Governo do Estado, Assembléia Legislativa, Tribunal de Justiça e Ministério Público formalizam acordo para avaliação das finanças públicas do RN nos poderes constituÃdos. O objetivo é reduzir gastos.
A decisão é uma postura emergencial em decorrência da Lei de Responsabilidade Fiscal, que aponta limite estabelecido no orçamento para que os poderes não o ultrapassem.
O que o governo está fazendo ao pedir a colaboração de outros poderes e do Ministério Público, na verdade é um remendo, devido a pressão da lei e dos números.
O Estado não pára de aumentar sua arrecadação, mas mesmo assim, as despesas com a folha de pessoal estão no limite. Wilma de Faria corre atrás do prejuÃzo com pelo menos cinco anos de atraso.
No inÃcio do primeiro governo, ela até tentou fazer isso, mas não encontrou apoio e recuou temendo prejuÃzos polÃticos. Seria o que se denomina de “Reforma de Estado”.
Agora, há poucos meses, no segundo governo, batizou um arremedo de mudança administrativa de “Choque de Gestão”. Sò fez aumentar despesas do Estado.
Em vez da prevenção, mais gambiarra.
Enquanto não se fizer uma reforma profunda, de verdade, com corte do supérfluo e do ônus causado pelos conchavos polÃticos, teremos apenas paliativos.
Como sempre, o povo paga a conta, sofrendo com serviços deficientes, para bancar a farra dos poderosos e seus comissionados.

























