Natal está há 48 horas sem prefeito.
Ao final de outubro, Micarla de Sousa (PV) foi extirpada do cargo por suspeita de corrupção, em decisão da Justiça;
O vice-prefeito Paulinho Freire (PP) assumiu, mas depois pegou o “boné”, porque fora eleito vereador e temia implicações que comprometessem seu novo mandato.
Aí surge o vice-presidente da Câmara Municipal, o vereador reeleito Ney Lopes Júnior (DEM) que desembarca na cadeira de prefeito, mas é retirado também pelo Judiciário, que afirma que o presidente da Câmara Municipal, Edivan Martins (PV), deve ser o prefeito interino.
Esse tira o “braço da seringa”.
Natal sem prefeito. E ninguém nota, pois lixo, buraco, pedintes nas ruas, trânsito caótico, saúde sucateada e outros problemas são os mesmos.

























