segunda-feira - 23/12/2013 - 10:49h
Eleição suplementar

Flerte político aproxima PMDB do PSB em Mossoró

PMDB e PSB, de Mossoró, estão unha e cutícula.

Conversas avançam, correm soltas, entre a deputada federal Sandra Rosado (PSB) e a vereadora Izabel Montenegro (PMDB), que lideram suas siglas no município.

Mas como o próprio líder peemedebista no estado – Henrique Alves – ponderou: é cedo para qualquer entendimento (Veja AQUI).

Mesmo assim, não custa nada prosear, buscar afinações e quebrar arestas…

O próprio Henrique e a líder estadual do PSB, Wilma de Faria, dão exemplos dessa civilidade política e estão sempre se falando  (veja AQUI).

Numa eleição suplementar, não deve ser difícil estreitar laços.

O flerte politico-partidário é livre.

E, antes de uma possível eleição suplementar, em Mossoró, é quase “namoro”.

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Categoria(s): Política
segunda-feira - 23/12/2013 - 09:29h
Nossa Mossorótima

Quem tem medo de auditoria levante o braço aí, ô!!

Se o prefeito provisório mossoroense Francisco José Júnior (PSD) determinar auditoria nas contas da Prefeitura de Mossoró marcará, em definitivo, sua gestão. Não tenho dúvidas.

Sem isso, será um comum. Será mais um mamulengo, pau-mandado ou governante meia-boca “plantado” no Palácio da Resistência para arrumar a vida de uns e encobrir vantagens de outros, usando os recursos de todos.

A auditoria é providência elementar. Só não a promove quem tem medo, quem sabe ou imagina o que possa existir nos escaninhos do poder e prefere manter tudo assim, do jeito que está.

O prefeito natalense Eduardo Alves (PDT) determinou auditoria na Prefeitura do Natal para conhecer o que pegou. Só assim terá como governar sob piso consistente e não um terreno movediço e pantanoso.

Rosalba Ciarlini (DEM) só agora fala em algo similar para o Estado. Perdeu praticamente três anos resmungando, olhando pro retrovisor e repetindo discurso enfadonho, sem mergulhar nos porões da máquina estadual.

Se em Natal e Governo do Estado auditorias são imprescindíveis, por que na Prefeitura de Mossoró é dispensável?

Se está tudo limpo, excelente. Se houver erros, conserta-se.

Para assegurar plena lisura de um trabalho dessa ordem, sem qualquer interesse politiqueiro ou de caça às bruxas, convoque Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Sindicato dos Servidores, representantes da sociedade civil, dos contribuintes etc. e promova uma auditoria às claras.

O próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE) pode e deve ser chamado à tarefa pente-fino.

Sem saber o que temos nessa caixa-preta, ficará difícil atender a onze categorias funcionais que pleiteiam melhorias salariais, promover concursos públicos, convocar gente aprovada em outros, melhorar Saúde, infraestrutura e Educação.

Com uma auditoria, contratos de alugueis de imóveis, máquinas e veículos serão revisados; vai ser possível descobrir se existem acúmulos irregulares de cargos, vantagens salariais indevidas, servidores fantasmas ou licitações viciadas. Simples.

A prefeitura só tem a ganhar; servidores e cidadãos, também.

Existe dinheiro sobrando para festim e propaganda. Para essas prioridades não precisamos de prefeito-tampão ou outro nascido de eleição suplementar. Deixemos tudo como dantes e joguemos a toalha. É caso perdido.

Faça história, prefeito. Mostre que é capaz e que podes pleitear o direito a um mandato definitivo, olhando olho no olho de cada cidadão desta amada Mossorótima.

Quem tem medo de auditoria levante o braço aí, ô!!

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segunda-feira - 23/12/2013 - 08:53h
DEM

Kátia Pinto é definida como nome à Prefeitura de Mossoró

Rosalba e Kátia: mãos à obra (Ivanízio Ramos)

O DEM de Mossoró tem nome definido para candidatura à Prefeitura mossoroense, em pleito suplementar: engenheira e secretária estadual da Infraestrutura – Kátia Pinto.

Pode ocorrer mudança, algum tipo de reviravolta quanto à escolha?

Sim,  pode. Mas o tempo urge e ruge. É pouco provável que aconteça alteração de escolha. Ela está ungida.

À falta de um Rosado/Ciarlini em condições políticas e com perfil para o momento delicado e incomum, Kátia aparece como a pessoa ideal, para estrear no front político-eleitoral.

Caicoense que se incorporou com desenvoltura a Mossoró, com destacada atuação técnica na Municipalidade nos governos Rosalba Ciarlini (DEM) e Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB), ela é casada com o também engenheiro Yuri Tasso Pinto, atual dirigente da Caern.

Como este Blog antecipou em primeira mão há alguns dias, Kátia é o nome que tem sido trabalhado pela governadora Rosalba Ciarlini e seu marido (chefe do Gabinete Civil) Carlos Augusto Rosado (DEM). Estará pela primeira vez no front e num papel incomum à sua atividade.

Confiança

Confiabilidade e vínculo com o casal não lhe faltam.

A missão eleitoral é bem mais complexa do que elaborar projetos, acompanhar obras de engenharia e vaquejar recursos financeiros em Brasília. Para uma campanha curtíssima, o fundamental é apostar na força política paroquial da “Rosa”.

Tudo tem sido esquadrinhado com cuidados cirúrgicos e considerável pressa – a começar por contratação de pesquisas.

Primeira reuniões para estruturação de campanha começaram à semana passada em Tibau (residência do casal) e em Mossoró.

A expectativa mais viável, hoje, é de que o DEM forme chapa “puro-sangue”, ou seja, com dois nomes da própria sigla (veja AQUI) o que o Blog assinalou também.

A engenheira Kátia Pinto faz parte da “República mossoroense”, elenco de extrema confiança de Carlos e Rosalba, que ocupou espaço no Centro Administrativo em Natal, gerenciando os pepinos do Governo do Estado.

Depois trago mais informações de bastidores.

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domingo - 22/12/2013 - 23:56h

Pensando bem…

“Nenhuma verdade, por simples que seja, pode ser aprendida num só ato”.

John Henry Newman

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domingo - 22/12/2013 - 23:21h
Vamos, governadora

Sindicância completa sete meses de “enrolation”

Chegamos hoje, dia 22 de dezembro de 2013, há exatos sete meses de uma promessa. Até aqui, só promessa.

No dia 22 de maio deste ano, o secretário da Saúde Pública do Estado (SESAP), Luiz Roberto Fonseca, anunciava instalação de uma sindicância (veja AQUI) para apurar denúncia irrefutável.

A assistente social, ex-deputada estadual e ex-vice-prefeita de Mossoró Ruth Ciarlini (DEM) tinha emprego sem trabalhar e ainda ganhava plantões e hora-extra no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).

De lá para cá, só “enrolation”.

Só para lembrar: a denunciada é irmã da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que vende imagem de lisura administrativa.

Governadora, ainda há tempo para apresentar a sindicância. Vamos, faça isso.

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domingo - 22/12/2013 - 18:49h
Eleições 2014

Henrique e Wilma afinam diálogo em novo encontro

A conversa foi longa. Mas em momento algum, tensa.

Os interlocutores, sob o testemunho de gente de sua confiança, esticaram o diálogo e estreitaram as afinidades. Voltarão a conversar, até porque há interesse comum no entendimento e poucas barricadas a serem removidas.

Foi assim o encontro de hoje em Natal, entre o deputado federal Henrique Alves (PMDB) e a ex-governadora Wilma de Faria (PSB).

A reunião foi no apartamento de Wilma, que recebeu o visitante ilustre com um largo sorriso. A propósito, tem se tornado comum essas reuniões nas últimas semanas.

Depois conto mais.

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domingo - 22/12/2013 - 08:26h
Prefeitura de Mossoró

Empregados de terceirizadas se angustiam sem pagamento

Situação de empregados de terceirizadas que servem à Prefeitura de Mossoró é de penúria. Dá dimensão da urgência de uma chacoalhada na administração municipal, expondo à sociedade e ao contribuinte, sua real situação, sem propaganda personalista ou fantasiosa.

Carlos Santos, eu vou passar o Natal e Ano Novo olhando meus filhos tristes, sem direito sequer a uma lembrancinha; é triste demais viver pendurado em mercearia, bodega – desabafa, com olhos lacrimejando, uma dessas “vítimas”.

Chora diante de mim. Como não me emocionar e tentar fazer algo?

Praticamente todos os meses, as terceirizadas estão pagando folha com atraso de mais de 15 dias. Mesmo antes da chamada “instabilidade política” devido o entra-e-sai de prefeito (a), o quadro já era assim.

A situação não se agravou com esse troca-troca.

Essa página mesmo divulgou várias vezes apelos de empregados, denunciando atraso e pedindo socorro.

Prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD), priorize essa situação.

Essas pessoas não podem ser tratadas como trabalhadores de segunda classe, refugo de massa-gente.

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Categoria(s): Administração Pública / Política
domingo - 22/12/2013 - 07:43h

Deserto coração

Por Jorge Mota

A rua está deserta
Como deserto está meu coração
A lua, de um tom fosco-opaco,
Lá em cima, já não brilha,
Talvez? Ressentida com a minha solidão.

Deserto coração
Aflito! Atônito!
Fantasiando sonhos
Na utopia da paixão.

E o meu coração deserto,
Cavalga, sem direção
Em busca do seu platônico amor
Com o coração atordoado, cheio de temor.

Jorge Mota é poeta mossoroense

Coração deserto?
É… deserto está o meu coração…
Como um cavalo alado
É um andarilho da solidão…
Fantasiando sonhos
Perdido no irreal mundo da paixão ou da desilusão.

 

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domingo - 22/12/2013 - 06:12h
Em Mossoró...

Liminar para uma nova candidatura

No grupo da deputada estadual Larissa Rosado (PSB), candidata a prefeito em 2012, há quem defenda obtenção de liminar para ela concorrer outra vez a prefeito, em caso de eleição suplementar em 2014.

Mesmo com decisão que amputou seus direitos políticos, tornou-a inelegível por oito anos e cassou seu mandato parlamentar, não se joga a “toalha”.

A decisão recente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que a puniu por deslizes, em sua campanha municipal, ainda é objeto de questionamento na esfera judicial superior.

Aguarda-se liminar que derrube sua cassação.

Recurso também questionará as outras sanções legais.

Tudo correndo – também – contra o tempo.

Mesmo que consiga ser candidata, por força de liminar, Larissa ainda corre perigo de, sendo eleita em pleito suplementar, perder mandato com decisão final da demanda.

 

 

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Categoria(s): Política
domingo - 22/12/2013 - 03:29h

Indústria téxtil será doméstica no RN com o Pró-Sertão

Por José Nildo

O Rio Grande do Norte está na pauta do modo de produção, principalmente a nascente indústria têxtil do nosso Estado, a qual poderá regredir caso a fúria do mercado não contemple as garantias fundamentais aos trabalhadores, senão, vejamos:

Os capitalistas precursores não eram industriais pegavam sua matéria prima e distribuíam nas casas dos camponeses para elaborar e agregar valor a mercadoria e em seguida a recolhia para vender, que com o passar do tempo, não deu muito certo, pois não existia poder empregatício, controle, disciplina, vigilância e constantemente havia extravio do produto ou não entregavam ao tempo e a hora.

Com o passar do tempo, ante a necessidade de produzir cada vez mais, famílias inteiras são arregimentadas para se concentrar em um mesmo espaço com intuito de executarem as mesmas tarefas realizadas antes no ambiente familiar. Porém, agora, sob ordens do proprietário dos meios de produção, homens, mulheres e crianças submetidas a horas exaustivas e condições insalubres de trabalho sem qualquer proteção física, química, ergométrica ou até mesmo legal tornam frequentes rebeliões contra situações precárias de salário e condições de trabalho, saúde e segurança, dando origem ao direito do trabalho, a partir dessa reunião para produzir é que as contradições são geradas pelo próprio capitalista e, sendo assim, a interferência por parte do Estado.

Atualmente, reunir sem unir é a grande sacada, apesar de ser um modelo antigo, a prática parece ser uma saída para as contradições geradas pelo capitalista, que em posse da tecnologia poderá controlar a produção, vigiar, disciplinar a distância e dividir os trabalhadores em várias facções têxteis, a fim de que não se rebelem e mais ainda na “comodidade” dos seus lares.

No Brasil, facção têxtil é o nome dado às indústrias de confecções que fazem seus serviços exclusivamente para outras empresas de confecções instaladas em ambientes familiares.

O interior do Rio Grande do Norte se prepara para instalar 360 fábricas nesse modelo que prometem gerar 20 mil empregos diretos e produzirão 150 mil peças por dia, esse é o Pró-Sertão, programa do governo do Estado em parceria com o Sebrae, Fiern, Fecomercio e Banco do Nordeste. Esse tipo de facção não é novidade e remete a um sistema experimentado pelos Ingleses durante o século XVIII que não vingou devido à precarização no modo que submetia o trabalhador, o qual se baseava na subcontratação da produção.

No RN é o Seridó que possui destaque no modelo doméstico de produção a pesar do uso de equipamentos defasados; já o setor industrial, antes o grande empregador, vive momento de desemprego e até fuga de empresas, serviços precários e também, situações motivadas por reflexos da competitividade do mercado asiático e a carga tributária brasileira que somente têm agravado o setor.

Nesse sentido, será inevitável a transformação da indústria têxtil do RN em facções domésticas, porque se trata de política dirigida pelo governo do Estado… um setor que já empregou mais de 20 mil que se fragmentará em fabriquetas onde seja impossível o poder público ou os sindicatos fiscalizarem o cumprimento da legislação trabalhista.

A terceirização parece, cada vez mais, subverter os direitos sociais do trabalho e torná-los mercadorias a ponto de convencer o trabalhador que essa é a melhor alternativa para geração do emprego, renda e do desenvolvimento regional. Esse modelo medieval tem encontrado apoio de governos e de legisladores em terras brasileiras, algo sem precedentes com grande capacidade de diluir as conquistas trabalhistas, agravar as demandas por benefícios previdenciários, degradar Sindicato, Ministério do Trabalho e Emprego e a própria Justiça.

Enfim, é um debate necessário e urgente com a sociedade civil organizada, empresas e o governo, para que inclua o Rio Grande do Norte na agenda positiva progressista, onde a segurança jurídica seja garantida, o desenvolvimento econômico e social, sem a tomada de medidas precipitadas que anulem a dignidade da pessoa humana e o direito social do trabalho.

José Nildo é dirigente do PCdoB em Mossoró

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sábado - 21/12/2013 - 23:55h

Pensando bem…

“Nenhum homem é tão bom como o seu partido o apregoa, nem tão mau como o contrário o representa.”

Marquês de Maricá

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sábado - 21/12/2013 - 21:07h
Congresso Nacional

Pacto federativo é uma prioridade inadiável, afirma deputado

“Temos que quebrar essa dependência.” A frase é do deputado federal Henrique Alves (PMDB), em entrevista exclusiva – hoje à noite – ao Blog Carlos Santos (veja postagens mais abaixo).

Ele refere-se à relação entre estados/municípios e União. O chamado “pacto federativo”, admite, é uma alegoria que na prática não existe.

Henrique afirma, que pretende priorizar essa luta na Câmara Federal que preside. Mais de 5,5 mil municípios brasileiros clamam por isso.

– Terá que ser feita uma reforma, garantindo autonomias fiscal, financeira etc. Mas não basta garantir mais dinheiro ao município; o principal é a autonomia de decisões – afirma.

Antecipa que no primeiro semestre, esse é o foco do Congresso Nacional. “Não se pode esperar mais, é inadiável essa discussão”, estima.

Segundo Henrique Alves, a permanente dependência de prefeitos e governadores, da União, é incompatível com a ideia e conceito de uma federação. O Brasil é, no papel, uma República Federativa. Na prática, não.

– Eleições contaminaram a discussão anteriormente. Mas no primeiro trimestre é nossa pauta principal. Vamos levá-la adiante – promete.

Veja abaixo, as matérias anteriores dessa entrevista especial com Henrique Alves, em sequência cronológica:

– Henrique orienta PMDB a esperar decisão final do TSE AQUI;

– Líder do PMDB considera “grave” definição de novo pleito AQUI;

– Eleição em Mossoró deve apontar para pleito estadual AQUI;

– Fernando Bezerra e um projeto para o RN, defende Henrique AQUI.

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sábado - 21/12/2013 - 20:32h
Governo estadual

Fernando Bezerra e um projeto para o RN, defende Henrique

Presidente da Câmara Federal, Henrique Alves (PMDB) tem um nome próprio para ser candidato a governador, no próximo ano. Não esconde que o ex-senador Fernando Bezerra (PMDB) é o cara.

Bezerra: competência testada

– Pela sua história como ministro (duas vezes), líder empresarial, empresário de sucesso e competente, senador, Fernando é um nome capaz de governar o Rio Grande do Norte numa fase de dificuldades.

Mesmo assim, Henrique evita a personalização de candidatura como fórmula para exumar o estado e colocá-lo no rumo do desenvolvimento humano e crescimento econômico. “Precisamos discutir um projeto, ideias, chamando todos à discussão, unindo quem tenha o mesmo interesse, mostrando que podemos trabalhar juntos”, advoga.

Henrique Alves, em entrevista exclusiva ao Blog Carlos Santos (veja outras postagens abaixo), reitera que ele e o senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB) não são e não serão candidatos, “por diferentes razões”. Afirma que são decisões tomadas. Tipo “prego batido, ponta virada” (aspas do editor desta página).

Pensar grande

– O Rio Grande do Norte perdeu muito espaço e não é de hoje, mas isso ocorre há décadas, para Bahia, Ceará e Pernambuco. Não procuramos um salvador da pátria; não existe mais um Aluízio Alves (ex-governador e pai do entrevistado),  uma pessoa diferenciada. O caminho é nos unirmos, provarmos em Brasília que sabemos trabalhar unidos, deixando de lado diferenças – discursa.

Para Henrique, “é preciso pensar grande, construir uma nova força, uma nova hora para o Rio Grande do Norte”. Nessa tarefa, ter um governador com as credenciais de Fernando Bezerra será muito importante. “Eu sei do meu papel, vou tentar preservá-lo. Da mesma forma, Garibaldi. Podemos ajudar mais”, argumenta.

Por isso, diz, que “continuamos conversando”.

– Com o PT, o PSB de Wilma de Faria, Robinson Faria (PSD)…?

Acompanhe o Blog também pelo Twitter AQUI.

– Estamos conversando, estamos aberto, mas devagarzinho – diz, lentamente, o entrevistado.

Sem radicalismo ou “imposições”, assevera.

“O PMDB entende que chegou sua vez, até por sua representatividade, importância e quadros, de apontar um candidato a governador”, comenta Henrique. Porém, entende, que o estado não espera apenas um bom nome. Aguarda um projeto que o habilite a patamares alcançados por estados federados vizinhos.

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sábado - 21/12/2013 - 20:03h
Henrique Alves afirma:

Eleição em Mossoró deve apontar para pleito estadual

“Se”, atente bem, “se” houver eleição suplementar em Mossoró para prefeito e vice em 2014, “o pleito apontará para outubro”. Quem enxerga assim é o deputado federal e líder do PMDB no Rio Grande do Norte, Henrique Alves (veja postagens abaixo).

Garibaldi e Henrique: palanque longe de Rosalba

Henrique não vê como dissociar uma eleição da outra. Mas reitera: “isso, se houver eleição suplementar”.

Sob essa hipótese, “o PMDB não pode ter uma postura em Mossoró e outra em relação às eleições de outubro, as eleições estaduais”.

O que é óbvio, salienta, é a impossibilidade do PMDB fazer alianças em Mossoró com quem deverá ser adversário na campanha estadual.

Rosalba

– O PMDB não estará no palanque em que estiver a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) – separa logo.

O distanciamento, lembra, foi antecipado pelo senador-ministro Garibaldi Filho (PMDB) e só depois secundarizado por ele e o partido como um todo. A relação com o Governo Rosalba Ciarlini (DEM) é administrativa, sem radicalismos, mas politicamente concluída.

A partir dessa situação, seria incoerente e inexplicável que numa nova eleição a prefeito e vice em Mossoró, o partido resolvesse fazer uma aliança à parte. “Não vislumbro isso, se vier a ocorrer nova eleição”, diz.

No plano estadual, o partido caminha para ter candidatura própria a governador. Em Mossoró, “se” ocorrer nova eleição, o mesmo pode acontecer. “Não é uma imposição ou radicalismo”, esclarece.

Como afirmou na postagem anterior, o PMDB não pode descartar a possibilidade de “uma candidatura própria.” Entretanto é cedo para qualquer acerto ou simples conversa.

* Pacto federativo, candidatura ao Governo do Estado e desenvolvimento do RN estão em postagens adiante.

Aguarde.

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sábado - 21/12/2013 - 19:43h
Mossoró

Líder do PMDB considera “grave” definição de novo pleito

O deputado federal Henrique Alves (PMDB) manifesta uma preocupação coerente, caso Mossoró tenha mesmo uma eleição suplementar em fevereiro. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) marcou-a para 2 de fevereiro de 2014.

Em meio a esse redemoinho político-eleitoral, administrativo e jurídico em torno da Prefeitura de Mossoró, com cassação e afastamento de prefeita e vice (Cláudia Regina-DEM/Wellington Filho-PMDB), sobram interrogações.

– Temos uma eleição suplementar marcada para fevereiro, um novo processo eleitoral definido para começar logo em janeiro, mas com as candidatas das eleições do ano passado com processos em aberto – assinala.

Em conversa com o Blog Carlos Santos (veja primeira postagem mais abaixo ou AQUI), Henrique diz que “podemos ter julgamento inocentando Cláudia e Wellington depois de outra eleição que pode eleger novos prefeito e vice…”

Candidatura própria

Em sua ótica, os partidos “precisam questionar isso. É muito grave!”

E reforça: “Uma eleição daqui a pouco mais de um mês é difícil”.

Henrique Alves tenta se esquivar de afirmações ou conjecturas sobre novas eleições. Mas pressionado, cede à conjunção “se”.

– Se houver eleições, o partido vai conversar, vai se definir, e pode  ter uma candidatura própria.

Saliente-se: “Se” houver outro pleito municipal.

Saiba mais em outra postagem adiante.

 

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sábado - 21/12/2013 - 19:12h
Eleições em Mossoró

Henrique orienta PMDB a esperar decisão final do TSE

Cúpula do PMDB de Mossoró esteve reunida hoje em Natal, com o deputado Henrique Alves (PMDB). Em pauta: relações políticas em Mossoró.

Izabel é a pessoa que fala em nome de Henrique e do PMDB

Henrique Alves recebeu a vereadora Izabel Montenegro (PMDB), dirigente municipal da sigla, ao lado de Rose Cantídio, peemedebista histórica

Em tempos de instabilidade política, a orientação é no sentido do exercício do bom senso. Moderação. Nada de açodamento.

“Postura correta e ética do PMDB é esperar definição do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”, avisa Henrique em contato exclusivo com o Blog Carlos Santos.

Ele entende que é deselegante e absurdo que o partido passe a fazer qualquer tipo de negociação, conchavo ou entendimento com qualquer partido ou liderança, com prefeita e vice sob julgamento. “Não é ético”, proclama.

“Temos nosso vice de Cláudia Regina (DEM), Wellington Filho (PMDB), também em jogo, vinculado à prefeita Cláudia”, lembra.

Izabel Montenegro

“Nesse momento de ansiedades naturais, e que afetam muito a Mossoró, administração e cidadão, temos que ter serenidade.E paciência”, reitera.

Henrique salienta, que o comando partidário em Mossoró é intransferível. Está em boas mãos. Não foi dado poderes “ad hoc” (para a ocasião) a qualquer partidário ou liderança.

Segundo ele, Izabel Montenegro tem poderes para conversar e conduzir o partido nesse momento delicado.

– A presidente Izabel e companheiros do PMDB saberão compreender esse momento e conduzir o Partido. Rumo na hora certa, unindo a todos – afirma.

Presidente da Câmara Federal e líder estadual do PMDB, Henrique foi o principal avalista da chapa Cláudia Regina-Wellington para a campanha e pleito municipais de 2012. “Continuo confiando e apoiando. É um governo bem-avaliado por Mossoró. Cláudia é uma grande prefeita”, define.

Veja adiante outras postagens com entrevista com o deputado federal Henrique Alves.

Ele fala sobre chapa ao Governo do Estado, possibilidade de eleição suplementar em Mossoró, prioridade do pacto federativo para novo Congresso Nacional e outros temas.

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sábado - 21/12/2013 - 17:50h
Prefeitura de Mossoró

Servidor busca melhoria salarial, mas “caixa-preta” não deixa

Pelo menos onze categorias que compõem o elenco de servidores do município de Mossoró estão estrebuchando, à cata de melhorias salariais. Difícil atendê-las sem se conhecer realmente a “caixa-preta” da municipalidade.

O prefeito provisório Francisco José Júnior (PSD) abre as portas do Palácio da Resistência para negociações e bate-papos com servidores, mas ficará só no “enrolation”, se não baixar decisão que promova uma auditoria nas contas municipais, englobando folha de pessoal, terceirizadas, alugueis de imóveis e veículos etc.

A prefeita cassada e afastada Cláudia Regina (DEM) evitou mexer nessa questão melindrosa por conveniência política. Também orientou sua bancada na Câmara Municipal a derrubar Comissão Especial de Investigação (CEI), que iria levantar real situação da folha de pessoal.

É absolutamente impossível se oferecer qualquer melhoria aos servidores, sem conhecer real situação da prefeitura.

Se tudo está limpo, ótimo. Se não, também ótimo.

Identificando-se distorções, haverá segurança para redução de gastos, equilíbrio das contas e garantias aos servidores e à própria sociedade.

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sábado - 21/12/2013 - 16:19h
PAC 2

Equipamentos são entregues por titular da Seara em CN

A entrega de 204 equipamentos do (Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), nesta sexta-feira (21) em Currais Novos, coube a missão ao secretário de Assuntos Fundiários e Reforma Agrária (SEARA), Rodrigo Fernandes, de representar a Governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

Em seu discurso, o secretário destacou o empenho da gestão Rosalba em viabilizar a parceria, junto ao Governo Federal, para o programa. Mas deixou claro, que também existe um elenco de ações com recursos próprios.

A entrega dos equipamentos foi realizada na manhã desta sexta, no IFRN de Currais Novos, para 145 municípios potiguares. A solenidade ainda contou com a participação do Ministro Garibaldi Filho (PMDB), deputada federal Fátima Bezerra (PT), prefeito anfitrião do evento, Vilton Cunha, do secretário nacional de reordenamento agrário, Adhemar Lopes, do delegado regional do MDA, Raimundo Costa Sobrinho, do presidente da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), Benes Leocádio, dentre outras autoridades.

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Categoria(s): Administração Pública
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sábado - 21/12/2013 - 08:22h
Microcrônica

Sob o véu belíssimo de minha cidade

Minha Mossorótima segue envolta em véu belíssimo; flerta com a chuva sem medo do sol, acanhado, que não se arrisca a sair.

Mais tarde, conto tudo pra a lua.

Nem São Paulo nem Londres…

A gente espera o sereno, sem saber o que é garoa; ignoramos as brumas sobre o Big Ben.

Enquanto a chuva não vem, espero minha cidade acordar.

Bom dia!

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Categoria(s): Crônica
sexta-feira - 20/12/2013 - 23:52h

Pensando bem…

“Viver é mudar, e ser perfeito é ter mudado muitas vezes.”

John Henry Newman

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sexta-feira - 20/12/2013 - 22:00h
Repercussão nacional

IstoÉ mostra “Caixa 2” envolvendo Agripino e Rosalba

Empresário mossoroense Edvaldo Fagundes é tratado como um novo "Marcos Valério" nesse esquema

A nova edição da revista IstoÉ traz reportagem especial com o Rio Grande do Norte. De novo, o estado ganha projeção nacional por denúncia quanto ao submundo de seus políticos.

O assunto é o já conhecido “Caixa 2 do Democratas”, focalizado em primeira mão no ano passado pelo jornalista Daniel Lemos.

Rosalba e Agripino: escutas (Foto Gustavo Moreno)

Na reportagem aparecem a governadora Rosalba Ciarlini (DEM), senador José Agripino (DEM), chefe de Gabinete Civil do Estado Carlos Augusto Rosado (DEM) e até o empresário Edvaldo Fagundes, como integrantes de um poderoso esquema ilegal. Ele, a propósito, tratado como o “Marco Valério” Potiguar, numa alusão ao operador do “mensalão”.

Veja abaixo, matéria assinada por Josie Jeronimo:

Pequenino em área territorial, o Rio Grande do Norte empata em arrecadação tributária com o Maranhão, Estado seis vezes maior. Mas, apesar da abundância de receitas vindas do turismo e da indústria, a administração do governo potiguar está em posição de xeque. Sem dinheiro para pagar nem mesmo os salários do funcionalismo, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) responde processo de impeachment e permanece no cargo por força de liminar. Sua situação pode se deteriorar ainda mais nos próximos dias.

O Ministério Público Federal desarquivou investigação iniciada no Rio Grande do Norte que envolve a cúpula do DEM na denúncia de um intrincado esquema de caixa 2. Todo o modus operandi das transações financeiras à margem da prestação de contas eleitorais foi registrado em escutas telefônicas feitas durante a campanha de 2006, às quais ISTOÉ teve acesso. A partir do monitoramento das conversas de Francisco Galbi Saldanha, contador da legenda, figurões da política nacional como o presidente do DEM, senador José Agripino, e Rosalba foram flagrados.

A voz inconfundível de José Agripino surge inconteste em uma das conversas interceptadas. Ele pergunta ao interlocutor se a parcela de R$ 20 mil – em um total de R$ 60 mil prometidos a determinado aliado – foi repassada. A sequência das ligações revela que não era uma transição convencional. Segundo a investigação do MP, contas pessoais de assessores da campanha eram utilizadas para receber e transferir depósitos não declarados de doadores. Uma das escutas mostra que até mesmo Galbi reclamava de ser usado para as transações. Ele se queixa:“Fizeram uma coisa que eu até não concordei, depositaram na minha conta”.

Galbi continua sendo homem de confiança do partido no Estado. Ele ocupa cargo de secretário-adjunto da Casa Civil do governo. Em 2006, o contador foi colocado sob grampo pela Polícia Civil, pois era suspeito de um crime de homicídio. O faz-tudo nunca foi processado pela morte de ninguém, mas uma série de interlocutores gravados a partir de seu telefone detalharam o esquema de caixa 2 de campanha informando número de contas bancárias de pessoas físicas e relatando formas de emitir notas frias para justificar gastos eleitorais.

Nas gravações que envolvem Rosalba, o marido da governadora, Carlos Augusto, liga para Galbi e informa que usará de outra pessoa para receber doação para a mulher, então candidata ao Senado. “Esse dinheiro é apenas para passar na conta dele. Quando entrar, aí a gente vê como é que sai para voltar para Rosalba.” O advogado da governadora, Felipe Cortez, evita entrar na discussão sobre o conteúdo das escutas e não questiona a culpa de sua cliente. Ele questiona a legalidade dos grampos. “Os grampos por si só não provam nada. O caixa 2 não existiu. As conversas tratavam de assuntos financeiros, não necessariamente de caixa 2”, diz o advogado de Rosalba.

Procurado por ISTOÉ, o senador José Agripino não nega que a voz gravada seja dele. No entanto, o presidente do DEM afirma que as conversas não provam crime eleitoral. “O único registro de conversas do senador José Agripino refere-se à concessão de doação legal do partido para a campanha de dois deputados estaduais do RN”, argumenta.

No Rio Grande do Norte, José Agripino é admirado e temido por seu talento em captar recursos eleitorais. Até mesmo os adversários pensam duas vezes antes de enfrentar o senador com palavras. Mas o poderio econômico do presidente do DEM também está na mira das investigações sobre o abastecimento das campanhas do partido. A ­Polícia Federal apura denúncia de favorecimento ao governo em contratos milionários com a Empresa Industrial Técnica (EIT), firma da qual José Agripino foi sócio cotista até agosto de 2008.

Nas eleições de 2010, o senador recebeu R$ 550 mil de doação da empreiteira. Empresa privada, a EIT é o terceiro maior destino de recursos do Estado nas mãos de Rosalba. Perde apenas para a folha de pagamento e para crédito consignado. Só este ano foram R$ 153,7 milhões em empenhos do governo, das secretarias de Infraestrutura, Estradas e Rodagem e Meio Ambiente. Na crise de pagamento de fornecedores do governo Rosalba, que atingiu o salário dos servidores e os gastos com a Saúde, a população foi às ruas questionar o porquê de o governo afirmar que não tinha dinheiro para as despesas básicas, mas gastava milhões nas obras do Contorno de Mossoró, empreendimento tocado pela EIT.

De acordo com a investigação do MPF, recursos do governo do Estado saíam dos cofres públicos para empresas que financiam campanhas do DEM por meio de um esquema de concessão de incentivos fiscais e sonegação de tributo, que contava com empresas de fachada e firmas em nome de laranjas. O esquema de caixa 2 tem, segundo o MP, seu “homem da mala”. O autor do drible ao fisco é o empresário Edvaldo Fagundes, que a partir do pequeno estabelecimento “Sucata do Edvaldo” construiu, em duas décadas, patrimônio bilionário. No rastreamento financeiro da Receita Federal, a PF identificou fraude de sonegação estimada em R$ 430 milhões.

O empresário é acusado de não pagar tributos, mas investe pesado na campanha do partido. Nas eleições de 2012, Edvaldo Fagundes não só vestiu a camisa do partido como pintou um de seus helicópteros com o número da sigla. A aeronave ficou à disposição da candidata Cláudia Regina (DEM), pupila do senador José Agripino.

Empresas de Edvaldo, que a Polícia Federal descobriu serem de fachada, doaram oficialmente mais de R$ 400 mil à campanha da candidata do DEM. Mas investigação do Ministério Público apontou que pelo menos outros R$ 2 milhões deixaram as contas de Edvaldo rumo ao comitê financeiro da legenda por meio de caixa 2.

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Categoria(s): Política
sexta-feira - 20/12/2013 - 21:35h
Mossoró

Pesquisas devem sondar situação para novo pleito

Pesquisas, pesquisas, pesquisas. Se você é de Mossoró, não se surpreenda se for abordado por alguém de instituto de pesquisa, para entrevistá-lo.

Pelo menos três pesquisas estão agendadas para realização rápida, em curto espaço de tempo.

Material serve a diferentes grupos, sondando preferências e identificando potencial de nomes para prefeito e vice de Mossoró.

As eleições suplementares no próximo ano são encaradas como iminentes.

A princípio iriam ocorrer no dia 2 de fevereiro, mas o tempo empurrado para frente acaba ajudando a pré-candidatos, partidos e grupos.

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