
Paulinho Freire, Styvenson, Babá Pereira, Álvaro Dias, Rogério Marinho e Adjuto Dias: sem Mossoró (Foto: Redes sociais)
O sentimento é de frustração na célula mossoroense do bolsonarismo, com o anúncio da chapa ao Governo do RN, costurada e fechada entre Natal e Brasília.
A expectativa de ter um vice dos quadros desse sistema político, originário de Mossoró, ficou apenas na vontade.
O ex-prefeito natalense Àlvaro Dias (Republicanos) será candidato a governador e o ex-prefeito de São Tomé e atual presidente da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), Anteomar Pereira da Silva (“Babá”), do PL, é o vice.
Tudo foi concluído com o diálogo direto entre o próprio Álvaro, prefeito de Natal Paulinho Freire (UB), senador Styvenson Valentim (PSDB), o próprio Babá, senador Rogério Marinho (PL) e o deputado estadual Adjuto Dias Neto (MDB). Na quarta-feira (04) eles fizeram a divulgação (veja AQUI).
Por que não vingou o desejo dos bolsonaristas de Mossoró?
Explicação simples e insofismável: devido a representatividade mixuruca do grupo local, que não tem peso algum para dar significado e representatividade no município e, região, à chapa encabeçada por Àlvaro Dias.
Em 2024, por exemplo, a chapa bolsonarista formada pelo ex-vereador Genivan Vale (PL) e a ex-vice-prefeita Nayara Gadelha (PL), empalmou apenas 11.019 votos (7,60%) à prefeitura, mesmo gastando mais de R$ 4,4 milhões. Ficou em terceiro lugar e a maioria do prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB) sobre eles chegou ao impressionante número de 102.102 votos.
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