segunda-feira - 11/07/2011 - 14:27h
Sociedade viva

Indignação mantém esperança, apesar da escória

Carlos Santos,

A sociedade como um todo parece ter perdido a capacidade de se indignar. E quando alguns poucos têm essa coragem, surgem dois ou três hipócritas, verdadeiros escórias da sociedade, a vociferar contra quem ouse discordar de seus chefes, pajés, babalorixás, ou qualquer coisa que valha.

É por essas e outras que temos uma realidade tão triste. Que qualidade de educação nós temos?

Durante muitos anos, a negligência com a educação foi tão acentuada que não havia sequer vagas nas escolas para todos. E assim, confirmou-se o que Pitágoras já havia alertado: “eduquem-se as crianças e não será preciso castigar os homens”.

Como só tardiamente, essa preocupação surgiu, temos vagas sobrando nas escolas e superlotação nos presídios. Vamos continuar assim: alguns bravos companheiros na luta por seus direitos já tão vilipendiados, e uma grande maioria fingindo que está tudo bem, porque como disse o genebrino Rousseau: “tudo é absurdo, mas nada é chocante, porque todos se acostumam a tudo”.

Graças a Deus, há ainda quem se indigne, apesar de isso desagradar aos poderosos e/ou a seus capachos.

Márcio Alexandre – Professor e jornalista

Nota do Blog – O webleitor em foco comenta a postagem sob o título “Sociedade vaia quem luta por seus direitos” AQUI.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 13:05h
Moeda de negociação

A nova “repartição” do Estado e da Prefeitura de Mossoró

A atípica sucessão mossoroense tem um ingrediente novo em seu enredo surreal, feito sempre com o mesmo sobrenome: é a entrada em cena, como moeda de “negociação”, do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

E eu que pensei que o TCE fosse um órgão técnico, autônomo; fiscalizador de Governo do Estado, Assembleia Legislativa, câmaras e prefeituras.

Pelo visto, virou uma “repartição” da Prefeitura de Mossoró e do Estado.

Vivendo e aprendendo.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 11:02h
Greve na Uern

Grevistas têm nova proposta; Estado não responde

Na última sexta-feira (10), o reitor da Universidade do Estado do RN, Milton Marques, teve audiência com alguns secretários estaduais. Entregou a nova proposta elaborada pela Associação dos Docentes da UERN (ADUERN).

Participaram da reunião o secretário-chefe do gabinete civil, Paulo de Tarso; o secretário de Planejamento e Finanças, Obery Rodrigues; e a secretária de Educação, Betânia Ramalho.

Os secretários não apresentaram resposta às reivindicações dos professores da Uern, já que, segundo eles, as decisões devem ser tomadas com a presença da governadora Rosalba Ciarlini (DEM).

De acordo com a proposta da Aduern, os professores aceitam o pagamento do reajuste em setembro, mas com a condição de que o realinhamento salarial seja retroativo a abril. Além disso, o documento solicita a definição do cronograma de descontingenciamento do orçamento da UERN.

Também sustenta a criação de uma comissão para definição de normas e percentuais de autonomia financeira para a universidade; garantia de atendimento da pauta de reivindicações dos estudantes da instituição; e criação de um fórum permanente de negociação com o objetivo de aprofundar as discussões sobre os demais pontos da pauta de reivindicação da Aduern e demais segmentos da universidade.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Aduern.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 10:23h
Em caixa

Prefeituras recebem repasse do FPM com índice menor

Foram creditados, nesta sexta-feira (08), nas contas das 5.564 prefeituras de todo país, os recursos referentes ao primeiro repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) do mês de julho.

O total creditado, segundo levantamento da União Brasileira de Municípios (UBAM), foi de R$ 1.728.644.732,06, já descontado o Fundo Nacional da Educação Básica (Fundeb). Sem esse desconto o montante seria de R$ 2.160.805.915,08.

Segundo o presidente da UBAM, Leonardo Santana, esse primeiro repasse foi 23% menor se for comparado ao do mês passado. O que demonstra, segundo ele, a inconstância econômica que impulsiona os Municípios ao descrédito de suas possibilidades de planejamento financeiro, tendo em vista que os Prefeitos nunca têm certeza se terão recursos em caixa para garantir as principais demandas das prefeituras.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 09:00h
Sucessão em Natal

Carlos Eduardo e Wilma são gigantes sem concorrentes

Os números de pesquisas que avaliam intenção de voto do natalense, à prefeitura, às eleições do próximo ano, não deixam dúvidas: existem dois gigantes: Carlos Eduardo Alves (PDT) e Wilma de Faria (PSB).

O restante parece figurante, corre por fora e aposta no tempo/conjuntura, além de trabalho para atropelar adversários na própria campanha.

Carlos e Wilma já foram adversários, tornaram-se aliados. Ele, acabou sendo o seu vice nas eleições de 2000 e com  a renúncia dela à disputa ao Governo do Estado, em 2002, transformou-se em prefeito, reeleito em 2004.

Hoje estão teoricamente separados, mas não são adversários.

É possível uma composição entre ambos em 2012? Sim, é possível. Mas num segundo turno, caso um deles chegue a esse estágio, sem a “companhia” do outro como contendor.

A junção num primeiro turno é perto de improvável. Impossível, não.

Os adversários estão fragilizados. Da prefeita Micarla de Sousa (PV) ao grupo da governadora Rosalba Ciarlini (DEM), que a propósito até admite apoiá-la à reeleição.

Claro que um coro vai ecoar proclamando que “é muito cedo” para afirmações definitivas e conjecturas. Faz sentido.

Mas em política, quem não trabalha tentando prever o futuro ou concorrer à sua formação, fica para trás. Para a plateia tudo parece precipitação ou puro açodamento. Aos profissionais da política, não. Tempo é ouro.

Veja os números da Pesquisa do Instituto Certus, publicada ontem na Tribuna do Norte e reproduzida por este Blog:

Carlos Eduardo (PDT): 40,8%
Wilma de Faria (PSB): 20,2%
Rogério Marinho (PSDB): 8%
Felipe Maia (DEM): 3,6%
Fermano Mineiro (PT): 3,4%
Micarla de Sousa (PV): 2,4%
Hermano Morais (PMDB): 2,4%
Fábio Faria (PMN): 2%.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 07:07h
Analfabetismo político

Sociedade vaia quem luta por seus direitos

Por Cézar Alves (Blog Retrato do Oeste)

Está evidente que a sociedade que não exercita sua cidadania plena como votar, fiscaliza e cobra resultados, é facilmente dominada e transformada em marionete.

É o caso do Rio Grande do Norte, ou pelo menos é o que estão tentando fazer com a população. Os sinais neste sentido são bem claros.

O sistema de saúde pública está falido. Uma criança passou sete dias agonizando no Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, para finalmente ter quem coloque o fêmur no lugar.

Mossoró, que tem 259 mil habitantes e outros 50 mil circulando, não têm um leito de UTI pediátrica e no próximo dia 13 vai ficar sem hospital infantil. A UNIPED vai fechar.

A educação faliu e tende a ficar pior, especialmente na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), pois o Estado cortou um volume enorme de recursos do orçamento 2011.

Um retrato da educação de nível médio e fundamental da rede estadual de ensino pode ser registrado na Escola Estadual Professora Margarida Maria de Souza, em Mossoró. Um caos!

Na Segurança Pública, basta registrar que os policiais civis estão em greve pedindo estrutura para trabalhar e a convocação de mais homens para ajudá-los.

E estes são os três setores essenciais da sociedade. São direitos assegurados na Constituição Federal, que estão sendo negados pelos governos solenemente há anos.

A sociedade deveria ir às ruas fiscalizar os atos do governo e cobrar resultados em outros. O cumprimento da palavra dada nas campanhas.

Mas ao invés de cobrar seus direitos essenciais como saúde, educação e segurança, chega ao absurdo de vaiar quem o faz.

Foi o que aconteceu em frente ao Teatro Dix Huit Rosado, em Mossoró, quando um grupo de professores e estudantes que aguardava a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) para cobrar melhoria nas escolas, foi vaiado pela nata da elite mossoroense.

Aqui invertemos esta vaia e aplaudimos os garotos do @C_O_M_E_M, os professores e os policiais civis que estão apenas lutando pelo melhor para a sociedade.

É vergonhosa a sociedade que não se indigna com o fato de o Estado deixar uma cidade com 300 mil habitantes sem nenhum leito de UTI pediátrica e hospital infantil.

Este tipo de sociedade não tem filhos e se os têm é irresponsável com eles.

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segunda-feira - 11/07/2011 - 06:47h

Gerais… Gerais… Gerais… Gerais

Apesar do atraso, o Blog parabeniza Ribamar Freitas, comandante-em-chefe do “Oba Restaurante”, que aniversariou nesse domingo (10). Por respeito à nossa amizade de algumas décadas, não posso adiantar “quantos anos” nem jamais lhe cobraria um exame de carbono 14 para identificar sua idade paleontológica. Saúde e paz, meu caro.

A professora da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA), em Angicos, Ady Canário, um exemplo de paixão pelo ensino e conhecimento, alcança mais um estágio decorrente do seu esforço e inteligência. Foi selecionada como avaliadora de projetos pelo Ministério da Educação (MEC). Parabéns, professora. E um abraço pro Geraldo Neto.

Vi muita gente resmungando com a derrota da Seleção do Brasil Feminino, nos pênaltis, para o selecionado dos Estados Unidos, em campeonato mundial, o dia passado. Gente, futebol é um esporte coletivo. O Brasil sustenta-se no malabarismo e talento individual de duas ou mais jogadoras, enquanto os EUA são um time, homogêneo. Sobra-lhe disciplina, vigor físico e postura tática. Eis a diferença.

Os voluntários e voluntárias da Associação de Apoio aos Portadores de Câncer de Mossoró e Região – AAPCMR, já estão preparando a décima edição do tradicional Chá Beneficente. O evento será realizado no dia 14 de setembro, às 19h, no Requinte Buffet. A programação e o preço das senhas ainda estão sendo definidos e serão divulgados em breve.

É hoje às 16h, à Rua Potengi, 612, Petrópolis, em Natal, a posse de Valmir Alves na superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) no Rio Grande do Norte. Ele compõe os quadros do Partido dos Trabalhadores (PT) no RN. Boa sorte na nova tarefa, meu caro.

Obrigado a leitura deste Blog a Valderi Araújo (Mossoró), José Bino (Mossoró), Ricardo Sales (Natal).

Em Angicos, o campus da Ufersa, com estrutura milionária para abrigar 1.200 alunos, 50 professores e a perspectiva de mudar o cenário social e econômico da região, aguarda que a prefeitura consiga enxergar sua importância. Cerca de 1km de estrada carrocável que liga esse equipamento ao centro da cidade ainda não foi pavimentado. Em alguns momentos do inverno de 2011, o trajeto ficou intransitável para alunos, professores e pessoal de apoio. Aulas chegaram a ser canceladas. Quanta mediocridade e falta de visão administrativa.

O professor Carlos Escóssia prepara-se para a aposentadoria no campo universitário. Mas não significa que venha a cruzar os braços. Pretende colocar à mesa outros projetos de vida, como a dinamização de sua página na Internet, em que mistura economia com humor e o universo feminino (benza Deus!). Veja AQUI.

O Hotel Villa Oeste abrigou no sábado (9) o Encontro de Blogueiros de Mossoró. Palestrantes de Fortaleza e Natal ilustraram o evento.

Começa a funcionar hoje a loja personalizada do Mossoró Mix, promoção que vai acontecer em mais uma edição, entre os dias 4 e 5 de novembro, tendo Lulu Santos como uma de suas atrações.  Seu endereço é no térreo do Centro Empresarial Caiçara, Centro de Mossoró.

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Categoria(s): Gerais
domingo - 10/07/2011 - 23:48h

Pensando bem…

“Ame profunda e passionalmente. Você pode se machucar, mas é a única forma de viver o amor completamente.”

Dalai Lama

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domingo - 10/07/2011 - 22:31h

Letra e Música – 146

//www.youtube.com/watch?v=UGVgbzoCvTM

Núria Mallena é uma dessas novidades raras da música brasileira. Voz suave, cabeça poética. Compositora de pena lírica.

Sua música Quando Assim faz parte da trilha sonora da novela global “Cordel Encantado” e chega até o Blog do Carlos Santos por um bom motivo e origem.

Sugestão acatada, viu?

(…) Eu não sabia buscar,
Foi quando apareceu,
O que eu quis inventar,
Pra preencher o meu mundo particular,
No peito que era seu
No seu mundo não há
Mais nada que não eu,
Já sei dizer que o amor pode acordar.

Aproveite a semana, aposte na vida, acredite no ser humano, apesar do seu lado humano. Vale a pena, sim.

Veja letra completa AQUI.

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domingo - 10/07/2011 - 19:23h
Instituto Certus

Carlos Eduardo lidera pesquisa; Micarla é sofrível

Na mesma pesquisa do Instituto Certus (veja postagem mais abaixo), publicada hoje no Jornal Tribuna do Norte, hoje, há sondagem quanto à sucessão municipal natalense.

Na “Estimulada”, a dianteira folgada é do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), seguido de perto da também ex-prefeita e ex-governadora Wilma de Faria (PSB).

A prefeita Micarla de Sousa (PV) aparece em posição sofrível.

Veja os números:

Carlos Eduardo (PDT): 40,8%
Wilma de Faria (PSB): 20,2%
Rogério Marinho (PSDB): 8%
Felipe Maia (DEM): 3,6%
Fermano Mineiro (PT): 3,4%
Micarla de Sousa (PV): 2,4%
Hermano Morais (PMDB): 2,4%
Fábio Faria (PMN): 2%.

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Categoria(s): Política
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domingo - 10/07/2011 - 19:08h
Instituto Certus

Eleitor natalense reprova Micarla e Rosalba

O Jornal Tribuna do Norte traz hoje pesquisa que encomendou ao Instituto Certus. Os números não surpreendem, quanto à avaliação dos governos Micarla de Sousa (PV), Rosalba Ciarlini (DEM) e Dilma Roussef (PT).

Veja uma síntese da avaliação administrativa das três gestões, na ótica do eleitor natalense:

Governo  Micarla de Sousa

Aprovam: 7,8%
Desaprovam: 88,6%

Governo Dilma Roussef

Aprovam: 61,4%
Desaprovam: 25,4%

Governo Rosalba Ciarlini

Aprovam: 25,4%
Desaprovam: 55,6%.

Nota do Blog – Em relação à Micarla e Rosalba, não precisa qualquer pesquisa para se medir tamanha repulsa popular. É mais do que evidente a ojeriza que provocam na população.

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domingo - 10/07/2011 - 12:54h
Passado que ensina

Rosalba Ciarlini pode sofrer com o “Efeito Orloff”

Governadora tem início de governo pior do que passagem de Geraldo Melo e um futuro incerto

A ressaca do poder, que parece onipotente e infindável, é terrível

Nunca antes na história político-administrativa do Rio Grande do Norte, um governante viveu um início de gestão tão confuso, sem rumo e gerando enorme desapontamento. Essa é uma síntese dos primeiros meses do governo Rosalba Ciarlini (DEM).

O comum, diante de um cenário tão castastrófico, é que ocorra comparação com algum antecessor. É o caso do ex-governador Geraldo Melo (PSDB), que administrou o Estado de 1987-1990. Existem algumas semelhanças, mas várias discrepâncias no encontro histórico entre os dois.

Rosalba, como Geraldo, chegou à Governadoria envolta em grande expectativa e crédito de confiança, movida por montanha de votos construídos numa retórica emocional e nenhum projeto concreto. Só blablabá.

Em relação à governadora, a conjuntura nacional e estadual é bem diferente da encontrada por Geraldo Melo no início de gestão em 1987. Ela, apesar de adversária do governo central, presidente Dilma Roussef (PT), não sofre nenhum tipo de boicote e chegou a receber visita de mais de oito ministros.

Rosalba precisa ter mais do que fé espiritual

Geraldo Melo, à ocasião, enfrentou o desmanche do “Plano Cruzado”, plataforma principal do seu discurso de campanha. O presidente José Sarney, que o apoiava, conseguiu eleger 22 dos 23 governadores, a grande maioria dos senadores e deputados federais/estaduais.

Foi uma avalanche baseada no ufanismo desse programa econômico, que logo após as eleições foi enterrado pelo próprio Sarney.

Hoje existe a estabilidade da moeda, o país em franco desenvolvimento econômico e controle inflacionário. Com Geraldo Melo era tudo inverso. Greves, especialmente na educação, passaram a fazer parte do cotidiano do RN a partir de 1988. Desde então o governo foi-se arrastando até o final.

Ele sequer conseguiu fazer o sucessor.  À ocasião, não existia o instituto da reeleição para governador e outros cargos executivos.

Rosalba desembarcou na Governadoria utilizando um velho e surrado discurso de “terra arrasada”, para começar a ganhar tempo. Só que sua estratégia foi rapidamente descontruída e hoje ela enfrenta uma onda de greves, a administração praticamente paralisada e nenhuma ação visível de governo.

As poucas notícias boas que vende, advêm justamente de realizações nascidas na era Wilma de Faria (PSB)-Iberê Ferreira (PSB) e do Governo Federal. Entretanto, esconde esse detalhe da opinião pública.

A crise que a governadora enfrenta, parece ser muito mais de mentalidade e método do que financeiro-administrativa. Revela traços de intolerância, arrogância e autosuficiência, além de frieza em relação a questões cruciais do serviço público.

Com Geraldo Melo, a “metástase” começou depois do primeiro ano de governo. Da mesma forma que fora beneficiado com fatores exôgenos (externos) à eleição, passou a pagar o preço pelo fim do Plano Cruzado. Em alguns momentos,  ele partiu pra litigância e bateu frontalmente com categorias de servidores que na campanha tinham lhe dado apoio decisivo.

Se com Rosalba o slogan de campanha era “para fazer acontecer”, em relação a Geraldo Melo um eficiente conjunto de marketing eleitoral prometia “Novos ventos, novos tempos” no Rio Grande do Norte. Levaria o povo ao desenvolvimento social e crescimento econômico. Nem uma coisa nem outra.

Populismo

Um traço comum à Rosalba e a Geraldo Melo é o discurso populista, ufanista e carregado de retória. Mas nesse ingrediente, ela perde de forma acachapante. O “Tamborete” (apelido ganho em campanha) era o rei da retórica. Prendia multidões diante do palanque.

Também conta a favor de Geraldo Melo, uma reconhecida inteligência diferenciada. Qualquer dúvida é só comparar sua passagem pelo Senado, com a presença da “Rosa”. Ele chegou à vice-presidência da Casa, com importantes intervenções e forte influência. Rosalba quase não foi notada.

Geraldo Melo construiu sua chegada ao Governo do Estado sob um bem-arquitetato plenajamento. Já fora vice-governador de Lavoisier Maia e coordenou a campanha vitoriosa do deputado estadual Garibaldi Filho (PMDB) à Prefeitura do Natal em 1985.

Entrou na campanha como azarão. A previsão do grupo Maia, que apoiava o deputado federal João Faustino ao governo, era de que seu candidato venceria com mais de 200 mil votos de vantagem. Com desempenho impressionante, Geraldo atingiu a vitória com pouco mais de 14 mil votos de dianteira.

Geraldo pós-governo: Pai nosso...

Fenômeno? Sim, mas em parte.

O ex-vice-governador foi parte de um fenômeno nacional e não um caso específico, da conjuntura estadual. O Plano Cruzado içou-o até um certo patamar. A partir daí, ele e seu partido (PMDB) fizeram o restante.

Com Rosalba, a conquista começou bem antes, ainda em 2006, ao vencer Fernando Bezerra (PTB) ao Senado, numa corrida muito disputada, com pouco mais de 11 mil votos de maioria. Desde então, a engenharia politica foi desenhando sua chegada à Governadoria, enfrentando adversários debilitados até fisicamente – caso do governador Iberê Ferreira (PSB), que teve câncer diagnosticado na pré-campanha.

O que parece deixar Rosalba e Geraldo à semelhança um do outro, é que nenhum se preparou para governar. O projeto elementar era de poder. Geraldo ainda se elegeu ao Senado uma vez, mas perdeu até a hegemonia em Ceará-mirim, sua base política.

Rosalba, com a erosão de imagem que enfrenta, deve olhar bem para Geraldo e ter cuidado com o “Efeito Orloff” (eu sou você amanhã).

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domingo - 10/07/2011 - 10:59h

A herança da coragem

Por Carlos Santos

Poderia ser outro prenome: Antônio, Francisco, José, Pedro, Paulo. Mas era João. “Seu” João, como a boa educação recomenda na reverência aos mais velhos, como forma de tratamento.

Há anos ele não me via. Mas lembrou. “Sim, é aquele seu amigo magrinho, né?” Em seguida, complementou: “Andava muito lá em casa”.

Testemunhou-nos impassivo, por incontáveis vezes, ouvindo Fagner, Alceu Valença e clássicos internacionais, nos paupérrimos cômodos de sua casa. Acolhedor, via com a maior naturalidade nossos fígados juvenis se enpanzinarem com aguardente. Felizes ou “roendo”. Inconsequentes, como nos cabia.

Corpo mirrado, cabelo liso e ralo, pele tostada por anos de trabalho sob sol causticante, instrução elementar. Poucas eram suas palavras. O sorriso escapava, sem nunca se transportar à gargalhada tão corriqueira a seu filho, meu amigo desde reta final da adolescência.

O câncer o alcançara há algum tempo, sem lhe tirar a serenidade. Seria resignação, uma fé sobrenatural ou desconhecimento da real dimensão do problema? Perguntei-me algumas vezes, mas não quis insistir na caça à resposta. Nem me lancei na impertinência do questionamento às claras.

Só após sua morte, descobri o porquê. Assim, naturalmente, no desabafo do próprio filho, com olhos marejados de lágrima, mas orgulhoso da origem, encontrei o porquê de tanta força no duelo contra o câncer dilacerante.

O nordestino de fibra, afeito à cultura da palavra, impregnado de valores que vão se escasseando, guardara para si e raras testemunhas, uma justificativa para continuar brigando pela vida. Lutava bravamente contra aquela moléstia que o humilhava, rasgava suas artérias e o consumia por dentro, em nome de um compromisso que assumira com sua biografia.

Indiretamente, era parte da herança que deixaria para a família, em especial para o filho amado.

Fez-me recordar Machado de Assis. O escritor de “Dom Casmurro” guardou uma frase conclusiva de livro, em “Memórias póstumas de Brás Cubas”, que por muitas vezes me deixara pensativo:

Não tive filhos; não transmiti a nenhuma criatura o legado de nossa miséria.

“Seu” João agiu, pensou diferente. Não permitiu que as poucas posses materiais fossem motivo para negar-se à continuidade,  através de um filho. Nem desonrou a própria história a contaminar seu herdeiro.

Bem além do personagem machadiano, João, “seu” João, João Félix de Medeiros, era aquele ser humano que podia ter jogado tudo para o alto e se render. Fez diferente, para transmitir a herança da coragem em vez da compreensível covardia e desesperança. Não entregou os pontos.

A morte o tornou mais forte.

Machado não teve a benção da paternidade, por motivos de saúde – dizem seus biógrafos. Mas nem assim definhou ao lado de sua Carolina, a mulher amada. Nem fiquemos a imaginar que Cubas seja seu alter ego, alguém que falava por ele na literatura.

Bem, mas cá estou a digressões literário-filosóficas e termino fugindo da prosa inicial. Fico a reler e reinterpretar a cabeça de Machado de Assis, folhear seus textos, passear pelo Rio de Janeiro imperial e republicano. Esbarro no Cosme Velho, vendo-o sem filhos, sem Carolina que morrera um pouco antes. Doente.

João, “seu” João  – sem qualquer projeto ou mania de grandeza -, conseguiu no anonimato de sua vida, ser machadiano. Simplório, sem ser simplista. Puro. Intenso.

O filho, herdeiro do mundo que “seu” João não engrandeceu com qualquer título honorífico, comenda ou ato de bravura em campos de guerra, sabia o que fizera seu pai suportar tanta dor. A confissão tinha sido feita a outro interlocutor da família:

Eu só estou fazendo esse tratamento e aguentando tudo isso por ele! Meu filho.

Carlos Santos é criador e editor do “Blog do Carlos Santos”

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Categoria(s): Crônica
domingo - 10/07/2011 - 09:09h

Um olhar que não te atravesse

Por Stella Florence

É domingo. Você está enterrada até as orelhas sob cobertores, TV ligada numa luta de boxe qualquer que te hipnotiza com sua simetria de golpes. Então, o celular toca. Número desconhecido.

– Quem é?

– Sou eu.

Ah, você odeia quando a coisa começa assim. Mas ele se identifica logo, conseguiu seu celular com um amigo. “Lembra de mim?” Flashes de um homem de sobrancelhas loiras se espreguiçando devagar como um cão grande. E você adora grandes cães, com muito pelo, muita saliva, um grunhido rouco que significa “me coça” e uma maneira desajeitada de se jogar em cima de você.

Sim, faz tempo, mas você se lembra dele. E em meia hora de conversa, sim, você gostaria de vê-lo agora. E nesse agora não há ansiedade, nenhuma ansiedade. No meio da conversa, ele pergunta:

– O que você quer?

– Um abraço. – você responde.

E é verdade. Você não quer muito mais do que isso. Um abraço e um olhar que não te atravesse, alguém que olhe dentro dos seus olhos e veja você, não o reflexo de si mesmo.

No carro, você pensa que todos os homens que passaram pela sua vida ultimamente só retiraram, cada um e todos eles, um naco da sua energia. Então, ao voltar para casa, você se percebe mais triste e mais sozinha e mais vazia e mais seca do que quando havia saído.

Eles lanham seu rosto com a barba malfeita enquanto sugam o que você tem de mais precioso. Os homens te enfraquecem. Por que hoje seria diferente?

Ele te leva para o apartamento dele, te mostra sua vista do décimo quarto andar e encosta o peito em você. Apenas encosta. O suficiente para o cheiro dele subir direto para sua cabeça como uma longa tragada de baseado.

Mais tarde, você vai até o banheiro se lavar e tem a sensação de que aquela casa é acolhedora e quente. No corredor, você se agacha em frente a ele: Crow, o cachorro daquele homem.

Grande e dourado, pêlos como fibra de ouro grudando na sua calça preta e aqueles redondos, densos e inocentes olhos castanhos. É ele quem acolhe as pessoas e esquenta a casa. É ele quem se aproxima e é ele quem te lança um olhar de reconhecimento, um olhar que não te atravessa, aquele olhar que você estava procurando.

Com curiosidade e sem qualquer defesa. Ele é pura doação. Não importa quem você é, se sua barriga é flácida ou se sua garganta segura um choro doído há meses, não importa se sua maquiagem borrou e te deixou com imensas olheiras ou se você está menstruada: Crow te acolhe.

Só com os olhos, ele te acolhe.

O homem te leva para casa e você se sente numa cena de “Lost in translation”: você, uma Scarlett Johansson no Japão, enquanto Bill Murray dorme no carro e a noite está agradável.

Então você se lembra dele, dos seus enormes olhos que te devassaram num segundo. Crow. Pensando bem, você gostaria de chorar.

Stella Florence é escritora e cronista

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Categoria(s): Crônica / Grandes Autores e Pensadores
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domingo - 10/07/2011 - 08:36h

Quem era o homem de olhos acesos?

Por Honório de Medeiros

O pai de minha sogra tinha mais de noventa e seis anos quando ocorreu esta história.

Andar curvado, pele curtida, mãos nodosas, cabelos finos e totalmente brancos, de uma magreza ascética. Homem de poucas palavras, que um começo de senilidade acentuou ao longo dos últimos anos, embora não lhe tenha feito perder totalmente o senso.

Tipicamente rural, daquela estirpe de nordestinos como já não há mais, cuja palavra empenhada vale mais que qualquer cheque em branco, seu código de honra era imutável; uma vez tomada uma posição qualquer, não havia possibilidade de mudança; seus valores eram “preto no branco”: tradição herdade dos avós que os tinham iguais, bem como os pais, e deveria ser assim por que assim o era e deveria ser desde que o mundo é mundo.

Sucede que um dos seus muitos filhos, o primeiro, por sinal, suscetível, em termos de honra, tanto quanto o pai, depois de uma desavença qualquer onde não faltaram palavras ásperas de lado-a-lado, foi-se embora jurando nunca mais voltar.

Ele sentiu o golpe, mas não o acusou. Ano após ano, mesmo as lágrimas de mãe que sua esposa derramava escondido e ele pressentia não lhe fez sequer murmurar o nome daquele que ousara levantar a voz e desrespeitar sua autoridade paterna.

Era como se o filho não existisse, e as notícias esparsas, trazidas pelos outros até o seio da família não lhe eram comunicadas, circulando sem o seu conhecimento por entre mãe, irmãos e sobrinhos.

Dias antes de uma eleição municipal a ligação da desconhecida esposa do filho ausente comunicou sua doença: entubado, inconsciente, comatoso, jazia na unidade de tratamento intensivo de um grande hospital em uma cidade distante, no norte do País. Criou-se uma sincronia macabra entre a expectativa do dia da eleição e o de sua morte, nesta altura, já esperada.

Enquanto isso, embora todos, em casa, soubessem da situação, e poupassem o pai por temor de um agravamento da sua fragilidade de idoso, a ansiedade pelo desfecho, tanto da eleição, quanto da morte, esta agravada pela dificuldade de se obter informações, aumentava cada vez mais.

No dia anterior ao da eleição, às oito horas da manhã, uma das suas filhas, como de costume, foi acordá-lo para o café da manhã e o encontrou falando como se estivesse se dirigindo a alguém.

Perguntou-lhe: “com quem está falando, papai?”

“Com esse homem de olhos acesos que não para de me olhar.”

“Quem, papai? Aqui não tem ninguém.”

“Você pensa que eu sou doido; o que ele queria aqui no meu quarto?”

A filha teve imediatamente um palpite, e, angustiada, se sentou lentamente na cama. “Papai, esse homem era novo ou velho?”

“Era novo, ainda.”

Nesse instante, o telefone toca estridentemente lá fora. Ela corre para atender. Do outro lado da linha, a informação agora confirmada: “seu irmão acabou de falecer.”

Malgrado tudo isso, ainda não acabara o inexplicável. À noite, enquanto era acomodado em sua cama, véspera tumultuada de eleição, o pai se virou para a filha e resmungou.

Atenta, ela lhe indaga: “o que é papai?”

“Essas almas”, responde, “hoje está cheio delas aqui”.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN

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Categoria(s): Crônica
domingo - 10/07/2011 - 08:21h

Potygirl

Na boca do meu canto há uma pedra
só navios de pequeno calado
podem gorjear em suas costas

tateio de olhos fechados
os contornos das letras
que o sol ilumina

quero por direito de herança
a voz que me cabe
emplumada de estrelas.

Diva Cunha é poetisa potiguar

 

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Categoria(s): Poesia
  • Repet - Arte Nova - 16=03=2026
domingo - 10/07/2011 - 08:01h

Só Rindo (Folclore Político)

Dois viados e uma galega

Na sua tentativa frustrada de voltar ao Governo do Estado em 1990, a trajetória de Lavoisier Maia não é diferente de outras jornadas eleitorais. Ele é o beijoqueiro-mor da política potiguar.

Na campanha ao governo, o seu companheiro e concorrente ao Senado, é o ex-adversário Garibaldi Filho. Dois estilos diferentes. O primeiro, elétrico e incansável; Garibaldi, naquela maciez sem pressa, quase parando.

Sem nenhum açodamento, Garibaldi faz sua catequese eleitoral em meio ao povão, com escassos beijos e abraços. Lavoisier é o oposto: passou uma mulher em sua frente, tome beijos e afagos.

Corpo a corpo rolando no interior do Estado, outra vez Garibaldi Filho desaparece em meio ao povão. Lavoisier, bem à frente, é obrigado a retroceder para tentar localizá-lo. Quer sua companhia lado a lado.

Encontrando-o, o candidato a governador dispara uma síntese do sufoco que vinha passando no seu “esporte” favorito em campanha:

– Vamos, Garibaldi! Ande! Por sua causa já beijei dois viados e perdi uma galega!

 

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Categoria(s): Folclore Político
sábado - 09/07/2011 - 23:56h

Pensando bem…

“A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.”

Freud

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Categoria(s): Pensando bem...
  • San Valle Rodape GIF
sábado - 09/07/2011 - 19:15h
Cultura

O juiz, poeta, na TV Diário

Juiz federal, poeta, músico, escritor e compositor, Marcos Mairton é o entrevistado especial do programa “Ao som da viola”, neste domingo (10), na TV Diário.

Será a partir das 7h30.

Apresentado por Geraldo Amâncio, o programa vai explorar um pouco da arte poética desse cearense que enveredou pela magistratura, sem abandonar a paixão pela cultura.

Mairton já atuou em Mossoró como juiz federal.

Conheça sua página Mundo Cordel clicando AQUI.

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Categoria(s): Cultura
sábado - 09/07/2011 - 19:06h
Seleção do Brasil

A bolinha que amarelou

Vi Brasil 2 x 2 Paraguai pela Copa América de futebol. Joguinho fraco, agora à tarde.

Outra vez a Seleção do Brasil decepcionou. Nem espetáculo, como muitos querem, nem objetividade, como o bom senso exige numa competição de curta duração como a Copa América.

Os pecados do Brasil são basicamente os mesmos do primeiro jogo, no empate chinfrim com a Venezuela em 0 x 0. O time brasileiro é um poço de vaidades, autosuficiência e arrogância.

A esperança da genialidade de Neymar esbarra na constatação de que ele é muito bom, mas não pode tudo. E, quando deveria ser objetivo, opta por firulas, acrobacias, piruetas e malabarismos dispensáveis.

O treinador Mano Menezes parece guardar lugar para Muricy Ramalho.

Não dá para entender sua insistência em colocar Pato  como centroavante de referência, uma posição que nunca jogou no Brasil e Europa.

Pelo menos percebeu, a tempo, que Robinho é uma farsa e não o colocou nesse segundo jogo.

Mas para o próximo jogo tudo é incógnita.

A bolinha do Brasil amarelou.

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Categoria(s): Esporte / Opinião da Coluna do Herzog
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sábado - 09/07/2011 - 11:39h
Governo Rosalba

Mudança de mentalidade e método

Perguntam-me aqui sobre o futuro da crise no Governo Rosalba Ciarlini (DEM). A abordagem é pelo Twitter, em conversas informais ou por email.

Repito o que tenho escrito há meses:

– Há tempo e meios para mudar. Basta alterar mentalidade e método.

Simples.

O “rosalbismo” imprime no Governo do Estado o que promoveu durante três administrações na Prefeitura de Mossoró. É um “kit” que funcionou muito bem numa realidade diferente e noutra conjuntura.

Não creio que possa ter o mesmo resultado no Estado.

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Categoria(s): Administração Pública / Opinião da Coluna do Herzog
sábado - 09/07/2011 - 10:10h
Pesar

Morre em João Pessoa-PB o professor Delby Medeiros

Noticio o falecimento do professor Delby Fernandes de Medeiros, 84. Ocorreu hoje por volta de 5h40 num hospital de João Pessoa-PB.

Ele era natural de Caraúbas, com densa formação acadêmica e boa parte de sua vida profissional construída na Paraíba.

Seu velório acontece no Parque das Acácias (João Pessoa) e o sepultamento acontecerá ainda hoje nesta cidade.

Delby era irmão dos bancários aposentados Rui e Renato Fernandes de Medeiros. Esse último, ex-prefeito de Caraúbas.

Ele estava internado há vários dias, com complicações pulmonares.

Que descanse em paz!

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Categoria(s): Gerais
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