Figurões da Prefeitura de Mossoró, com direito até a garçons, se esbaldam nos festins.
O poder é realmente afrodisíaco.
Jornalismo com Opinião
Figurões da Prefeitura de Mossoró, com direito até a garçons, se esbaldam nos festins.
O poder é realmente afrodisíaco.
Surrado e aviltado o chavão: "Não é porque morreu, mas era gente boa." A extinção material tem esse poder quase messiânico de impor perdões, recomendar reverência e sacralizar quem se foi.
Meu testemunho, sei, não é mais válido do que aqueles prestados por tantos que tinham o convívio regular com José Geraldo. Não partilhei sua infância, não dividi bancos escolares ou o flagrei a chorar. Ganhei o riso manso do "doutor José Geraldo" em meio à náusea.
Além das escassas oportunidades de conversas intensionalmente jogadas fora, houve um ciclo de tensão que me revelou aquela figura superior. Daí, é provável, que meu relato tenha alguma serventia.
Oposto a mim numa causa desgastante, na defesa da outra parte litigante, ele foi além do seu dever de ofício. Fez-me seu amigo. Também assim me tornei dele.
É isso o que tenho a contar sobre "Zé." Só isso.
* Homenagem póstuma do Blog ao advogado José Geraldo Leite de Medeiros, falecido na quarta (20), em Mossoró.
Aqui, diante de mim, o relógio no cantinho do vídeo conta o tempo. A semana está só começando, mas embalada em esperanças renovadas. Ainda mais ouvindo o Boca Livre e a norte-rio-grandense Roberta Sá, cantando Desenredo, obra de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro.
"(…) A vida é o fio do tempo, a morte o fim do novelo". Indizível.
Aproveite o vídeo clicando abaixo da letra. Excelente semana. Depois de Cora Coralina, meu querido webleitor tem direito a muito mais.Um abraço, saúde e paz.
Desenredo
Por toda terra que passo me espanta tudo que vejo
A morte tece seu fio de vida feita ao avesso
O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu chego eu me enredo
Nas tranças do teu desejo
O mundo todo marcado à ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo, a morte o fim do novelo
O olhar que assusta anda morto
O olhar que avisa anda aceso
Mas quando eu chego eu me perco
Nas tramas do teu segredo
Ê Minas, ê Minas, é hora de partir, eu vou
Vou-me embora pra bem longe
A cera da vela queimando, o homem fazendo seu preço
A morte que a vida anda armando, a vida que a morte anda tendo
O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte, indefeso
Mas quando eu chego eu me enrosco
Nas cordas do seu cabelo
Ê Minas, ê Minas, é hora de partir, eu vou
Vou-me embora pra bem longe…
Veja o clip AQUI.
* A segunda (25) está recheada de novidades e algumas surpresas. Anote, por favor.
Cora Coralina, poetisa goiana
Mesmo com esse cenário de guerra civil na saúde de Mossoró, a classe política dá exemplo vergonhoso. Como representantes do povo… são um fracasso.
O presidente da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa é o médico mossoroense e marido da prefeita Fafá Rosado (DEM), Leonardo Nogueira (DEM). Na Câmara de Mossoró, a vereadora Gilvanda Peixoto (DEM) é presidente de colegiado congênere. Os dois são profundos conhecedores desse cenário de terror.
Nem um "piu." Nem uma munganga. Um faz-de-conta sequer. Apostam no silêncio para não chamarem a atenção para suas responsabilidades.
Quem abre o "bico" é para puxar para a própria sardinha. Exemplo? O ex-deputado federal Laíre Rosado (PSB).
Ele vocifera desgostoso porque a prefeitura – acertadamente, não quer pagar a Hemodinâmica do seu hospital, o Dix-sept Rosado, obrigação do estado – ou da iniciativa privada.
Um dia essa terra ainda vai cumprir seu ideal.
Nome estratégico na definição que o PMDB tomará, com vistas à sucessão municipal de 2008, Maria recebeu a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), deputado federal Felipe Maia (DEM), deputado estadual Getúlio Rego (DEM) e o prefeito Leornardo Rego (DEM). Na mesa para o café da manhã, algo mais do que as iguarias da culinária regional. Política.
Há possibilidade do PMDB formalizar apoio à reeleição do prefeito Leonardo Rego, a quem Maria enfrentou na campanha municipal de 2004. É quase impossível que o partido apresente candidatura própria à disputa. Existe hipótese de ficar na oposição, indicando vice do ex-prefeito Nilton Figueiredo (PP). Ou com Leonardo.
Além da flexibilidade de Maria Rego ao diálogo com tradicionais concorrentes, outro indício de que a porta está aberta à conversa, quem tratou de reforçar foi o ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB). Em seu programa ao meio-dia, por uma cadeia de emissoras de rádio, "Caminhos do Desenvolvimento", Elias revelou simpatia pelo encontro.
DNOCS
Dirigente do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), o ex-deputado noticiou a reunião de Maria Rego, assinalou sua importância e admitiu o impasse interno no peemedebismo. "Muita água ainda vai rolar".
Através do Dnocs, a Prefeitura de Pau dos Ferros tem viabilizado parceria que está gerando investimento da ordem de R$ 2 milhões no município. A condição de "opositor" ao governo de Leonardo Rego, não fez de Elias no órgão federal, um instrumento de pressão oposicionista.
Porém no PMDB, ninguém tem a coragem de falar em consenso. Não existe entendimento formal até aqui, que estabeleça o rumo que o partido deva tomar. Há uma bifurcação.
Leonardo ou Nilton? Eis a questão.
* Foto: Felipe Maia, Getúlio Rêgo, Leonardo e Rosalba
Trata-se de sujeito frio e egoísta, que se regozija ao ver as pessoas se desfazerem de objetos de elevado valor sentimental – normalmente a preço vil – premidas pela necessidade financeira.
Apenas uma coisa preocupa o sujeito: um mau cheiro que é exalado pelo ralo do banheiro do seu escritório.
Certa feita, um de seus “fregueses”, após ser humilhado, questiona-o provocativamente sobre aquele mau odor. O diálogo segue mais ou menos assim:
– Que cheiro é esse? Indaga o freguês.
– É o cheiro do ralo. Responde o interlocutor.
– Não, o cheiro é seu. Afirma o primeiro.
Exasperado, o protagonista insiste:
– De forma alguma, o cheiro é do ralo…
Friamente, o cliente indaga:
– Quem usa esse banheiro?
– Apenas eu. Responde o outro.
– Então! De quem é o cheiro? O cheiro é mesmo seu! Conclui o freguês, para desespero do comerciante.
Recentes discussões sobre o mau cheiro que tem tomado conta de alguns bairros de Mossoró nos finais de tarde das últimas semanas sempre me remetem a essa cena. É que se tem afirmado, com certa freqüência, que o mau cheiro que sentimos “é do Rio Mossoró”.
Ouso divergir, pois o mau cheiro pode até estar no Rio Mossoró, mas não lhe pertence: o cheiro é nosso! A fauna aquática não teria produzido esse mau odor que, aliás, é o inconfundível odor do esgoto produzido pela ação humana.
Portanto, o cheiro é nosso. É nosso porque lançamos esgotos “in natura” nas galerias pluviais, através de ligações clandestinas. É nosso porque não nos preocupamos com o destino de nossos rejeitos, desde que vão para bem longe dos nossos narizes. É nosso, finalmente, porque preferimos que o dinheiro público seja aplicado em praças, festas e algumas frivolidades, quando ainda não temos sistema público adequado de coleta e tratamento de efluentes.
Gostemos ou não: esse cheiro é nosso!
Jorge Cruz de Carvalho é promotor de Justiça em Mossoró
O casal Carlos Augusto (DEM)-senadora Rosalba Ciarlini (DEM), cercado por vereadores do DEM (Júnior Escóssia, Arlene Souza, Chico da Prefeitura, Manoel Bezerra), andava pelo Mossoró West Shopping na tarde de sexta (22). Distribuía simpatias ao público.
Encontrou-se com o ex-vereador Toinho Duarte ( o Rockfeller), que disparou:
– Essa foi a pior legislatura vivida pela Câmara Municipal de Mossoró. Todos esses vereadores do DEM estão bichados.
O constrangimento foi geral. Depois a turma foi saindo de fininho.
* Veja mais adiante:
– Sandra e Laíre apostam em superexposição política
– Pau dos Ferros pode ter DEM e PMDB juntos
– Orgias despertam a atenção e envolvem bacanas da vida pública
– Vereadores vivem processo de desmoralização
– E muito mais.
Veja o que escreve, por exemplo, o juiz de Direito Henrique Baltazar. Leia-o abaixo:
Perfeito o raciocínio. Pena que infelizmente não receba a repercussão que merece.
Todos conhecemos situações as mais gritantes, inclusive com policiais morando em outros Estados, sem trabalhar, enquanto oficialmente estariam à disposição de prefeituras, Câmaras ou outros órgãos.
Fiz uma sugestão há algum tempo, mas infelizmente ninguém aceitou: todos os dias a imprensa divulgar (inclusive citando nomes) casos de policiais à disposição de políticos.
Teria algum efeito? Com certeza. Pois aquele beneficiário temeria a reação dos eleitores, e o PM voltaria ao trabalho para o qual é pago: a segurança da população.
Mantenho a sugestão.
Henrique Baltazar, juiz de Direito.
Nota do Blog – Doutor, tenho comentado e repito: não há interesse de verdade em atacar o problema de frente.
O combate à violência organizada e de varejo teria excelente resultado com o policiamento ostensivo, gente na rua, inteligência e combate à impunidade. Nada disso é levado a sério.
É como jogo de gato e rato. O primeiro quando circula, termina por fazer o segundo temer o pior.
A mobilização marcou os 26 anos de atuação do PT no município, além a posse da nova Executiva Municipal. O agrônomo José Valdir foi empossado na presidência.
A programação contou com a parte protocolar na câmara, seguida de confraternização no Restaurante Dida Ponto Com.
Compareceram lideranças políticas e militantes, como o deputado estadual Fernando Mineiro, o presidente estadual Geraldo Pinto e o ex-deputado estadual Júnior Souto, representando a deputada federal Fátima Bezerra.
O Fórum Doutor Silveira Martins e anexos, que abrigam varas especializadas, ficam abertos entre 8 e 18 horas de segunda a sexta. Duas turmas de serventuários atuarão durante todo o dia.
A implantação do novo horário significa isonomia de tratamento para servidores de Mossoró em relação aos que atuam em Natal e em outras comarcas do Estado. O que é uma questão eminentemente interna, atinente aos serventuários. Importante, claro. Além de resultado de uma luta para alcance desse objetivo.
Entretanto o mais relevante é salientar a melhoria para o trabalho dos operadores do Direito e seus clientes.
Já o Flamengo venceu o Botafogo de virada, ganhando a Taça Guanabara, equivalente ao primeiro turno do Estadual-2008 do Rio de Janeiro.
Saiba mais sobre o jogo do América AQUI.
Sobre a decisão no Rio clique AQUI.
A justiça não é precária apenas porque não se materializa. Quando tarda já é injusta.
A mídia tem sua parcela de culpa, visto que revela considerável capacidade para superdimensionar frivolidades, penduricalhos e temas caricatos, em detrimento dos dramas humanos. Com ou sem farda.
Se os homens da infantaria, no combate ao crime, têm esse fim – imagine o paisano preto e pobretão.
Durante vários anos o senador Garibaldi Alves se destacou como um notável parlamentar. No exercício de mandatos de deputado estadual, consolidou-se como um corajoso defensor dos interesses populares. Professores e funcionários públicos sabiam que podiam contar com ele e, enquanto seus representantes no Parlamento, nunca os decepcionou.
Governador, foi uma outra história… Porém, eis que na atual legislatura, quando menos se esperava, seus pares o escolhem para cumprir o mandato-tampão de presidente do Senado, após a renúncia do famigerado alagoano Renan Calheiros. Escolhido por maquinação do ex-presidente José Sarney, senador pelo Amapá, poucos botaram fé no futuro de Garibaldi.
– Seria apenas um teleguiado da cúpula do PMDB nacional, sem vontade própria, como tantas vezes deixou evidente quando na condição de prefeito de Natal e governador do Rio Grande do Norte. Diziam-no sem apetite para o mando e indiferente ao que acontecia à sua volta.
Não fazia, mas deixava que outros fizessem.
Contudo, parece claro que a inapetência de Garibaldi Alves para o exercício do poder acabou. Em apenas algumas semanas no cargo de presidente do Senado, ele já nos deu provas de autosuficiência, embora – sem perder a perspectiva da realidade – reconheça que começa a clamar no deserto.
Seu discurso não tem encontrado eco, a não ser entre as pessoas bem intencionadas. Afinal, muitos dos seus pares estão mais interessados em se dar bem do que em agir de acordo com as expectativas dos cidadãos em relação aos seus representantes legais escolhidos pelo voto direto e soberano.
Seu discurso de posse foi um sinal de alerta para aqueles que pensavam que Garibaldi seria um pau-mandado do presidente Lula, curvando a cerviz à sua vontade e à do senador Sarney, dinossauro da política de compadrio, que está encerrando sua vida pública de maneira vergonhosa, porém sempre fiel ao seu insaciável apetite como um dos mais conspícuos representantes do clientelismo característico dos políticos que fizeram de seus mandatos profissão.
Experiente tribuno, mostra-se Garibaldi um político cheio de manhas, mineiríssimo até, como somente os mais calejados mineiros conseguem ser, como o legendário Benedito Valladares, que surpreendia a todos com suas boutades, como aliás está fazendo agora Garibaldi, ao botar no bolso os jornalistas com as suas tiradas de homem simples e sem desafetada.
Não admira que tenha caído no gosto da mídia mais sofisticada. Realmente o novo presidente do Senado é uma novidade digna de atenção.
Uma jornalista séria e respeitada, como Dora Kramer, já cedeu ao seu carisma, como fica evidente em um artigo recente, ao debuxar um Garibaldi Alves igual a qualquer um dos brasileiros, porém com um olho clínico para a realidade que afeta a todos, menos àqueles políticos que só sabem pensar nos próprios negócios. Um Garibaldi de pés no chão, no pleno exercício de sua vocação de parlamentar autêntico, resgatando o melhor da sua história pessoal sob governos ditatoriais.
É o parlamentar Garibaldi Alves, sem perder a perspectiva do presente, voltando aos velhos tempos em que falava com desassombro em nome do povo. Sem ódio e sem medo. Salvo seja.
Franklin Jorge é jornalista e escritor – franklinjorge@yahoo.com.br
Na rua, um fiapo de sombra como única proteção. Na pedra do Mercado, os cachorros com o sono da noite. Baleia, Piau, Tubarão, Piaba, Traíra… Únicos peixes na fome do lugar.
Em passos miúdos, com o chapéu de massa na mão nervosa. A elegância a contrastar com tudo à sua volta. O retorno, após quarenta anos.
Na memória, bem no fundo, a lembrança dos seus. Na longínqua fazenda Triunfo da Esperança.
— Não carecia não, meu senhor! Não carecia.
As mãos, em garra, estendidas, apesar da voz a dizer o contrário.
— Não carecia não, meu senhor! Não carecia.
O naco de pão a gerar desavenças entre os pequenos.
Então, na Matriz, o sineiro anuncia a passagem de um anjinho, avivando ainda mais a cor da sombra dentro do seu peito.
— Não carecia não, meu senhor! Não carecia.
Clauder Arcanjo é professor – clauder@pedagogiadagestao.com.br
E o pior que muitos ex-professores da Universidade Federal do RN, quase todos já aposentados, fizeram pesquisas durante os cursos de doutorado realizados no exterior e no Brasil e colocaram suas teses nas estantes das bibliotecas dos seus departamentos ou na Biblioteca Central Zila Mamede, onde se encontram “mofando”, empoeiradas. Segundo me informou um engenheiro de renome regional, especialista em esgotamento sanitário, reuso de águas servidas, etc, o desinteresse no aproveitamento dos conhecimentos adquiridos no curso dessas pesquisas, nas quais foram investidos muito dinheiro público, é enorme.
E mais: muitos pesquisadores afirmam abertamente que não vão dar tecnologias de graça para “enricar” mais os empresários locais. Esses pesquisadores, cujos nomes não foram revelados, são contrários à aplicação de tecnologias adquiridas, após anos de estudos e testes laboratoriais, no mercado nacional. Querem (ou queriam?) apenas receber os títulos de doutores, engordar os seus contra-cheques para garantir uma aposentadoria mais confortável, esquecendo que suas pesquisas e patentes podem ser compensadas financeiramente pelas empresas.
Essa mentalidade retrógada está sendo combatida pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, através de campanha encetada pelo ministro Sérgio Resende, um físico pernambucano que já formou PHDs e tem a mente dirigida para o futuro do país. A cúpula dirigente da UFRN, onde se destaca o engenheiro Ivonildo Rego, não está dando a mínima atenção ao incremento das pesquisas e o sua aplicação no mercado. È o que parece. Por que?
Porque não se conhece qualquer iniciativa no sentido de integrar os esforços da Universidade, Sebrae, Federação das Indústrias e empresas potiguares para que as teses, as inovações tecnológicas, as patentes registradas ou simples invenções sejam transformadas em produtos industriais. O descaso da cúpula da UFRN, até prova em contrário, torna-se mais grave porque o apelo nesse sentido partiu de um professor universitário da UFPE, hoje ministro, realizado no dia de 19 de outubro de 2007, durante almoço oferecido pela governadora Vilma de Faria, realizado numa casa de recepções em Cidade Jardim.
O ministro Sérgio Resende tinha vindo a Natal inaugurar um laboratório de estudos de camarões e participar de um encontro de 800 físicos do nordeste, no Hotel Praiamar, em Ponta Negra (por sinal, sem nenhuma ajuda do Governo do Estado). Sérgio Resende disse que o encontro de físicos era mais uma iniciativa governamental para discutir os desafios do Nordeste, as linhas e projetos para o seu desenvolvimento, “uma cultura que não há nas empresas privadas daqui, mas temos que acabar com esse falso pudor, com essa falsa idéia de que está sendo cooptado, nas Universidades brasileiras de que o pesquisador está se corrompendo se atuar como empresa”.
Os professores de física da UFRN estavam lá, ao meu lado e ouviram o ministro Sérgio Resende afirmar, ainda, que ciência e tecnologia têm que ser percebida pela sociedade brasileira e lembrou que há dezenas de anos que os países desenvolvidos promovem a interação Universidade X Empresa e que o maior exemplo está nos Estados Unidos. “E são companhias firmes e não de fachadas”, garantiu o ministro, após externar a sua esperança de retornar a Natal nos próximos três anos e ver o quadro mudado, isto é, uma real integração entre a comunidade acadêmica e as empresas privadas.
Segundo um professor da UFRN, quase 4 meses depois do discurso do Ministro Sérgio Resende, a reitoria da Ufrn não mexeu uma palha nesse sentido. “Se o reitor se preocupasse com ciência e tecnologia como se preocupa, pessoalmente, com as liberações de verbas para viagens, cursos e diárias, aí, sim, a coisa seria diferente” completou um professor.
Luiz Gonzaga Cortez Gomes é jornalista e pesquisador.
Jogando neste sábado (23) na casa do adversário, "Estádio Marizão", o alvinegro abriu o placar aos 25 minutos com Marco Antônio. Cairo empatou de falta aos cinco minutos da etapa final, mas aos 7 Panda desempatou.
Ronildo ainda foi expulso aos 28 minutos do segundo tempo, desfalcando o ABC.
Em Baixa do Meio, o Macau não segurou vitória contra o Santa Cruz. Peri abriu o placar aos 15 minutos, mas o meia Kel empatou para o tricolor.
O time do Potiguar fez 4 x 0, além de ver o adversário com três jogadores expulsos: meio-campista Célio, atacante Robertinho e o meia Joziclei. Com o resultado, o Potiguar assume a liderança do seu grupo com seis pontos ganhos, cinco gols de saldo.
O jogo começou quente, com Vaninho fazendo 1 x 0 com 1 minutos e 30 segundos. Aos 32, Fagner recebeu lançamento entre os zagueiros e ampliou para 2 x 0.
No segundo tempo, aos 35 minutos, o cabeça-de-área Wellington chutou cruzado, a bola bateu na zaga e encobriu Paulo Renato. Já aos 47, o lateral-direito André Borges também bateu cruzado e fechou o placar.
A cada gol, no campo e nas arquibancadas, o Potiguar e sua torcida fizeram da dança do "créu", um funk sem letra e de coreografia pouco elogiável, um terror a mais para os adversários. Difícil saber o que seria pior: perder ou perder ouvindo o créu.
A renda somou R$ 40.187,00. O total de público ficou em 5.344, sendo 811 de não-pagantes e 4.533 de pagantes.
Em Mossoró, por exemplo, no "Bar do Téo" à saída para Fortaleza (CE) e Tibau, ainda zona urbana do município, o proprietário colocou tapumes à frente do negócio, que ficava diante do leito da BR-304. Agora, nos fundos, tem novo acesso.
Está coberto pela própria MP, para poder vender bebida. O detalhe que o separa da concorrência e da ilegalidade, é o lugar em que está fixado sua porta. Sem sair do imóvel, à margem da rodovia, ele produziu a mágica do "abracadabra".
Genial.
Quem quiser encher a cara de cana, cerveja e similares, pode ir para o mesmo endereço de sempre. Apenas vai entrar por outra porta, com direito a ficar ridicularizando essa normazinha ridícula e inócua. Letra morta.
O país da piada pronta continua hilariante.
Quem conversou com a senadora Rosalba Ciarlini (DEM) neste final de semana (ontem e hoje), durante as caminhadas com a bancada do DEM na Câmara Municipal, tirou a dúvida: a "Rosa" já tem a candidata a vice-prefeito na chapa da prefeita Fafá Rosado (DEM).
Rosalba não segredou a populares, ao ouvir queixas da atual administração, que o nome é da ex-deputada estadual Ruth Ciarlini (DEM), sua irmã. O deputado federal Betinho Rosado (DEM), antes amuado com o partido, dá uma pista em entrevista.
Betinho afirma ao Jornal de Fato que deve caber à senadora a indicação.
Pegando arquivos da imprensa em pré-campanhas e campanhas passadas, é fácil verificar a semelhança. O filme sempre se repete.
Entre as recidivas estão "balões-de-ensaio", como é o caso da pré-candidatura de Marcelo Rosado (PR) a prefeito; "usina de boatos", como a suposta desistência da pré-candidatura a prefeito do ex-vice-prefeito Antônio Capistrano (PCdoB) e adesões-alianças muitas vezes inverossímeis.
O mais recente personagem central dessa máquina de "moer gente" é Antônio Capistrano. "Não sei de onde produziram essa informação", comenta. Moderado. Prefere essa declaração parcimoniosa ao confronto.
Como é até aqui o único pré-candidato não-Rosado a prefeito, Capistrano talvez seja a "bola da vez" para desmonte. Difícil se identificar exatamente de onde partiu o mugido.
Vale o bordão "segundo uma fonte (…)", para sustentar a política à base de "cotoveladas", que possa deixar a pista limpa para as caras e nomes de sempre.
A posse acontecerá na segunda (25), às 14h, na própria sede da corte em Natal. Foi nomeado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva na quinta (21).
Ele exercerá mandato de dois anos, podendo renovar por igual tempo. Fábio terá pela frente um período que promete produzir muitas contendas, litígios decorrentes da luta pelo poder – nem sempre resolvidos nas urnas.


