Deu em Cláudio Humberto:
Com um rombo financeiro nos cofres do Rio Grande do Norte, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) garante que não irá atrasar o pagamento dos servidores. A situação do Estado é falimentar.
Jornalismo com Opinião
Deu em Cláudio Humberto:
Com um rombo financeiro nos cofres do Rio Grande do Norte, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) garante que não irá atrasar o pagamento dos servidores. A situação do Estado é falimentar.
Na última sexta-feira à noite, quando se dirigia à praia de Caraúbas, o carro que conduzia o Secretário Paulo de Tarso Fernandes bateu num animal próximo ao Distrito Industrial de Extremoz.
Saiu ileso, mas o carro não.
“Perda total”!
Da Coluna Roda Viva (Novo Jornal, Cassiano Arruda)
A primeira secretaria da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte está sendo disputada por três deputados:
Gustavo Carvalho (PSB), Raimundo Fernandes (PMN) e Poti Júnior (PMDB).
Como o nome do deputado Ricardo Motta (PMN) está praticamente consolidado como presidente da Casa, as atenções se voltam agora para primeira Secretaria, que é responsável pela parte administrativa da Assembleia.
Do Blog Panorama Político.
Nota do Blog – O governismo defende e trabalha para que Raimundo Fernandes seja o escolhido.
A secretaria tem importância primordial no funcionamento legislativo.
Encontro-me com alguns vereadores da oposição, de Mossoró, em Tibau.
Interlocução rápida, impossível se se afinar em meio à festa social da qual participávamos numa multidão.
Mas nesse trânsito, ainda sou abordado por um circunstante, que me faz uma pergunta intrigante:
– Jório Nogueira (PDT) é governista ou oposicionista? Dúvida cruel, muito cruel.
Garante-me o vereador que continua firme e forte na oposição. Do vernismo já veio e saiu enxotado há meses.
Mas que as tentações são intensas… ah, são!!
Em várias fontes de notícias da chamada Grande Imprensa, a ladainha é a mesma: desgaste crescente do deputado federal Henrique Alves (PMDB).
Jornais, sites etc. veiculam matérias analítico-informativas apontando que o parlamentar potiguar, que vai começar seu 11º mandato consecutivo, passou a ser um problema para o neogoverno federal, com Dilma Roussef (PT).
Noutra frente de batalha, ele é acossado internamente no partido, para ser desbancada da liderança na Câmara Federal. Uma crise orgânica que pode estar sendo fomentada pelo próprio governismo.
Henrique começou a sentir mudanças na direção do vento depois que articulou a formação do chamado "blocão" ainda no governo Lula da Silva (PT). A costura para emparedar Lula e Dilma foi desmanchada pelo Palácio do Planalto.
Desde então, não faltam conflitos envolvendo o parlamentar, sobretudo na luta para preservação ou ampliação de espaços do partido na gestão Dilma.
Nome recém-nomeado para titular da problemática pasta da Secretaria Estadual da Saúde Pública (SESAP), o médico Domício Arruda desabafa:
– Na nova lida não tá fácil tanger tanto burro teimoso.
E emenda:
– Aberta a temporada de caça aos jabutis-albinos.
Ele fala "em voz alta" através do microblog Twitter.
"A alegria e o amor são as duas grandes asas para os grandes feitos."
Goethe
Balada dos loucos
Engana-se quem pensa que usar o anonimato, na Internet, é garantia de impunidade, sobretudo quando esse manto covarde é utilizado para insultar e vilipendiar pessoas públicas ou não – por recalque, ódio e alguns trocados.
Os dias estão contados.
Decifra-me ou te devoro.
A Câmara de Areia Branca estuda homenagem ao jornalista Nilo Santos. Ele faleceu ano passado em Mossoró, de complicações cardíacas.
Nilo é natural de Areia Branca, mas durante quase toda sua vida e atividade profissional, atuou em Mossoró.
Tem uma crônica do Paulo Mendes Campos em que ele conta de um amigo que sofria de pressão alta e era obrigado a fazer uma dieta rigorosa.
Certa vez, no meio de uma conversa animada de um grupo, durante a qual mantivera um silêncio triste, ele suspirou fundo e declarou:
– Vocês ficam ai dizendo que bom mesmo é mulher. Bom mesmo é sal!
O que realmente diferencia os estágios da experiência humana nesta Terra é o que o homem, a cada idade, considera bom mesmo. Não apenas bom. Melhor do que tudo. Bom MESMO.
Um recém-nascido, se pudesse participar articuladamente de uma conversa com homens de outras idades, ouviria pacientemente a opinião de cada um sobre as melhores coisas do mundo e no fim decretaria:
– Conversa. Bom mesmo é mãe.
Depois de uma certa idade, a escolha do melhor de tudo passa a ser mais difícil. A infância é um viveiro de prazeres. Como comparar, por exemplo, o orgulho de um pião bem lançado, o volume voluptuoso de uma bola de gude daquelas boas entre os dedos, o cheiro da terra úmida e o cheiro de caderno novo?
– Bom mesmo é o cheiro de Vick VapoRub.
Mas acho que, tirando-se uma média das opiniões de pré-adolescentes normais brasileiros, se chegaria fatalmente à conclusão de que nesta fase bom mesmo, melhor do que tudo, melhor até do que fazer xixi na piscina, é passe de calcanhar que dá certo.
Mais tarde a gente se sente na obrigação de pensar que bom mesmo é mulher (ou prima, que é parecido com mulher), mas no fundo ainda acha que bom mesmo é acordar na segunda-feira com febre e não precisar ir à aula.
Depois, sim, vem a fase em que não tem conversa. Bom mesmo é sexo!
Esta fase dura geralmente até o fim da vida, mesmo quando o sexo precisa disputar a preferência com outras coisas boas (“Pra mim é sexo em primeiro e romance policial em segundo, mas longe”).
Quando alguém diz que bom mesmo é outra coisa, está sendo exemplarmente honesto ou desconcertantemente original.
– Bom mesmo é figada com queijo.
– Melhor do que sexo?
– Bom…Cada coisa na sua hora.
Com a chamada idade madura, embora persista o consenso de que nada se iguala ao prazer, mesmo teórico, do sexo, as necessidades do conforto e os pequenos prazeres da vida prática vão se impondo.
– Meu filho, eu sei que você aí, tão cheio de vida e de entusiasmo, não vai compreender isto. Mas tome nota do que eu digo porque um dia você concordará comigo: bom mesmo é escada rolante.
E esta é a trajetória do homem e seu gosto inconstante sobre a Terra, do colo da mãe, que parece que nada, jamais, substituirá, à descoberta final de que uma boa poltrona reclinável, se não é igual, é parecido.
E que bom, mas bom MESMO, é nunca mais ser obrigado a ir a lugar nenhum, mesmo sem febre.
Luís Fernando Veríssimo é escritor
Não te quero senão porque te quero
E de querer-te a não querer-te chego
E de esperar-te quando não te espero
Passa meu coração do frio ao fogo.
Te quero só porque a ti te quero,
Te odeio sem fim, e odiando-te rogo,
E a medida de meu amor viageiro
É não ver-te e amar-te como um cego.
Talvez consumirá a luz de janeiro
Seu raio cruel, meu coração inteiro,
Roubando-me a chave do sossego.
Nesta história só eu morro
E morrerei de amor porque te quero,
Porque te quero, amor, a sangue e a fogo.
Pablo Neruda (1904-1973) poeta chileno
O Mossoró West Shopping anuncia a chegada da LGR, empresa com sede no Rio de janeiro, para sua gestão e comercialização. Por meio da LGR Gestão – braço da empresa voltado para a administração de shoppings – e da Flow – especializada na comercialização de espaços –, a LGR já iniciou seu trabalho buscando atrair novas oportunidades para o Mossoró West Shopping e os demais em que atua.
Além das participações em empreendimentos consolidados, como Iguatemi Porto Alegre, na capital do Rio Grande do Sul, Iguatemi Salvador e Shopping Barra, em Salvador, a LGR está buscando desenvolver suas atividades em regiões com grande potencial econômico.
É o caso da região onde se localiza o Mossoró West Shopping, considerado o braço forte da economia local, atraindo grandes empresas e, a cada dia, um maior número de consumidores.
Além desses, a LGR atua também em Macaé (RJ) e está desenvolvendo novos shoppings, entre eles o Shopping Pelotas, em Pelotas (RS), o Via Verde Shopping, em Rio Branco (AC), o Venda Nova Shopping, em Belo Horizonte (MG), e o Shopping Park Taquaral, em Piracicaba (SP).
Com informações da Assessoria de Imprensa do MWS.
A direção do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) está solicitando, em regime de urgência, uma audiência com a prefeita de Mossoró, Maria de Fátima Rosado (DEM). Ofício nesse sentido já foi enviado à chefia de Gabinete da prefeitura de Mossoró.
Os dirigentes sindicais querem discutir com a prefeita a melhor forma de pagamento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dos servidores públicos municipais. Trata-se de uma conquista obtida na Justiça, que remonta período de governo da então prefeita Rosalba Ciarlini (DEM), no início dos anos 90, que deixou de depositar esse direito.
“Queremos ver qual a melhor forma para que a prefeitura inicie o pagamento, já que se trata de um montante elevado e que é preciso que haja um bom planejamento para evitar desorganização das finanças municipais”, destaca Marilda Maria, vice-presidente da entidade.
Para o presidente do Sindiserpum, Gilberto Diógenes, com a aprovação, pela Câmara Municipal, das emendas ao orçamento municipal de 2011 com vistas ao pagamento do FGTS, resta agora à prefeita Fafá Rosado se planejar para iniciar esse desembolso.
Nota do Blog – Servidores municipais, acautelem-se. Essa luta ainda terá muitos entraves.
O sul do Ceará é considerado um verdadeiro oásis no sertão, convergência de migrantes fugidos das secas há tempos imemoriais e palco de lutas sangrentas entre facções políticas e disputas interfamiliares no século passado.
As intermináveis lutas interpartidárias que explodiram nesta região sertaneja firmaram a repulsa entre os clãs Arruda e Paulino, nucleados, respectivamente, nos municípios de Aurora e Missão Velha, ambos localizados no Estado do Ceará. O cenário das contendas não se diferenciava dos anos que antecederam a restituição da oligarquia Accyoli, o qual firmou a arraigada disputa pelo poder entre os “coronéis” do cariri cearense.
Um pacto firmado entre os mandatários caririenses na então vila de Joazeiro, elevada à categoria de cidade no ensejo desse bizarro acordo, tentava selar a paz entre os estamentos superiores da sociedade sertaneja agro-pastoril da área de exceção correspondente ao cariri cearense.
Discórdias políticas denotaram a instabilidade entre os dois clãs, resultando em desarmonias envolvendo o “coronel” Isaías Arruda, famoso coiteiro de Lampião, inclusive responsável pela trama que redundou na tentativa de ataque a Mossoró, e o “coronel” Manuel Ribeiro Dantas, a quem os Paulino eram ligados.
A beligerância teve seu ápice no ano de 1925, quando “em meio a uma áspera disputa política que já durava meses, ferem-se vários tiroteios em Missão Velha entre os “coronéis” Isaías Arruda (dos mais fortes coiteiros que Lampião possuía no Ceará) e Manoel Ribeiro Dantas, o Sinhô Dantas, este último, chefe político municipal” (MELLO, 1985, p.100).
Durantes meses a questão política se desenrolou de forma mais ou menos inconstante, resultando em violento tiroteio nas ruas de Missão Velha, ocasionando ferimento à bala em um dos filhos do “coronel” Manoel Ribeiro Dantas.
No entanto, o mais encarniçado ataque desferido pelo “coronel” Isaías Arruda se concentrou ao sítio Barreiro, reduto de seu desafeto. Entre os defensores encontrava-se um sertanejo valente e destemido de nome João Paulino, membro de uma família guerreira, tarimbada na luta armada sertaneja dos séculos XIX e XX.
Prestigiado pelos governos Federal e Estadual, o resultado lógico para a política de época foi a ascensão do “coronel” Isaías Arruda à política regional. O encaminhamento “natural” dos fatos redundou na sua dominação efetiva, chegando a ocupar o cargo máximo do poder executivo em sua área de influência.
Os dissabores, contudo evidenciariam a essência da complexa relação inter-social existente no sertão. Em maio de 1926, João Paulino investiu contra um correligionário de Isaías Arruda, de nome João Gonçalves. Novamente Missão Velha estava em pé-de-guerra, denotando o insustentável grau de ebulição entre os clãs em luta armada, agora concentrado entre Arruda e Paulino. O desfio custaria caro, principalmente ao mais exaltado de todos.
A revanche aconteceu a 11 de junho de 1926. João Gonçalves e inúmeros jagunços fornecidos por Isaías Arruda desalojaram os inimigos entrincheirados na povoação conhecida por Ingazeira. Os vencidos buscaram refúgio em Aurora, recebendo a proteção do “coronel” Cândido Ribeiro Campos, parente dos Paulino.
Formou-se um contingente considerável de capangas, visto que a ameaça de um ataque era iminente. Este não se concretizou graças à oportuna intervenção do “coronel” Antônio Luís Alves Pequeno, chefe político do município do Crato, definindo normas para amainar os ânimos exaltados.
Dentro do acordo firmado, há a transferência dos Paulino para o extremo oeste do Estado da Paraíba. Estacionam na cidade de Cajazeiras do Padre Rolim, em um sítio conhecido por Lagoa do Arroz, propriedade de um sertanejo de nome João de Brito.
Cerca de quarenta e oito camaradas de armas, incluindo familiares, acompanharam João Paulino neste êxodo forçado pela violência da política caririense.
Durante várias oportunidades, forças volantes cearenses adentraram o território paraibano à caça dos desafetos do todo poderoso “coronel” Isaías Arruda. O alvo principal era João Paulino. Violência extrema era a característica maior dessas tropas formadas por policiais e jagunços, ambos pouco diferenciados no modus operandi.
Novamente é firmado um acordo de convivência salutar, embora fosse parte da trama arquitetada pelo imperdoável Arruda.
Achando que tudo havia se normalizado em sua região de origem, resolveu João Paulino seguir viagem à localidade das Antas, município de Aurora, intuindo recuperar algumas cabeças de gado de sua propriedade que haviam ficado por lá quando da retirada forçada.
A esposa de João Paulino, que atendia pelo nome de Tapuia, verificou quando da partida do esposo que o patuá de rezas fortes, ostentado por cangaceiros e homens que se envolviam em questões, havia sido esquecido, como prenúncio da tragédia que estava preparada por Arruda.
João Paulino, conforme nos contou a Sra. Ângela de Brito Lira, filha do proprietário do sítio Lagoa do Arroz, fazia uso de um rosário de quinze mistérios e cento e cinqüenta Ave-Marias com um saquinho repleto de orações fortes e mandingas. Segundo se propalava, o objetivo era “fechar” o corpo contra balas e armas brancas.
Corria o mês de setembro de 1926. O regresso ao Ceará foi feito na companhia de um irmão, de nome José Paulino, e um cunhado conhecido por Bidoza. A tocaia armada pelo “coronel” Isaías Arruda fora preparada no lugar Serrota. João Paulino foi alvejado por mortífera descarga, atingindo em cheio a veia femural. O requinte de crueldade da traição foi completado quando seus algozes obrigaram seu cunhado a terminar de matá-lo.
Após o martírio de João Paulino, Isaias Arruda ainda figurou destacadamente nas crônicas da violência regional. Exercendo influência sobre o cangaceiro Massilon “Benevides” Leite, instigou e organizou o ataque do bando de Lampião a Mossoró, em 13 de junho de 1927. O resultado foi o fracasso vergonhoso diante da decisão da população mossoroense em cerrar fileiras com o prefeito Rodolfo Fernandes na defesa da cidade ameaçada.
Quando da retirada vexatória dos cangaceiros em direção ao cariri cearense, confiantes na “neutralidade” do Estado onde se localizava a “Meca sagrada” dos sertanejos, apressa-se em por em prática suas táticas de traição, tentando envenenar o “rei dos cangaceiros”.
Em 1928, embora desfrutando prestígio efetivo em dois municípios – Missão Velha e Aurora – Arruda tombou morto no trem, quando transitava pelo município de Aurora (MELLO, 1985, p. 101). Os autores, Francisco e Antônio Paulino, agiam movidos pelo desejo de vingança.
Cangaço e política se articulavam em uma só expressão da realidade forjada conforme os parâmetros definidos pela inflexível moral sertaneja que marcou o tempo das contendas entre os chefes políticos de outrora.
José Romero Araújo Cardoso é geógrafo, professor da Uern
Possui casa à beira-mar e nutre especial afeição pelo lugar.
Há pouco tempo foi feita uma reforma no endereço, para abrigá-los no período.
Este ano, o veraneio deve ser mais episódico e com gosto diferente para ambos, em face da ascensão de Rosalba ao governo estadual.
O início de gestão exige expediente quase full time (tempo integral).
Nota do Blog – Antes de uma provável estada vapt-vupt em Tibau, Rosalba pousa em Fortaleza (CE) hoje, para cerimônia de casamento de uma filha do senador Tasso Jereissati (PSDB).
A inspeção, que começaria a ser feita a partir da segunda (10), em todos os veículos do Rio Grande do Norte, tem como objetivo verificar a taxa de emissão de poluentes dos veículos.
Os promotores de Justiça do Patrimônio, Consumidor, Cidadania e Meio Ambiente expediram uma recomendação à governadora Rosalba Ciarlini (DEM), ao Idema, Detran e ao Consórcio Inspar pedindo a suspensão da inspeção veicular.
Após reuniões e discussões sobre o caso a governadora resolveu pedir o adiamento da inspeção até que seja feita uma nova análise.
Nota do Blog – Esse movimento em defesa do cidadão-consumidor começou por aqui, espalhou-se por twitter e alcançou a mídia convencional.
O governo atual mostra sensibilidade para reavaliar o assunto, tratado a toque de caixa (sem trocadilho) no início do ano passado pelo governo Wilma de Faria (PSB).
Acompanhei à noite dessa sexta (7), pela TV Cabo Mossoró (TCM), entrevista do enfermeiro Benjamim Neto, novo gerente da Saúde do município.
Simples, articulado, sem afetação. Com nítidos traços de humildade, revelou conhecimento técnico da pasta e não se embaraçou diante de brancos de informação. O que não sabia precisar, admitia.
Apegou-se a lugares-comuns, é certo, mas nada a tisnar a boa imagem que passou ao telespectador.
Como disse logo acima, gostei.
O governo da prefeita de direito, Fátima Rosado (DEM), a "Fafá", parece que em meio à permanente crise político-administrativa e de outras esferas, acertou. Sem quadros próprios para o lugar, recorreu a Benjamim – servidor de carreira.
É esperarmos que sua ascensão – com méritos – não seja eclipsada pela onipresença dos dois secretários que controlam o poder, o galalau Gustavo Rosado (PV) e o menorzinho Chico Carlos (PV).
Esse último tem conseguido o feito de ser unanimidade pelo avesso. É um Rei Midas burlesco: onde mete a mão causa estragos.
Secretário da Cidadania, espécie de faz-tudo e lugar-tenente de Gustavo, o prefeito de fato, Chico produziu áreas de atrito com vereadores, Sindicato dos Servidores, pessoal da saúde, imprensa e outros segmentos.
Na própria Saúde, recentemente, esteve no Cenário Político lançando impropérios em meio à ameaça de greve de médicos
. Depois que saiu de cena, o impasse foi resolvido. Ficou provado que mentia caudalosamente e em nada contribuía ao diálogo.– São importantes esses momentos de diálogo (…). Vamos fazer o novo, com gestão participativa – propagou Benjamim Neto na TCM, defendendo a cobrança do cidadão e o dever do setor público em prestar contas de seu trabalho.
Aplauso!
A Câmara Municipal de Natal continua a sua “empreitada” por homenagear cantores oferecendo título de cidadão natalense. Depois dos ídolos do axé music terem recebido a homenagem, agora chega a vez da música gospel.
Os vereadores aprovaram o título de cidadão natalense para Aline Barros, cantora que recentemente se apresentou no Natal em Natal.
O pastor Silas Malafaia também foi agraciado com o título.
Saiba quem também já recebeu o título de cidadão natalense:
– Ivete Sangalo
– Netinho
– Durval Lelys
– Ricardo Chaves
– Bell Marques
– Cláudia Leite
– Márcia Freire
– Capilé.
Do Blog Panorama Político.
Nota do Blog – Já imaginou se essa babaquice estivesse ocorrendo na Câmara de Mossoró, Caraúbas, Bodó, Nova Cruz, Pendências ou em qualquer outro dos 167 municípios do Rio Grande do Norte?
Seria motivo de piada, não? Seria motivo de gargalhada em Natal.
Quanto provincianismo e afronta a quem, de verdade, tem serviço prestado à bela capital dos norte-rio-grandenses.
De acordo com a ré no processo da "Operação Hígia", o esquema teria fraudado contratos do Samu Metropolitano e da Farmácia Popular.
Para garantir o pagamento de propina, as empresas usavam funcionários fantasmas. Jane solicitou o novo depoimento ao juiz Mario Jambo, no mês passado.
Questionada por que queria falar novamente, ela informou que estava com a verdade e precisava esclarecer alguns fatos e as mentiras contadas por outras pessoas em depoimentos anteriores.
Ela disse que o ex-marido, Anderson Miguel, mentiu ao dizer que não havia fraudes nos contratos. Jane Alves usou planilhas para provar a existência de “fantasmas”. “Em um contrato desse, onde tem 109 funcionários, por exemplo, na verdade, 20 deles só existem no nome, e não trabalhavam”, revela.
Todos os meses, as empresas A&G Locação de Serviços e Líder recebiam dinheiro referente a esses funcionários fantasmas. Jane Alves disse ao juiz Mario Jambo que tem provas dessas ilegalidades, pois trabalhou nas duas empresas.
Para que a fraude fosse permitida, as empresas tinham que pagar dinheiro a outras pessoas. “Na Farmácia Popular, por exemplo, o médico responsável, George Marcelino, recebia R$ 3 mil por mês, para assinar”, conta.
A empresária afirmou ainda que a procuradora do Estado, Rosa Maria da Apresentação Caldas, que também é ré no processo, recebia propina das duas empresas para autenticar os contratos com funcionários fantasmas.
Jane Alves contou que os contratos na Secretaria de Saúde passavam por uma espécie de acordo entre as empresas concorrentes. Nesse acordo, os empresários Anderson Miguel (A&G) e Mauro Bezerra (Líder) fechavam valores que um repassava para o outro.
"Existiam esses acordos entre eles, então, nunca ia ter briga, por que todo mundo ia ganhar com os contratos", revela a empresária.
Tudo ocorrera durante o Governo Wilma de Faria (PSB).
Do portal Nominuto.com.
Paolo Mantegazza
A princípio, Adécio tinha como certa sua volta para a Assembleia Legislativa (veja postagem bem mais abaixo, à noite de ontem). Depois, terminou sendo obrigado a aceitar a direção-geral da Central de Abastecimento (CEASA).
Ocorre que para acomodar Adécio, o governo precisou vender a versão de que o nome anteriormente anunciado para o cargo, Eledil Bessa (filho do falecido escritor martinense Raimundo Nonato), tinha desistido. A justificativa seria problema de saúde com a mulher do escolhido.
Balela.
Eledil era uma opção por critério técnico, devido seu conhecimento de causa. Mas sem padrinho político, terminará mesmo como diretor técnico, subordinado a José Adécio.
A "enfermidade" de sua mulher comprometia que ele fosse o diretor-geral, mas diretor técnico pode?
Nota do Blog – A política do Rio Grande do Norte muda com considerável regularidade para continuar a mesma desde o Brasil colônia.
É Abertura do Campeonato na Prova mais charmosa e competitiva do Estado.
"É uma prova bastante técnica com especiais diferenciadas e um cross-test espetacular," diz Cláudio Garcia, responsável pelo evento marcado para acontecer entre 9 e 14h em Tibau, com circuito de 45km e duração estimada em uma hora.
O ponto de partida será próximo ao Hotel Dunas, com o cross-test.
Como acontece todo ano, já estão inscritos os principais competidores do Estado e já confirmaram presença pilotos do Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.


