segunda-feira - 22/04/2013 - 11:35h
Fundação Vingt-un Rosado

Prefeitura reduz apoio e entidade cultural pode fechar

A Fundação Vingt-un Rosado está em sinal amarelo, sinal de alerta.

Reunião hoje pela manhã identificou falta de zelo da prefeitura

Depois de décadas de funcionamento e ter-se transformado numa referência nacional em termos de cultura, pode fechar suas portas por falta de apoio de uma de suas principais fontes de recursos.

A Prefeitura de Mossoró reduziu de R$ 19 mil para R$ 8 mil o repasse mensal à instituição. Leve-se em conta, ainda, que o próprio pagamento sofre atrasos desde a gestão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”.

Agora pela manhã, um grupo de vereadores resolveu se mobilizar e participou de reunião na sede da entidade, buscando soluções para que esse patrimônio da cultura nacional não morra.

Mecenas

Os vereadores Genivan Vale (PR), Alex Moacir (PMDB), Tomaz Neto (PDT), Vingt-un Rosado Neto (PSB), Lahyrinho Rosado (PSB), Chico Carlos (PV) e Luiz Carlos Martins (PT) reuniram-se com Dix-sept Rosado Sobrinho e outros dirigentes e colaboradores da fundação que leva o nome de um mecenas da cultura brasileira, professor Vingt-un Rosado.

Há uma preocupação crescente com a situação da entidade, que não teve da prefeitura o tratamento compatível com sua importância. A postura do governo municipal, ao reduzir repasses à Fundação, praticamente assina seu atestado de óbito.

Nota do Blog – Lamentável. Lamentável mesmo.

Entretanto eu acredito que a própria história da Fundação Vingt-un Rosado, nosso patrimônio e não apenas da cultura de Mossoró, será mantida e encorpada, com uma reflexão dos que fazem a prefeitura.

Se existe dinheiro para criação de mais 226 cargos comissionados e contratar “Forró Ferro na Boneca”, não pode faltar suporte para essa instituição exemplar e que leva o nome de Mossoró a todos os recantos do país e além de nossas fronteiras.

Encolher investimentos (isso não é gasto) na Fundação Vingt-un Rosado é falta de zelo com Mossoró.

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Categoria(s): Cultura

Comentários

  1. Inácio Augusto de Almeida diz:

    Eu quero ver se este ano a Prefeitura de Mossoró não vai distribuir o fardamento escolar.
    Eu quero ver se a única voz a clamar contra este absurdo nesta cidade será a minha.
    Este uniforme é de uma importância muito grande para as famílias destas crianças. Certamente a prefeita Cláudia Regina desconhece isto por ter nascido em breço de ouro e ter tido uma infância/juventude de menina rica em Aracati. Aracati de onde veio para Mossoró devido a diferença de clima.
    Se ela tivesse tido por berço uma tipoia e como brinquedo uma boneca feito com sabugo de milho ela entenderia o drama destas famílias.
    Prefeita, por Jesus Cristo, entregue o uniforme escolar a estas criança que frequentam as escolas maltrapilhas e calçando sandálias japonesas gastas. Se o Governo Federal não mandou a verba do uniforme escolar, denuncie isto nos programas de rádio onde a senhora comprou os horários.
    E a todos os que se calam diante deste absurdo, que nunca mais condenem Pilatos por ter lavado as mãos frente a uma injustiça.
    Que Deus nos abençoe.
    HOJE, DIA 22 DE ABRIL E O FARDAMENTO ESCOLAR AINDA NÃO FOI DISTRIBUÍDO EM MOSSORÓ.
    A PREFEITA DE MOSSORÓ GANHA MAIS DO QUE A GOVERNADORA DO MARANHÃO?

  2. Teodósio diz:

    Realmente esse é o jeito diferente de governar.

  3. diego c. de araujo diz:

    muito lamentável mesmo o tratamento que é dado pela prefeitura a essa entidade de suma importância da cultura de mossoro. é notório a algum tempo o desinteresse dos governantes municipais com a nossa historia. o acervo do saudoso Dorian jorge freire tbm nunca recebeu um incentivo das nossas gestoras. monoel torquato grande sindicalista da historia mossoroense, também não teve seu nome preservado de forma digna na nossa historia, ficando apenas nas lembranças dos mais velhos. é esse o respeito que a “Metropoli do futuro” tem com a sua historia? deve se esperar no futuro que sejam preservadas a memoria de pessoas importantes que fizeram nosso passado.

  4. sueli diz:

    É realmente lamentável!!! Mas, é o que dar eleger uma forasteira para governar Mossoró. Aliás, todos sabem as circunstancias, que essa mulher foi eleita não é? è a forma dela governar fazer o que? Esperar que um dia justiça seja feita e que essa mulher volte para o Ceará.

  5. Carlos Magno diz:

    Já para contratar bandas cearenses para o Mossoró Cidade Junina com seus repertórios “chupa que é de uva” não falta grana em caixa.

  6. Francy Granjeiro diz:

    Reduziu de 19 mil para 8 mil só Deus sabe aonde vão enfiar esses 11mil.Descobrir aqui, cobre ali.

  7. Francy Granjeiro diz:

    A Prefeita de Mossoró ganha mais do que a Governadora do Maranhão???????????????????
    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  8. Francy Granjeiro diz:

    Isso o pig, a imprensa demotucanalha, doladodelá nao publica….cláudia regina ganha mais do que a gov do Maranhão?????????

  9. Elves Alves diz:

    Entidades como a Fundação Vingt-un Rosado há muito que já deviam andar com as próprias pernas. Nada impede isso, muito pelo contrário. A Casa da Ribeira, em Natal, é um exemplo tangível disso e que poderia muito bem ser estandardizado. É a Casa da Ribeira rebento do idealismo de um restrito grupo de artistas e produtores culturais que arregaçaram as mangas, se organizaram e atraíram para o seu objetivo o interesse da iniciativa privada através das leis de incentivo à cultura. Vez por outra, o município ou o estado aparece como parceiro em algum de seus projetos, mas nunca foram habitués. E nem por isso a Casa jamais deixou de ser uma iniciativa bem-sucedida e cercada de êxito em tudo que faz. A receita mágica? Gestão competente e marketing cultural competitivo, nada mais que isso. Tá na hora de se dar um chega pra lá nessa mania ancestralmente retrógrada de querer fazer cultura única e exclusivamente às custas do poder público. Há um imenso mercado a ser desbravado pelos produtores culturais que dignem desse título. A chamada economia criativa está aí, aberta a todos. Chega de tanto comodismo e submissão arcaica.

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