O Carnaval de Faz-de-conta de Mossoró está "bombado", diz a imprensa. Não acredite. Tudo balela. Na prática, a festa só acontece na mídia remunerada para promovê-lo e na cabeça de uma penca de inocentes úteis da periferia.
O grosso da população ignora que o "tríduo" de um dia seja verdade. É outra invenção mirabolante do governo municipal.
Depois os mossoroenses ainda não querem ser motivos de pilhérias lá fora. A turma facilita; dá o mote de bandeja à galhofa.
A mais recente zombaria fica com a "polêmica" quanto à escolha do Rei Momo. É qualquer coisa de hilariante. Não me arrisco a narrar nos detalhes, para não me desmanchar em riso, fugindo ao cerne da questão.
Em tese, o "soberano da gente" – Rodrigo Delfino – não poderia ser escolhido, porque é servidor do município em cargo comissionado. Eis o argumento dos detratores de sua alteza. Pois diga.
Ano passado não houve idêntica situação?
O inusitado naquele período, é que o "concorrente" do Rei Momo vencedor, o comissionado Joãozinho Escóssia, era um "adversário-laranja". Foi arranjado pela organização do carnaval, também nos quadros de servidores da prefeitura, para simular uma disputa. Outra mentirinha, para não perderem o hábito.
Olha, se Mossoró não existisse, precisaria ser inventada.
Sucupira é aqui! Esquindô, esquindô…

























