A operosa Câmara de Mossoró encerra a atual legislatura num “esforço concentrado” patético. Não podia ser diferente.
A Casa permite fechamento do Abatedouro do Município (AFIM), rejeita criação de um conselho para acompanhar uso do dinheiro dos royalties do petróleo, distribui medalhas para todos os gostos e direções e paga alguns micos.
Entre as matérias em pauta, não faltaram propostas bizarras.
Apareceu a do vereador Francisco José Júnior (PMN), dispondo sobre o “tamanho do quarto da empregada doméstica”. O proponente esqueceu de sugerir que o “patrão” fique como “órgão” fiscalizador.
Pelo menos assim terá uma desculpa menos esfarrapada quando for flagrado pela “patroa”, em situação suspeita, nesse compartimento da casa. Mas é preciso ter o cuidado de andar com uma fita métrica no bolso, em vez de uma Coca-cola.
Outra proposição é da vereadora Izabel Montenegro, que “obriga a Caern a eliminar o ar, na medição do consumo d’água”. Pelo visto, a estatal terá que abrir concurso para “chupador de ar”, atividade laboral ainda sem classificação no índex do Ministério do Trabalho.
Francamente.

























