A governadora Rosalba Ciarlini (DEM) viveu uma situação incomum em sua terra natal, Mossoró, ontem à noite. Precisou de aparato policial para transitar e sair da cidade. Grevistas da Educação e Polícia Civil a receberam com palavras de protesto e faixas.
Com cenho visivelmente tenso, ela também não conseguiu disfarçar o mal-estar em entrevistas e discursos, fugindo ao seu estilo moderado.
O incidente ocorreu no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), que fazia festa para comemorar 25 anos de atividades. Ao mesmo tempo era entregue nova estrutura rodante para o Samu Regional.
"Eu não governo para servidores, governo para o povo", separou a governadora.
Em pronunciamento no interior do hospital, atenuou suas próprias palavras, elogiando o quadro de pessoal do HRTM como o maior patrimônio da instituição. Também deixou claro que via na mobilização uma postura extremista e que o governo não iria se inclinar para a ilegalidade, no sentido de atender ao funcionalismo em reivindicações salariais.
De novo passou a responsabilidade para a crise aos governos antecessores de Wilma de Faria (PSB) e Iberê Ferreira (PSB).
Nota do Blog – A governadora está visivelmente apreensiva. Vive algo novo em sua trajetória política, que é a convivência com movimentos reivindicatórios organizados e fortes, algo raríssimo ou inexistente em sua passagem por três vezes pela Prefeitura de Mossoró.
O povo de Mossoró é apaixonado por Rosalba, por isso são cegos. As praças e calçamentos em Mossoró, não resolverão os verdadeiros problemos existentes na nossa cidade e no RN. Como você diz “O Rio Grande do Norte não é Mossoró. Se liga gente!
A Rosalba Rosado sempre foi pródiga em “pisar na bola” quando fala em público, passando a péssima impressão de que não tem controle emocional nem capacidade intelectiva para responder perguntas de bate-pronto.