A reunião entre a cúpula governista de Mossoró e os vereadores que lhe dão apoio, na câmara municipal, deve apontar o líder do governo nesse poder. Existe uma tendência.
O encontro será às 17h no gabinete da prefeita Fafá Rosado (DEM) – veja postagem mais abaixo.
Um nome que se encorpa para ocupar o espaço é da vereadora campeã de votos, ex-vice-prefeita Cláudia Regina (DEM). Ela está em seu primeiro mandato parlamentar.
Logo após a eleição para a mesa diretora da Câmara Municipal, quando não aceitou votar em Claudionor dos Santos (PDT) a presidente, Cláudia foi tachada como "oposicionista" e "infiel". Setores da mídia passaram a satanizá-la.
Houve uma caudalosa interpretação maniqueísta, desfocalizando um fato até corriqueiro em qualquer casa parlamentar: de um governista não votar noutro governista, não significa que ele seja oposicionista. Vide exemplo recente nas eleições internas no Senado e Câmara Federal.
Caso seja elevada à condição de líder, Cláudia ocupará um posto de enormes responsabilidades. Tem tudo para se transformar em vidraça, em vez de escudo de um governo em crescente desgaste. É uma faca de dois gumes.
A princípio, o vereador em primeiro mandato Ricardo de Dodoca (PDT) chegou a ser apresentado como futuro líder. Em reportagem especial do Jornal de Fato, por exemplo, no dia 2 de janeiro, ele fora anunciado como tal.
O periódico não tentava adivinhar. Publicou a matéria em cima de algo concreto: Ricardo tinha recebido garantia de que seria o líder, no acordo fechado para tornar Claudionor dos Santos o presidente da câmara.
É provável que Ricardo sobre. Cláudia tende a ser a ungida.

























