O governo da prefeita-enfermeira Fátima Rosado (DEM) parece irrecuperável. Em quase tudo que mete as mãos (sentido literal) há alguma coisa suspeita.
São como o rei Midas, pelo avesso. O original, mitológico, transformava em ouro tudo aquilo que tocava. A patota deveria ter os pulsos amarrados para trás, porque soltos fazem merda. O termo é chulo, mas necessário.
A licitação para escolha de empresa que trabalha o projeto "Cidade Junina" teve resultado antecipado por este Blog. As cifras acima dos R$ 2,4 milhões justificam as tensões.
Agora é a licitação para empresa terceirizada, com uma montanha de mais de R$ 6,4 milhões, também envolta em mistérios e pode ser anulada.
No Programa Saúde da Famíla, a Justiça do Trabalho pediu intervenção do Ministério Público Federal para apurar supostos "desvios de finalidade".
Noutra vertente, o Ministério Público avalia o emprego indevido da bacharela em Direito Farah Rosado (filha de Fátima), como procuradora do município, fato ocorrido em 2005. Hoje ela é servidora não concursada do Tribunal de Justiça do Estado (TJE).
O MP também abriu procedimento sobre uso irregular de vigilante em residência privada do agitador cultural Gustavo Rosado, "prefeito de fato".
É um mistério o rol de contratos de aluguel de imóveis, veículos e máquinas. Caixa preta com numerários desmedidos.
Tem mais. Depois acrescento.
























