Do Canal Meio e outras fontes para o BCS
As negociações em torno de uma delação premiada do banqueiro e dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, sobem cada vez mais alto no telhado do Supremo Tribunal Federal (STF), à medida que novas revelações vêm à tona por meio de investigações da Polícia Federal. Desta vez, o publicitário Thiago Miranda, sócio do portal Leo Dias e dono da agência Mithi, confirmou à PF os detalhes de um esquema para atacar o Banco Central e defender o Master por meio de influenciadores digitais.
De acordo com ele, a ação foi discutida diretamente com Vorcaro. Segundo o publicitário, a ofensiva fazia parte de um plano mais amplo de “gestão de crise” e “marketing de guerrilha” . O projeto foi batizado internamente de “Projeto DV”. (Globo)
O publicitário Marcello Lopes, o Marcellão, escolhido para coordenar a comunicação da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), aparece como integrante da equipe de estrategistas do tal “Projeto DV”. A equipe ainda contava com Thiago Miranda, responsável pelo projeto, e Anderson Nunes, da agência Unltd Network. Marcellão teria recebido R$ 650 mil adiantados de Vorcaro.
Ele negou participação na campanha contra o Banco Central e afirmou que os valores recebidos se referem a serviços prestados anteriormente. (Folha)
Os planos elaborados por Thiago Miranda, Marcellão e Anderson Nunes para recuperar a imagem de Vorcaro eram ousados. Entre as ações estava a produção de uma série para streaming inspirada em sua trajetória para plataformas como Netflix ou Globoplay.
O plano citava exemplos como produções sobre o ex-jogador de basquete Michael Jordan e o ciclista Lance Armstrong para “recontextualizar” personagens públicos. (Estadão)
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