segunda-feira - 15/06/2009 - 16:49h

O homem óbvio de um mestre “barroco” – Rubinho

O titular da pasta da Comunicação do Governo do Estado, jornalista Rubens Lemos Filho, o "Rubinho", lança mais um livro hoje: "O homem óbvio".

É no Teatro de Cultura Popular, Natal, anexo à Fundação José Augusto, às 18h. Prefácio do jornalista Vicente Serejo e apresentação do advogado Érick Pereira.

Rubinho é um escultor da palavra. Mas vai além do mestre "Aleijadinho", no detalhismo barroco. Rubinho, filho de "Rubão", é lapidar – sem rebuscamento tosco.

Interessante, sempre que me lembro ou falo sobre – e de – Rubinho, logo minha memória me joga ao passado mais remoto. Recompõe pedaços de convivência fugaz que tive com seu pai, jornalista dos bons e exilado político – o Rubão.

Hoje, infelizmente, estou longe de minha querida Natal e não poderei prestigiar esse trabalho de crônicas do Rubinho.

Tem nada não! Depois passo para pegar um exemplar e seu autógrafo.

Sei, parece óbvio. E daí!?

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Categoria(s): John Deacon
segunda-feira - 15/06/2009 - 10:59h

Tarcísio Maia recebe mais de R$ 1,5 milhão para obras

O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) vai passar por obras de reforma, ampliação e modernização de sua estrutura física. Quem passa a  boa nova é seu diretor, Marcelo Duarte.

Após analisar pleito e projeto técnico, o Ministério da Saúde (MS) liberou a  verba de R$ 1.551.868,67 (hum milhão, quinhentos e cinquenta e um mil, oitocentos e sessenta e oito reais e sessenta e sete centavos).

O convênio já foi firmado, assinado e o dinheiro encontra-se na conta da Secretaria de Saúde do Estado (SESAP). O projeto de engenharia e arquitetura foi feito pela SESAP de acordo com a orientação da diretoria do HRTM.

A previsão é de que as obras para reforma e ampliação do Tarcísio Maia se iniciem no prazo máximo de 3 meses.

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segunda-feira - 15/06/2009 - 10:58h

O que penso e sinto por Areia Branca

Não costumo dar resposta a anônimos, ignoro provocações ou insinuações de quem tem vergonha do próprio nome. Refiro-me a essa gente frouxa, que se esconde em pseudônimos e endereços apócrifos. 

Mas vou abrir uma exceção.

Recebi um e-mail com nome e endereço falsos. Pelo estilo e sistema de rastreamento de I.P. (endereço de computador) não foi difícil chegar ao seu autor. 

Faz-me ameaças e avisa que não devo emitir comentários sobre a política de Areia Branca. Não me surpreendi.

Tudo ficou na medida de sua baixa estatura, marcada pela ausência de caráter.

Minha resposta vai em forma de memorando a todo e qualquer outro indigente moral e covarde.

Não sou um estranho em Areia Branca. Tenho laços familiares e amizades que não se desmancham como a espuma do vaivém da maré. 

Minha convivência com outros, nesse belo lugar, não é definido por critérios bobos e atrasados, em que as pessoas são amigas ou inimigas pela cor partidária, se é "Bicudo" ou "Bacurau", governista ou oposicionista.

Gosto de gente. Do traço de humanidade que existe em cada uma delas. Adoro Areia Branca de graça há mais de 30 anos.

Convivo com os contrários sem predileções sazonais e não uso máscaras para dizer o que penso a cada um deles. Sou transparente, mas nem por isso frágil.

Continuarei escrevendo e falando sobre Areia Branca. Saudarei meus amigos (e farei outros), mas com respeito a quem não gosta de mim.

A minha Areia Branca é de dona Luquinha, de mestre Bagaé, de Dedé Melão, professor José Nicodemos, escritor Deífilo Gurgel, desembargador João Rebouças, vereador Paulo Wagner, jornalista Luciano Oliveira, advogado Rogério Edmundo, ex-prefeito Expedito Leonez, ex-vereador Cleodon Bezerra, ex-vereador Francisco Macedo, Chicão do Mel, ex-ministro Fausto, José Leite, o cantor Siqueira, radialista Jailton Rodrigues, advogado Miguel Josino, prefeito "Souza",  Edvanda Pereira da Fundação de Cultura, escritor Chico de Neco Carteiro, de minha mãe Maura Oliveira, ex-jogador de futebol Vildomar, vereadores José Nazareno e Aldo Dantas, dona Chaguinha Edmundo, Rudson de Góis, músico Tico da Costa, ex-prefeitos Chico Costa e Luiz de Vovô, primeira-dama Joseana, empresário Carlos Soares e tantas outras pessoas que a memória não junta agora.

Portanto, não tenho motivos para me afastar do que gosto (jornalismo político e Areia Branca). Assim continuarei.

Nâo sou forasteiro, aventureiro ou desconhecido. Tenho raízes no lugar. E o que me parece mais significativo: gosto de graça. Não cobro retribuição. Amor por inteiro.

Areia Branca não pode ser de uns poucos, sobretudo alguns que apenas a querem para saquear. Deve e continuará sendo daqueles que lhe querem bem. É o que penso e sinto. 

Leia tambem AQUI.

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segunda-feira - 15/06/2009 - 09:50h

O “Cidade Junina” Da Gente e o nosso

Não fui à Estação das Artes Elizeu Ventania e ao seu entorno, para acompanhar ou mesmo participar da promoção "Mossoró Cidade Junina". Mas ouvi relatos interessantes sobre esses primeiros dias.

A promoção continua baseada em shows de bandas que por si só aglomeram muita gente por onde têm passado. Casos da Forró do Muído e Aviões do Forró. São fenômenos que merecem respeito.

Não gosto de ambas e tantas outras, mas aplaudo o sucesso decorrente de muito suor.

Os aplausos são dados à segurança interna da área de shows. Brigas são inevitáveis, onde juntam-se forró, mulher, bebida e imbecis que fazem de seus músculos a grande diversão pessoal. Mas a segurança precisa se espraiar para os corredores de tráfego humano até à Estação.

Quanto aos banheiros químicos, há número insuficiente para atender às necessidades. É humilhante e infame sobretudo para as mulheres.

Sobre a organização do Cidade Junina, não há muitas novidades. O governo "Da Gente" (Deles) privatizou os lucros com a contratação da empresa pernambucana A-Sim, que nunca tinha organizado sequer um arrasta-pé com "Neném do Baião." 

Ela e conhecida em Pernambuco e Paraíba como especializada em "captação de recursos" (apoios publicitários) e consultoria de eventos. Caiu em Mossoró para uma iniciativa incomum de "terceirização".

Na prática, ela aparece como tal, mas é a prefeitura e todo seu pessoal e estrutura que estão a serviço do evento, que existe há 13 edições. Apesar da propaganda paroquial a vendendo como "a maior", nem de longe merece esse termo.

O Cidade Junina virou um bem de todo o mossoroense, mas sob a batuta de uma patota que a distorceu para vantagens que não recaem sobre Mossoró. É coisa de círculo fechado. Para poucos.

Temos, em verdade, uma festa de repercussão doméstica. Não possui o eco do passado, como em certos períodos da "Era Rosalba Ciarlini (DEM)", quando chegou a transpor a divisa do RN.

Na prática, repito, a  patota fez a privatização de lucros. A A-sim terceirizou pessoal, outras empresas e estrutura da prefeitura numa situação absolutamente inusitada. Em termos de estudos de economia, administração e marketing, é improvável que exista algo semelhante. E indecente.

Enquanto isso, Caruaru (PE) e Campina Grande (PB) puxam mais de uma dezena de outras cidades (do Maranhão à Bahia), em festas com forte atrativo turístico. Na primeira, expectativa de 1,5 milhão de turistas em 42 dias de festas (Mossoró programou 14). Em campina Grande são mais de 30 dias, com estimativa de 1 milhão de turistas.

Mossoró tem tudo para segui-las e, quem sabe, até ultrapassá-las em êxito num futuro. Entretanto com as mãos bobas da patota, sobra apenas o festim para iludir a massa caseira e arrabaldes. 

O Cidade Junina um dia voltará a ser nosso. 

Saiba mais AQUI.

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segunda-feira - 15/06/2009 - 09:28h

Ufersa terá curso de Direito com grandes diferenciais

Todo o processo de implantação do curso de Direito da Ufersa, perante o Ministério da Educação (MEC), está praticamente concluído. Há pendência apenas quanto a uma inspeção prevista ainda para este ano.

O curso deverá iniciar suas aulas em 2010.

Quem repassa essas informações ao Blog é o professor Marcus Tullius Fernandes, dos quadros da Ufersa.

Segundo ele, existem alguns diferenciais interessantes que vão colocar o curso da Ufersa em plena sintonia com as características dessa universidade.

"Essas peculiaridades se refletem na estrutura curricular, com o tempo mínimo de 11 semestre letivos, ao contrário dos dez semestres adotados em boa parte das universidades que possuem o curso", afirma.

Há também um oferecimento considerável de disciplinas optativas. "O diferencial está no 9.º, 10º e 11º períodos do curso, quando o aluno obrigatoriamente terá que cursar disciplinas como: Direito do Agronegócio; Direito e Bioética; Direito Digital; Direito do Petróleo e Gás Natural; Direito Agrário; Direito das Relações de Consumo; Direito da Seguridade Social e Direito Internacional", relata.

Destaca ainda que haverá o estágio supervisionado, que poderá ser prestado no "Complexo Judiciário".

Todos os professores do curso terão titulação mínima de mestre. Boa parte será de doutores, nos núcleos de pesquisa e de extensão que serão criados.

Marcus Tullius salienta que "toda a infraestrutura necessária já está montada".

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segunda-feira - 15/06/2009 - 09:05h

Fábio Faria com endereço na Internet

O deputado federal Fábio Faria (PMN) lançou endereço próprio na Internet. Trata-se de um portal, segundo informa ao Blog, 

É um espaço para fazer permanente prestação de contas do mandato e afinar as relações com a sociedade, de forma ágil.

Clique AQUI

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domingo - 14/06/2009 - 16:45h

Empresa de filho de Leonardo e Fafá é assaltada

A Casa Lotérica São Manoel, localizada na Avenida Presidente Dutra e que abriu suas portas ao público pela primeira vez na quarta (10), já foi alvo de um arrombamento, na madrugada de quarta para quinta-feira. 

Os assaltantes entraram no local pelas portas dos fundos, levaram todo o dinheiro deixado nos caixas, algo em torno de R$ 18.600,00, segundo consta no Boletim de Ocorrências (BO) registrado na Delegacia de Plantão (DP) e encaminhado para a Delegacia de Furtos e Roubos (DEFUR), que vai se encarregar de investigar o caso.

* Com informações do DN Online.

Nota do Blog – Essa empresa pertence ao neoempresário Jerônimo Leonardo, filho da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM) e do deputado estadual songamonga Leonardo Nogueira (DEM).

Fosse no tempo da ditadura militar, eu diria que os suspeitos seriam subversivos num ato de "expropriação". Não se trataria de roubo em si. 

Jerônimo investiu pouco mais de R$ 102 mil para ganhar a licitação no dia 2 de junho do ano passado. Sua noiva (atual mulher), Glenda Soares, ganhou outra com lance um pouco menor, acima de R$ 86 mil, também ano passado. 

Os recursos empregados na locação, equipamentos e restauração do imóvel roubado chegam aos R$ 200 mil.

Uma pena que o neoempresário sofra esse prejuízo logo no início das atividades.

Ligue não, Jerônimo. Bola pra frente! Ao trabalho, garoto.

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domingo - 14/06/2009 - 15:52h

Gugu-dada

Recém-chegado à blogosfera, o jornalista Thurbay Rodrigues está se sentindo em casa. Não é por menos.

Apesar de "bronco" em termos de Internet e computadores, em essência ele faz o que sempre fez: usa seu humor sarcástico para desmitificar falsos rubis e despir fanfarrões.

Veja só o que apronta com a postagem "Coisinha do pai" AQUI.

Simplesmente imperdível.

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domingo - 14/06/2009 - 14:55h

Pensando bem…

"Não há maior sinal de loucura do que fazer a mesma coisa repetidamente e esperar a cada vez um resultado diferente." 

Albert Einstein

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Categoria(s): Pensando bem...
domingo - 14/06/2009 - 14:51h

Gerência de Trânsito viola lei que ela precisa zelar

No último dia 9 (terça-feira), por volta das 13h, um repórter "ah doc" do Blog flagrou uma cena tragicômica na Rua Duodécimo Rosado, Nova Betânia, em frente ao Colégio Eliseu Viana.

Como você constata acima, um carro da própria Gerência de Trânsito (GETRAN) de Mossoró, criada para botar ordem no trânsito da cidade, viola a lei. Manda às cucuias o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Aboletados no veículo caracterizado, dois imberbes agentes municipais de trânsito o acomodaram sobre a calçada do colégio. Assim mesmo, com toda naturalidade do mundo e a cumplicidade de quem passava. Mas não passou por meu repórter.  

Vale ressaltar que o CTB aponta a falha como falta "grave", tendo como penalidade uma "multa" pecuniária e "remoção do veículo" como medida administrativa.

O complemento da cena: o carro ficou com o sinal de alerta ligado, enquanto os dois agentes trabalhavam no cruzamento da Duodécimo Rosado com Avenida Diocesana.

Parecia até que o interesse era em fazer propaganda da concessionária Volkswagen, onde a frota para o Getran foi comprada.

Nota do Blog – Quero crer que a violação da lei tenha sido um descuido, em face da empolgação da estreia. Mesmo assim, inaceitável. 

Agora também é inadmissível que a Getran fixe adesivo no vidro (lado do motorista) do veículo que supostamente tenha cometido infração de trânsito. Esse aviso tem característica de pecha.

Já imaginou se todo devedor de IPTU ganhar igual marca à porta de casa?

Quem questionar judicialmente o procedimento, contra a prefeitura, tem boas razões para ganhar a demanda.  

A medida me faz lembrar nazistas obrigando judeus ao uso da estrela de Davi, para posterior martírio.

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domingo - 14/06/2009 - 11:57h

Carros do Samu sucateados; prioridade é carrão da prefeita

Enquanto a prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM) esbalda-se num carro de alto luxo, no valor de quase R$ 200 mil (AQUI), a saúde está em parafuso. A começar pelo imprescindível Samu.

O programa de atendimento móvel de urgência-emergência Samu, do Governo Federal (a prefeitura não noticia essa origem da iniciativa), está com veículos sucateados. Boa parte deles não está sendo utilizada.

A denúncia foi formalizada ao Ministério Público há poucos dias.

Segundo relato apurado pelo Blog, "no dia que foi formalizada a denúncia a cidade dispunha apenas de duas das seis viaturas do sistema". Uma "Alfa 01" (para urgências na cidade) e outra "Bravo" (em precárias condições) para ações de menor porte.

Ou seja, quatro estão simplesmente no desmanche. Entre elas, uma Alfa que deveria ser acionada para transporte de paciente para fora de Mossoró.

Nota do Blog – Como se vê, a patota não tem um pingo de respeito pela vida humana. Suas prioridades são o festim e o butim, umectados por uma vaidade doentia.

O carrão para a prefeita e seus asseclas sobreviverem na buraqueira, é o que interessa. A massa-gente que se lasque.

Há poucos anos, numa necessidade de urgência de uma criança ligada aos donos do poder, até um avião foi acionado – sem que a sociedade soubesse – para o atendimento. 

Assim continuará ocorrendo, ante o silêncio cúmplice de uma cidade acovardada e pusilânime, que acha normal tamanhos crimes.

Pobre Mossoró!

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Categoria(s): Gilson Cardoso
domingo - 14/06/2009 - 09:36h

O caso eu conto como o caso foi

Empenhado em não permitir que a versão mentirosa prevaleça, no caso do xexo promovido pelo governo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM), na compra da biblioteca do seu pai, jornalista Dorian Jorge Freire, o também jornalista Luís Fausto pronuncia-se.

Ele expõe a realidade dos fatos.

Na verdade, Luís reitera o que há anos eu repito em voz quase solitária: a patota não é do ramo, além de agir com má-fé reiterada.

Só enxerga o próprio umbigo.

Está no poder para promover o maior butim da história de Mossoró em meio ao festim.

(…) Eu não queria, acho até que nem devia, mas já que tantos se calam e poucos se atrevem a desafiar o status quo apodrecido e corrompido que se instalou nos gabinetes oficiais de Mossoró, me rendo à necessidade de falar e de colocar os pingos nos is. Portanto, o caso eu conto como o caso foi.

Veja a íntegra AQUI.  

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Categoria(s): John Deacon
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domingo - 14/06/2009 - 09:24h

Só Pra Contrariar

Arena das Dunas, a "nova Cosern"

A construção da Arena das Dunas, em Natal, está com cara de ser a nova versão da venda da Cosern há mais de dez anos.

Quem vai lucrar cavilosamente com essa gigantesca arrumação?

Decifra-me ou te devoro.

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Categoria(s): Blog
domingo - 14/06/2009 - 09:20h

Estudante cobra preenchimento de vagas na Uern

Estudante de Medicina em Petrolina (PE), originário de família modesta em Mossoró, Gledson Emanuel estranha a existência de "vagas ociosas" na Uern. Faz referência ao curso de Medicina.

A abordagem dele merece ser lida com atenção:

Caro jornalista,

(…) Criado o curso médico  na Uern, com 26 vagas a serem preenchidas por alunos da rede privada e pública, até ai tudo bem.

Entretando o que fico espantado é saber que existem mais de cinco vagas ociosas(tenho quase certeza que é bem mais), pois várias pessoas que desistiram, algumas forampara a Ufrn, outras que foram desligadas da universidade por causa de fraude e até hoje essas vagas não foram preenchidas.

Um dia liguei para a Uern e me deram a informação que só seriam postas em concurso essas vagas após a formatura da primeira turma.

Mas amigo jornalista, por que isso?? Não são vagas novas, são apenas vagas não iniciais.

Um curso tão caro para o cofre estadual e ainda temos vagas sendo jogadas fora. Enquanto isso, muitos mossoroenses longe de casa…

Obrigado.

Gledson Emanuel de O. Cavalcante, aluno do curso de Medicina da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Petrolina (PE).

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sábado - 13/06/2009 - 17:05h

Cartões “Fan” têm expansão

Conversei à noite dessa sexta (12), em encontro social em Mossoró, com o empresário Assis Neto (Usibras, Distribuidora Fan etc.).

Ele está animado com a expansão do cartão "Fan", mas comedido como sempre evitou declarações eufóricas.

Em seis meses, o cartão foi adotado por mais de 30 mil clientes em alguns estados nordestinos onde venda de combustíveis tem essa sua marca.

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sábado - 13/06/2009 - 16:59h

Prefeito e vice podem ter fim de julgamento nessa terça

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deve terminar nessa terça (16), a votação do processo que pode resultar na cassação de Jaime Batista dos Santos (DEM) e Clemenceau Alves (PMDB). Eles são, respectivamente, prefeito e vice de Angicos. 

O recurso eleitoral da coligação “Força do Povo”, dos candidatos Ronaldo de Oliveira Teixeira (PSB) e Deusdete Gomes de Barros (PTB), prefeito e vice, respectivamente, teve parecer favorável da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), no dia 20 de fevereiro. 

Em sessão no dia 26 de maio, o TRE chegou a votar por 3 x 0 em favor da perda do mandato de Jaime e Clemenceau. O relator do processo, juiz Fernando Pimenta, pediu a cassação e foi seguido pela juíza Lena Rocha e o desembargador Cláudio Santos.

Já o juiz Fábio Hollanda pediu vistas ao processo (tempo para melhor avaliação dos autos, antes do seu voto).

A situação de Jaime Batista e Clemenceau Alves, ex-adversários históricos e ferozes, chegou a esse ponto devido acusações de compra de votos na campanha do ano passado. Eles teriam feito um toma-lá-dá-cá com botijões de gás, cestas básicas e até dinheiro, além de outras vantagens, em troca do voto. 

O juiz eleitoral Cleudson Araújo Vale indeferiu o pedido do Ministério Público. Com a questão sendo levada ao TRE, aguarda-se sua sentença como corte de segunda instância da Justiça Eleitoral.  

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sábado - 13/06/2009 - 16:40h

Prefeitos do Médio Oeste se unem em prol da Uern

O projeto de implantação da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) começa a se concretizar e ganhar força entre as lideranças políticas do Médio Oeste do RN. Uma reunião deixou isso muito claro nessa sexta (12) em Apodi.

A prefeita apodiense Goreti Pinto (PMDB) promoveu encontro com a participação dos prefeitos de Felipe Guerra, Braz Costa (PMDB); de Severiano Melo, Silvestre Monteiro (PSB); de Itaú, Edson Melo (DEM); de Rodolfo Fernandes, Bernadete Queiroz (DEM) dentre varias outras lideranças e autoridasdes de vários municípios do Médio Oeste.

No encontro foi formalizada a união dos municípios do Médio Oeste para juntos defenderem os interesses comuns dessa micro região. Na lista de reivindicações apresentada pelos prefeitos consta a transformação do Núcleo da Universidade da Uern de Apodi em um Campus que venha atender à demanda da região. Saiu um termo de compromisso da doação de um terreno com uma área de cinco hectares, assumido pela prefeita de Apodi, Goreti Pinto junto aos prefeitos das cidades de Felipe Guerra, Itaú, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo.

A prefeita Goreti Pinto informou que mesmo tendo um terreno pertencente a municipalidade esta disposta a comprar uma área em outro local que venha a atender aos anseios dos seus colegas e da população apodiense.

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sábado - 13/06/2009 - 16:35h

Jornalista de “O Mossoroense” dá sua versão sobre “forasteiro”

Editor de Política do jornal "O Mossoroense", o jornalista Bruno Barreto dá sua versão sobre a postagem "Grupo de Sandra ataca Rogério Marinho" (AQUI), vieuclada hoje neste Blog.

Segundo ele, autor de título e texto, o propósito não foi agir preconceituosamente contra o deputado federal Rogério Marinho (PSDB).

Leia o que ele escreve:

Carlos,

Lamento o seu equívoco ao interpretar a matéria criticada na edição de hoje de O Mossoroense.

Não se trata de nenhuma orientação da direção do jornal ou de algum proprietário. A palavra "Forasteiro" foi usada por mim. Foi ideia minha. O termo é usado para classificar quem vem de fora. Inclusive sou um forasteiro. Nasci em Natal.

Não tive a intenção de agredir o deputado.

Se você ler o texto com atenção verá que a matéria se limitou a dissecar sobre a agenda dele. Colocamos até que ele trataria de emendas no OGU para Mossoró. Sequer mencionei que esta é a primeira vez que o deputado aparecia por aqui desde as eleições de 2006.

Usei o termo "forasteiro" por mera ilustração até porque ele e Fábio Faria (PMN) são deputados do Rio Grande do Norte.

Eis AQUI link para que o leitor tire suas dúvidas.

Ah na edição de amanhã (domingo, 14) teremos duas páginas com uma entrevista com Rogério Marinho. Na semana passada Fábio Faria estava na "crista da onda" pela escolha de Natal como uma das sedes da copa.

Até tentamos uma entrevista com ele, mas a assessoria do parlamentar "furou’.

Quanto a coletiva de Rogério O Mossoroense foi o único veículo impresso da cidade a prestigiar o evento. Por isso lhe digo que houve um equívoco.

Espero que este espaço seja aberto neste Blog que você mesmo classifica como "fórum de debates".

Um abraço.

Bruno Barreto

Nota do Blog  Meu caro Bruno, você jamais foi ou será um forasteiro. És um imigrante, completamente incorporado à cidade e em fase produtiva e "reprodutiva".

Seu contraditório jamais seria vetado. Ganha o espaço devido, sem que seja necessário o mínimo de apelo.

Quanto à minha interpretação, ou "equívoco", ela fica ao lado de sua explicação para ajudar nesse necessário debate sobre a política nativa e seus costumes. Assim ajudamos em sua evolução.

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sábado - 13/06/2009 - 12:22h

Grupo de Sandra ataca Rogério Marinho

Pertencente ao grupo de comunicação controlado pela deputada federal Sandra Rosado (DEM), o jornal "O Mossoroense" entrou arrepiando hoje para cima do deputado federal Rogério Marinho (PSDB). Com os dois pés.

Rogério inaugura temporada de "forasteiros! em Mossoró – diz um título na página 3 do primeiro caderno do periódico, neste sábado (13). 

No texto, o tratamento é ratificado.

Explícita e veladamente, o jornal revela intolerância com direitos naturais do deputado natalense, de organizar o PSDB em Mossoró, além de pleitear votos à sua reeleição em 2010. 

Até onde sei, não existe ainda o "voto distrital" consagrado em nossa legislação eleitoral. Se fosse assim, em tese Rogério só poderia tentar amealhar apoios na Grande Natal.

Quer dizer então que Sandra Rosado pode pleitear votos à população de Natal, mas Rogério não tem igual prerrogativa em relação a Mossoró? 

A postura do impresso é preconceituosa e doentia. Se vivêssemos num regime totalitário, é provável que Rogério e seus seguidores fossem surrados em praça  pública e depois expulsos do município.

Pode não parecer, mas Mossoró não é propriedade familiar e hereditária. O comportamento xenofóbico vai na contramão do que entendemos como Estado Democrático de Direito.

Lamentável. Mas ainda não é a pior parte desse enredo.

Na mesma matéria, o grupo da deputada deixa a entender que sua campanha contra os "forasteiros" está só começando. Alerta que em poucos dias o deputado federal Fábio Faria (PMN) fará igual caminho de Rogério, aportando em Mossoró.

Outro "forasteiro".

E tome bordoada.

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sábado - 13/06/2009 - 12:20h

Prefeita compra carro de quase R$ 200 mil em plena “crise”

A Prefeitura de Mossoró está às voltas com uma série de dívidas com fornecedores e prestadores de serviço, sem conseguir atualização de débitos. É a crise.

Noutra face desse enredo, acaba de acertar a compra de outro carrão de luxo para servir à prefeita Fátima Rosado (DEM). O negócio é de R$ 195 mil.

Engraçado, é que há poucos dias a prefeitura deu xexo na família do falecido jornalista Dorian Jorge Freire, na compra e não-pagamento de sua biblioteca,

Faltam remédios em postos de saúde, os veículos do Samu estão sucateados e comprometendo o atendimento – que deveria ser prioritário – do serviço emergencial. Outros e outros problemas podem ser citados.

Veja abaixo os dados do pregão para compra do novo carro para a prefeita desfilar, com os vidros fechados hermeticamente:

PREGÃO PRESENCIAL Nº 044/2009 – SEMAD OBJETO: Aquisição de veículo oficial para utilização do Gabinete da Prefeita. EMPRESA: 1. PORCINO COMERCIO DE AUTOS E SERVIÇOS LTDA Valor R$ 195.000,00 Assina pela Contratada: PORCINO FERNANDES DA COSTA JÚNIOR PRAZO DE VIGÊNCIA: 01 (um) ano. DATA DA ASSINATURA: 14.05.2009 Assina pela Contratante: Maria de Fátima Rosado Nogueira.

Pobre Mossoró. 

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sábado - 13/06/2009 - 11:35h

Derrubar ou tombar?

Já se disse que a ficção imita a realidade, ou algo similar (ou genérico). Essa história de demolir o Estádio João Cláudio de Vasconcelos Machado, o Machadão, e Ginásio Humberto Nesi (Complexo Machadão) e o Centro Administrativo para Natal sediar dois (apenas dois!) jogos da Copa do Mundo é de um absoluto nonsense.

Ou uma evidente roubalheira. Ou uma coisa ou outra, não há para onde correr.

Serei mais claro. Formularei duas perguntas para que os próprios leitores reflitam e respondam. 

– Os governantes estão corretos em encomendar, sem licitação, por TRÊS MILHÕES E SEISCENTOS MIL REAIS um projeto para derrubar o Complexo do Machadão e o Centro Administrativo e no seu lugar construir um novo estádio e um novo centro administrativo?

– Numa cidade onde a saúde pública vive à míngua, a educação básica está sucateada e a segurança pública simplesmente inexiste, vemos, indignados, TRÊS MILHÕES E SEISCENTOS MIL REAIS serem queimados, torrados… que povo pacato somos nós, que assistimos a tudo isso passivamenteVocê sabia que, se por acaso essa idéia estapafúrdia se concretizar, o estado e a prefeitura irão pagar aluguel durante trinta anos?

Veja o texto do arquiteto do Machadão, o excelente Moacyr Gomes: “Quanto à decantada viabilidade econômica do mega-negócio garantindo o mínimo de recursos públicos a serem investidos, é mais um engodo, se levarmos em conta entrevista do Secretario de Turismo e presidente do Comitê Oficial quando diz que o Estado permitirá a demolição do seu Centro Administrativo, dará 29 hectares de presente no coração da cidade para o parceiro construir um mega-complexo imobiliário, como compensação o Estado receberá um novo Centro Administrativo, mas, pasmem, vai pagar aluguel durante 30 anos, pelo uso daquilo que o Estado tinha de graça; autêntico Cavalo de Tróia. No fim, seria o erário levado a pagar a conta toda e o generoso parceiro a ficar com o lucro se não fosse tudo uma fantasia. O mesmo deveria acontecer em relação ao patrimônio Municipal, perderia o Machadão e o Ginásio Humberto Nesi, doaria um terreno de 17 hectares no ponto mais valorizado da cidade, e, pela mesma linha de raciocínio, receberia um Centro Administrativo, mas pagaria aluguel por 30 anos: outro presente de grego.”

Está na hora de uma mobilização geral para impedir que o descalabro, que já se iniciou, continue na sua marcha de insanidade, torrando o dinheiro do contribuinte à revelia do mínimo bom-senso necessário. É a hora do Ministério Público usar a sua força numa causa justa, pois estará protegendo não só o erário, como o patrimônio e a memória de uma obra que é chamada de “poema de concreto”.

O Machadão em vez de derrubado deveria ser tombado. Vejamos a definição na Wikpédia: "o tombamento é o ato de reconhecimento do valor cultural de um bem, que o transforma em patrimônio oficial e institui regime jurídico especial de propriedade, levando-se em conta sua função social".

O nome tombamento advém da Torre do Tombo, o arquivo público português, onde eram guardados e conservados documentos importantes.

O mais grave e surreal de tudo, o que torna o projeto totalmente insano, é o fato de Natal ter espaço de sobra para se construir tudo isso, sem precisar derrubar nada. Dos dois lados da entrada-saída de Natal tem terreno de sobra para duzentos mil desses projetos. É nessa história de demolir que está a roubalheira.

Como já se disse em outras ocasiões sairia mais barato pagar as comissões – bolas, já que se trata de um estádio – e manter de pé o nosso poema de concreto, bem como o centro administrativo.

Finalmente, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte, cidades que realmente irão sediar a copa, não vão demolir absolutamente nada, embora sejam cidades bem maiores do que Natal.

Enquanto isso os nossos TRÊS MILHÕES E SEISCENTOS MIL REAIS já voaram no pau. Bem que daria para comprar muito material e medicamentos para o Hospital Walfredo Gurgel; livros para os colégios públicos e viaturas e equipamentos para a segurança pública. É um desastre.

Armando Negreirosnegreiros@digi.com.br 

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Categoria(s): Fred Mercury
quinta-feira - 11/06/2009 - 20:08h

Quadrilha do Palácio da Resistência não participa de concurso

Dentro do Mossoró Cidade Junina, o festival de "Quadrilhas" é uma atração à parte e notoriamente típica. Contudo colocada bem distante da Estação das Artes.

O evento tem tudo para ser muito bom. 

Mas o que deve lhe garantir maior dimensão, é uma norma adotada: a quadrilha do Palácio da Resistência não pode participar. Está acima da média. É hour-concour.

Certamente iria desequilibrar o certamente. 

Pelo menos aí eles não vão levar vantagem.

Não sobraria nada para ninguém.

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