988, entrou no processo de caducidade constitucional. Esclerose institucional.

O quadro aí está para comprovar o dito, sem muito esforço de perquirição. Corrupção fora de controle, economia em frangalhos, educação pública analfabetizante, saúde pública abandonada, segurança pública de fratura exposta, instituições sem prerrogativas claras, legislação caótica. Ninguém sabe quem manda. Nem onde nem no quê.

Essa história de “constituinte” específica para fazer reforma política é uma escrachada demagogia.

Tem saída? Sim. Uma Constituinte Originária Exclusiva de composição aberta para prover uma nova ordem constitucional. Ou isso ou a consumação do caos.

Originária. Isto é, criar nova ordem. Preservando as conquistas democráticas e recepcionando que se salva. Legitimadora da ordem, sem qualquer dependência. Seja política ou judiciária.

Exclusiva. Assembleia Constituinte com a única finalidade de elaborar a Constituição. Dissolvida após a promulgação.

Composição aberta. Com candidaturas avulsas, sem prejuízo dos candidatos partidários.

É a única forma de recuperar a dignidade institucional pela via democrática e pacífica. Sob pena de cairmos na vala comum das sociedades dispersas e sem esperança. Ou na carnificina de revoltas populares ou intervenção de quarteladas.

mais.

François Silvestre é escritor

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domingo - 21/12/2014 - 06:14h

CPC com avanços e sem limitação alguma nas tutelas urgentes

Por José Herval Sampaio Júnior

Uma vitória do consenso e da democracia: um novo CPC (Código de Processo Civil) para o nosso tempo, com a nossa cara, simplicidade e informalidade!

Conforme prometido, posto agora um texto na linha entusiástica que sempre tive desde o primeiro momento em que soube de que faríamos um novo CPC. Tinha a certeza desde aquele momento em que acompanhei todo o trabalho da briosa comissão de juristas capitaneada pelo Ministro Luiz Fux, que nenhum texto normativo eventualmente aprovado iria me agradar na totalidade, da mesma forma que penso que todos nós temos um ponto ou outro de discordância e isso faz parte.

Já falei muito de discordância nos últimos textos justamente porque não conseguiria ver os pontos positivos que indiscutivelmente existem no CPC hoje aprovado, acaso o famigerado e absurdo destaque da limitação da penhora on line nas tutelas provisórias viesse a passar.

Isso é passado, pois sequer os seus mentores tiveram coragem de submeter ao plenário tal destaque, o que demonstra desde o início o acerto de nossas ponderações que na realidade nunca encontrou dissonância dentro dos estudiosos do tema e em especial dos magistrados que teriam tolhido o próprio dever de fazer valer o acesso à justiça numa ótica material.

Então vamos agora falar só de coisa boa.

Primeiro lembrarmos que o Código de Processo é acessório em relação aos direitos materiais e que ele e as demais leis que tratam da matéria de procedimento por óbvio só existem para tutelar os direitos materiais, logo a primeira e grande ideia é acabar com o culto ao que chamamos de cientificismo processual. Quem vive de passado é museu.

A antiga necessária separação total entre direito processual e material para fins de autonomia do processo já trouxe muito estrago e chegou a hora de acabarmos com essa doutrina sem que haja violação ao devido processo legal.

E para tanto propomos um novo modo de olhar esse Código de Processo Civil, qual seja, desprezando qualquer interpretação que cultue o processo pelo processo, pois se repita o processo nada mais é do que instrumento de realização do direito material e por isso não pode ser mais importante do que este. O processo não é um fim em si mesmo e só existe para assegurar a proteção de direitos violados ou ameaçados e isso quando devidamente compreendido mudará radicalmente toda a visão cientificista que ainda hoje cultuamos.

Ainda nessa parte genérica esse novo Código positiva os valores constitucionais logo no seu artigo primeiro e por mais que hajam críticas a esse ponto, vejo mais vantagens em sua adoção, mesmo sabendo que tais inserções eram desnecessárias, pois temos de cumprir esse Código e todas as leis de acordo com os valores constitucionais, mas porque não consta expressamente a fim de que possamos na prática fazer valer todos os direitos e garantias fundamentais do cidadão, incluindo ai as garantias constitucionais processuais, em especial o devido processo legal.

Como exemplo, mencionamos os diversos textos normativos que de modo expresso impõem a observância do contraditório a exceção dos casos de tutelas provisórias, que nos autoriza agora a concluir que nenhuma decisão judicial deve ser proferida sem que o juiz leve em consideração em concreto os argumentos das partes, ou seja, não é mais só assegurar a participação e sim o direito de influenciar a decisão, construindo-a junto com a autoridade judicial.

Fixadas tais premissas básicas do novo CPC, passo tão somente a enunciar as principais alterações a título de notícia, comprometendo-me após em discutir alguma delas de forma mais aprofundada.

Criou-se uma ordem de julgamentos para se assegurar algumas prioridades, o que acredito que imporá uma nova cultura.

Com o novo CPC teremos um procedimento único que prestigia formalmente as atividades de composição, agora a parte demandada é citada para comparecer a uma audiência de conciliação/mediação e se prevê na linha do que o CNJ já trouxe em resolução a criação de Centros de Conciliação/Mediação.

Sistematizamos na parte geral que agora é formalizada as tutelas chamadas de provisórias, que se divide em tutelas de urgência e de evidência, inovando na chamada estabilização das medidas de antecipação de caráter liminar satisfativas, o que é um grande avanço.

Inovamos na parte probatória permitindo a inversão da ordem de apresentação das mesmas e em alguns casos até mesmo o ônus da prova, bem como flexibilizamos a vontade das partes que poderão realizar convenções processuais, acordando tudo em matéria processual, o que também é positivo.

O novo Código traz o incidente de resolução de demandas repetitivas que sempre foi o baluarte das mudanças e nunca houve crítica, possibilitando ao Judiciário que com uma canetada só, como de diz, resolva questões conhecidas como conflitos de massa com segurança jurídica e isonomia

Aos quarenta e cinco minutos do 2 tempo, como se diz, passou a possibilidade de se converter uma ação individual em coletiva que é simplesmente fantástico.

Em outra seara, limitamos a questão recursal acabando com a figura do agravo retido e limitando em situações previstas em lei de modo expresso os casos de agravo de instrumento, acabando com o regime de preclusão das decisões interlocutórias.

Na parte da atividade de execução aclaramos várias polêmicas, em especial no novo modo de cumprimento de sentença inaugurado pela lei 11.232/2005 e também avançamos com medidas mais enérgicas para fazer valer os direitos já reconhecidos. Contudo nessa matéria a parte fática sempre nos surpreende, mas tais alterações bem compreendidas serão importantes para por exemplo, avançarmos na questão do ganha mas não leva e no combate as fraudes à execução.

Por fim, quero registrar a nossa alegria, como cidadão, de vê um novo Código de Processo Civil feito de forma muito democrática e o primeiro nesse nosso regime, e principalmente ter um novo Código que interpretado com uma nova mentalidade que ora propugnamos poderá finalmente, junto com a devida estruturação do Poder Judiciário, assegurar ao povo brasileiro a almejada justiça de modo mais rápido e seguro!

José Herval Sampaio Júnior é professor, escritor, juiz de Direito e palestrante

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domingo - 21/12/2014 - 05:26h

De usinas do mal e Lampedusa

Por Honório de Medeiros

O ministro Barroso, do STF, deu uma entrevista na qual afirmou que “o sistema político brasileiro é uma usina do mal”. O ministro parece não saber o que é “sistema”, tampouco “política”.

Ou está fazendo jogo-de-cena.

Ministro, um sistema político está para o Poder assim como a espuma está para as ondas do mar. Simples assim.

Tal é o animismo moderno, que evoluiu da concepção de que as coisas têm vida, para a concepção de que as abstrações têm vida. Algo muito primitivo, sem dúvida, mas que presta um enorme serviço a quem detém o Poder.

Sua expressão máxima é o funcionalismo americano. É algo mais ou menos como imaginar que a culpa dos pneus estarem descalibrados é inerente a eles mesmos, e, não, às estradas ruins.

Troca-se o pneu e está tudo bem.

Dessa visão do mundo nasce a nossa medicina, na qual os seres humanos precisam apenas melhorar as peças de reposição, que tudo fica otimizado.

Uma variante humorística – e crítica – de uma percepção funcionalista da realidade está na estória do homem que flagra a esposa em adultério. Revoltado, desfaz-se da cama onde ocorreu a traição.

Assim está fazendo o ministro: não podendo se desfazer dos corruptos, quer modificar o sistema político.

Como se em cada sistema político não existissem corruptos. L

eia Lampedusa, ministro, leia Giuseppe Tomasi di Lampedusa.

É dele, em “Il Gattopardo“, essa frase célebre:

– Tudo deve mudar para que tudo fique como está…

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN

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domingo - 21/12/2014 - 04:44h
Religião

Veja programação de missas do período natalino em Mossoró

A Diocese de Mossoró definiu a programação litúrgica do Natal e da véspera do Natal, em Mossoró. Abrange a Catedral de Santa Luzia e igrejas no âmbito do município.

Veja abaixo o horário e locais das missas nesse período:

Catedral

24- Véspera- 19h- Missa na Catedral- Dom Mariano Manzana

25- Natal- 9h e às 19h- Missa na Catedral- Dom Mariano Manzana

Matriz de São José

24-Véspera- Missa-  21h

25- Natal- Missa- 17h

Matriz de São João Batista

24-Véspera- Missa- 19h30

25- Natal- Missa- 8h e às 19h

Matriz do Alto da Conceição

24-Véspera- Missa- 20h

25- Natal-Missa- 19h

Matriz Nossa Senhora de Fátima

24-Véspera-Missa- 20h

25- Natal- Missa- 19h

Matriz do Alto de São Manoel

24-Véspera-Missa- 20h

25- Natal- Missa-  17h

Matriz do Menino Jesus

24-Véspera- Missa-18h30

25- Natal- Missa- 9h

Matriz de São Paulo

24-Véspera- Missa- 20h

25- Natal- Missa- 19h

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Categoria(s): Gerais
domingo - 21/12/2014 - 04:12h
Conversando com... juiz Márlon Reis

“Doação por empresa é corrupção legalizada”

Por Edson Sardinha (Revista Congresso em Foco)

Aos 45 anos, Márlon Reis é um juiz que não se limita a falar pelos autos. Coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e um dos idealizadores da Lei da Ficha Limpa, o magistrado virou alvo de representação da Câmara no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) este ano após lançar um livro (O nobre deputado) em que um parlamentar corrupto fictício revela suas artimanhas para conquistar e se perpetuar no poder.

Sem recuar, o juiz promete incomodar mais o Congresso em 2015, com a apresentação de uma proposta de reforma política de iniciativa popular, respaldada por 1,5 milhão de assinaturas, a exemplo da Lei da Ficha Limpa. Conta, para isso, com a adesão de dezenas de entidades.

Reis: foco contra os maus costumes na política (Foto: reprodução)

Entre as inovações sugeridas, proibição de doações eleitorais por empresas, teto para gastos de campanha e eleição em dois turnos para deputado e vereador. Mudanças capazes, segundo o juiz, de corrigir as distorções que impedem o Parlamento de representar o “rosto” da sociedade e de devolver ao eleitor o poder que lhe foi confiscado pelos grandes grupos econômicos: o de decidir o resultado da eleição.

Nesta entrevista exclusiva à Revista Congresso em Foco, Márlon critica a Justiça eleitoral, qualifica o sistema de financiamento de campanhas como “parteiro de escândalos” e as doações por empresas como um ato de “corrupção legalizado” do qual não escapam nem os políticos honestos. “O fato de a lei autorizar não reduz o que há nisso de lavagem de dinheiro e tráfico de influência”, considera.

Para o juiz, as revelações da Operação Lava Jato sobre o envolvimento de alguns dos principais financiadores eleitorais no esquema de corrupção na Petrobras aceleram a discussão da reforma política. “Se o Congresso não fizer a reforma política, a polícia vai fazer.” Veja trechos da entrevista concedida por Márlon à revista (veja, ao final deste texto, como ler a íntegra).

Revista Congresso em Foco – As eleições deste ano foram as mais caras da história, de acordo com a prestação de contas oficiais. Quem decide a eleição no Brasil?

Márlon Reis – Os grandes eleitores do país hoje são as empresas, principalmente as empreiteiras, os bancos e agora uma gigante da indústria da carne. Esses grupos decidem a eleição. O eleitor exerce papel secundário, apenas referenda o resultado.

Como se dá essa inversão na prática?

MR – A eleição de deputados se dá em grupos de candidatos que concorrem entre si pelo mesmo partido. Como a lista é aberta, ganham os candidatos que têm mais votos. Entra aí o desequilíbrio propiciado pelo financiamento de campanha. Como não há uma base minimamente igualitária de recursos, quem desequilibra o processo é o doador. Por causa do dinheiro, as empresas têm direito de vida e morte sobre os candidatos.

Quais as implicações disso?

MR – Isso explica a tendência à perpetuação de mandatos. Quem está no cargo tem maior proximidade com o financiador, pela visibilidade de que desfruta e porque pode prestar mais serviços. O mandato depois será um tributo ao apoio financeiro conseguido na campanha.

O eleitor consegue enxergar a existência dessa relação?

MR – O eleitor percebe, mas ainda muito pouco. Os doadores não contribuem de forma gratuita. Não há caridade, as empresas doam para ampliar seus lucros. Nas reuniões de sócios não se discute doar para um candidato em virtude do beneficio político que ele possa dar para a nação em geral, mas sim as vantagens que esse político pode trazer à empresa. Os eleitores deveriam olhar isso de maneira mais consciente.

Como mudar essa realidade?

MR – A solução parte necessariamente da proibição da doação empresarial, um grande câncer que corrói nossas instituições democráticas. A sociedade assiste ao nível de domínio da política por segmentos que não a representam. A composição atual do Congresso Nacional não tem o rosto da sociedade brasileira. Por conta do modelo de financiamento e do sistema eleitoral, cujo resultado é uma distorção, não se pode invocar a legitimidade do mandato como algo inerente à posição ocupada pelos atuais mandatários.

As empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato estão entre as principais doadoras eleitorais. Esse caso pode provocar mudanças no sistema de financiamento eleitoral?

MR – A Operação Lava Jato é muito pedagógica para mostrar na prática o que afirmo teoricamente. Um pequeno número de empresas se alia ao poder político e fecha a porta para as demais. O modelo atual de financiamento de campanha é uma grave ofensa à liberdade de iniciativa do país. Junto com a proibição das doações empresariais, deveria haver um conjunto de medidas para assegurar a transparência nos processos eleitorais e a auditoria das contas de campanha para impedir o caixa dois, que é gigantesco, mesmo para as empresas.

No seu livro (O nobre deputado), o senhor fala como nascem, crescem e se perpetuam os políticos corruptos. Como dissociar a política da corrupção hoje?

MR – Nunca qualifiquei todos os políticos como corruptos. Seria uma grande injustiça, inclusive com pessoas que eu admiro muito. O modelo de campanha baseado no dinheiro das grandes empresas já é um ato de corrupção permitido pela lei. O fato de a lei autorizar não reduz o que há nisso de lavagem de dinheiro e tráfico de influência. Nunca há uma doação empresarial sem interesse econômico.

O senhor acredita numa reforma política feita pelo Congresso?

MR – Não, de maneira alguma. Essa última proposta de reforma apresentada por um grupo de deputados na Câmara é uma grande violência contra a democracia. A mudança tem de partir da sociedade civil. O Congresso só vai fazer uma reforma política boa quando perceber que ou se vão os anéis ou se vão os dedos. E que, para permanecer no jogo político, tem de entender o que a sociedade civil quer, ceder e se adaptar às novas regras.

A Operação Lava Jato é combustível para essa reforma política avançar de fora para dentro do Congresso?

MR – Quero crer que sim. A Operação Lava Jato é a face mais escancarada dos males das nossas regras eleitorais. Devemos aproveitar essa oportunidade para falar sobre o assunto e concentrar a energia social necessária para que a reforma política saia como um grito da sociedade e não pela conveniência da maioria dos congressistas.

O MCCE liderou o movimento pela Lei da Ficha Limpa. Agora, pressiona pela reforma política. Quando esse projeto começará a tramitar no Congresso?

MR – Temos mais de 600 mil assinaturas para um projeto que é mais complexo que a Lei da Ficha Limpa. Mas a mobilização tem ocorrido em padrões muito similares aos que nós tínhamos naquela época. Ainda no primeiro semestre de 2015 vamos apresentar ao Congresso mais de 1,5 milhão de assinaturas para cobrar a aprovação dessa proposta.

Veja texto original AQUI.

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sábado - 20/12/2014 - 23:47h

Pensando bem…

“Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única paixão sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem.”

Nelson Rodrigues

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sábado - 20/12/2014 - 23:34h
Marco Bruno Miranda Clementino

Justiça Federal tem novo diretor no RN

O Juiz Federal Marco Bruno Miranda Clementino, titular da 6ª Vara Federal, será o novo Diretor do Foro da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (JFRN). Ele foi escolhido para função pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região e assumirá em março para uma gestão de dois anos.

O magistrado Marco Bruno Miranda é atualmente o vice-diretor do Foro, na gestão do magistrado Janilson Bezerra de Siqueira, e também desempenha a função de diretor do núcleo da Escola de Magistratura Federal no Rio Grande do Norte.

O vice-diretor do Foro na próxima gestão será o Juiz Federal Almiro Rocha Lemos, integrante da Turma Recursal da JFRN.

Com informações da Assessoria de Imprensa da JFRN.

 

 

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