A política em Angicos continua fervendo. Na verdade, é mais caso de polícia do que de política.
Uma testemunha de acusação se transformou em depoente de defesa, embolando mais ainda a disputa pelo poder no município.
Saiba mais AQUI.
Jornalismo com Opinião
A política em Angicos continua fervendo. Na verdade, é mais caso de polícia do que de política.
Uma testemunha de acusação se transformou em depoente de defesa, embolando mais ainda a disputa pelo poder no município.
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Para o ex-vice-prefeito Antônio Capistrano (PCB), não será fácil "matar de vez" o Abatedouro de Mossoró (AFIM). A decisão política de cima para baixo não é automática.
Ele é bem claro em sua postagem. Leia-o abaixo:
Não é fácil liquidar uma empresa de economia mista, é um emaranhado de problemas. Até hoje, as liquidadas nos governos José Agripino e Garibaldi Alves estão pendentes. A DATANORTE, depositária de todas as empresas em processo de liquidação, no estado, tem sido uma dor de cabeça dos governos estaduais e de quem assumiu a sua presidência. O nosso amigo David Leite conhece de perto essa história.
Antônio Capistrano.
Para o webleitor Rui Nascimento, a Câmara de Mossoró e os donos do poder em Mossoró vivem um momento único, em contradições e insulto à sociedade. Leia-o abaixo:
A Câmara Municipal, ou seja, nossos "representantes", decidiram: passa a régua e fecha a conta, ou melhor, o AFIM. E tem gente na imprensa que, De Fato, concorda, pois o "debate é sério e não cabe jogo para a platéia".
Os números não mentem, o AFIM realmente é inviável, dá um prejuízo enorme aos cofres públicos. A saúde dos 20 ou 30% que não consomem carne industrilizada pouco ou nada importa.
Os que decretaram o fim do AFIM não fazem parte desse percentual. Afinal de contas, para que servem as UPA’s? Fui!!!
Rui Nascimento.
Advogado, blogueiro e músico, Herbert Mota está sobrecarregado neste final de ano. Mas exprime prazer. Sua “Banda H” tem sido contratada para diversos eventos festivos no período. Faz um ótimo pop-rock. Sucesso, doutor músico.
Mesmo antes de lançar oficialmente o projeto Alphaville-Mossoró, no próximo dia 12 em stand próximo ao West Shopping, essa marca imobiliária começa vendas. Tem oito corretores atuando nos contatos iniciais.
Obrigado à leitura deste Blog ao auditor fiscal Gilmar Dantas (Mossoró), jornalista Roberto Guedes (Natal) e advogado Paulinho Almeida (Mossoró).
“Ninguém é bom ou mau de repente. Quando você vê um sujeito ruim ficar bonzinho, vá atrás que ele está pior do que nunca”.
Dinarte Mariz
A governadora Wilma de Faria (PSB) passou ao advogado Paulo Linhares (PSB), chefe da Defensoria Pública do RN, sondagem quanto a um projeto em especial para Mossoró.
Trata-se do Hospital da Mulher.
Ele foi designado para ser o principal interlocutor do governo em sondagens sobre o assunto, a fim de viabilizar essa estrutura.
Para o vereador reeleito ao sexto mandato, Chico da Prefeitura (DEM), existe um nome certo para a presidência da câmara em janeiro-2009. Ele não titubeia.
– Chico da Prefeitura – preconiza o vereador. Ou seja, o próprio.
A princípio, admite que tudo é ainda muito disperso, mas sua postulação está colocada. Porém, apressa-se até em anunciar uma plataforma administrativa.
Quer realizar concurso público para a Câmara de Mossoró, popularizar o poder com palestras e eventos em colégios e bairros, recadastramento de servidores, confecção de um saite para aumentar transparência, formalização de licitações e terceirização de alguns serviços.
Então, tá!
Com a extinção do Abatedouro de Mossoró (AFIM), o terreno onde ele está localizado, Alto da Pelonha, volta ao patrimônio de quem o doou para esse fim.
O imóvel pertence à Ufersa, antiga Escola de Agronomia de Mossoró (ESAM).
A obsessão com que o governo Fafá Rosado (DEM) quer fechar o Afim (veja matérias abaixo) vai encontrar resistências. O que a câmara não fez.
O Ministério Público sinalizou com postura contrária à medida, durante sessão de hoje do legislativo mossoroense. Foi lido em plenário uma síntese de parecer técnico de especialistas, atestando a viabilidade técnica e necessidade sanitária do abatedouro.
Para bom entendedor…
Os vereadores não podem alegar desconhecimento de causa, além da própria prefeitura.
A vontade férrea de Fafá & Família em liquidarem o Afim, manipulando a mídia com um rosário de mentiras e pressionando a câmara, é muito estranho.
O que estará por trás dessa determinação "messiânica"?
O advogado Niécio Roldão vai completar 20 anos de atividades, sobretudo na área criminalista, no próximo ano. É um dos melhores nomes (em caráter e saber) que conheço na área. Parabéns antecipado, doutor.
A temporada de veraneio na cidade-praia do Tibau promete a banda de rock nacional Detonautas Rock Clube no Arena Show, a ser montado à entrada da área urbana. Ótima opção. Creio que vou aportar por aí. Essa banda é uma das boas novidades da nova safra do velho e bom rock and roll. Será ia 27 próximo, bom lembrar.
O Carnatal chega aos 18 anos. A temporada começa hoje e vai até o dia 7 (domingo), com ou sem crise. Sucesso.
Obrigado à leitura deste Blog ao advogado Lindocastro Nogueira, fotógrafo Robson Carvalho e jornalista Marco Aurélio Sá.
O Afim (veja matéria abaixo) será mesmo extinto e não sobrará um emprego para contar a hisstória. Assim decidiu a Câmara de Mossoró.
A ampla maioria governista de 11 votos contra dois foi obediente às ordens do Palácio da Resistência.
O projeto de lei complementar que trata do assunto foi endossado na íntegra, apesar da revolta de servidores da empresa, nas galerias desse poder. Alguns vereadores foram fortemente hostilizados. Palavras de ordem e insultos, os associaram os governistas à condição de mercenários.
Algo deprimente. A atual legislatura vai se despedindo de forma melancólica.
Saiba mais ainda hoje.
Deu a lógica: a Câmara de Mossoró aprovou o projeto de reforma administrativa apresentado pelo governismo. A sessão foi tumultuada.
A reunião extraordinária da Casa aconteceu ao meio-dia de hoje, alongando-se pela tarde.
O governo da prefeita Fafá Rosado (DEM) retirou propostas do Regime Jurídico Único e do piso salarial do magistério. A pressão dos servidores não pôde ser contornada e a idéia é apresentar os dois projetos somente na próxima legislatura, em 2009.
Porém, o projeto de lei complementar 28, inserido como o artigo 69 do projeto de reforma, foi aprovado integralmente. O Abatedouro Frigorífico e Industrial de Mossoró (AFIM) será submetido a dissolução, liquidação e extinção.
Saiba mais adiante.
Há um disse-me-disse, bate-rebate em torno de declarações do deputado federal Henrique Alves (PMDB) ao Blog de Thaísa Galvão. Normal.
Contudo é preciso enxergar o que fica das entrelinhas.
Ninguém aposte num racha político-familiar entre Henrique e o primo Garibaldi Alves Filho (PMDB). O primeiro é líder nato e talhado na forma do pai Aluízio Alves. O segundo é um líder carismático, populista. Somam-se.
Em separado talvez não sobrevivêssem.
Outro ponto: líderes como Henrique e o senador José Agripino (DEM) sabem que precisam se acautelar. Um passo em falso e vão se transformar em estafetas do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), marido da senadora e potencial candidata ao governo, Rosalba Ciarlini (DEM).
É da natureza Rosado transformar aliado em vassalo. Alves e Maia não estão acostumados a esse posto subalterno. Rosado têm dificuldade de convivência com outras forças que se equiparem. É de sua natureza.
Comece a analisar os fatos, declarações e silêncio por esses ângulos.
Mas até 2010 tem muita estrada ainda a ser percorrida.
A prefeita eleita Micarla de Souza (PV), do Natal, está sobressaltada.
O final do governo Carlos Eduardo Alves (PSB) estaria eivado de situações estranhas. Ele refere-se sobretudo à destinação de certas incorporações.
Saiba mais AQUI.
Ao meio-dia de hoje, a Câmara de Mossoró vota uma série de projetos. À maioria, no escuro.
“Eu não vi nada”, chegou a admitir o vereador em final de mandato, Benjamim Machado (PTB). Proclamou a frase na sessão de ontem (quarta, 3).
Benjamim queixava-se da pressão para que as proposições do governo municipal fossem aprovadas logo.
Comentar o quê?
Os Correios de todo o país estão com uma iniciativa louvável e cativante. Merece a atenção de todos nós.
A promoção é simples e meritória: a empresa assume o endereço e a identidade do Papai Noel, recebendo cartas de crianças carentes de todo o país. A idéia é transformar cada pedido (normalmente simples e uns até comoventes), numa resposta concreta.
Basta que qualquer cidadão compareça a uma agência da estatal, "adotando" uma criança na condição de Papai Noel. Doa-se o presente e os Correios o entregam.
Vale a pena. Faça sua parte.
Fazer o bem faz bem.
Graças a intervenção do internauta Fernando Lins e outros, que fizeram coro, uma crueldade começa a ser revista. Menos mal.
A administração do Mossoró West Shopping começou a instalar tendas para proteger empregados que ficam à entrada e saída do seu estacionamento. Pelo visto, não teremos mais "churrasco de gente".
O Blog fica exultando por ter servido de veículo à solidariedade humana.
“Aqueles que tratam política e moralidade separadamente nunca compreenderão nenhuma das duas”.
Jean Jacques Rousseau
O deputado estadual Walter Alves (PMDB) foi escolhido “O parlamentar do ano”. Com mérito.
O Comitê de Imprensa da Assembléia Legislativa agiu com imparcialidade e esmero ao apontar seu nome. Faz sentido.
Walter está em seu primeiro mandato e diz a que veio. Não se revela apenas como um “filhote” do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB), mas um parlamentar com luz própria.
Pode crescer muito, desde que não se empavone nem caia em certas tentações.
Em sua estada em Mossoró no dia passado, a governadora Wilma de Faria (PSB) conversou sobre projeto do “Hospital da Mulher”. A idéia está no ar.
Ela tem sugestão para criar esse equipamento de saúde com múltiplas especialidades, voltado para o universo feminino.
Depois trago mais detalhes.
Em sua passagem por Mossoró no dia-noite passado, a governadora Wilma de Faria (PSB) terminou “dando bolo”. Pegou mal.
Ela tinha cientificado que passaria à noite na casa do reitor da Uern, professor Milton Marques. Muito pelo contrário.
Terminou aportando na residência da deputada federal Sandra Rosado (PSB), onde se preparou para acompanhar o início dos festejos em honra à padroeira Santa Luzia.
O casal Milton-Zilene esperou em vão.
Quando foi inaugurado pelo então prefeito Dix-huit Rosado em 1985 (junho, não me falhando a memória), o Afim tinha objetivos ambiciosos. Grandiosos, ao gosto do governante.
A idéia era utilizá-lo como equipamento de garantia sanitária, indústria de embutidos (lingüiça etc.) e na comercialização de produtos com preços módicos à população mais carente.
Poder-se-ia dizer que “hoje os tempos são outros”. É verdade.
Mas o papel do ente público não mudou: ele precisa atender às aspirações da sociedade e assumir papéis intransferíveis, como garantia da saúde.
Mossoró não pode abrir mão de um abatedouro, acrescido de eficiente fiscalização à garantia da carne vendida na cidade. Questão de redimensionamento, que qualquer bodegueiro (com todo respeito a eles) sabe o que é.
O “controlador” Noguchi Rosado acha R$ 60 mil/mês de déficit um rombo no cofre público, porém não levanta a voz para R$ 80 mil doados mensalmente a Potiguar e Baraúnas. A jogada é política. Vez por outra sua irmã Fafá Rosado (DEM) aparece no estádio e acena à multidão passional, mesmo sem distinguir quem é tricolor e quem é alvirrubro em campo, pelas cores das camisas.
Tudo é uma questão de prioridade e respeito (ou desrespeito) ao cidadão.
Quanto é despejado anualmente no Cidade Junina? Fala-se em R$ 1,6 milhão, R$ 2 milhões. Qualquer ignorante observa que direta e indiretamente são consumidos bem mais. Entretanto, a cada pesquisa de opinião pública pós-evento, a popularidade da prefeita sobe consideravelmente.
“Os povos precisam de festas brilhantes, pois os tolos gostam do ruído, e as multidões são tolas", afirmava a genialidade militar e política de Napoleão Bonaparte.
Mesmo com sua notória incapacidade político-gerencial, a patota inquilina do Palácio da Resistência conseguiu assimilar essa assertiva da ciência política. Nesse episódio do Afim, a aposta é que o povo-massa não levará em conta devorar pelanca, bofe e buchada de “moita”, ou se servir em lixões.
Afinal de contas, Mossoró é “Da gente”.
Pobre Mossoró!


